dezembro 04

Cinema ajuda na qualificação


4 de dezembro de 2012 às 8:35
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social
Publicado por: admin

 

divulgação: Seconci-DF

O Serviço Social da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci- DF) inaugurou a sala de aulas no canteiro de obras do consórcio que está construindo o novo Centro Administrativo de Taguatinga. Os 27 alunos matriculados já estão estudando desde o dia 22 de outubro. As aulas acontecem depois do expediente e todos os inscritos receberam uniforme confeccionado pelo Consórcio e material fornecido pela Coordenação Pedagógica do Seconci-DF. Os trabalhadores que frequentam as aulas podem, desde o início de novembro, participar do projeto Cinema nos Canteiros de Obras, que percorre os canteiros que tenham aulas de alfabetização do Seconci levando filmes que ajudam no aprendizado.

Fonte: Revista Equipe de Obra

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dezembro 03

Confira dez dicas para a compra do 1º imóvel.


3 de dezembro de 2012 às 14:29
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Cartilha elaborada pelo Secovi  diz que consumidores devem ir atrás de conhecimentos mais amplos sobre o mercado de imóveis

Sindicato da Habitação de São Paulo lançou, na última terça-feira, um manual para quem vai comprar o primeiro imóvel.

A Cartilha da Compra Consciente relata conceitos básicos, como a diferença entre construtora, incorporadora e imobiliária, até assuntos mais complicados relacionados aos financiamentos, como sistema de amortização e direitos do consumidor.

O Secovi orienta que é importante ir além das pesquisas de bairro, taxas de financiamentos e do tipo do imóvel sonhado pelas pessoas.

 

Guia aborda desde os conceitos comuns até os mais avançados que as famílias devem conhecer antes de dar início ao sonho do imóvel próprio.

 

“O comprador precisa ter conhecimento do mercado imobiliário. Adquirir um imóvel, seja na planta, pronto ou usado, requer do interessado bom senso, pesquisa e muito diálogo”, fala o sindicato.

“Não se deve comprar uma unidade por impulso”, ressalta o vice-presidente de Habitação Econômica do Sindicato, Flávio Prando. “Antes de tudo, é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, enfatiza ele.

Confira as principais dicas fornecidas pela Cartilha da Compra Consciente:

• Valor da parcela não pode exceder 30% da renda da família

A cartilha orienta o comprador a não usar mais que 30% da renda da família – considerando no máximo três participantes, por exemplo: marido, esposa e um filho. O guia ainda lembra que outras dívidas, como a do pagamento de automóveis, impactam diretamente na capacidade de pagamento dos membros participantes.

• Se tiver restrições de crédito regularize suas pendências

Quem tem restrições de crédito pode sim contratar um financiamento, contanto que regularize todas suas pendências cadastrais e, somente após isso, o comprador deve buscar um banco para negociar as formas de financiar o imóvel.

• Analise bem as diferenças entre o imóvel na planta e um pronto

Enquanto o imóvel na planta oferece condições diferenciadas de pagamentos e financiamentos, quitando parcelas durante a evolução da obra, o imóvel pronto, por sua vez, propicia a ocupação imediata, apesar de geralmente ser financiado em um tempo mais curto. Vale a pena analisar bem cada opção e ver o que é melhor para a situação da família, no caso, esperar a obra ser finalizada e aumentar as parcelas ou se mudar logo, levando um financiamento com prazo menor.

• Visite estandes de vendas

Outra dica interessante é fazer visitas constantes aos estandes de vendas, comparando vários empreendimentos e consultando as formas de pagamento, sem pressa. “Não se deve comprar uma unidade habitacional por impulso. Antes de tudo, é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, orienta o vice-presidente de Habitação Econômica do sindicato, Flávio Prando.

• Sim, é possível desistir do imóvel

É viável desde que haja todas as regularizações das pendências cadastrais para então pleitear o respectivo financiamento bancário contratado pelo comprador.

• Índices que alteram os preços

No caso do imóvel ser negociado ainda na planta o índice que atualiza seus preços é o INCC (Índice Nacional de Construção Civil), que subiu 0,21% em outubro. Já o IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), no mesmo mês subiu 0,02% e costuma ser utilizado para atualizações de financiamentos feitos diretamente com os proprietários de imóveis prontos.

