março 17

Peças para reaproveitar o que você já tem em casa.


17 de março de 2016 às 8:28
Categoria: Lar , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Garrafa com plantas

Ideias

São Paulo – O mundo anda muito complicado, já dizia Renato Russo (1960-1996). E arrisco acrescentar: por vezes até meio chato.

A boa notícia é que o humor e a criatividade são receitas milagrosas que levantam qualquer astral e desanuviam as ideias. Mas como ser criativo e bem humorado numa época tão conturbada e de crises?

Nossa sugestão é fazer como os donos das criações, abaixo. Depois, convide os amigos para uma visita e aguarde os elogios. Pronto. Quem não fica mais feliz e inventivo quando é elogiado?

Tambor

Um tambor velho

Aqui, o antigo tambor encontrado na rua virou um mini bar que abriga bebidas e copos. Adendo: vale chamar um serralheiro pra ajudar na empreitada.

Chaves fixas

Chaves fixas sem uso

Depois de entortadas e parafusadas na parede, as chaves fixas antes sem uso, viraram ótimos ganchos para bolsas e casacos.

Para criar o efeito, use um martelo ou peça ajuda para um marceneiro: eles têm máquinas que fazem isso rapidinho.

Garrafa

Garrafa de uísque

Nesta proposta, é melhor chamar um vidraceiro para fazer o furo na base da garrafa. Em seguida, adicione a lâmpada que preferir: pode ser pisca pisca, modelos de led ou o que mais a criatividade permitir.

Bike no banheiro

Bike antiga

Sabe aquela bicicleta parada na garagem? Com os retoques e acessórios certos, ela pode ser transformada em prateleira ou até em apoio para a pia do banheiro, como neste exemplo.

 

Caixotes

Caixotes com móvel antigo

Não sabe o que fazer com o móvel antigo de família? Fácil, é só dar um bom banho de tinta e depois introduzir caixotes coloridinhos. Voilà, o astral do ambiente já muda de cara na hora.

 

Garrafas lustres

 

Garrafas de diferentes formatos

Outro jeito de aproveitar garrafas vazias é fazendo luminárias descoladas.

Para isso, também é importante procurar um vidraceiro e, em alguns casos, consultar um eletricista.

A criação cai bem como pendente para a mesa de jantar ou da cozinha, mas não é uma regra.

Porta

Porta sem uso

É comum sobrarem portas e janelas quando se faz uma reforma, mas jogar no lixo, como bem mostra essa foto, é um desperdício.

Em vez disso, dê uma boa lixada (pode até pintar, mas o estilo envelhecido está em alta e fica um charme), e aí é só escolher o ambiente pra colocar.

 

Fonte:  Portal casa.com.br

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março 04

Caixa volta a oferecer financiamento de imóveis mais barato.


4 de março de 2016 às 8:06
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Agência da Caixa

Agência da Caixa: linha Pró-Cotista FGTS voltou a ser oferecida pelo banco esta semana

São Paulo – A Caixa Econômica Federal voltou a oferecer a partir desta semana a opção de financiamento de imóveis de até 400 mil reais pela linha Pró-Cotista FGTS, crédito que só não é mais barato do que o oferecido pelo banco para quem estiver enquadrado no programa Minha Casa Minha Vida.

A Pró-Cotista voltou a ser operada pelo banco logo após o anúncio de que o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) faria um aporte de 9,5 bilhões de reais para a linha de financiamento imobiliário este ano. A medida foi anunciada no dia 26 de fevereiro.

Segundo a Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), a Caixa havia suspendido os financiamentos da linha desde o final de janeiro por falta de recursos.

A ABMH recebeu reclamações de mutuários que tiveram o financiamento pela Pró-Cotista aprovado pela Caixa, mas não foram chamados para assinar o contrato. Segundo a Caixa, mutuários que já tiveram o crédito aprovado na linha terão prioridade na contratação do crédito agora.

A Pró-Cotista é uma oportunidade para famílias de classe média que não se enquadram nos limites de financiamento da habitação popular adquirirem imóveis novos e usados em um momento no qual o crédito está mais caro e escasso.

