julho 09

Especial: 13 cozinhas brancas e diferentes.


9 de julho de 2015 às 10:52
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho
Inspire-se em versões para renovar a sua.

Há quem diga que para se ter uma cozinha interessante, é preciso deixar para trás obranco, tom que prevaleceu, por muito tempo, como solução para o cômodo. Mas o que as pessoas esquecem é que tal estratégia de decoração é certeira para alcançar um clima leve, despretensioso e muito aconchegante. Casa Vogue fez uma seleção de ambientes que usam o total white – ou a predominância dele -, com truques de estilo capazes de deixar a falta de cor mais radiante que um arco-íris. Para saber mais sobre cada um deles, clique na fotos ou nos títulos abaixo!

E MAIS: 14 cozinhas nada convencionais
Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Minimalismo industrial

A estética industrial, que está super em alta, ganha leveza ao incorporar o branco desta cozinha minimalista. Os armários (que possuem algumas portas de madeira natural) e a mesa aparecem em linhas simples e retas; um belo contraste com a textura rústica da parede. As clássicas cadeiras feitas pelo casal Eames e as luminárias pendentes ficam encarregadas de adicionar charme e personalidade.

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Perfume rústico

A madeira aparece novamente para evocar agradáveis lembranças de uma cozinha de fazenda. Com textura natural apenas no piso de tábua corrida e na mesa, ela divide espaço com armários tradicionais cheios de detalhes, azulejos quadrados, um aparador com prateleiras expostas e inesperadas luminárias fabris, sendo que todos esses itens surgem cobertos de branco.

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

O brilho vintage do cobre

Aqui, elegantes armários e prateleiras abrem espaço para que eletrodomésticos e acessórios dêem ainda mais brilho no cômodo clean. O fogão, a coifa, as panelas e até alguns copos mostram suas formas retrô na cor bronze, outro hit da decoração nos últimos anos. O resultado não poderia ser melhor. Enquanto o branco garante a serenidade, o metal tempera ousadia.
Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Detalhes contrastantes

Os tons de branco que formam o piso, a bancada minimalista e a parede de azulejos quadrados, cada um em um estilo, abrem espaço para alguns pontos de alto contraste que injetam drama ao ambiente. Luminárias tipicamente usadas na área externa foram instaladas ali para lançar uma luz inesperada sobre a pia (que é dourada!) e quebrar a homogeneidade visual com seus corpos negros. A cafeteira, o forno, o cooktop e a grade no alto do cômodo seguem a mesma cor.
Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Superfícies prateadas

Um certo ar de futurismo se instala no ambiente acima graças à profusão prateada. Além de estar presente nos eletrodomésticos de aço inoxidável e em alguns acessórios, o brilho metálico aparece nas pastilhas que cobrem a parede. Um grito de ousadia que se torna ainda mais forte ao lado das luminárias pendentes transparentes. Hello, Jetsons!

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Mármore, madeira e design

A textura natural da madeira em alguns pontos aparece, desta vez, com um outro propósito. Como as cadeiras trazem linhas contemporâneas, o material adiciona sofisticação à cozinha clean. Tal efeito é maximizado graças a uma tríade de elementos que é praticamente sinônimo de luxo: a mesa Saarinen, o painel com grandes pedras de mármore e o lustre de madrepérola. Para completar, a luminária industrial e a torneira clara na pia deixam o espaço ainda mais cool.

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Mármore inesperado

O combo formado pela madeira natural, as superfícies laminadas, os armários minimalistas e os eletrodomésticos retrô ganha outra cara ao ser colocado junto ao revestimento escolhido para esta cozinha. As pastilhas hexagonais já são fortes o suficiente em sua versão original. Quando feitas de mármore, tornam-se quase uma obrasde arte. Para completar, uma luminária escultural se dependura do teto.

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Blocos de mármore

A frase “menos é mais” pode ser atribuída, sem tirar nem pôr, à cozinha acima. Mas trata-se de um minimalismo sofisticado, com materiais nobres muito bem escolhidos. A estrutura do espaço parece ser formada por blocos de mármore e de madeira que se encaixam para alcançar a elegância.