• Visite regularmente as obras

Uma das fases importantes é quando as obras começam a ser feitas e neste momento é essencial o olhar dos compradores no andamento do empreendimento. É possível sim fazer visitas ao local, dependendo claro, da política interna de cada empresa. O Secovi lembra que as normas buscam preservar a segurança dos visitantes.

• Use o FGTS para o pagamento do financiamento

O trabalhador pode usar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para pagar todas as parcelas ou parte delas. No entanto, há algumas regras como não possuir imóvel próprio na mesma cidade em que vive ou trabalha. Outras regras estão disponíveis em www.fgts.gov.br

• Seja pontual nos pagamentos

Se não receber o boleto antes do vencimento, entre em contato com a construtora/incorporadora solicitando a 2ª via. Segundo o Secovi, tal atitude evita que o comprador se torne inadimplente e que haja incidência de multa e juros nas parcelas seguintes.

• Linha do Tempo

Para que você se programe melhor, outra dica interessante do guia é uma Linha do Tempo elaborada pela órgão, com a seguinte sequência de feitos para a compra de um imóvel:

– Reunião da família, avaliando se é momento para comprar a casa própria;

– Contas, a fim de escolher a melhor forma de financiamento;

– Reunir a documentação necessária, inclusive do FGTS;

– Escolher o imóvel, se for pelo Minha Casa, Minha Vida, ver as regras para cada município;

– Acompanhar o andamento da obra, conforme as regras definidas pela construtora/incorporadora;

– Entrega das chaves: aproveite a nova vida!

A cartilha pode ser consultada na página do sindicato – www.secovi.com.br

Por Heraldo Marqueti Soares

Fonte: Portal infomoney

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dezembro 03

13º salário pode ser alternativa para regularizar débitos com imóveis.


3 de dezembro de 2012 às 7:53
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Especialista explica como usar o décimo terceiro para regularizar débitos com imóveis ou abater juros das parcelas.

Até o final de novembro as empresas devem pagar a primeira parcela do 13º salário aos trabalhadores. Para os consumidores que ainda não sabem o que fazer com o dinheiro extra, a dica é aproveitá-lo para regularizar débitos com imóveis.

A primeira parcela do 13º salário pode ser usada para pagar as prestações em atraso do imóvel, adiantar as parcelas ou até mesmo dar entrada em um financiamento imobiliário.

Para a AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), antes de definir como usar o abono de fim de ano, é importante avaliar qual é o melhor investimento.

“Há várias opções de como investir o 13° salário, contudo é essencial ter cautela. Nesses casos, é essencial reunir a família e colocar as contas na ponta do lápis e definir qual é a melhor solução, o que inclui avaliar o custo/benefício”, explica o presidente da AMSPA, Marco Aurélio Luz.

Segundo Luz, quem pretende pagar as prestações que estão para vencer fará uma boa escolha.

“Usar a gratificação de Natal na amortização antecipada reduzirá o saldo devedor e consequentemente provocará o recálculo da prestação e com isso diminuirá as parcelas futuras”, afirma.

Já se o valor for usado para quitar o financiamento, o ideal é negociar com a financeira e pedir um desconto do valor ou para abater os juros.

Outra opção é usar o dinheiro extra para pagar as parcelas atrasadas e com isso evitar a perda da casa própria.

No SFH  (Sistema Financeiro da Habitação), após a falta de pagamento de três prestações, o dono do imóvel é notificado por escrito. Se não quitar o débito pode perder o bem, mas é possível recorrer à Justiça.

Já no SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), se o atraso for superior a 30 dias, o mutuário é intimado a pagar via Cartório de Registro de Imóveis. Caso não o faça no prazo de 15 dias, o banco terá a posse do bem e o levará a leilão extrajudicial, onde o comprador não tem direito a qualquer defesa.

Sonho da casa própria

Para quem ainda não possui um imóvel, o 13º salário pode servir para dar de entrada na compra da tão sonhada casa própria.

“O dinheiro extra, junto com as economias, caso haja, pode ser útil na diminuição do valor do financiamento. Mas é preciso tomar cuidado com as artimanhas das construtoras que utilizam vários meios para tentar fechar o contrato. Por isso, é fundamental avaliar com calma, porque em muitos casos o compromisso de pagar as parcelas chega até 30 anos”, esclarece Luz.

