novembro 21

Peça de teatro nos canteiros de obras da construtora Faenge.


21 de novembro de 2012 às 14:43
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social
Publicado por: admin

Em parceria o Serviço Social do Distrito Federal – SECONCI-DF  a construtora Faenge está recebendo, de 19 a 22 de novembro, em seus canteiros de obras  a peça de teatro ” O Sobrevivente”.

“O sobrevivente” tem aproximadamente 40 minutos de duração e conta a história de um trabalhador da construção civil que não obedece às orientações dadas pela técnica de segurança do trabalho e sofre um acidente  durante  o trabalho  que marca   sua vida para sempre.

“A peça é muito importante para sensibilizar os colaboradores, que mesmo experientes, não podem deixar de se cuidar e usar os equipamentos de segurança necessários. É sempre bom falar de qualidade e segurança.” Comenta Lanúcia Fernandes, coordenadora de segurança do trabalho da Faenge.

De maneira simples e alegre o espetáculo aborda temas como cidadania, alcoolismo, qualidade e segurança no trabalho. Os temas estão sendo apresentados durante o café da manhã dos trabalhadores.

A apresentação teatral é da companhia de teatro H2O, que além do ‘O Sobrevivente”  possui outras quatro peças em parceria com o SECONCI-DF  que também são oferecidas às empresas da construção civil.

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novembro 21

Investidores ainda apostam na valorização de imóveis para revenda.


21 de novembro de 2012 às 10:28
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Estudo de abrangência nacional mostra que somente 30% do consumidores que compram imóveis para investimento têm o objetivo de alugar.

expectativa de valorização dos imóveis ainda motiva 70% dos investidores do setor, que compram com o objetivo de revenda. O restante, 30%, quer alugar. Os dados são da Datastore, empresa de pesquisa de mercado com foco no setor imobiliário. O estudo, apresentado no Brasil GRI, é resultado da compilação das preferências de 75 mil consumidores em 400 localidades do País desde meados de 2010. São entrevistadas somente pessoas que declaram intenção de comprar um imóvel nos próximos 24 meses. Na média brasileira, 60% dos compradores de imóveis têm o perfil morador e 40% é investidor. Com o recorte de uma faixa de renda menor – de três a seis salários mínimos – o perfil morador sobe para 75%.

Segundo Marcus Araujo, presidente da Datastore, a média de valorização dos imóveis no Brasil nos últimos anos foi de 55%, mas esse ritmo deve diminuir.

Comprar um imóvel na planta não é problema para a maioria: 98% aceitam a condição, pois acreditam na economia de dinheiro e têm a possibilidade de escolher as melhores unidades. Além disso, apostam na valorização do imóvel para revenda posterior.

Quantos dormitórios?

Os apartamentos de três dormitórios são os preferidos em todas as faixas de renda.

Nas famílias que ganham entre três e seis salários mínimos, 52% preferem um imóvel com três quartos e 48% com dois.

Para os consumidores com renda acima de seis salários, três dormitórios são a escolha de 57%, enquanto dois dormitórios, 34%. Os apartamentos com quatro dormitórios são preferidos por 8%. Um quarto: 1%.

De acordo com a pesquisa, a tendência atual para os imóveis de médio e alto padrão, com o encolhimento do número de pessoas nas famílias, é de que espaço do quarto dormitório seja transformado em uma terceira sala, que abrigue espaço para eletrônicos, como videogames, TV e computador. De acordo com Araujo, oslançamentos imobiliários já estão incorporando essa tendência.

Vaga na garagem

Com renda acima de R$ 6 mil, os consumidores que preferem apartamentos de dois dormitórios também querem duas garagens.

Segundo a Datastore, no entanto, com o preço médio de R$ 25 mil por uma segunda garagem, muitos compradores desistem e optam por empreendimentos com uma vaga, mesmo que depois tenham custos para manter um seguro mais caro para o segundo automóvel ou gastem com o aluguel de uma garagem.