No ano passado, o orçamento da Pró-Cotista atingiu 6 bilhões de reais. Este ano, os recursos para a linha devem chegar a 9,5 bilhões de reais. O aumento dos valores se deve à análise de que a procura poderia ser maior do que o valor do orçamento, de acordo com o secretário-executivo do Conselho Curador do FGTS, Quênio Cerqueira, durante o anúncio do novo aporte.

Enquanto a Caixa afirma que continua a financiar unidades de até 400 mil reais (o limite foi anunciado no ano passado), o Banco do Brasil aponta que, desde o dia 5 de janeiro deste ano, recebeu sinal verde do Conselho Curador do FGTS para que voltasse a financiar imóveis de até 750 mil reais em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e 650 mil reais para os demais Estados, limites vigentes antes da modificação anunciada no ano passado.

Condições

A linha Pró-Cotista FGTS cobra taxas de juros menores por conta de um subsídio oferecido aos trabalhadores que têm recursos aplicados no FGTS, que geralmente são empregados formais, com carteira assinada e que realizam obrigatoriamente contribuições mensais ao fundo, equivalentes a 8% do valor do salário.

Também realizam contribuições ao FGTS os trabalhadores rurais, temporários e atletas profissionais. Para empregados domésticos, a contribuição ao FGTS é opcional.

A linha que utiliza recursos do FGTS é oferecida apenas pelo Banco do Brasil e pela Caixa. A taxa de juros aplicada a tomadores que não têm relacionamento com o banco, a chamada taxa balcão, é de 8,85% ao ano na Caixa e de 9% ao ano no Banco do Brasil. Caso o comprador tenha relacionamento com a Caixa, os juros cobrados na Pró-Cotista podem ser ainda menores e chegar a 7,85% ao ano.

Em outros tipos de financiamentos, a taxa cobrada para quem não tem relacionamento com o banco sobe para 9,90% ao ano na Caixa e 11,29% ao ano no BB. Ambos os bancos reajustaram as taxas de juros de financiamentos ao longo do ano passado, enquanto os juros cobrados na Pró-Cotista permaneceram inalterados.

Além de cobrar taxas de juros mais acessíveis do que as praticadas em outros financiamentos, a linha permite financiar até 90% do valor do imóvel no Banco do Brasil e até 80% na Caixa, seja ele novo ou usado.

No ano passado, a Caixa passou a emprestar no máximo 50% do valor da unidade para aquisição de imóveis usados que estejam enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Ou seja, além do programa Minha Casa Minha Vida, a linha Pró-Cotista é a única alternativa para quem pretende comprar imóveis usados na Caixa, mas não tem capacidade de pagar o equivalente a 50% do valor do imóvel como entrada.

O prazo máximo de financiamento oferecido na Pró-Cotista em ambos os bancos públicos é de até 360 meses.

Requisitos

Para ter acesso à Pró-Cotista FGTS, é necessário ter contribuído ao FGTS por mais de três anos, consecutivos ou não, na mesma empresa ou em empresas diferentes.

Caso o tomador se enquadre nessa exigência, a conta vinculada ao fundo deve estar ativa, ou seja, o trabalhador deve estar empregado e realizar atualmente contribuições mensais ao FGTS.

A linha só é concedida para tomadores com contas inativas – que estejam desempregados ou que não estão contribuindo ao FGTS por estar trabalhando sob outro regime de trabalho, por exemplo – caso o saldo do FGTS seja equivalente a pelo menos 10% do valor do imóvel.

Não há restrição com relação à renda familiar dos compradores, desde que o imóvel financiado não tenha valor maior do que 400 mil reais.

Contudo, o comprador não pode ter outro financiamento imobiliário e nem a posse de outro imóvel residencial urbano, concluído ou em construção, na mesma cidade, em municípios limítrofes ou na região metropolitana da cidade onde vive. Preenchidos os requisitos, o uso do saldo do FGTS no financiamento é opcional.

Oportunidade

Para quem se enquadra nas condições da linha Pró-Cotista, Marcelo Prata, diretor do Canal do Crédito, recomenda aproveitar a oportunidade. “É o dinheiro mais barato que esse comprador consegue atualmente.”

Como as restrições de crédito em outras linhas reduzem a demanda por casas e apartamentos, o momento pode ser favorável para a compra do imóvel, pois amplia a possibilidade de negociação de descontos nos preços das unidades, diz Prata.

