novembro 24

Apartamento de 45 m² inspirado na Pop Art


24 de novembro de 2015 às 11:59
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

O movimento artístico definiu as cores e estampas do projeto

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Desenvolvido pelas arquitetas Flávia Amorim e Renata Melendez, do escritório brasiliense Studio AZ, esse apartamento reúne praticidade e muita personalidade na decoração. Afinal, o cliente, um jovem solteiro e com uma rotina agitada, não tem tempo a perder.

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Como ele recebe os amigos com frequência e adora preparar refeições rápidas enquanto conversa ou assiste a um filme, a cozinha foi integrada ao estar. Assim, a mesma linguagem visual percorre todos os espaços do apartamento de 45 m².

CONFIRA: Decoração para apartamentos pequenos

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Por onde o olhar percorre é possível visualizar cores primárias, contornos pretos e muitas formas geométricas, referências estéticas buscadas no movimento artístico Pop Art. Logo na entrada um painel preto e amarelo, feito de MDF cortado a laser, com iluminação de LED embutida, recebe os convidados de modo impactante.

E MAIS: 5 tendências para viver melhor

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)
Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

A setorização entre sala e cozinha foi marcada pela mesa de refeições, com estrutura metálica e tampo de madeira teka. Na bancada, onde foi instalado o cooktop, as arquitetas optaram por um granito escuro e a geladeira foi instalada ao fundo, deixando a circulação livre. Para aproveitar ainda mais a área e criar um espaço de armazenamento dos utensílios da cozinha, a dupla de arquitetas criou uma estante-divisória, que vai do piso ao teto, repleta de prateleiras. 

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)
Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Um painel 3D, montado com placas, feitas de fibra de resíduos de cana de açúcar, confere charme e personalidade ao décor. Nesse ambiente a marcenaria também é destaque e foi projetada para aproveitar cada centímetro. O painel que abriga a TV possui diversos nichos, onde o morador pode guardar DVDs e livros e, no corredor, um armário armazena roupas de campa e banho.

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulga)

No quarto há mais ideias para otimizar o espaço, como o painel da cabeceira que se transforma em uma pequena mesa de trabalho. Sob a janela, há ainda um móvel que acomoda sapatos e um espelho. 

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Com tantas ideias práticas e um estilo que foge do convencional, esse projeto rendeu um prêmio internacional às arquitetas Flávia e Renata. Elas foram agraciadas com o International Property Awards 2015-2016, uma premiação inglesa que reconhece projetos de destaque mundo afora. O Studio AZ ficou entre os cinco melhores escritórios de arquitetura e design das Américas na categoria Interior Design Show Home.

POR NÁDIA SIMONELLI; FOTOS EDGARD CESAR / DIVULGAÇÃO

Comentários desativados em Apartamento de 45 m² inspirado na Pop Art
novembro 16

Buriti pretende riscar RIT da lista de exigências para regularização de obras .


16 de novembro de 2015 às 14:08
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho


Projeto já na Câmara Legislativa acaba com estudo sobre trânsito que constitui condição para começar obra no DF

Pelas contas do governo, hoje quase 200 empreendimentos estão travados por complicações burocráticas com o Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) no Distrito Federal. Para desatar esse nó, o  Buriti pretende riscar o relatório da lista de exigências para regularização de obras, mas quer cobrar por isso. No caso de uma construção classificada como Polo Gerador de Viagens (PGV), o empresário pagará uma pecúnia, cujo valor irá variar de 0,5% a 2% do custo unitário básico (CUB) do empreendimento.  Em contrapartida, o Executivo promete usar estes recursos para melhorar o trânsito e planejar o desenvolvimento urbano com foco no transporte coletivo, bicicleta e nos pedestres. Não há, porém, garantias de que isso ocorra.

 

Regime de urgência

 

O sepultamento do RIT depende da aprovação de um projeto de lei pela Câmara Legislativa, que já tramita em regime de urgência. “O RIT se tornou uma característica sui generis do DF. Do ponto de vista do planejamento urbanístico é um verdadeiro desastre e vem gerando várias anomalias”, comentou o secretário de Gestão Territorial e Habitação, Thiago de Andrade.