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Mix de hits do momento

Que atire a primeira pedra aquele amante do décor que nunca tenha desejado os elementos do ambiente acima. Azulejos de metrô, bancadas de madeira de demolição, itens industriais e móveis vintage se unem em uma combinação única. Jarros e potes na cor branca aumentam a sensação de leveza.

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Mármore e laca

Quem poderia imaginar que o brilho da laca se daria tão bem com a ousadia natural do mármore? Na cozinha acima, o sucesso foi atingido graças à mistura de texturas. Para completar, ainda aparecem a madeira clara e o brilho metálico, ambos eleitos para não comprometer o clima leve da decoração.

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Objetos coloridos

Branca do piso ao teto, a cozinha da imagem ganha lugar nesta lista graças à organização dos objetos e acessórios. Reunidos em blocos monocromáticos, eles criam um jogo visual interessante e alegre.

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Adições vintages e verdes

Sobre uma base branca, foram adicionados elementos contrastantes entre si que casam muito bem. Para guardar os pratos, foi eleito um armário vintage de curvas elaboradas. Já a pia minimalista ganhou o frescor do verde e o bilho do dourado.

Linda cozinha branca (Foto: reprodu)

Ousadia no piso

Assim como a cozinha anterior, esta criação de Rodolphe Parente usa um pano de fundo alvo para receber arroubos de criatividade. Só uma base branca seria capaz de acomodar, ao mesmo tempo, um piso vermelho de marchetaria e detalhes arquitetônicos dourados. Ousado e muito chique!

Fonte : http://casavogue.globo.com/

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julho 06

Refúgio para o inverno.


6 de julho de 2015 às 8:40
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Mais detalhes :

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Ao pensarmos em um refúgio invernal, nossa imaginação logo nos transporta a um típico chalé de madeira, sentado no topo de uma montanha gelada. A ambientação dos espaços internos também apresentam algumas características peculiares: os ambientes carregados são compostos de cores escuras, móveis de madeira e texturas como o xadrez vermelho. O projeto desse duplex de 200 m² localizado em Campos do Jordão, em São Paulo, poderia seguir a risca essa premissa. No entanto, ele brilhou ao revisitar essa estética de forma moderna, abraçando alguns elementos próprios do estilo e misturando-os com peças contemporâneas e clássicas.

PARA ATUALIZAR O VISUAL, FORAM UTILIZADAS CORES INUSITADAS E MISTURA DE ESTAMPAS.

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O imóvel foi decorado pela proprietária, Andrea Bugarib, uma das sócias da In House Designers de Interiores. Durante apenas 30 dias, a profissional conseguiu dar novos sentidos aos espaços, que ganharam uma pitada de ousadia com o tom de laranja que recobre as paredes com boiserie do living. A mão de obra local foi muito valorizada durante o processo: marceneiros, eletricista e pintores da região trabalharam na obra e até mesmo o piso de madeira, as cortinas e as camas foram adquiridas na cidade.

Para contrapor a cor vibrante das paredes, o mobiliário permaneceu sóbrio e atemporal, em tons de branco, preto, cinza e marrom. Muitas das peças que compõem os ambientes são vintage e, por isso, precisaram passar por alguns restauros. Além de garantir a boa condição dos móveis, novos tecidos foram aplicados em cadeiras e poltronas, dando a elas uma nova roupagem, totalmente diferente da original e visualmente interessante. Nos quartos, a mesma fórmula se repete: as paredes ganharam cores vibrantes, como o azul e o verde, enquanto os móveis e objetos permaneceram em tons neutros. Para deixar o clima ainda mais aconchegante, a profissional apostou na mistura de estampas e texturas.

 

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Fonte : http://www.casadevalentina.com.br/

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julho 03

O novo estilo campestre para a casa.


3 de julho de 2015 às 9:52
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho
O novo estilo campestre (Foto: Casa Vogue)

Os clássicos ambientes do campo ganham, com uma safra de móveis e acessórios decorativos, uma nova abordagem do aconchego inerente a eles. Casa Vogue fez uma seleção de itens certeiros capazes de evocar a calma da natureza até mesmo na cidade. Clique nas galerias abaixo e eleja seus favoritos.

 

Fonte :http://casavogue.globo.com

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junho 29

Estudo mostra que setor de vendas do DF volta a crescer.