Já para os que preferem três dormitórios, as duas garagens são pedido obrigatório, além de que o prédio tenha vagas para visitantes. Três salas e varanda gourmet com ligação direta com a cozinha do apartamento também fazem sucesso. “O lazer está migrando para dentro da residência”, diz Araujo.

Localização

Na faixa de renda mais baixa – de três a seis salários mínimos – 90% aceitam morar longe do centro da cidade. Mas quando a renda aumenta (acima de seis salários), esse número cai para 50%, com a exigência de que as comunidades planejadas ofertem comércios e serviços, como escola, além de segurança e facilidade de vias de acesso.

Por: Mariana Congo, do Economia & Negócios

Fonte: Estadão

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novembro 09

Seconci-DF disponiliza consultório odontológico aos colaboradores da Faenge em obra de Águas Claras.


9 de novembro de 2012 às 7:55
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social
Publicado por: admin

O Serviço Social do Distrito Federal (Seconci-DF) disponibilizou aos trabalhadores da construtora um consultório móvel de odontologia para atendimento gratuito aos operários que estão construindo o edifício Smart  Residence, em águas claras.

Os funcionários recebem atendimento no próprio canteiro de obras no trailer odontológico, uma unidade móvel equipada  com tudo que é necessário para o dentista atender os colaboradores.

Para a coordenadora de gestão da qualidade da Faenge Helena Cirqueira, “A vantagem do trailer odontológico para o trabalhador é a possibilidade de receber o tratamento no próprio local de trabalho, sem precisar deslocar-se a outro endereço ou  ausentar-se do trabalho. Ele ganha tempo, cuida de sua saúde e previne doenças futuras”, lembra.

O trailer do Seconci-DF  já percorreu vários canteiros de obras do Distrito Federal oferecendo atendimentos aos trabalhadores da construção civil. No Smart Residence  ele deverá permanecer por cerca de dois meses para atender aos colaboradores.

 

 

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novembro 07

Um, dois ou três dormitórios? Veja o perfil de quem busca por cada tipo de imóvel


7 de novembro de 2012 às 9:02
Categoria: Mercado
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Especialista diz que os mais procurados pela classe média são os de 3 dormitórios, já os de 2 são visados por quem deseja sair do aluguel

Apartamentos de três dormitórios são os mais procurados pela nova classe média. Segundo o diretor comercial e de marketing, Helio Korehisa, famílias mais estruturadas costumam buscar apartamentos maiores, impulsionadas pelas facilidades de juros e financiamentos.

Na região metropolitana de São Paulo, a classe média agora dá preferência a apartamentos maiores. “São famílias que procuram pelo primeiro imóvel, incentivadas também pelos financiamentos habitacionais”, diz Korehisa, contando que para o padrão econômico as vendas estão altas para apartamentos entre 60 m² e 75 m². Já para médio padrão os apartamentos mais buscados são os de 80 m². “Lazer, segurança e localização são os quesitos mais observados”, afirma.

 

Geralmente casais recém-casados buscam apartamentos de 1 dormitório

 

 

Dois dormitórios

Entre 45 m² e 60 m², os apartamentos de dois dormitórios são mais buscados pelos jovens casais e famílias que querem fugir do aluguel. Além disto, é uma boa saída para quem compra imóveis para investimentos já que é o tipo mais visado para contratos de locações.

Um dormitório
Estudantes, solteiros e casais sem filhos, na faixa entre 25 e 35 anos são os que mais adquirem este modelo. Seu tamanho varia em média, de 30 m² a 42 m². Ultimamente a demanda por estes imóveis próximos a universidades, comércio e estações de metrô cresce cada vez mais, apontado pela praticidade exigida pelos clientes mais jovens.

Quatro dormitórios
Geralmente são de plantas acima de 90 m². Famílias que priorizam bem-estar, segurança e infraestrutura do condomínio são o público-alvo, além também de necessitarem de espaços mais amplos.

Por Heraldo Marqueti Soares 

Fonte: Infomoney

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novembro 06

Financiamento ficou mais atrativo.