 

Pelo modelo atual, cada empresário precisa produzir um RIT para cada empreendimento e, quando for o caso, arcar com medidas mitigadoras para o trânsito da região.  “Acontece que esses estudos são contraditórios. Muitos são feitos com metodologias sérias. Mas por serem muitos, têm perspectivas distintas e conflitantes. E priorizam o carro”, explicou.

 

Caso a proposta seja aprovada pela Câmara, o governo passará a responsável pelos estudos e medidas de aperfeiçoamento do trânsito. Em vez de analisar os projetos isoladamente, o estado trabalhará em áreas urbanas para evitar  conflitos entre construções. Vice-presidente  do Sinduscon, João Accioly considera a proposta do governo acertada, especialmente pelo viés da desburocratização. Mas não esconde que o setor gostaria que governo fosse menos severo na cobrança do PGV.

 

Secretário promete focar a receita

 

O secretário Thiago de Andrade assegura que o dinheiro arrecadado com a pecúnia será destinado para uma rubrica única do DF para ser aplicado em estudos e obras para melhorias no tráfego. “Vamos focar estes recursos para valorizar o transporte coletivo, as ciclovias e os pedestres”, afiançou. O secretário tem conhecimento da polêmica em relação ao enquadramento da cobrança e declarou que o governo está aberto ao debate. Andrade frisou que obras com irregularidades não serão liberadas pelo novo modelo.

 

Distritais farão audiência para avaliar projeto

 

Dentro das próximas semanas o projeto dos PGVs será tema de uma audiência pública na Câmara Legislativa. A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputada distrital Sandra Faraj (SD) considera o projeto correto no mérito, mas guarda ressalvas quanto às regras, a exemplo da cobrança da pecúnia. Por isso, ela espera colher os pontos de vista do governo e do setor produtivo.

 

“Ao mesmo tempo que oferece uma facilidade, vai pesar no bolso das pessoas. A sociedade está muito achacada com impostos e cobranças. É um assunto muito complexo e sério”, resumiu a parlamentar. A título de comparação, um RIT pode custar de R$ 60 mil até R$ 1 milhão, fora os custos de medidas mitigadoras. O PGV de um projeto cujo CUB seja de R$ 11 milhões custaria de R$ 55 mil, caso a pecúnia fosse de 0,5%, podendo chegar a R$ 220 mil se cobrança fosse 2%.

 

Reduzir a cobrança

 

O deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN) apresentou duas emendas para o projeto, alterando, respectivamente, o enquadramento dos PGVs e a taxa da pecúnia. O parlamentar sugere aumentar os limites de definição para 500 vagas de estacionamento no caso de habitações, 300 para edificações de uso misto e 200 para empreendimentos com outras finalidades. Em relação a pecúnia, a emenda sugere a redução da taxa máxima de 2% para 1,5%. “Precisamos fazer um esforço para ajudar o DF a sair da crise e fazer a economia girar”, contou.

 

Por: Francisco Dutra
Jornal de Brasília

Comentários desativados em Buriti pretende riscar RIT da lista de exigências para regularização de obras .
novembro 11

Projeto que tramita na câmara legislativa do df pode acelerar a emissão da carta de habite-se.


11 de novembro de 2015 às 8:11
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho
Comentários desativados em Projeto que tramita na câmara legislativa do df pode acelerar a emissão da carta de habite-se.
novembro 04

Mercado de moradia de luxo não sente crise e apresenta crescimento no DF.


4 de novembro de 2015 às 8:46
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Faixa etária dos clientes é de 30 a 50 anos, com objetivos diferentes na hora da compra – que, em geral, é feita para habitação e não investimento

Sem título-1294

Perdas de rendimento e baixo desempenho do comércio são apenas uma das diversas facetas da crise econômica. Para quem tem capital, o momento é favorável à compra de imóveis de alto padrão. Por não dependerem de linhas de crédito habitacional e, em geral, já possuírem patrimônio, os consumidores desse segmento têm facilidade nas negociações e são responsáveis por manter aquecido esse nicho de mercado. Assim, uma tendência das principais capitais do país se confirma no Distrito Federal. Aqui, registrou-se um aumento de 32% na busca por apartamentos de luxo, no terceiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com estudo de uma empresa da área. Os números mostram também uma nova forma de consumir, em que a internet é o meio principal de busca imobiliária.