Luz também ressalta que em casos de compra de imóvel na planta, o valor da entrada deve ser menor que de um bem pronto, pois é uma forma de se proteger de possíveis atrasos da obra.

Antes de fechar o negócio, é necessário tomar alguns cuidados para evitar a inadimplência. Peça uma planilha do banco com a projeção de todas as parcelas do financiamento, incluindo as taxas extras e os seguros, inclusos na prestação.

Coloque todas as despesas no papel e, junto com a família, verifique se as prestações não vão comprometer mais do que 30% da renda familiar.

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novembro 27

Os imóveis ainda dão dinheiro


27 de novembro de 2012 às 17:01
Categoria: Mercado
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Aluguel de escritório rendeu 10% em média nos últimos 12 meses.

 

Fonte: Portal Exame

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novembro 27

Câmara Brasileira da Indústria da Construção premia os vencedores de Inovação e Sustentabilidade.


27 de novembro de 2012 às 8:35
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: admin

A Cbic realiza no dia 12 de dezembro, em Brasília, a sua tradicional Festa de Confraternização de Fim de Ano. A festa será realizada a partir das 20h, no Iate Clube de Brasília. Na ocasião, será realizada a entrega do Prêmio Cbic de Inovação e Sustentabilidade, idealizado pela Comissão de Materiais, Tecnologia e Qualidade (Comat) da Cbic.

Em sua 19ª edição, o Prêmio é um dos mais importantes da categoria e disponibiliza um acervo de cerca de 150 trabalhos catalogados em seu site para todos aqueles que desejarem conhecer, pesquisar e colocar inovação em prática. Neste ano, o prêmio alcançou a marca de 63 projetos inscritos, entre produtos e sistemas inovadores que concorrerão às categorias de Novos Materiais, Sistemas Construtivos e Pesquisa.

Fonte: Sinduscon DF

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novembro 26

Sonho dos brasileiros


26 de novembro de 2012 às 10:46
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Os imóveis ainda são um dos principais sonhos de consumo de brasileiros de todas as classes. Pesquisa da Consultoria Datastore mostra que 30% da população deseja comprar imóvel a médio prazo (nos próximos 24 meses). Um entre cada quatro cidadãos com renda até seis salários mínimos (25% do total) vai usar o imóvel como investimento ou para moradia futura da família. Dos que ganham acima de seis mínimos, 40% miram nos lucros. Desses, 70% vão revender, e 30%, alugar ou acomodar os filhos.

Para especialistas, a desaceleração dos negócios verificada nos últimos meses não altera o quadro, a médio e longo prazo. “O mercado passa por um período de acomodação e de equilíbrio entre a oferta e a demanda. Na prática, os preços estão se ajustando. As expectativas são boas para 2013, mas os consumidores não vão comprar com a velocidade que se viu em 2010 e 2011. Essa tendência mais lenta deve se manter por, pelo menos, 18 meses”, explicou Marcus Araujo, presidente da Datastore. O freio é natural e decorre da explosão de vendas nos últimos dois anos, disse. Os imóveis comprados naquela época começam a ser entregues agora e colocados à venda com juros mais baixos, concorrendo com os lançamentos.

O cenário, porém, varia com a região. Em São Paulo, a intenção de compra ficou em 28%, em maio (o menor percentual do país), registrando queda de 4%, em relação a julho de 2010. Já em Brasília, o desejo de comprar se manteve em 39% no período. Os mercados mais difíceis são Rio de Janeiro e São Paulo, que tiveram excesso de ofertas. “As melhores oportunidades estão no Nordeste e no Centro-Oeste, que têm índice de natalidade mais alto e maior índice de crescimento econômico regional”, detalha a pesquisa.

O aumento da longevidade e a inserção da mulher no mercado de trabalho passaram, também, a interferir nas dimensões da casa pretendida pelos consumidores. Entre os compradores com renda de 3 a 6 salários mínimos, a maioria (52%) prefere imóvel com três dormitórios e 48%, de dois quartos. Esse público (90%) aceita morar em locais mais distantes. Os com renda acima de 6 salários mínimos almejam mais espaço: 57% querem três dormitórios; 34%, dois; 8%, quatro; e apenas 1% escolhe imóveis com um dormitório.

