outubro 22

Vendas de imóveis residenciais no Distrito Federal crescem 19% .


22 de outubro de 2015 às 9:25
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Pesquisa do SindusCon-DF mostra que Índices de Velocidade de Vendas ficou em 4,6%, próximo ao que considera viáveis os empreendimentos imobiliários.

Shutterstock

As vendas de imóveis residenciais novos no Distrito Federal aumentaram 19% em agosto na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados no início da semana pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF).

Segundo a pesquisa, os Índices de Velocidade de Vendas (IVV) do mês e do trimestre ficaram em 4,6%, próximo a 5%, que é o referencial para uma análise realista de viabilidade de empreendimentos imobiliários no Distrito Federal.

“O perfil de compra do imóvel novo mudou no DF. Agora há um maior movimento em vendas de imóveis prontos em relação aos em construção ou lançados na planta; o inverso do que ocorria há alguns anos. A questão é que há demanda por imóveis no DF, inclusive na planta, ou seja, o governo e as instituições financeiras deveriam estimular a compra da casa própria para fomentar negócios, gerar emprego e renda e não inibir os financiamentos”, afirmou Paulo Muniz, presidente da Ademi-DF.

 

Por:Kelly Amorim, do Portal PINIweb

 

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outubro 19

Apartamento neutro, mas com muito estilo.


19 de outubro de 2015 às 15:00
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Reforma explora equilíbrio entre rústico e refinado.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Localizado em um prédio novo de São Bernardo do Campo, SP, o imóvel de 133 m² foi eleito para selar e completar o momento especial da vida dos moradores recém-casados. Compra feita, só faltava imprimir ali um projeto funcional e belo, que atendesse às expectativas dos dois. O nome escolhido para tal missão foi o da arquiteta Marcy Ricciardi. A profissional tocou a reforma de nove meses, responsável por transformar a atmosfera do imóvel, adicionando novos móveis, revestimentos e objetos.
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)“Desde o início, eles pediram um projeto atual, com linhas retas, e habitado por bons itens de design”, conta Marcy, ressaltando a escolha da icônica poltrona Eames Lounge Chair Ottoman como uma das protagonistas da sala. Nesta área social, outra característica marcante da obra fica evidente: o equilíbrio entre materiais rústicos e outros mais polidos e refinados.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

“Gosto de apostar em elementos que remetem à natureza. A madeira, por exemplo, neutraliza as energias. Nesse caso, optei pela madeira de demolição, que aparece na bancada da lareira e no painel da TV, criando um contraponto em relação ao mármore travertino bruto”, revela a arquiteta, sobre o ritmo dos acabamentos eleitos.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Além do terraço bem equipado e da adega, os moradores pediram a criação de um home office. A solução encontrada pela arquiteta foi transformar uma das três suítes neste espaço de trabalho, onde a linguagem minimalista reina. Por fim, a área do banheiro deste cômodo alterado foi integrada à do banheiro do casal.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Os tons neutros e claros se destacam na paleta cromática. A arquiteta conta que a ideia da base sóbria foi pensada por eles para evitar um décor enjoativo. “Além de não cansar, os clientes podem facilmente mudar o layout quando quiserem, basta alterar as cores dos objetos, como, por exemplo, das almofadas azuis”, conta.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Fonte : http://casavogue.globo.com/
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outubro 02

GDF libera Habite-se para dois prédios do Noroeste.


2 de outubro de 2015 às 9:02
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

REPORTAGEM DA REDE GLOBO.

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REPORTAGEM JORNAL DE BRASÍLIA:

O grupo de trabalho foi criado no fim de agosto e teria analisado a situação de 22 empreendimentos que estavam atravancados há até dois anos

Em crise com os servidores, o Governo de Brasília quer facilitar a vida do setor produtivo. Solenidade na tarde de ontem simbolizou  a existência de uma força-tarefa para agilizar a emissão de cartas de Habite-se pendentes há anos. A justificativa para a ação é aumentar arrecadação com impostos e movimentar a economia.