A faixa etária do público-alvo é variada: abrange consumidores dos 30 aos 50 anos. São pessoas que já possuem um imóvel próprio e têm, em caixa, a maior parte da quantia a ser investida. A escolha pelo apartamento de alto padrão é baseada em argumentos diretamente relacionados ao momento de vida dos compradores. Os mais novos, por exemplo, tendem a procurar um imóvel melhor em razão da família que cresce, seja pelo nascimento de mais um filho ou pelo desenvolvimento das crianças. Por isso, buscam um apartamento maior e com mais opções de lazer. Piscina, playground e espaço são os principais atrativos.

Filhos fora de casa
No caso dos consumidores com 40 anos ou mais, o motivo da compra é a necessidade reduzir cômodos sem perder a qualidade de vida. São casais cujos filhos já saíram de casa e a residência se tornou um espaço grande demais. Ainda assim, a área social, como espaço gourmet e sala de estar, se torna uma prioridade. A atenção a esses espaços tornou-se um pedido recorrente à arquiteta Denise Zuba. O trabalho dela é focado no público que adquire imóveis de alto padrão. “O cliente quer qualidade de vida e introspecção familiar. Ele preza pelo conforto de poder, por exemplo, receber os amigos em casa e, assim, evitar deslocamentos. Não à toa, a varanda gourmet e a cozinha passaram a ser integrar a área social”, descreve.

O investimento em área de convivência transformou-se o critério do advogado Benjamin Caldas Galotti Beserra, 43 anos, ao optar por um imóvel no Noroeste. Os filhos entraram na adolescência e, em breve, Galotti acredita que a vida social vai ser uma questão relevante para eles. “Minha ideia é trazer os filhos e os amigos dos filhos para dentro de casa. Procurava um apartamento com atrativos, como piscina e churrasqueira, para que eles queiram estar em casa”, explica. Proprietário de outros imóveis, o advogado avaliou o mercado e se cercou de garantias para fechar o negócio, em setembro. “Tinha o recurso para investir e me certifiquei de que o patrimônio que tenho é maior do que a dívida contraída”, diz.

Diferenciais

Os imóveis desse segmento têm metragens e valores significativos. São apartamentos a partir de 150m² e com custo de R$ 1 milhão. Até a tradicional visita ao decorado é realizada de forma diferente, em momento mais avançado, quando o comprador já está prestes a fechar o negócio. Em Brasília, de acordo com recorte da pesquisa, 68% das buscas para alto padrão são focadas nos imóveis de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões. Aqui, a oferta de apartamentos de luxo se concentra no Setor Noroeste, mas é possível encontrar alguns na Asa Sul.

Os estoques a pronta entrega estão esgotados e há até mesmo uma lista de espera para desistência, explica o diretor de vendas da Via Engenharia, Tarcísio Leite. “O imóvel é um produto necessário e, no atual cenário econômico, não existe investidor que compra para revender. O cliente que adquire é o que, de fato, vai morar”, destaca Leite. O lançamento de novas projeções deve ocorrer de forma lenta. Um dos motivos são os trâmites burocráticos, como a liberação de habite-se — que depende, entre outras exigências, da elaboração de Relatórios de Impacto de Trânsito (RIT) —, matéria que vem sendo discutida pelo GDF e pela Câmara Legislativa.

Fonte : http://www.correiobraziliense.com.br/

 

 

Comentários desativados em Mercado de moradia de luxo não sente crise e apresenta crescimento no DF.
outubro 26

Noroeste ganha Frente Parlamentar para ampliar debate sobre implantação plena do setor.


26 de outubro de 2015 às 9:49
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Bairro em luta pela infraestrutura.