29 de junho de 2015 às 8:43
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O Índice de Velocidade de Vendas (IVV), estudo a ser divulgado mensalmente no Distrito Federal, mostra que a aceleração nos negócios chegou a 4,4%. Mesmo assim, a demora na liberação de projetos atrapalha os empresários.

28/11/2013. Crédito: Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Terracap volta a vender lotes no Setor Noroeste,  Prédios no setor.

Os empresários do ramo imobiliário estão otimistas quanto às vendas. O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) revelou uma retomada no ritmo de negócio. Em maio, a aceleração chegou a 4,4%, segundo a pesquisa. O número é considerado positivo, uma vez que a base de 5% é considerada “saudável” para o mercado. Pensando nisso, as construtoras e as imobiliárias lançam estratégias para atrair os consumidores. Os locais mais procurados são o Plano Piloto, com preferência para a Asa Norte e o Noroeste.

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. O estudo será divulgado mensalmente e reúne informações desde dezembro do ano passado referentes ao mercado imobiliário local. A amostra é bem expressiva, abrange, aproximadamente, 45% do mercado brasiliense (25 empresas de cerca de 60 incorporadoras).

Estudo mostra que setor de vendas do DF volta a crescer – Cidades DF – Correio Braziliense.O levantamento idealizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF) e com a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), mostra que, desde janeiro, as vendas têm crescido mês a mês. Em maio, foram vendidas 178 unidades pelas empresas avaliadas.

Depois da queda do valor do metro quadrado, a tendência é também de retomada de preço dos imóveis. “Vivemos no segundo semestre do ano passado uma queda, mas temos algumas regiões com tendência para a elevação nos preços. O Noroeste, por exemplo, é uma delas. Tivemos uma queda na oferta; agora, vão começar alguns novos empreendimentos. A oferta será mais equilibrada com a demanda”, explica o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz.

Com 250 unidades prontas para venda no Noroeste e na Asa Norte, pelo menos uma construtora está concentrada em atrair clientes. “Conseguimos fechar um ciclo importante, que é concluir as obras. Os imóveis estão prontos. Estamos reunindo um trabalho comercial para demonstrar que temos boas ofertas de valores e diversidade de produtos”, explicou o diretor Nacional de Negócios da João Fortes Engenharia, Jorge Rucas.

Fonte : http://www.correiobraziliense.com.br/
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junho 26

Saiba o que levar em consideração antes de escolher o sofá para sala.


26 de junho de 2015 às 15:53
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

É preciso avaliar a área disponível antes de realizar a compra do móvel.

Na hora de comprar o mobiliário para a casa, muitas pessoas ficam com dúvidas diante de tantos modelos de sofá para sala. Para acertar na escolha é preciso levar em conta alguns pré-requisitos.

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Uma circulação livre de 90 centímetros é esperada ao redor do sofá (Fotos: Shutterstock)

A primeira consideração que deve ser feita é em relação ao espaço que você tem disponível para este móvel. Escolher onde posicionar o sofá é o primeiro passo. Por ocupar uma grande área do ambiente, esta é uma decisão importantíssima.

A tendência natural é posicionar o sofá contra uma parede, mas de uns tempos pra cá, vemos cada vez mais sofás soltos. Nestes casos, sugere-se a aplicação de algum elemento nas costas do sofá, como por exemplo, aparadores, bancadas, baús, pufes, etc.

Independente disto, o mais importante é posicionar o sofá de forma funcional, de acordo com o papel que ele deve desempenhar. Se o sofá faz parte de uma sala home theater, por exemplo, é extremamente importante posicioná-lo centralizado em frente à TV e com a distância correta da tela.

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Sofás retráteis são os melhores e mais confortáveis para ambientes de home teather

Tão importante quanto o local são as dimensões da peça escolhida. Uma circulação livre de 90 centímetros é esperada ao redor do sofá. Em espaços pequenos essa dimensão pode ser diminuída, mas nunca menos do que 60cm. Dessa forma, é extremamente importante avaliar a área e delimitar as dimensões máximas do seu sofá antes de ir nas lojas escolher modelos robustos e muito grandes.