Além do vice-governador Renato Santana, o titular da pasta de Economia e Desenvolvimento Sustentável (Seds), Arthur Bernardes, e o administrador de Brasília, Igor Tokarski, estiveram na Quadra 10/11 do Setor Noroeste para a entrega da documentação de dois edifícios comerciais, após nove meses de atraso. Os empreendimentos da construtora Faenge são os primeiros a conseguir o Habite-se. Outros 21 devem ser agraciados ainda este ano.

O grupo de trabalho foi criado no fim de agosto e teria analisado a situação de 22 empreendimentos que estavam atravancados há até dois anos. De acordo com o governo, ainda em 2015 é possível obter receita superior a R$ 1 bilhão com recolhimento de ITBI, ICMS e ISS dos futuros imóveis liberados, e gerar até dez mil novos postos de trabalho.

Segurança

Para o diretor da Faenge, Leonardo Ávila, “nos últimos dias houve mais progresso que nos oito meses anteriores”. “Isso nos dá mais segurança para fazer novos empreendimentos”, completa.

Segundo ele, os prejuízos   pela falta da liberação dos documentos que permitiam o funcionamento dos dois prédios chega a R$ 2 milhões. O investimento nos blocos, com 96 apartamentos e 20 lojas, foi  na ordem de R$ 40 milhões.

Para o vice-governador Renato Santana, o principal benefício ao liberar os prédios para funcionar é movimentar a economia. “É imposto que se arrecada. Se há imposto, há arrecadação. Se há arrecadação, há possibilidade de investimento”, simplifica. Segundo ele, o problema dos atrasos estava mais ligado à gestão do que à falta de pessoal.

“O governador tem feito todos os esforços para garantir que o servidor tenha salário. Agora, ele tem de devolver na mesma proporção. Se o servidor perceber que a agilidade nesses processos vai gerar arrecadação e ajudar a pagar o próprio salário dele, teremos progresso”, diz.

“Ambiente favorável a investidores”

De acordo com o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes, a força-tarefa busca criar um “ambiente favorável” aos investidores. “O empresário vai investir seu dinheiro e gerar renda. Não é apenas a obra contratada. Quem vem morar aqui contrata também um marceneiro, um eletricista… É todo um sistema que você movimenta”, exalta.

O administrador de Brasília, Igor Tokarski, afirma ter procurado, pessoalmente, comerciantes e donos de empreendimentos para fazer vistorias e distribuir alvarás no início do ano. O ato teria sido uma forma de mostrar uma solução em andamento. “Por enquanto, foram 22 casos que analisamos, mas fazemos um apelo para que os empreendedores nos procurem”.

Segundo o vice-governador Renato Santana, as reportagens do JBr., no primeiro semestre, sobre o déficit habitacional e a dificuldade na obtenção de Habite-se teriam alertado o governo para a questão. Em março, o JBr. revelou existirem quase 9 mil imóveis desocupados em Taguatinga por falta de documentação devido à lentidão na liberação dos processos.

À época, o jornal também mostrou que o principal fato de atravancamento era a emissão do Relatório de Impacto de Trânsito (RIT), responsabilidade do Detran-DF. A autarquia é uma das integrantes da força-tarefa criada em agosto.

Apesar da proposta de tornar mais simples a liberação de empreendimentos para uso, o vice-governador alegou não fazer vista grossa para eventuais irregularidades. Em cerca de um mês, o grupo teria feito 12 visitas técnicas.

 POR: Eric Zambon

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setembro 29

Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares.


29 de setembro de 2015 às 8:44
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Opção é voltada para os consumidores que não querem prejudicar a estética dos telhados de suas casas.

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Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.

Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.

Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.

Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.

Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

Fonte www.pensamentoverde.com.br

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setembro 18

Noroeste ganha trilhas de caminhadas no Parque Burle Max


18 de setembro de 2015 às 9:39
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Obra realizada e custeada por onze empresas do setor imobiliário, as trilhas de caminhadas do Parque Burle Marx, situado no Setor Noroeste, foram inauguradas pelo Governador Rodrigo Rollemberg, no último dia 15/08. “É mais uma providência importante para a qualidade de vida dos moradores do Noroeste, que está em fase de implantação de sua infraestrutura”, diz Paulo Muniz, presidente da ADEMI-DF (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF), entidade que coordenou e unificou as empresas em torno da concretização do projeto das trilhas.