Os com mais dinheiro no bolso aceitam (50%) morar fora das regiões nobres, desde que contem com comércio e serviços (escola é obrigatório), local verde e tranquilo, equipamentos modernos de segurança e acesso por vias de trânsito mais rápido. Apenas 2% dos consumidores exigem que o imóvel já esteja pronto, e 98% compram na planta.

Autor(es): VERA BATISTA
Correio Braziliense 

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novembro 21

Peça de teatro nos canteiros de obras da construtora Faenge.


21 de novembro de 2012 às 14:43
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social
Publicado por: admin

Em parceria o Serviço Social do Distrito Federal – SECONCI-DF  a construtora Faenge está recebendo, de 19 a 22 de novembro, em seus canteiros de obras  a peça de teatro ” O Sobrevivente”.

“O sobrevivente” tem aproximadamente 40 minutos de duração e conta a história de um trabalhador da construção civil que não obedece às orientações dadas pela técnica de segurança do trabalho e sofre um acidente  durante  o trabalho  que marca   sua vida para sempre.

“A peça é muito importante para sensibilizar os colaboradores, que mesmo experientes, não podem deixar de se cuidar e usar os equipamentos de segurança necessários. É sempre bom falar de qualidade e segurança.” Comenta Lanúcia Fernandes, coordenadora de segurança do trabalho da Faenge.

De maneira simples e alegre o espetáculo aborda temas como cidadania, alcoolismo, qualidade e segurança no trabalho. Os temas estão sendo apresentados durante o café da manhã dos trabalhadores.

A apresentação teatral é da companhia de teatro H2O, que além do ‘O Sobrevivente”  possui outras quatro peças em parceria com o SECONCI-DF  que também são oferecidas às empresas da construção civil.

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novembro 21

Investidores ainda apostam na valorização de imóveis para revenda.


21 de novembro de 2012 às 10:28
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Estudo de abrangência nacional mostra que somente 30% do consumidores que compram imóveis para investimento têm o objetivo de alugar.

expectativa de valorização dos imóveis ainda motiva 70% dos investidores do setor, que compram com o objetivo de revenda. O restante, 30%, quer alugar. Os dados são da Datastore, empresa de pesquisa de mercado com foco no setor imobiliário. O estudo, apresentado no Brasil GRI, é resultado da compilação das preferências de 75 mil consumidores em 400 localidades do País desde meados de 2010. São entrevistadas somente pessoas que declaram intenção de comprar um imóvel nos próximos 24 meses. Na média brasileira, 60% dos compradores de imóveis têm o perfil morador e 40% é investidor. Com o recorte de uma faixa de renda menor – de três a seis salários mínimos – o perfil morador sobe para 75%.

Segundo Marcus Araujo, presidente da Datastore, a média de valorização dos imóveis no Brasil nos últimos anos foi de 55%, mas esse ritmo deve diminuir.

Comprar um imóvel na planta não é problema para a maioria: 98% aceitam a condição, pois acreditam na economia de dinheiro e têm a possibilidade de escolher as melhores unidades. Além disso, apostam na valorização do imóvel para revenda posterior.

Quantos dormitórios?

Os apartamentos de três dormitórios são os preferidos em todas as faixas de renda.

Nas famílias que ganham entre três e seis salários mínimos, 52% preferem um imóvel com três quartos e 48% com dois.

Para os consumidores com renda acima de seis salários, três dormitórios são a escolha de 57%, enquanto dois dormitórios, 34%. Os apartamentos com quatro dormitórios são preferidos por 8%. Um quarto: 1%.

De acordo com a pesquisa, a tendência atual para os imóveis de médio e alto padrão, com o encolhimento do número de pessoas nas famílias, é de que espaço do quarto dormitório seja transformado em uma terceira sala, que abrigue espaço para eletrônicos, como videogames, TV e computador. De acordo com Araujo, oslançamentos imobiliários já estão incorporando essa tendência.

Vaga na garagem

Com renda acima de R$ 6 mil, os consumidores que preferem apartamentos de dois dormitórios também querem duas garagens.

