abril 12

Mercado de capitais destinados ao setor imobiliário cresce quase 50% em 2011


12 de abril de 2012 às 14:19
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

O estoque de recursos do mercado de capitais destinados ao setor imobiliário cresceu quase 50% em 2011, para R$ 37 bilhões, de acordo com estudo da Colliers International Brasil. Segundo a consultoria, o grande destaque do ano ficou com os fundos de investimentos imobiliários, responsáveis pela captação de R$ 6,7 bilhões – volume 134% maior do que o apresentado em 2010. Escritórios e condomínios industriais Ainda segundo a Colliers, o ciclo de mercado de escritórios de São Paulo deve entrar em superoferta em meados de 2015. “A tendência de continuidade de queda da taxa de vacância (desocupação), a partir de 2013, somada à previsão de pouca oferta de novos espaços, suporta a expectativa do cenário positivo”, afirma a consultoria. O mercado de condomínios industriais no estado, por sua vez, registrou forte crescimento e, devido ao aumento de oferta que deverá ocorrer neste e nos próximos anos, estima-se que o ciclo deste mercado entrará no estágio de superoferta ainda em 2012. Já para o Rio de Janeiro, o ciclo de mercado de escritórios aponta uma tendência de expansão até 2016, de acordo com a Colliers. “No que se refere a condomínios industriais, há previsão de forte impulso na demanda desses empreendimentos, devido à construção do Arco Rodoviário Metropolitano, que ligará o Porto de Itaguaí ao município de Itaboraí, vetor de crescimento de plataforma logística, fazendo com que o ciclo desse mercado permaneça em expansão”, explica a consultoria. Instrumentos de captação Para o estudo, a Colliers International Brasil considerou os quatro principais instrumentos de captação de recursos do setor imobiliário: LCI (Letra de Crédito Imobiliário), CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários), FIP (Fundo de Investimento em Participações) e FII ( Fundo de Investimento Imobiliário).

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abril 05

Engenharia, uma palavra feminina.


5 de abril de 2012 às 14:12
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Durante muito tempo a engenharia civil foi considerada uma profissão prioritariamente masculina. Fazer planejamentos, tocar uma obra e comandar uma equipe de operários eram tarefas desenvolvidas quase exclusivamente por homens, por demandarem muito trabalho e voz ativa. Porém, nos últimos anos, as engenheiras vêm se destacando no mercado e fazendo o trabalho pesado. Elas comandam grandes obras, quebrando o tabu em torno da profissão.

Há quem diga que as mulheres são mais detalhistas e dão ao trabalho um toque feminino todo especial. Telma Parada, conselheira do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), é engenheira há 35 anos e trabalhava na fiscalização das obras do Estádio Nacional de Brasília. Formada pela Universidade de Brasília (UnB), Telma teve a influência do pai, Joffre Parada, um dos responsáveis pela construção de Brasília. Ela conta que, apesar de ter pensado em fazer arquitetura, a engenharia sempre fez parte de sua vida e, como sempre gostou mais da área de planejamento, poucas vezes teve de lidar com obras.

Apesar disso, raramente enfrentou discriminação por ser mulher. “Tive problemas poucas vezes quando toquei obras minhas mesmo. Os operários às vezes acham que você não sabe muito. Mas a gente contorna, né?

A mulher tem um jeitinho para lidar com as coisas”. Quando ela se formou, em 1977, havia cerca de 70 formandos, dentre eles apenas cinco mulheres. “Não é nem preconceito, é mais pela cultura de que o homem dá mais conta”, acha. “Mas não há nada na engenharia civil que o homem faça e a mulher não consiga fazer da mesma forma”, completa a engenheira. Ela acredita que, geralmente, o sexo masculino tem mais aptidão para as exatas. “Mas a mulher, quando tem este dom, faz bem-feito”, conclui. Fim do preconceito Telma acha que deve haver uma divulgação maior da profissão para as mulheres O coordenador do curso de engenharia civil do UniCEUB, Jocinez Nogueira, concorda que, geralmente, os homens lidam melhor com a área de exatas, mas observa a chegada de muitas mulheres às universidades preferindo esta área ultimamente. “Antes a percentagem de mulheres no curso era algo em torno de 10%, hoje temos turmas com mais de 20% de mulheres”, comenta o coordenador. “Temos meninas aqui muito melhores que os meninos. Hoje elas venceram esse tabu”, analisa. As estudantes de engenharia Cláudia de Almeida e Aline Cerqueira, ambas de 23 anos, fazem estágio na construtora Faenge. Elas contam que tiveram total apoio das famílias na escolha do curso e não temem sofrer preconceito por serem mulheres. Aline já trabalhou diretamente com obras e nunca teve problemas nem com engenheiros e nem com operários. “É tudo uma questão de saber lidar com as pessoas”, diz a estudante. Mas ela faz uma ressalva: “Sempre tem alguém para falar que lugar de mulher não é na obra”. Cláudia concorda com a colega e diz que muitas engenheiras têm mais receio de lidar com os operários. “Mas se você souber tratá-los, provavelmente vão te tratar muito melhor do que os próprios engenheiros”, compara a estudante. “Até porque o engenheiro não trabalha sozinho, ele não vai pôr a mão na massa, precisa do operário.