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Ao todo são seis trilhas com acesso pelo Parque Burle Marx e que seguem em direção à Asa Norte, onde três delas se juntam. As trilhas têm 1,20m de largura e 4,5km no total (somadas). Estão sendo entregues semi-pavimentadas, com piso em brita e meio-fio, com o menor impacto ambiental possível de acordo com a Autorização Ambiental nº 18/2014, fornecida pela SUGAP/IBRAM-DF.

Além das trilhas, a ADEMI-DF e suas empresas associadas já fizeram outras contribuições importantes ao Noroeste, como a doação ao Governo do Distrito Federal do projeto do próprio setor habitacional e do ParqueBurle Marx.

“As associadas à ADEMI-DF são empresas que atuam na legalidade em seus negócios e também cumprem seu papel de responsabilidade social, ao fazerem gestos como esses em prol da qualidade de vida dos cidadãos do Distrito Federal”, afirma Muniz.

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As empresas que participaram do projeto das trilhas do Burle Marx são: Área Realty, Brasal, FAENGE, JC Gontijo, Odebrecht, Real Engenharia, Silco, Soltec, Via, Villela e Carvalho e Emplavi.

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Assessoria de Imprensa – ADEMI-DF

Fonte : http://www.ademidf.com.br/

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setembro 14

10 dicas para apartamentos pequenos.


14 de setembro de 2015 às 9:33
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Reforma inteligente revoluciona quitinete de 32 m².

Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

Quanto menor a área, maior o desafio! A vida em poucos metros já é uma tendência, especialmente nas grandes cidades, e, nesse cenário, cada centímetro vale ouro. Conversamos com a designer de interiores Adriana Fontana, que costuma aventurar-se por pequenas metragens, para pedir algumas dicas de aproveitamento de espaço.

Ela falou sobre sua recente reforma, que transformou uma quitinete de apenas 32 m², em São Paulo, atribuindo ao imóvel uma ‘cara de apartamento’, como conta à Casa Vogue. “A marcenaria e a nova distribuição do layout são os grandes diferenciais neste caso”, adianta Adriana. A obra deu as boas-vindas a um novo integrante, pois a proprietária casou e seu marido chegou para dividir o mesmo teto.

Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

1.Dividir sem bloquear
“Os proprietários pediram que, de alguma forma, fosse feita uma divisão entre o quarto e a sala. Decidimos criar essa estante vazada, que separa sem bloquear totalmente. Serviu muito bem para não obstruir a luz natural e a ventilação, já que o apartamento só tem duas janelas”, conta Adriana.

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Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )
Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

2.Estante multifunções
“Desenhei a estante para atender a sala e o quarto ao mesmo tempo. A marcenariapermitiu, inclusive, um suporte giratório para a televisão. Assim, eles podem assisti-la tanto da cama quanto da sofá. Além disso, ela serve como um espaço de armazenamento e como mesa do pequeno home office. Resolvemos várias questões com um só móvel!”

Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

3. Área de refeições retrátil
“Os proprietários queriam um espaço para comer e pediram que, se possível, ele ficasse na sala e não na cozinha. Criamos a solução da mesa que sai de um quadro da marcenaria. Depois, foi preciso resolver a questão de armazenamento dos acessórios e utensílios.”

Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

“Quando se abaixa a mesa, são reveladas prateleiras internas, feitas para resolver tais quesitos. A primeira, no mesmo nível do móvel, reserva galeteiro, guardanapo, temperos, enquanto as superiores guardam os copos, pratos e xícaras. Assim que a estrutura é aberta, os moradores têm acesso aos itens que serão usados na mesa.”

Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

4. Mobiliário multiuso
“Quando a mesa de refeições é fechada, as cadeiras não sobram no ambiente: colocamos uma delas voltada para a estante, no espaço do home office, e a outra vira criado-mudo, ao lado da cama.”
Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

5. Equilibrar metragens
“A área de serviço era muito pequena e, o banheiro, grande. Por isso, reduzimos um pouco a primeira área e aumentamos a segunda. Assim, abrimos um espaço para a chegada da máquina de lavar e do tanque, que antes não existiam.”
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Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

6. Iluminação pontual 
“No quarto não existia espaço para uma luminária intimista. Por isso, apostamos nestes modelos embutidos no forro, com formato de bola, que permitem três opções diferentes de uso. É possível deixar as três acesas, só a maior ou só as duas pequenas.”
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Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

7. Atenção ao lifestyle
“A porta de entrada abria no sentido invertido do que é hoje. Antes, ela dava direto para a cozinha. Decidimos mudar a direção, para colocar, ali, bancada em L e o microondas, já que a moradora adora cozinhar. A configuração antiga não permitiria isso.”
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Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

8. Prateleira nas alturas
“Como ela é advogada, precisa de espaço para muitos livros, além de documentos. Tratamos, então, de criar prateleiras superiores no topo de três paredes, próximas do teto. O conjunto tem a mesma cor para não criar uma quebra visual.”
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Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

9. Armário suspenso no banheiro
“No banheiro, não temos só o gabinete, mas também um armário superior, com 10 cm de profundidade, que segue até o box. Com isso, o espaço de armazenamento aumenta. O móvel é espelhado e fizemos um detalhamento, na extremidade de baixo, que permite abrir as portas sem sujar ou marcar os espelhos.”
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Adriana Fontana (Foto: Adriana Barbosa / divulgação )

10. Sem cheiros pela casa
“Optamos por uma coifa potente, já que a cozinha não tem porta. Alguns apartamentos não têm essa saída para tal, mas existem algumas alternativas, como, por exemplo, as coifas eletroestáticas. Trata-se de um depurador que cumpre a mesma função. Apesar de custar um pouco mais, é uma alternativa boa.”

Fonte : http://casavogue.globo.com/

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setembro 10

Mutirão agiliza liberação de Habite-se no DF.


10 de setembro de 2015 às 17:48
Categoria: Andamento das Obras , Gestão de Qualidade , Institucional
Publicado por: Thiago Carvalho

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O setor imobiliário foi um dos que mais cresceu nas últimas décadas, no DF. No entanto, a liberação do Habite-se, autorização para início de utilização de local, tem demorado demais. E aí, os imóveis ficam parados.

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Fonte : R7.com.br

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setembro 08

Nunca é tarde para aprender.


8 de setembro de 2015 às 9:11
Categoria: Gestão de Qualidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Cerimônia de formatura aconteceu no auditório do Sinduscon-DF.

Yasmin Almeida
Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

28ª Formatura de Alfabetização certifica 61 trabalhadores da construção civil

Um pouco de português, um pouco de matemática, um pouco de esperança. É isso que significa o programa de alfabetização dos trabalhadores da construção civil do Distrito Federal. Mostrando o polegar, Francisco Soares, 45, emociona-se ao dizer que esse dedo não serve mais para assinar seu nome. “Eu agradeço o esforço de cada um que faz parte desse projeto e tenho orgulho em dizer que meu dedo, hoje, é usado apenas para segurar uma caneta ou cumprimentar um amigo e não para assinar, como fazia antigamente”, celebrou o orador da turma.

Foram 61 trabalhadores que, na última sexta, 28, compartilharam essa vitória ao participar da 28ª Formatura de Alfabetização e Primeiro Segmento do Ensino Fundamental do Serviço Social da Indústria da Construção Civil (Seconci-DF). “É muita alegria. Essa oportunidade mudou a minha vida, deu-me sabedoria. Agora eu consigo escrever o meu nome completo e isso não tem preço”, emocionou-se Divino Gomes, 53, trabalhador na empresa JC Gontijo.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), Luiz Carlos Botelho, ressaltou que a função da empresa é desenvolver recursos humanos e que a formatura é a glorificação para que os trabalhadores possam ir além. “O nosso maior presente é essa autoestima, Nosso desejo, como empresários, é que os alunos prossigam na busca pelo conhecimento”, destacou. O diretor do Sinduscon-DF, Leonardo Ávila, conta que sua empresa, Faenge, já participa há alguns anos do projeto. “A nossa política social é que em cada canteiro de obras tenha uma sala de aula. A cada trabalho, formamos algumas turmas. Participar disso é muito gratificante”, ressaltou.