6 de novembro de 2012 às 9:06
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Em outubro, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central diminuiu a taxa Selic (taxa básica de juros) para 7,25% ao ano. Foi a 10ª redução consecutiva da taxa, que caiu 42% nos últimos meses. Além de influenciar a queda, ainda que modesta, da taxa de juros do financiamento de imóveis, a medida tornou o financiamento mais interessante para quem planeja comprar a casa própria por conta da correção das mensalidades, hoje zero.

“A taxa Selic colaborou para que o custo do financiamento fosse menor, porque há um ano, a média da taxa de juros era 11,5% ao ano e hoje gira em torno de 10,5%”, explica o economista e vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil, José Dutra Vieira Sobrinho. “Mas há também o indexador, que corrige as prestações. Quando a Selic estava em torno de 8,5%, a taxa referencial estava em muito próxima de zero. Agora com a taxa básica de juros a 7,25% ao ano, o valor das mensalidades se mantém”, continua.

Com tais índices, o financiamento também se mostra mais vantajoso que o consórcio, modalidade conhecida pela ausência da cobrança de juros, pois o valor final do imóvel adquirido via consórcio pode ser muito superior ao preço inicial do apartamento ou casa. “O consórcio era vantajoso quando a taxa de imóveis de financiamento girava em torno de 14%. Existem financiamentos com taxa de juros de 5%. O consumidor tem de ver qual é a taxa administrativa, que muitas vezes pode representar acréscimo significativo ao valor total do imóvel”, explica a pesquisadora em Planejamento e Gestão Territorial e professora da UFABC (Universidade Federal do ABC) Luciana Royer. “Sei de casos de consórcio que podem atingir até 20% do valor do imóvel”, alerta.

Na opinião de David Dantas, professor de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), outra desvantagem do consórcio é a demora na contemplação. “O problema do consórcio é que o consumidor não sabe se a carta de crédito será capaz de comprar o imóvel que ele pensava no início. Portanto, esta modalidade só é interessante se houver condição de garantir antecipação da compra por meio de lances”, conclui.

Para quem busca imóvel novo, na planta ou construí-lo pode ainda optar pelo programa Minha Casa Minha Vida, que financia até 100% do valor da residência no prazo de 30 anos, com taxas a partir de 5% ao ano. Nas regiões metropolitanas, como o ABC, quem tem renda entre R$ 1,6 mil e R$ 5 mil pode financiar imóveis de até R$ 190 mil.

Planejamento evita dor de cabeça

Além de avaliar as taxas de juros e administração, os especialistas ressaltam a importância de fazer uma profunda investigação sobre a sua situação financeira, visto que o erro mais frequente de quem quer comprar um imóvel é desconsiderar os custos que a aquisição agrega. “Quando se compra um imóvel financiado, o consumidor tem custos que variam entre 20% e 30% do valor do imóvel, gastos com a ocupação, compra de móveis e eventuais reparos”, pondera Dantas.

Por isso, Dantas aconselha destinar, no máximo, 30% da renda para o pagamento das mensalidades, um pouco abaixo da capacidade de pagamento, porque se ocorrer algum problema, o consumidor consegue se ajustar.

Outro erro frequente é não inspecionar o vendedor do bem. “Quando se compra um imóvel na planta, é necessário avaliar também a idoneidade da construtora. Mas se for usado, o comprador precisa saber se o vendedor tem débitos com IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) ou dívidas, pois estes custos podem dar dor de cabeça ao consumidor, que não terá a quem recorrer após a transação”, ensina.

Por Camila Bezerra 

Fonte: Repórter diário

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novembro 05

Cultura e educação para o trabalhador da construção civil


5 de novembro de 2012 às 10:54
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social
Publicado por: admin

 Assessoria de Comunicação do Seconci-DF

 Projeto do Seconci-DF leva cinema para dentro dos canteiros de obra por meio das aulas de alfabetização oferecidas aos operários

 A arte imita a vida e por meio dela podemos expressar nossos sentimentos, cultura e melhorar nossas atitudes como pessoa. Unindo arte e educação, a Coordenação Pedagógica do Serviço Social do Distrito Federal (Seconci-DF) está levando cinema para dentro dos canteiros de obras no DF.