Por outro lado, financiar o imóvel agora não é indicado caso o comprador esteja inseguro em relação à manutenção do seu emprego nos próximos meses.

Nesse caso, quem não tem reservas financeiras para suportar o pagamento das prestações da dívida diante de um eventual desemprego, pode ser melhor adiar a compra e juntar um valor maior para dar como entrada e reduzir o débito.

Fonte: www.exame.com.br

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janeiro 28

Madeira traz sensação de conforto à sala de estar.


28 de janeiro de 2016 às 8:14
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

O material reveste piso, parede e teto neste apartamento.

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

Espaço não era problema neste apartamento de 236 m², em Santo André, região metropolitana de São Paulo. Mas mesmo assim, o casal de empresários, proprietários do imóvel, contratou as arquitetas Claudia Macedo e Andréa Martin para realizar uma reforma e ampliar ainda mais os ambientes.

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

O principal pedido dos clientes foi integrar a cozinha ao espaço gourmet e para isso, a dupla de arquitetas remodelou toda a área social. Criaram também uma copa, onde acontecem os almoços no dia a dia da família, e uma passagem da cozinha para o terraço.

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

Mas, na verdade, o destaque do projeto é a sala de estar, onde a madeira está presente nas paredes e no teto, trazendo sensação de aconchego aos moradores. A iluminaçãoindireta, instalada no forro, completa o clima intimista do ambiente, que conta com outros itens de conforto, como um painel para uma TV de 80 polegadas, o mimo preferido do casal apaixonado por tecnologia. Além disso, são colecionadores de filmes e, por isso, queriam os DVDs bem organizados. Para isso, as arquitetas desenharam uma estante com gaveteiros que conseguem armazenar todo o acervo.

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

A área gourmet ocupa a varanda e quando a porta de correr está aberta, o espaço fica integrado à sala de estar. Nesse ambiente, o que mais chama a atenção é o painel estampado de MDF onde outra TV foi instalada. Esse recurso foi utilizado para esconder todas as instalações. Para dar um toque de alegria ao décor, as arquitetas tiveram a ideia de revesti-lo com um adesivo colorido.

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

Pensando em aproveitar ainda mais a paisagem que envolve o prédio, colocaram nesse espaço duas poltronas (Estar Móveis) para os momentos de relaxamento. Descolada, a churrasqueira parece ser revestida de aço corten, mas o material, na verdade, é um porcelanato.

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

No quarto principal, o casal queria boa iluminação e tons claros. O pedido foi atendido e paredes, móveis e roupas de cama mesclam branco e cinza, a exemplo da cabeceira feita de couro. A iluminação criou uma atmosfera aconchegante por meio de fitas de LED, embutidas em sancas, e abajures para leitura. Mas o clima de relax não para por aí: nobanheiro foi instalada uma espaçosa banheira (Pretty Jet) e uma bancada de silestone, que recebeu fitas de LED embaixo da base. O outro quatro pertence ao filho do casal e foi decorado com um painel verde e armários revestidos de couro.

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

O espaçoso apartamento ganhou uma circulação mais aconchegante depois da reforma, o que permite aos moradores terem um dia a dia cercado de conforto para curtirem bons momentos em família.

Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)
Um apartamento com terraço gourmet (Foto: Divulgação)

Fonte: casavogue.globo.com

POR NÁDIA SIMONELLI

FOTOS DIVULGAÇÃO

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janeiro 11

Férias requerem cuidados com crianças nos prédios residenciais.


11 de janeiro de 2016 às 13:50
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Preocupação maior deve ser em relação às áreas comuns.

 

Durante as férias escolares , os cuidados com crianças que moram em condomínios residenciais devem ser redobrados. Alguns cuidados essenciais para garantir a segurança e o bem-estar de todos os moradores nesse período.

 

O condomínio pode estimular a realização de recreações, como jogos em quadra e atividades na brinquedoteca, por exemplo, mas sempre com a presença de um adulto na supervisão.

crianças brincando

Foto: Shutterstock

Pais devem tomar cuidado com as crianças em condomínios durante as férias

Nos prédios com pouco espaço para lazer pode-se incentivar a realização de jogos de tabuleiro, quebra-cabeças, bonecas a carrinhos, entre outras atividades. Outra iniciativa é a implantação de uma biblioteca, com livros doados pelos pais, para incentivar a leitura dos pequenos que já forem alfabetizados.