Assim como o Sinduscon-DF, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília (STICMB), também parceiro no programa de alfabetização, esteve representado no evento por seu presidente, Edgard Viana. “Um dos maiores orgulhos que eu tenho é poder participar dessa formatura e ver esses trabalhadores capacitados para a vida”, ressaltou.

A construção civil é, tradicionalmente, um dos segmentos com menos escolarizados. Por isso, o setor tem o dever de mudar essa realidade. É o que explica o presidente do Seconci-DF, Deyr Corrêa. “O programa de alfabetização oferece a oportunidade para os trabalhadores melhorarem sua qualidade de vida, por meio do ensino. Estamos dando dignidade com o acesso à cidadania”, reforçou. Representando o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, compareceu ao evento o chefe de gabinete, Rômulo Neves, que conquistou aplausos com seu discurso: “a construção civil é o espírito de Brasília. Vocês são parte importante do crescimento que a cidade ainda vai ter. Não é todo mundo que sabe o que é esse esforço de trabalhar e estudar todos os dias, isso é uma grande vitória”.

No total, foram dez turmas de formandos. O diretor da JC Gontijo, Carlos Gorgulino, veio representando José Celso Gontijo, paraninfo da turma de alfabetização. Para ele, os alunos estão saindo do estado de limitação. “Vocês receberam uma chave que abre a porta fundamental para que a pessoa seja um cidadão pleno: a porta do conhecimento”, ressaltou. Há quase três anos no programa, um dos professores, Antônio Luiz dos Santos, explica que a maior parte dos alunos sempre teve muita vontade de estudar, mas, por precisarem trabalhar desde cedo, acabaram desistindo. “Foi com o projeto que eles puderam ter essa oportunidade única. É extremamente gratificante, pois todos querem aprender”, comemorou.

Compareceram à formatura, representando o governador de Brasília, o chefe de gabinete, Rômulo Neves; o deputado federal Izalci Lucas; o presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho; o presidente do Seconci-DF, Deyr Corrêa; o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz; o presidente do STICMB, Edgard Viana; o presidente da Fibra, Jamal Bittar; o diretor da JC Gontijo Engenharia, Carlos Gorgulino; o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Julio Perez; além de diretores dos sindicatos e entidades ligadas à construção civil do DF. Representando ainda o Sinduscon-DF, estiveram presentes os diretores Leonardo Ávila; Dionyzio Klavdianos; Jorge Salomão; Marcelo Guimarães; Mirelle Antunes; João Carlos Pimenta e Égades Oliveira.

Fonte : http://www.sinduscondf.org.br/portal/home

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setembro 02

Qualificação profissional gratuita para trabalhadores da construção civil – Seconci-DF.


2 de setembro de 2015 às 9:20
Categoria: Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF

O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF), oferece diversos cursos de qualificação profissional gratuitos. A programação para o segundo semestre de 2015 conta com cursos de pedreiro de alvenaria estrutural, almoxarife de obras, eletricista predial, aplicador de revestimentos cerâmico, entre outros.

O projeto teve início em agosto de 2014 e, desde então, foi responsável pela entrega de cerca de 215 certificados. As aulas são ministradas na unidade do Senai de Taguatinga Norte e acontecem das 19h às 22h. A programação começou no dia 10 de agosto e segue até 21 de março de 2016.

Quem tiver interesse em participar, basta se inscrever pelo telefone:
(61) 3399-1888 ramais 211 / 212.

Confira a programação completa para o 2º semestre:

Cursos Instrutores Início Término Horários
Pedreiro de Alvenaria Estrutural Geovane Oliveira 10/08/15 16/11/15 19 às 22h
Mestre de Obras A definir 17/08/15 25/11/15 19 às 22h
Almoxarife de obras Adilson Batista 31/08/15 08/12/15 19 às 22h
Aplicador de Revestimento Cerâmico A definir 08/09/15 15/12/15 19 às 22h
Instalador Hidráulico Predial João Paulino 14/09/15 18/12/15 19 às 22h
Eletricista de Instalação Predial Alexsandro Santana 14/09/15 18/12/15 19 às 22h
Pedreiro de Alvenaria Estrutural A definir 19/10/15 17/02/16 19 às 22h
Aplicador de Revestimento Cerâmico Geovane Oliveira 23/11/15 21/03/16 19 às 22h
Eletricista de Instalação Predial Emerson Berger 23/11/15 21/03/16 19 às 22h

 

Fonte : http://www.sinduscondf.org.br/portal/home

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agosto 31

Aprenda a conservar seus móveis de madeira com dicas simples.