O projeto Cinema no Canteiro de Obras leva cultura para dentro do local de trabalho dos operários e incrementa o aprendizado oferecido pelas professoras. Além de ser um instrumento de arte, o filme busca aproximar a realidade dos trabalhadores com temas conhecidos e de interesse do aluno. “A exibição é uma maneira de acrescentar outras formas de aprendizagem. Os filmes estarão disponíveis a todas as turmas de acordo com o plano de ensino do professor”, explica a coordenadora pedagógica do Seconci-DF Jaqueline Lemes.

O primeiro filme exibido foi Abril Despedaçado, do diretor Walter Salles, 2000. A emoção dos trabalhadores era visível nos olhos durante a exibição. Muitos dos que ali estavam se viram na história do menino pobre que vivia no nordeste e não tinha condição nem ao menos de freqüentar uma sala de aula.

O pedreiro Domingos Dionísio de Assis conseguiu se ver na tela . Vindo da Bahia, ele se emocionou com o enredo da história. “Fiquei muito emocionado porque lembrou muito da minha vida e da minha infância lá no nordeste. Cortava cana e não tinha como estudar, assim como o menino”, disse Dionísio.

 De acordo com a professora Fabiana Antonia da Cunha o filme é um meio de mostrar ao aluno como montar uma história, criar um enredo e, além de tudo, contribuir para a produção de texto e o raciocínio dos alunos/trabalhadores. “Às vezes eles têm certa dificuldade em montar um texto e, depois de assistirem ao filme, vamos produzir textos para que eles relatem tudo que perceberam”, disse a professora.

 O projeto de Cinema no Canteiro de Obras deve percorrer todas as turmas de alfabetização do Seconci-DF e apresentar filmes que estejam de acordo com a didática apresentada pelas professoras.

 

Fonte: Seconci DF

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novembro 05

Trabalhadores que frequentam as aulas de alfabetização no df terão sessão de cinema em canteiro de obras.


5 de novembro de 2012 às 7:51
Categoria: Institucional , Responsabilidade Social
Publicado por: admin

O Seconci-DF iniciou nesta quinta-feira (1º de novembro) ao projeto Cinema nos Canteiros de Obras.A primeira sessão de cinema ocorreu  às 12h30 para os trabalhadores do canteiro de obras da Santa Teodata, em Águas Claras, da empresa FAENGE  Engenharia.

A exibição será exclusiva aos operários que frequentam as aulas de Alfabetização e Primeiro Segmento do Ensino Fundamental. A ideia é que todas as turmas de alfabetização recebam o projeto.De acordo com a coordenadora pedagógica do Seconci-DF, Jaqueline Lemes, essa iniciativa sempre fez parte dos planos da Coordenação. “A exibição do filme é uma maneira de acrescentar outras formas de aprendizagem ao aluno.Os filmes estarão disponíveis a todas as turmas de acordo com o plano de ensino do professor”, explica.

O filme escolhido para a estreia do projeto será Abril Despedaçado, do diretor Walter Salles, 2002.A história se passa em 1910 e narra a vida de Tonho (Rodrigo Santoro) que vive na geografia desértica do sertão brasileiro.

Tonho tem uma grande dúvida, pois ao mesmo tempo em que é impelido por seu pai (José Dumont) para vingar a morte de seu irmão mais velho, assassinado por uma família rival, sabe que caso se vingue será perseguido e terá pouco tempo de vida. Angustiado pela perspectiva da morte, Tonho passa então a questionar a lógica da violência e da tradição.

                                                                                                                                                                                                        

 

Por Sandra Bezerra

Fonte: CBIC

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outubro 31

Brasil tem o metro quadrado mais barato entre os BRICS.


31 de outubro de 2012 às 7:22
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

 

Economista afirma que a renda média do brasileiro não é desproporcional ao preço médio dos imóveis no País

O Brasil possui os preços mais baratos de imóveis dentro do BRICS – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, conforme relata a pesquisa do especialista em investimentos Richard Rytenband. Em média, o preço do metro quadrado no Brasil é de US$ 3.836, bem abaixo da Rússia, que tem o metro quadrado mais caro do grupo: US$ 16.991.