Além do posicionamento e das dimensões é extremamente importante avaliar qual a sua expectativa em termos de funcionalidade. Diferentes tipos de sofás têm, consequentemente, diferentes características. Sofás retráteis são os melhores e mais confortáveis para ambientes de home teather, por exemplo, mas possuem profundidade muito maior do que os modelos padrões – em torno de 1.10 metro, ao invés de 90/95cm.

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Aposte em sofás de cores neutras e abuse nos detalhes

Sofás camas são ótimos para quem recebe hóspedes, mas normalmente não são tão confortáveis e estruturados como outros tipos de sofás. Ou seja, deve-se avaliar a real necessidade em relação a este móvel e definir as suas prioridades, para escolher conscientemente o modelo ideal.

Outro quesito que normalmente gera bastante dúvidas é o acabamento. Os materiais mais comuns para revestimentos de sofás são couro/courino; linho e tecido. As opções de couro/courino tendem a ser as mais duráveis e também as mais fáceis de limpar – mas são as com custo mais elevado e não tão aconchegantes.

Linho e tecido tendem a ser mais confortáveis, pois não “colam” no corpo, mas são bem mais frágeis e fáceis de sujar. Neste caso, vale fazer uma impermeabilização, para uma maior durabilidade e praticidade de uso.

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Sofás de cores vibrantes são bonitos, mas podem cansar

Já em termos de tonalidades, é bom apostar em cores neutras.  Mas se você possui crianças e/ou animais de estimação, opte por cores escuras que terão menor manutenção do que cores claras, por exemplo. Se o ambiente possui um grande fluxo de usuários, também vale um modelo de cores escuras, sempre pensando na facilidade de limpeza.

Sofás de cores fortes e chamativas são lindíssimos, mas a tendência é cansar com o tempo. Como o sofá não é um mobiliário com custo baixo e de fácil troca, é mais interessante apostar em acessórios coloridos, como mantas e almofadas – utilizando um sofá de cor neutra. Dessa forma, você pode ter um móvel super estiloso mas facilmente adaptável ao longo do tempo.

Fonte : http://revista.zapimoveis.com.br/

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junho 24

Frente Parlamentar em defesa do setor produtivo é lançada.


24 de junho de 2015 às 8:02
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Na manhã de segunda-feira (22), foi lançada, oficialmente, a Frente Parlamentar em Defesa do Setor Produtivo, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Presidida pelo deputado Bispo Renato Andrade, a frente tem o objetivo de dar atenção especial ao setor, que é responsável por grande parte da geração de emprego e renda no DF. Atrasos na emissão de alvarás, insegurança jurídica, burocracia e desemprego foram alguns dos temas abordados.

Parlamentares e representantes de entidades de classe participaram da solenidade



Dando início à solenidade, o deputado Bispo Renato Andrade destacou a importância do lançamento da frente. “O setor produtivo não tem recebido a devida atenção do setor público. Há uma carência de políticas públicas voltadas para a área”, afirmou. O parlamentar ressaltou que a economia está em franca recessão. “Se a atuação do governo não estiver voltada para o setor produtivo, corremos o risco de nos tornamos Cuba ou Venezuela”.

O presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho, afirmou que o setor produtivo do DF está trabalhando em uma unicidade de ações importantes, no sentido de superar a castração das possibilidades de gerar riquezas. “A crise não é só decorrente do desgoverno nacional e das condições econômicas. É uma crise artificialmente posta, chamada de impedimentos”, destacou. Para o presidente do sindicato, a Frente Parlamentar é a oportunidade de o setor produtivo ser ouvido.

Um tema abordado na solenidade foi a insegurança jurídica enfrentada pelos empresários locais. O presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz, lamentou que as empresas não tenham garantias para realizar seus investimentos. “Os nossos projetos, além de demorarem, ainda são sempre questionados. Nem o habite-se está sendo emitido”, afirmou. Para ele, é necessário um pacto de governabilidade no DF que una os três poderes e, também, o setor produtivo. “Não temos mais condições de continuar nesta situação caótica”, acrescentou.

O presidente da Fibra, Jamal Bittar, defendeu que é necessário buscar ações efetivas do estado. “Temos que tirar o setor produtivo do DF da inércia e garantir mais segurança jurídica”, afirmou.