“A contratação de uma escolinha de esportes ou de profissionais especializados em recreação pode ser interessante para a organização das atividades com as crianças”, diz Angélica Arbex, gerente de Relacionamento com o Cliente da Lello Condomínios.

O síndico também pode sugerir ou mesmo organizar previamente, alguns passeios externos, para locais como parques, museus, zoológico e outros pontos turísticos da cidade de São Paulo. “Mas é importante que pelo menos um morador fique como responsável pelo grupo nesses passeios”, orienta Angélica.

Brinquedoteca

Brinquedoteca pode ser utilizada para brincadeiras mais leves (Foto: Shutterstock)

Sobre a segurança das crianças, a preocupação maior deve ser em relação a elevadores, garagem, escadaria, piscina, playground e áreas de acesso restrito como caixas d’água e casa das máquinas.

Nas áreas comuns, algumas medidas são fundamentais. Não é recomendável que crianças menores de 10 anos andem sozinhas no elevador. O condomínio também deve proibir que as crianças brinquem nas escadas e na garagem. É importante manter a escadaria e as garagens com boa iluminação e não deixar entulhos ou outros materiais nesses espaços.

Em relação ao playground ou brinquedotecas, a principal orientação é para que os brinquedos sejam regularmente vistoriados, para verificar possíveis defeitos. Brinquedos móveis como gangorra e gira-gira merecem atenção redobrada. E as crianças menores de cinco anos devem estar sempre acompanhadas por um responsável, que poderá socorrê-las imediatamente no caso de um acidente.

Na piscina, todo cuidado é pouco. As crianças nunca devem permanecer sozinhas nesses locais. O síndico deve orientar os funcionários a ligarem imediatamente para os pais dos menores que forem encontrados desacompanhados de adultos na piscina.

Brinquedos maiores necessitam de mais manutenções (Foto: Shutterstock)

Brinquedos maiores necessitam de mais manutenções (Foto: Shutterstock)

Fonte: Revista do ZAP  – Publicado por: Redação

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dezembro 11

Palestras sobre uso correto de elevadores


11 de dezembro de 2015 às 7:18
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Síndicos, zeladores e administradores aprenderão sobre segurança, uso, conservação e manutenção do bem.

Um milhão de pessoas usam elevador diariamente
Um milhão de pessoas usam elevador diariamente.

Atualmente, cerca de 12 bilhões de elevadores estão em operação no mundo e transportam um bilhão de pessoas por dia. Para manter o bom funcionamento do equipamento e evitar a degradação por conta do uso, são necessárias atitudes seguras que nem sempre são adotadas, muitas vezes por falta de orientação e conhecimento.Para orientar os profissionais que trabalham em condomínios, como síndicos, zeladores e administradores, a Thyssenkrupp desenvolveu o Programa de Palestras de Uso Correto Seu Elevador. Ministrada por consultores, supervisores e gestores de todas as filias do Brasil, a palestra tem como objetivo incentivar a prática segura na conservação, manutenção e uso do equipamento.

O conteúdo teórico é bem completo e aborda desde dicas de segurança até informações referentes às responsabilidades sobre o equipamento, aspectos jurídicos, físicos e estruturais referentes à empresa de assistência técnica, bem como esclarece dúvidas sobre o funcionamento do elevador.

“Muitas vezes o condomínio não sabe, mas de acordo com a legislação vigente, a responsabilidade civil e até mesmo criminal por qualquer acidente envolvendo o elevador será compartilhada entre a empresa que presta serviço de manutenção, o condomínio e o síndico”, alerta Helder Alberto Oliveira Canelas, coordenador Corporativo de vendas de serviços da área de negócios Elevator Technology da Thyssenkrupp para o Brasil.

Entre as orientações para a contratação de uma empresa, dois documentos são fundamentais: registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de engenheiros técnicos responsáveis devidamente cadastrados e a anotação de Responsabilidade técnica (ART), que garantem ao condomínio que existe um engenheiro técnico responsável.

A palestra também orienta sobre os cuidados que devem ser tomados quando o elevador apresenta algum problema. A primeira orientação é não tentar resolver o problema sem a presença do técnico, pois qualquer atitude errada pode colocar as pessoas em uma situação de risco.