Rytenband fez o levantamento utilizando dados do site Global Property Guide, considerando dois critérios de comparação: o preço do metro quadrado dividido pela renda per capita de cada população e a rentabilidade média dos aluguéis (preço do metro quadrado médio dividido pelo preço do aluguel médio).

Imóveis São Paulo

No primeiro critério, o Brasil é o país do grupo que possui o menor valor de metro quadrado pela renda per capita: 0,33. Isso significa que o preço do metro quadrado no Brasil é igual a aproximadamente um terço da renda média do brasileiro. Na Índia, o metro quadrado custa 3,10 vezes o valor da renda per capita do país.

Já quando comparamos a rentabilidade dos aluguéis, o Brasil é superado somente pela África do Sul, com 5,77% ante 5,71% do Brasil, representando valores distantes dos outros três países. E novamente a Índia é o mais desigual – com rentabilidade média anual em 2,66%.

“Historicamente em situações de mercado imobiliário com preços muito elevados e com bolhas próximas de estourar, a rentabilidade ficou próximo ou abaixo de 3% ao ano”, diz Rytenband, que concluiu que China e Índia estão com valores abaixo da “zona perigosa”.

 
Preço médio do m² (US$) Renda per capita (US$) Preço / Renda per capita Rentabilidade média por ano dos aluguéis
*Richard Rytenband
Brasil US$ 3.836 US$ 11.719 0,33 5,71%
Rússia US$ 16.991 US$ 21.248 0,80 3,54%
Índia US$ 11.306 US$ 3.652 3,10 2,68%
China US$ 6.932 US$ 8.466 0,82 2,66%
África do Sul US$ 4.272 US$ 11.035 0,39 5,77%

Perigo descartado
“Para o Brasil alcançar o patamar de precificação desses países precisaríamos de mais rodadas de valorizações significativas nos próximos anos”, explica ele, comentando que os analistas deveriam estar mais atentos ao caso indiano, além da já comentada bolha chinesa. Índia e China alcançaram rentabilidades de 2,68% e 2,66% respectivamente.

“Quando a renda e os preços dos imóveis crescem no mesmo ritmo, não há qualquer chance de bolha já que o movimento tem fundamento e sustentação”, conta Rytenband, que acredita que quando os preços de imóveis crescem de forma persistente, de uma maneira muito mais acelerada que a renda média, então entramos num estágio de perigo, pois o poder de compra da população não mais acompanha a escalada do preço dos imóveis, tornando-os cada vez menos acessíveis.

Por Heraldo Marqueti Soares 

Fonte: Portal Infomoney

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outubro 29

Caixa atinge em outubro mesmo valor de empréstimos imobiliários do ano de 2011.


29 de outubro de 2012 às 15:35
Categoria: Financiamento
Publicado por: admin

Até agora, R$ 80,2 bilhões foram contratados. Expectativa é chegar a R$ 100 bilhões até o fim do ano

A Caixa Econômica Federal anunciou que atingiu no dia 23 de outubro R$ 80,2 bilhões em contratações de crédito imobiliário, valor equivalente ao total registrado em todo o ano de 2011.

O valor é 36,2% maior do que o arrecadado no mesmo período do ano passado, quando haviam sido contratados R$ 58,8 bilhões. A expectativa do banco é que o crédito imobiliário atinha R$ 100 bilhões de empréstimos até o final de 2012, o que seria um recorde.

De acordo com a Caixa, este crescimento pode estar associado ao Programa Caixa Melhor Crédito lançado em abril. O banco afirma que a linha prevê a redução nas taxas de juros, o aumento do volume de recursos disponíveis no mercado e a orientação para o crédito consciente, além da valorização dos clientes.

Por Aline Rocha

Fonte:  Portal PINIWEB

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outubro 25

Imóvel, aposta segura.


25 de outubro de 2012 às 13:43
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Fonte: Correio Braziliense

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