Então, a gente tem de trabalhar em equipe, sempre”, completa Aline. Apesar de serem vaidosas, as meninas admitem que, para trabalhar na área, é preciso um vestuário compatível com o trabalho. “Se for trabalhar em obra, você tem de se vestir de maneira adequada. Tem de usar bota, tem de usar equipamento de segurança. Conheci meninas que não foram contratadas porque estavam de salto” finaliza Cláudia. A engenheira Telma Parada acha que deve haver uma maior divulgação da profissão para o público feminino e comenta que também já foi “mal-vista” por estar “arrumada demais”. “Lembro que uma vez fui a uma entrevista de emprego e lá estavam a pessoa que me indicou e a pessoa com quem iria trabalhar. Claro que cheguei arrumadinha! Primeiro dia, tinha de me apresentar. Estava de tamanquinho.

Depois este colega com quem trabalhei me confessou que olhou para mim e pensou: ‘Nossa senhora! Essa daí não vai dar conta!’. Mas depois fui pronta para trabalhar e nos demos bem”, lembra a engenheira.

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dezembro 17

Decreto para acelerar a aprovação de obras


17 de dezembro de 2011 às 11:14
Categoria: Mercado
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O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) recebem, nesta segunda-feira (19), para um café da manhã no Sinduscon-DF, o governador Agnelo Queiroz; o vice, Tadeu Filippelli; o secretário de Obras, Oto Silvério Guimarães Junior; e o presidente da Novacap, Juvenal Batista Amaral.

Na ocasião, Agnelo lança um novo pacote de obras públicas, que resultará em um investimento de R$ 155 milhões para a construção civil do DF. Deste montante, R$ 115 milhões serão investidos em infraestrutura/urbanização. Os outros R$ 40 milhões vão para a área de edificação. Ao todo serão anunciadas 43 empresas. Agnelo também assinará decreto para criação de um comitê emergencial de análise e aprovação de projetos. Continue lendo

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dezembro 15

Os melhores e os piores investimentos de 2011


15 de dezembro de 2011 às 11:17
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

São Paulo – O ano de 2011 foi marcado pela crise europeia, que desancou as bolsas ao redor do mundo: países sofrendo com grande endividamento, líderes lentos para decidir e até questionamentos sobre a continuidade do euro apavoraram investidores que correram para ativos reais e para a renda fixa. A lenta recuperação americana não ajudou, mas a aversão generalizada ao risco levou o dólar a fechar o ano em alta.

No Brasil, o resultado não poderia ter sido diferente. O Ibovespa sofreu e os grandes destaques do ano foram os imóveis, o ouro e a renda fixa, em especial os seguros títulos públicos. A economia deve crescer cerca de 3%, menos que o esperado inicialmente, mas mesmo assim o mercado interno continua aquecido.

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dezembro 12

Brasileiros terão crédito de R$ 160 bilhões para casa própria em 2012


12 de dezembro de 2011 às 11:22
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Nem a crise econômica mundial, que cada vez mais se aproxima do Brasil, nem a forte valorização dos imóveis nos últimos três anos vão segurar o mercado imobiliário em 2012. Os brasileiros que pretendem adquirir sua casa própria ou mesmo trocar de imóvel para um maior e mais confortável não terão problemas por falta de crédito. As projeções são de que, somadas todas as linhas disponíveis no mercado, serão disponibilizados cerca de R$ 160 bilhões para aquisição de imóveis prontos, construção e reforma — um recorde. O valor é 23% maior que o aplicado até o fim deste ano, de quase R$ 130 bilhões.

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dezembro 09

Indústria de construção deve crescer cerca de 5% no próximo ano


9 de dezembro de 2011 às 11:25
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Mesmo não tendo qualquer sinal de que a crise financeira internacional vai amainar, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) prevê, para 2012, uma aceleração do nível de atividade do setor. Segundo o presidente da entidade, Paulo Safady Simão, o segmento deve crescer 5,2% no próximo ano, bem acima dos 3,2% de expansão esperada pelo governo para o Produto Interno Bruto (PIB). Neste ano, a construção civil deve ter alta de 4,8%.

Segundo a CBIC, a previsão tem como fundamento a continuidade da demanda por imóveis pela classe média, o desenvolvimento da segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, além das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos investimentos necessários para que o Brasil tenha condições de sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas. “Somos avessos à crise. Vai ter crise, mas o setor pode ser uma saída para minimizar os impactos dela no país. Não podemos deixar o setor desanimar”, afirmou Safady.

Segundo ele, recursos não faltam e, muito menos, clientes.

Safady disse também que o setor dispõe hoje de um marco regulatório adequado. O ponto fraco é justamente o governo, que tem que fazer a sua parte. “O ritmo do PAC em 2011 não foi adequado. Ficou aquém das expectativas. Mas a presidente Dilma Rousseff está cobrando publicamente um melhor desempenho e acho que, para o ano que vem, a questão estará resolvida”, disse.

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dezembro 07

Construção civil puxa crescimento do país


7 de dezembro de 2011 às 11:26
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Apesar de sentir o freio na economia, a construção civil brasileira deve seguir à frente do PIB em 2011 e 2012. Depois de dois anos de forte crescimento, o setor se desacelerou, mas ainda tem fôlego para crescer.

A previsão da indústria da construção é de crescimento de 4,8% neste ano. O SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo) havia estimado 6% no ano passado. Continue lendo

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