Segundo a Datastore, no entanto, com o preço médio de R$ 25 mil por uma segunda garagem, muitos compradores desistem e optam por empreendimentos com uma vaga, mesmo que depois tenham custos para manter um seguro mais caro para o segundo automóvel ou gastem com o aluguel de uma garagem.

Já para os que preferem três dormitórios, as duas garagens são pedido obrigatório, além de que o prédio tenha vagas para visitantes. Três salas e varanda gourmet com ligação direta com a cozinha do apartamento também fazem sucesso. “O lazer está migrando para dentro da residência”, diz Araujo.

Localização

Na faixa de renda mais baixa – de três a seis salários mínimos – 90% aceitam morar longe do centro da cidade. Mas quando a renda aumenta (acima de seis salários), esse número cai para 50%, com a exigência de que as comunidades planejadas ofertem comércios e serviços, como escola, além de segurança e facilidade de vias de acesso.

Por: Mariana Congo, do Economia & Negócios

Fonte: Estadão

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novembro 09

Seconci-DF disponiliza consultório odontológico aos colaboradores da Faenge em obra de Águas Claras.


9 de novembro de 2012 às 7:55
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social
Publicado por: admin

O Serviço Social do Distrito Federal (Seconci-DF) disponibilizou aos trabalhadores da construtora um consultório móvel de odontologia para atendimento gratuito aos operários que estão construindo o edifício Smart  Residence, em águas claras.

Os funcionários recebem atendimento no próprio canteiro de obras no trailer odontológico, uma unidade móvel equipada  com tudo que é necessário para o dentista atender os colaboradores.

Para a coordenadora de gestão da qualidade da Faenge Helena Cirqueira, “A vantagem do trailer odontológico para o trabalhador é a possibilidade de receber o tratamento no próprio local de trabalho, sem precisar deslocar-se a outro endereço ou  ausentar-se do trabalho. Ele ganha tempo, cuida de sua saúde e previne doenças futuras”, lembra.

O trailer do Seconci-DF  já percorreu vários canteiros de obras do Distrito Federal oferecendo atendimentos aos trabalhadores da construção civil. No Smart Residence  ele deverá permanecer por cerca de dois meses para atender aos colaboradores.

 

 

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novembro 07

Um, dois ou três dormitórios? Veja o perfil de quem busca por cada tipo de imóvel


7 de novembro de 2012 às 9:02
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Especialista diz que os mais procurados pela classe média são os de 3 dormitórios, já os de 2 são visados por quem deseja sair do aluguel

Apartamentos de três dormitórios são os mais procurados pela nova classe média. Segundo o diretor comercial e de marketing, Helio Korehisa, famílias mais estruturadas costumam buscar apartamentos maiores, impulsionadas pelas facilidades de juros e financiamentos.

Na região metropolitana de São Paulo, a classe média agora dá preferência a apartamentos maiores. “São famílias que procuram pelo primeiro imóvel, incentivadas também pelos financiamentos habitacionais”, diz Korehisa, contando que para o padrão econômico as vendas estão altas para apartamentos entre 60 m² e 75 m². Já para médio padrão os apartamentos mais buscados são os de 80 m². “Lazer, segurança e localização são os quesitos mais observados”, afirma.

 

Geralmente casais recém-casados buscam apartamentos de 1 dormitório

 

 

Dois dormitórios

Entre 45 m² e 60 m², os apartamentos de dois dormitórios são mais buscados pelos jovens casais e famílias que querem fugir do aluguel. Além disto, é uma boa saída para quem compra imóveis para investimentos já que é o tipo mais visado para contratos de locações.

Um dormitório
Estudantes, solteiros e casais sem filhos, na faixa entre 25 e 35 anos são os que mais adquirem este modelo. Seu tamanho varia em média, de 30 m² a 42 m². Ultimamente a demanda por estes imóveis próximos a universidades, comércio e estações de metrô cresce cada vez mais, apontado pela praticidade exigida pelos clientes mais jovens.

Quatro dormitórios
Geralmente são de plantas acima de 90 m². Famílias que priorizam bem-estar, segurança e infraestrutura do condomínio são o público-alvo, além também de necessitarem de espaços mais amplos.

Por Heraldo Marqueti Soares 

Fonte: Infomoney

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