1º vice-presidente do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, e o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz

 

 São 8 mil moradores que vivem em um setor com problemas de sinalização e que também oferece poucas calçadas, quadras esportivas e ciclovias. Essa é a realidade de quem mora no Noroeste. Um local onde há segurança precária, ausência de comerciantes e o principal dos problemas: falta de infraestrutura. Para ampliar o debate sobre a implantação plena do bairro e lutar pela concretização do tão sonhado Parque Burle Marx, o Setor Noroeste conta, agora, com uma Frente Parlamentar.Lançada na tarde de ontem (22), em uma comissão geral realizada no plenário da Câmara Legislativa, a iniciativa foi presidida pelo deputado Wasny de Roure (PT). Para o parlamentar, a criação da frente é de fundamental importância para o processo de implantação, tanto do parque quanto do setor em si. “É um processo longo e gradativo, que exige trabalho e paciência. Temos que nos unir para garantir essa representatividade”, destacou. Também presente, o deputado Joe Valle (PDT) reforçou a importância da preservação das áreas verdes da cidade e ressaltou a necessidade de engajamento no tema, que vem sendo alvo de discussão entre representantes do governo e da comunidade.

O presidente em exercício do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, acredita na importância do debate. “O Noroeste e o Parque Burle Marx têm obras totalmente atrasadas, prejudicando uma série de pessoas que já adquiriram seus apartamentos”, lembrou. O representante do sindicato também destacou os problemas que o mercado imobiliário de Brasília vem enfrentando, como atrasos, irresponsabilidades e desvios de recursos que não são devidamente aplicados na infraestrutura da cidade. Relatando as dificuldades enfrentadas por quem mora no local, o presidente da Associação dos Moradores do Noroeste, Antônio Custódio Neto, explicou que as pessoas precisam entender que o bairro não é mais um canteiro de obras e que a comunidade quer que suas demandas sejam levadas em consideração.

Sobre o Parque Burle Marx, a presidente do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Ibram), Jane Vilas Boas, disse que existem quatro projetos, mas que todos estão inviabilizados pela atual topografia do local. “Um novo projeto está em elaboração e já recebeu contribuições, via internet, pelo site do Ibram. Além disso, será criado um conselho para realizar o diálogo com a sociedade”, resaltou. Segundo ela, a partir disso, o projeto será entregue para que a Terracap possa começar o processo de implantação. O presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), Paulo Muniz, explicou que, quando um empreendimento é lançado, pelo menos quatro anos depois a infraestrutura básica deve estar pronta. “O sonho que a Terracap nos vende é o mesmo sonho que passamos aos compradores”, comentou Muniz ao lembrar das pendências e prazos não cumpridos pelo órgão.

Fonte : http://www.sinduscondf.org.br/portal/home

Comentários desativados em Noroeste ganha Frente Parlamentar para ampliar debate sobre implantação plena do setor.
outubro 22

Vendas de imóveis residenciais no Distrito Federal crescem 19% .


22 de outubro de 2015 às 9:25
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Pesquisa do SindusCon-DF mostra que Índices de Velocidade de Vendas ficou em 4,6%, próximo ao que considera viáveis os empreendimentos imobiliários.

Shutterstock

As vendas de imóveis residenciais novos no Distrito Federal aumentaram 19% em agosto na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados no início da semana pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF).

Segundo a pesquisa, os Índices de Velocidade de Vendas (IVV) do mês e do trimestre ficaram em 4,6%, próximo a 5%, que é o referencial para uma análise realista de viabilidade de empreendimentos imobiliários no Distrito Federal.

“O perfil de compra do imóvel novo mudou no DF. Agora há um maior movimento em vendas de imóveis prontos em relação aos em construção ou lançados na planta; o inverso do que ocorria há alguns anos. A questão é que há demanda por imóveis no DF, inclusive na planta, ou seja, o governo e as instituições financeiras deveriam estimular a compra da casa própria para fomentar negócios, gerar emprego e renda e não inibir os financiamentos”, afirmou Paulo Muniz, presidente da Ademi-DF.

 

Por:Kelly Amorim, do Portal PINIweb

 

Comentários desativados em Vendas de imóveis residenciais no Distrito Federal crescem 19% .
outubro 19

Apartamento neutro, mas com muito estilo.