Para encerrar, a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão, reafirmou o compromisso de lutar pelo setor produtivo. “Os empresários serão respeitados na nossa gestão. Eu tenho certeza e confio na autonomia desse poder e no trabalho dos parlamentares”, frisou.

A Frente Parlamentar foi assinada por 12 deputados e lançada após reuniões dos parlamentares com os empresários, representantes dos setores produtivos do DF. Eles foram unânimes em defender medidas que garantam o retorno do crescimento econômico do DF.

A solenidade contou com a presença do 1º vice-presidente do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, e dos vice-presidentes Graciomário Queiroz, João Acciolly, Leonardo Ávila e Mário França. Também estiveram presentes 13 deputados distritais; o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana; o presidente do Sindivarejista, Edson de Castro; o presidente da Associação Comercial do DF, Cléber Pires; e o presidente da FAP-DF, Renato Simplício.

 

Patrícia Figuerêdo
Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

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junho 22

Layout se altera de acordo com o uso.


22 de junho de 2015 às 10:13
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Apartamento de solteiro é criativo e multifuncional.

Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)

O desafio não era simples. O projeto arquitetônico precisava refletir o perfil dinâmico e prático do cliente, em uma área social de 45 m² e uma suíte máster de 15 m², em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

João Pedro Crescente e Raquel Zaffalon, do escritório Ambidestro, para atender o desejo de um jovem empresário que tem o hábito de receber amigos em casa, trabalharam com um layout que se altera de acordo com o uso. Além do projeto de marcenaria, o sofá e a mesa de jantar também foram desenhados pela dupla, criando peças únicas.

Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)

“Quando chegamos pela primeira vez no apartamento, o cliente tinha três ambientes – churrasqueira, estar e jantar – que não se conversavam. Articulamos estes três programas, sem perder a funcionalidade e praticidade”, explicam os arquitetos.

No projeto, foi encontrada uma situação muito recorrente nos imóveis atuais: a área dasacada (já integrada ao apartamento quando do início da obra) possuía forro de gesso mais baixo que o restante do living e recebia a churrasqueira. Como solução, a sacada recebeu pintura cimentícia nas paredes e no forro. “Além de facilitar a limpeza na área da churrasqueira, surgiu uma espécie de portal que diferencia os ambientes.”

Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)

A parede da lareira foi revestida com um painel em marcenaria (Mercatto Marcenaria – Porto Alegre), que também esconde a porta de entrada do apartamento. O espelho no final do painel ajuda na ilusão de continuidade do bloco de madeira que se encaixa sob uma parte do forro revestido de concreto aparente (Microcim – Dr. Parede – Porto Alegre) e propõe uma sobreposição de corpos e texturas elegante.

Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)

O escritório ainda projetou um buffet elevado do piso, que serve de apoio para a churrasqueira e a mesa de jantar, unindo essas duas áreas. A peça é envelopada com quartzo cinza absoluto na parte externa e internamente recebe um móvel em marcenaria com sistema de fecho toque, sem puxadores aparentes.

Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)

A mesa de jantar (Arte com Ferro) é multifuncional, pois tem altura de mesa de bar e pés com rodízios industriais, possibilitando que se mova pelo espaço e criando diferentes cenários de jantar e confraternização.

O sofá, revestido com lona azul (Courotam), apresenta terminal aberto em uma das extremidades para criar um espaço de articulação entre a churrasqueira e a sala de estar.
Uma bicicleta vintage do proprietário ganhou destaque pendurada na parede ao lado de uma poltrona costela (designer Martin Eisler) em couro envelhecido caramelo.

Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)

O quadro na parede é da premiada artista gaúcha Teresa Poester e a fotografia junto ao buffet é do também renomado fotógrafo André Lichtenberg (Bolsa de Arte – Porto Alegre).

Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)
Um layout que se altera de acordo com o uso  (Foto: Marcelo Donadussi / divulgação)

Fonte : http://casavogue.globo.com

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junho 11

Seconci-DF leva educação para dentro dos canteiros de obras.


11 de junho de 2015 às 9:34
Categoria: Gestão de Qualidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF

Por meio do Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos da entidade, em parceria com a Secretaria de Educação do DF, o Seconci-DF possibilita aos trabalhadores da construção civil a oportunidade de melhorar o conhecimento que possuem. Para alguns, essa é a oportunidade de retomar os estudos, para muitos, a primeira vez em sala de aula. Geralmente, os alunos estudam no intervalo do almoço ou após expediente em espaço cedido pelas empresas, que pode ser o refeitório.