31 de agosto de 2015 às 8:55
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Distribuição de peso de louças evita que a madeira envergue.

Do planejamento das peças à limpeza, passando por manuseio adequado e manutenção de dobradiças e corrediças, os pequenos cuidados podem fazer toda a diferença na durabilidade de seus móveis. Confira, abaixo, as dicas dos especialistas sobre conservação do mobiliário que a Revista do Zap selecionou.

forno-elétrico-embutidoSegundo o marceneiro e projetista William dos Santos Machado, o peso é um dos principais aspectos a ser observado na conservação dos móveis. “Com excesso, a madeira começa a vergar”, explica, sugerindo que, nesses casos, a tábua seja virada de baixo para cima e o peso, é claro, reduzido. Outra dica é colocar latas, no caso do móvel da cozinha, nas prateleiras mais baixas, pois a base costuma ter maior apoio. 

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A distribuição equilibrada dos objetos nos armários também ajuda a impedir que as prateleiras cedam. Nesse sentido, Rute Fróes, gerente comercial de uma loja de móveis planejados, sugere fazer mais de uma pilha de pratos, por exemplo, em vez de colocá-los todos juntos de um lado e os copos do outro. “Na hora de projetar armário podemos até fazer uma prateleira mais baixa, onde fiquem apenas os pratos, para facilitar essa distribuição”, completa.pratos em armários

Distribua os pratos em pilhas para equilibrar o excesso de peso.

Ainda na cozinha, Machado lembra que gavetas de talheres resistem mais se têm as divisórias para os utensílios, pois o peso fica distribuído. Do contrário, a tendência é que acabem concentrados na parte central do compartimento. Em complemento, Fróes sugere que sejam usadas duas dobradiças (de cada lado) nos gavetões que vão receber muito peso, para não forçar o mecanismo.

Quem pretende usar o móvel para livros também deve projetá-los ou comprá-los com tábuas mais espessas – se a peça já estiver pronta, é possível reforçá-las. Além disso, vale observar o comprimento de cada prateleira, pois a partir de 80 centímetros já é aconselhável ter um apoio extra na região central.

Manuseio
O uso diário também pode incorporar atitudes que ajudam a conservar os móveis. Uma delas é não bater portas e gavetas. As dobradiças das portas são concebidas para fechar em determinado tempo, e quando se empurra com força o mecanismo é forçado a acelerar. Nas gavetas, o impacto da batida pode, aos poucos, fazer a parte frontal – chamada espelho ou lenço – se soltar.

No caso das portas, Machado aconselha a não soltá-las para que fechem sozinhas. A dobradiça não é preparada para puxar todo o peso da porta, o que também causa esforço e pode danificar a peça. Rute lembra que se pendurar nas portas também é uma atitude que força os mecanismos e, por isso, deve ser evitada.

Posição
O local onde estão os móveis também influencia na sua duração. A primeira dica para escolher a posição é buscar um lugar em que não fiquem expostos ao sol. “Como a pele, a madeira também queima e escurece quando toma muita luz”, diz o marceneiro. A melamina, material que reveste o MDF e o aglomerado, sofre menos com a exposição, mas não deixa de ser afetada, lembra o profissional. Para evitar a o excesso de sol, uma sugestão simples: cortinas.

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Móveis de madeiras não devem ficar expostos diretamente ao sol.

Mas não é só a luz que prejudica as peças: o excesso de calor também é nocivo ao material, que perde umidade e começa a entortar. No caso de móveis próximos a fornos elétricos, churrasqueiras e lareiras, entre outros, deve-se ter o cuidado de preservar certo afastamento, ou usar materiais isolantes.