19 de outubro de 2015 às 15:00
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Reforma explora equilíbrio entre rústico e refinado.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Localizado em um prédio novo de São Bernardo do Campo, SP, o imóvel de 133 m² foi eleito para selar e completar o momento especial da vida dos moradores recém-casados. Compra feita, só faltava imprimir ali um projeto funcional e belo, que atendesse às expectativas dos dois. O nome escolhido para tal missão foi o da arquiteta Marcy Ricciardi. A profissional tocou a reforma de nove meses, responsável por transformar a atmosfera do imóvel, adicionando novos móveis, revestimentos e objetos.
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)“Desde o início, eles pediram um projeto atual, com linhas retas, e habitado por bons itens de design”, conta Marcy, ressaltando a escolha da icônica poltrona Eames Lounge Chair Ottoman como uma das protagonistas da sala. Nesta área social, outra característica marcante da obra fica evidente: o equilíbrio entre materiais rústicos e outros mais polidos e refinados.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

“Gosto de apostar em elementos que remetem à natureza. A madeira, por exemplo, neutraliza as energias. Nesse caso, optei pela madeira de demolição, que aparece na bancada da lareira e no painel da TV, criando um contraponto em relação ao mármore travertino bruto”, revela a arquiteta, sobre o ritmo dos acabamentos eleitos.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Além do terraço bem equipado e da adega, os moradores pediram a criação de um home office. A solução encontrada pela arquiteta foi transformar uma das três suítes neste espaço de trabalho, onde a linguagem minimalista reina. Por fim, a área do banheiro deste cômodo alterado foi integrada à do banheiro do casal.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Os tons neutros e claros se destacam na paleta cromática. A arquiteta conta que a ideia da base sóbria foi pensada por eles para evitar um décor enjoativo. “Além de não cansar, os clientes podem facilmente mudar o layout quando quiserem, basta alterar as cores dos objetos, como, por exemplo, das almofadas azuis”, conta.

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)

Apartamento Marcy Ricciardi  (Foto: Alessandro Guimaraes / divulgaç)
Fonte : http://casavogue.globo.com/
Comentários desativados em Apartamento neutro, mas com muito estilo.
outubro 02

GDF libera Habite-se para dois prédios do Noroeste.


2 de outubro de 2015 às 9:02
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

REPORTAGEM DA REDE GLOBO.

DFTV

DFTV1

 

 

REPORTAGEM JORNAL DE BRASÍLIA:

O grupo de trabalho foi criado no fim de agosto e teria analisado a situação de 22 empreendimentos que estavam atravancados há até dois anos

Em crise com os servidores, o Governo de Brasília quer facilitar a vida do setor produtivo. Solenidade na tarde de ontem simbolizou  a existência de uma força-tarefa para agilizar a emissão de cartas de Habite-se pendentes há anos. A justificativa para a ação é aumentar arrecadação com impostos e movimentar a economia.

Além do vice-governador Renato Santana, o titular da pasta de Economia e Desenvolvimento Sustentável (Seds), Arthur Bernardes, e o administrador de Brasília, Igor Tokarski, estiveram na Quadra 10/11 do Setor Noroeste para a entrega da documentação de dois edifícios comerciais, após nove meses de atraso. Os empreendimentos da construtora Faenge são os primeiros a conseguir o Habite-se. Outros 21 devem ser agraciados ainda este ano.

O grupo de trabalho foi criado no fim de agosto e teria analisado a situação de 22 empreendimentos que estavam atravancados há até dois anos. De acordo com o governo, ainda em 2015 é possível obter receita superior a R$ 1 bilhão com recolhimento de ITBI, ICMS e ISS dos futuros imóveis liberados, e gerar até dez mil novos postos de trabalho.

Segurança

Para o diretor da Faenge, Leonardo Ávila, “nos últimos dias houve mais progresso que nos oito meses anteriores”. “Isso nos dá mais segurança para fazer novos empreendimentos”, completa.

Segundo ele, os prejuízos   pela falta da liberação dos documentos que permitiam o funcionamento dos dois prédios chega a R$ 2 milhões. O investimento nos blocos, com 96 apartamentos e 20 lojas, foi  na ordem de R$ 40 milhões.

Para o vice-governador Renato Santana, o principal benefício ao liberar os prédios para funcionar é movimentar a economia. “É imposto que se arrecada. Se há imposto, há arrecadação. Se há arrecadação, há possibilidade de investimento”, simplifica. Segundo ele, o problema dos atrasos estava mais ligado à gestão do que à falta de pessoal.

“O governador tem feito todos os esforços para garantir que o servidor tenha salário. Agora, ele tem de devolver na mesma proporção. Se o servidor perceber que a agilidade nesses processos vai gerar arrecadação e ajudar a pagar o próprio salário dele, teremos progresso”, diz.