A Gerência de Capacitação do Seconci-DF atua como fomentadora de conhecimento e, juntamente com as empresas associadas, leva professores para dentro das obras. Com isso, tanto o Seconci-DF, quanto as empresas, estão mudando a realidade de centenas de pessoas que querem estudar. “Eu estou começando aprender agora. O que mudou foi que, antes eu não sabia nem escrever meu nome e agora já escrevo. O próximo passo é aprender a fazer contas”, comemora Francisco Lopes Soares, 45 anos, servente da Construtora Faenge.

Para coroar o esforço dos trabalhadores e o apoio das empresas nesse Programa, o Seconci-DF promove anualmente a Formatura de Alfabetização para entrega de certificados aos alunos que concluíram as etapas de ensino. Em 2015, será realizada a 28ª Formatura da entidade. “É gratificante ver o esforço dos trabalhadores que, mesmo depois de um dia de trabalho pesado, ou mesmo no intervalo do almoço, quando poderiam descansar, eles pegam o caderno, lápis e vão para sala de aula melhorar o ensino que possuem”, finaliza a Gerente de Capacitação do Seconci-DF, Luciana Borges.

Para solicitar o Programa de Alfabetização, as empresas precisam estar com a contribuição em dia e disponibilizar espaço para acomodação da turma. Na falta de espaço próprio, o refeitório é o ambiente mais adequado para acomodar os alunos. Além dos canteiros, a entidade disponibiliza uma sala de alfabetização no Setor Comercial Sul para atender à comunidade e demais interessados em retomar os estudos.

 

Fonte : http://www.seconci-df.org.br/

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junho 09

Como ter uma cama incrível.


9 de junho de 2015 às 15:04
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

DESCUBRA COMO ARRUMAR UMA CAMA IMPECÁVEL.

Bem, arrumar a cama todo mundo arruma né – ou pelo menos esperamos que sim. Mas arrumar daquele jeito perfeitinho que vemos nas revistas e catálogos não é tão fácil quanto parece. Na verdade não existem regras cravadas na pedra, ou “isso pode, aquilo não pode”, mas existem, sim, alguns segredinhos profissionais que podem auxiliar nessa tarefa. Porque convenhamos: quando a gente chega em casa cansado do trabalho, o que mais queremos é encontrar uma cama macia, com muitas almofadas e que seja aconchego puro. Para te ajudar a conquistar isso e ainda deixar o quarto mais bonito, procuramos a ajuda de quem entende do assunto como ninguém: a Nice De Cara, do ateliê Cara de Casa, e a arquiteta Paula Magnani – que projetou grande parte dos quartos selecionados para essa matéria.
Abaixo elas respondem algumas das principais dúvidas sobre arrumação de camas. Confira!

DESCUBRA COMO ARRUMAR UMA CAMA IMPECÁVEL

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Casa de Valentina – O que você acha imprescindível para um quarto ser aconchegante?

Nice De Cara – Harmonia nas cores, nos móveis, nos tecidos e nos detalhes. Uma cortina apropriada, uma luz gostosa e oportuna, um enxoval sempre limpinho…

Paula Magnani – Uma bela colcha, geralmente neutra, com mantas e almofadas.

CV – A colcha deve ou não encostar no chão?

NC – As opções para o comprimento da colcha são várias: uma delas é ir até o chão, e esta sim deve “beijar ”o piso, pois se ficar uns centímetros acima, parecerá curta. Agora quando a cama tiver uma base bonita, ou no caso do modelo box, uma saia, a colcha deve ficar uns 10cm abaixo da marca do colchão. E por último a opção de ser colcha envelopada, mostrando toda a base da cama.

PM – Na verdade tanto faz, mas se temos uma cama bonita preferimos usar a colcha para dentro, para mostrar os detalhes.

CV – Como dobrar a colcha, sob ou sobre os travesseiros?

NC – Se o modelo da colcha for para fazer a vira dos travesseiros, deve-se arrumar a colcha do pé da cama para cima, na altura do travesseiro, levar o tecido até metade do tamanho do travesseiro, colocá-lo por cima e completar a arrumação. Desta forma a vira ficará perfeita.