O forno elétrico, por exemplo, pode ser embutido, pois estes modelos são programados para dissipar calor sem deteriorar os móveis. Outros modelos, aconselha Machado, não devem ser colocados em nichos de armário, pois não há espaço suficiente para ventilação. Quanto ao micro-ondas, não há problemas, já que a emissão de calor é menor, então cerca de cinco centímetros de folga entre o aparelho e a madeira são suficientes.

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Forno elétrico embutido evita a deterioração dos móveis.

Umidade
A água também é uma vilã dos móveis de madeira, e mais ainda dos feitos de MDF ou aglomerado. O líquido é absorvido pelo material, que incha e, no caso dos prensados, começa a esfacelar. E quando fala em água, Machado alerta, isso inclui a quantidade usada para limpeza também, tanto do chão quando nos panos para tirar o pó: o ideal não é jogar a água em cima, e sim umedecer um pano. A atenção deve ser redobrada no caso dos móveis com acabamento em melamina, pois ela é colada e pode começar a se soltar com o excesso de água.

A umidade também pode gerar mofo. Para evitá-lo, a sugestão é deixar os móveis afastados cerca de dois ou três centímetros da parede, permitindo a circulação de ar e evitando que, caso a alvenaria comece a “suar”, a madeira fique úmida. Outra ideia, para quem está planejando móveis embutidos, é fazê-los sem fundo. Para a cozinha, no entanto, Machado não indica esta opção, uma vez que o revestimento cerâmico das paredes já isola contra a umidade. Além disso, o fundo ajuda na sustentação do móvel, que naturalmente na cozinha recebe mais peso.

Limpeza
O ideal para limpar móveis é usar sabão neutro, como detergente de louças, e um pano ou esponja úmidos. Rute dá preferência à esponja, porque o pano às vezes solta felpa, mas reforça que deve-se usar o lado macio (em geral, o amarelo) do utensílio. A dica vale para as partes em madeira ou prensados e também para puxadores e superfícies metálicas. Para as sujeiras típicas da cozinha, a recomendação é usar água morna e sabão de coco, com uma escova.

O que a gerente comercial não aconselha é usar álcool, pois nunca se consegue passá-lo de forma 100% uniforme, então em determinados ângulos têm-se a impressão de que há manchas no armário. É apenas uma impressão, garante Machado, já que a melamina não sofre manchas por causa do álcool. Se o móvel for de madeira, no entanto, pode-se manchar no acabamento – a boa notícia é que se o etanol afetou apenas a camada externa, é possível raspar o verniz e reenvernizar a peça.

As partes de vidro devem ser limpas com produto apropriado, mas os especialistas reforçam o cuidado para não usar água em excesso, o que danificaria a madeira de outras partes do móvel. A dica de Rute é colocar o limpa-vidros no pano, em vez de no móvel em si.

Proteção
Machado explica que a proteção da madeira é dada pelo acabamento, no momento de confecção da peça, seja ele lustrado, selador, goma-laca ou verniz, por exemplo. No caso do MDF e do aglomerado, é a lâmina de melamina que cumpre este papel. Além da camada externa, o marceneiro esclarece que a madeira, como o MDF e o aglomerado, recebem tratamento anticupim e antimofo, entre outros, antes da confecção do móvel.

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Gavetas de talheres resistem mais se possuem divisórias para os utensílios, porque o peso fica distribuído.

Por causa dessa “proteção de fábrica”, Machado afirma que óleo de peroba ou lustra-móveis não afetam a durabilidade das peças, uma vez que não penetram no material. Ainda assim, Rute lembra que os produtos ajudam a diminuir a quantidade de poeira que se acumula sobre os móveis.

Para as partes cromadas, a gerente comercial recomenda usar cera automotiva ou vaselina líquida, que dão brilho e no caso das peças feitas de ferro serve também para evitar a ferrugem. Os produtos podem ser usados também nas dobradiças de metal. A vaselina ainda serve para corrediças e trilhos, onde ajuda na leveza do deslizamento.

Fonte : http://revista.zapimoveis.com.br/

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