“Ambiente favorável a investidores”

De acordo com o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes, a força-tarefa busca criar um “ambiente favorável” aos investidores. “O empresário vai investir seu dinheiro e gerar renda. Não é apenas a obra contratada. Quem vem morar aqui contrata também um marceneiro, um eletricista… É todo um sistema que você movimenta”, exalta.

O administrador de Brasília, Igor Tokarski, afirma ter procurado, pessoalmente, comerciantes e donos de empreendimentos para fazer vistorias e distribuir alvarás no início do ano. O ato teria sido uma forma de mostrar uma solução em andamento. “Por enquanto, foram 22 casos que analisamos, mas fazemos um apelo para que os empreendedores nos procurem”.

Segundo o vice-governador Renato Santana, as reportagens do JBr., no primeiro semestre, sobre o déficit habitacional e a dificuldade na obtenção de Habite-se teriam alertado o governo para a questão. Em março, o JBr. revelou existirem quase 9 mil imóveis desocupados em Taguatinga por falta de documentação devido à lentidão na liberação dos processos.

À época, o jornal também mostrou que o principal fato de atravancamento era a emissão do Relatório de Impacto de Trânsito (RIT), responsabilidade do Detran-DF. A autarquia é uma das integrantes da força-tarefa criada em agosto.

Apesar da proposta de tornar mais simples a liberação de empreendimentos para uso, o vice-governador alegou não fazer vista grossa para eventuais irregularidades. Em cerca de um mês, o grupo teria feito 12 visitas técnicas.

 POR: Eric Zambon

Comentários desativados em GDF libera Habite-se para dois prédios do Noroeste.
setembro 29

Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares.


29 de setembro de 2015 às 8:44
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Opção é voltada para os consumidores que não querem prejudicar a estética dos telhados de suas casas.

telha-solar2

 

Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.

Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.

Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.

Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.

Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

Fonte www.pensamentoverde.com.br

Comentários desativados em Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares.
setembro 18

Noroeste ganha trilhas de caminhadas no Parque Burle Max


18 de setembro de 2015 às 9:39
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Obra realizada e custeada por onze empresas do setor imobiliário, as trilhas de caminhadas do Parque Burle Marx, situado no Setor Noroeste, foram inauguradas pelo Governador Rodrigo Rollemberg, no último dia 15/08. “É mais uma providência importante para a qualidade de vida dos moradores do Noroeste, que está em fase de implantação de sua infraestrutura”, diz Paulo Muniz, presidente da ADEMI-DF (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF), entidade que coordenou e unificou as empresas em torno da concretização do projeto das trilhas.

trilhas-do-parque-burle-marx-recebem-acabamentos-mas-falta-seguranca

Ao todo são seis trilhas com acesso pelo Parque Burle Marx e que seguem em direção à Asa Norte, onde três delas se juntam. As trilhas têm 1,20m de largura e 4,5km no total (somadas). Estão sendo entregues semi-pavimentadas, com piso em brita e meio-fio, com o menor impacto ambiental possível de acordo com a Autorização Ambiental nº 18/2014, fornecida pela SUGAP/IBRAM-DF.

Além das trilhas, a ADEMI-DF e suas empresas associadas já fizeram outras contribuições importantes ao Noroeste, como a doação ao Governo do Distrito Federal do projeto do próprio setor habitacional e do ParqueBurle Marx.

“As associadas à ADEMI-DF são empresas que atuam na legalidade em seus negócios e também cumprem seu papel de responsabilidade social, ao fazerem gestos como esses em prol da qualidade de vida dos cidadãos do Distrito Federal”, afirma Muniz.

IMG_1923

As empresas que participaram do projeto das trilhas do Burle Marx são: Área Realty, Brasal, FAENGE, JC Gontijo, Odebrecht, Real Engenharia, Silco, Soltec, Via, Villela e Carvalho e Emplavi.

1f77c4z83e_1ldu6s2flo_file

Assessoria de Imprensa – ADEMI-DF

Fonte : http://www.ademidf.com.br/

Comentários desativados em Noroeste ganha trilhas de caminhadas no Parque Burle Max
Página 3 de 3012345102030»»

Facebook

Twitter

FAENGETV

Todos os Videos