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CV –  Existe alguma regrinha para usar mantas ao pé da cama?

PM – Não. Gostamos de usar uma manta grande ocupando toda a largura da cama, ou então usar duas, sendo uma mais curtinha por cima para dar um charme.

CV – E no verão? A gente mantém a colcha sempre na cama e só tira para dormir?

PM – Sempre mantemos a colcha para dar um ar de arrumado, organizado.

CV – Qual o segredo dos travesseiros? O ideal é ter quantos?

NC – Não há regra, mas uma cama de casal fica bem elegante com quatro travesseiros. Ou dois para cama de solteiro. Particularmente gosto de seis travesseiros com tamanho diferentes.

CV – Tem dicas para deixar a cama sempre bem perfumada?

NC – Água de passar logo após a lavagem, mas também vale todos os dias, ao arrumar, borrifar um pouco para revitalizar o aroma. Pode-se ainda dar uma leve desamassada com o ferro, pois dará um aspecto na cama sempre de lençol recém-trocado.

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Fonte : www.casadevalentina.com.br

 

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junho 03

Setor imobiliário respira com verba da poupança de R$ 22,7 bilhões dos bancos.


3 de junho de 2015 às 8:39
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

 

A semana começa com certo alívio para o setor imobiliário. Depois de muita pressão e da inicial negativa do governo de flexibilizar as regras do compulsório da poupança para financiamentos no setor, o Conselho Monetário Nacional decidiu injetar R$ 22,5 bilhões no segmento. Na última sexta-feira, o Banco Central anunciou que, a partir de hoje, os bancos poderão usar parte maior dos recursos que deveriam ficar retidos na autoridade monetária para empréstimo para compra de imóveis. A liberação deve beneficiar principalmente a Caixa Econômica Federal, que detém uma participação de 70% do mercado.

Para o vice-presidente da Indústria Imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Adalberto Júnior, a medida não soluciona os problemas do setor, mas vai amenizar. “O reforço de crédito traz um recurso que antes não existia e dá fôlego para o Sistema Financeiro Habitacional (SFH). Tem chances de durar até o fim do ano, mas, sem uma retomada da economia, novas medidas paliativas serão necessárias”, avalia.

Além da liberação do compulsório, o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) anunciou na semana passada a liberação de quase R$ 5 bilhões a mais este ano, para financiamento da casa própria a cotistas do FGTS que ganham mais. A medida veio acompanhada, no entanto, da redução do teto do valor do imóvel de R$ 750 mil para R$ 400 mil.

Com as medidas, o governo espera aquecer o setor, que está com os estoques altos e demitindo trabalhadores — 110 mil postos foram fechados na construção civil em 2014 — pela falta de perspectiva de novos lançamentos. A expectativa é de que, com mais recursos disponíveis, mais pessoas tenham acesso ao crédito imobiliário. “Não sabemos ainda como esse dinheiro será usado. Como os bancos vão financiar, quem vão financiar, e se as taxas de juros voltarão aos patamares anteriores. Mas é animador para nós e certamente será para os consumidores que necessitam do crédito”, diz Júnior.

Endividadas e temendo a atual conjuntura econômica, as famílias vêm retirando recursos da poupança para saldar os débitos. Por conta desse movimento, os saques foram superiores aos depósitos na caderneta de poupança em R$ 30 bilhões durante os quatro primeiros meses do ano, o que motivou a Caixa e o Banco do Brasil a alterar as regras de financiamento imobiliário e elevar as taxas de juros do crédito imobiliário.

Cautela

Outras instituições financeiras também acompanharam os reajustes e ampliaram suas taxas de juros, que chegam a até 11% no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), usado para financiamento de imóveis de até R$ 750 mil (veja quadro). Frente ao desaquecimento da economia, à inflação alta, ao aumento do desemprego e à desaceleração da massa salarial real, o consumidor que pensa em comprar, ou que já está consultando corretores em busca de uma casa ou apartamento, deve comparar as tarifas e os preços dos imóveis.

Mas, mais do que verificar taxas de juros, devem estar atentos ao Custo Efetivo Total (CET) da operação. Sobre cada financiamento, incidem outros custos adicionais, como taxas administrativas e seguros, adverte a coordenadora institucional da Proteste — associação de consumidores —, Maria Inês Dolci. “Nem todos os bancos têm taxas atrativas. Caberá ao consumidor escolher de acordo com o que for mais compatível ao bolso, optando sempre pelo menor custo”, avalia.

Com a injeção de crédito, o momento volta a ser mais atrativo para a aquisição do imóvel. O sócio da PwC Brasil Eduardo Luque alerta para os preços e talvez seja importante aproveitar oportunidades. “O valor cobrado por metro quadrado, que dobrou de 2007 a 2013, mantém-se estável e com viés de baixa, mas vai ter uma retomada de crescimento que pode começar em 2016 e ganhar mais força nos dois anos seguintes.”

Mas quem tem outras dívidas e pretende financiar o imóvel precisa analisar bem para evitar comprar um problema. “Em uma economia instável, o consumidor pode correr sérios riscos em assumir um financiamento imobiliário”, pondera o especialista em finanças Marcelo Segredo, diretor-presidente da Associação Brasileira do Consumidor (ABC). Ele recomenda que, caso o comprador sinta que não tem mais condições de manter o contrato, deve devolver o imóvel antes de se ver tentado a pegar um empréstimo para quitar as prestações atrasadas do imóvel.

“É melhor dar um passo para trás e desistir da compra; receber tudo o que pagou para acumular mais dinheiro e, futuramente, comprar um imóvel dando uma entrada maior e financiando um valor menor” explica. Se a aquisição foi de um imóvel na planta, é importante entrar em contato com a construtora e devolver o imóvel antes da entrega das chaves. “Depois que passar para o banco, pode ficar mais difícil. E aí, a melhor saída será entrar na Justiça”, justifica Segredo.

Ainda é bom investimento

 

Mesmo diante da atual crise, comprar um imóvel pode ser um bom negócio para quem tem condição de pagar à vista. Em um ambiente de juros altos, a aplicação de recursos em uma casa, loja, sala ou apartamento, pode ser tão vantajosa quanto empregar capital em fundos de investimento, ou mesmo no Tesouro Direto, acredita Adalberto Júnior, do Sinduscon-DF.

“O cenário que está sendo traçado é favorável para o perfil de investidor. Aquela pessoa que tem recursos aplicados na poupança ou em outros tipos de investimentos vai certamente observar o mercado com mais atenção. A tendência é de uma valorização a curto ou médio prazo”, avalia.

Com a falta de novos produtos e lançamentos no mercado, a perspectiva é de um desequilíbrio entre a oferta e a procura, prevê o presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Paulo Muniz. “A demanda continua crescendo. Pessoas que realmente precisam e querem comprar um imóvel vão ter que tomar uma decisão com rapidez”, analisa.

Pré-venda

Depois de um momento de grande expansão, em 2010 e 2011, quando o mercado atingiu um crescimento de cerca de 25%, o momento exige mais cautela dos empreendedores. “Hoje, antes de fazerem lançamento de qualquer lançamento, as construtoras fazem um trabalho de pré-venda com muito mais planejamento. Os empreendimentos só saem quando as empresas sabem que será um sucesso”, garante Eduardo Luque, sócio da PwC Brasil e líder de Engenharia & Construção.

Para Luque, as empresas aprenderam a “lição”. “As incorporadoras passaram por um momento de crescimento tão acentuado que se assustaram e não deram conta de manter um avanço provocado pelas condições de abertura de capital”, diz. Aliado à inserção da nova classe média no mercado, que pela primeira vez conseguiu crédito para a casa própria, os próprios empresários perceberam que o excesso de otimismo não foi bom para os negócios. “Foi saudável por alguns anos, mas se conseguiu manter um crescimento sustentável”, explica.

Segundo o sócio da PwC Brasil, as construtoras estão com estoques muito altos, mas esse cenário pode ser alterado, até por uma demanda reprimida. “Existe ainda um considerável deficit habitacional no país, de cerca de 8 milhões de unidades, bem como uma curva ascendente do Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que provavelmente continuará subindo nos próximos anos”, justifica.

Fonte : www.sinduscondf.org.br

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