Por isso, a Thyssenkrupp alerta sobre os riscos e responsabilidades quando é feito o resgate de passageiro preso no elevador sem a ajuda de profissionais treinados. Também reforça lembretes de segurança, como a proibição de acesso à casa de máquinas por pessoas não autorizadas.

Além da parte teórica, a palestra inclui também vídeos sobre uso correto de elevadores e escadas rolantes criados pela empresa para orientar o público em geral, especialmente as crianças.

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novembro 26

Faenge faz entrega do Concept Boutique Residence.


26 de novembro de 2015 às 9:02
Categoria: Institucional
Publicado por: Thiago Carvalho

Faenge Finaliza 2015 com o pé direito. Ontem, a empresa realizou primeira assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Concept Boutique Residence.

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Para apresentar o primeiro  Boutique Residence de Águas Claras, um coquetel reuniu diretores da construtora, proprietários e representantes da administração do condomínio. O encontro foi conduzido pelo diretor presidente da Faenge, Leonardo Ávila. Ele explicou aos proprietários tudo que precisa ser providenciado para o pleno funcionamento das unidades. Além disso, realizou a eleição para o Conselho Fiscal do condomínio, que irão acompanhar de perto a prestação de contas e a destinação dos recursos. O Diretor da Faenge agradeceu a confiança depositada na empresa e reforçou a excelente escolha que os proprietários fizeram. “O Concept é o lugar ideal  quem quer investir e morar bem. Estamos entregando um prédio moderno, com acabamento diferenciado, com fácil acesso ao centro da cidade. Desejamos um futuro de sucesso a todos”, comemorou. Ele também destacou os diferenciais do empreendimento. “ Além de toda a estrutura do condomínio. Tudo foi pensado para facilitar a rotina das pessoas que circularão pelo Concept”, ressalta.

“Estou satisfeito com o investimento que fiz”, comemora. O empresário Carlos Munhoz, que  também enxergou no Concept uma opção de investimento interessante. “Acredito que fiz um bom negócio e estou bem satisfeito”, finaliza.

Faenge Facilities:

Para manter o conceito de praticidade aos proprietários de Concept, a Faenge firmou parceria com a Nobile, empresa que fará a gestão do condomínio.

Na noite de ontem , a representante Maria Eugênia Brasil participou da reunião e explicou aos proprietários como será a atuação da Nobile no empreendimento. Diversos serviços já estão inclusos no valor do condomínio como segurança 24 horas, manutenção e limpeza das áreas comuns, internet, dentre outros. Fora isso, há uma infinidade de serviços pay-per-use à disposição dos proprietários, pontuou.

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novembro 24

Apartamento de 45 m² inspirado na Pop Art


24 de novembro de 2015 às 11:59
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

O movimento artístico definiu as cores e estampas do projeto

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Desenvolvido pelas arquitetas Flávia Amorim e Renata Melendez, do escritório brasiliense Studio AZ, esse apartamento reúne praticidade e muita personalidade na decoração. Afinal, o cliente, um jovem solteiro e com uma rotina agitada, não tem tempo a perder.

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Como ele recebe os amigos com frequência e adora preparar refeições rápidas enquanto conversa ou assiste a um filme, a cozinha foi integrada ao estar. Assim, a mesma linguagem visual percorre todos os espaços do apartamento de 45 m².

CONFIRA: Decoração para apartamentos pequenos

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Por onde o olhar percorre é possível visualizar cores primárias, contornos pretos e muitas formas geométricas, referências estéticas buscadas no movimento artístico Pop Art. Logo na entrada um painel preto e amarelo, feito de MDF cortado a laser, com iluminação de LED embutida, recebe os convidados de modo impactante.

E MAIS: 5 tendências para viver melhor

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)
Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

A setorização entre sala e cozinha foi marcada pela mesa de refeições, com estrutura metálica e tampo de madeira teka. Na bancada, onde foi instalado o cooktop, as arquitetas optaram por um granito escuro e a geladeira foi instalada ao fundo, deixando a circulação livre. Para aproveitar ainda mais a área e criar um espaço de armazenamento dos utensílios da cozinha, a dupla de arquitetas criou uma estante-divisória, que vai do piso ao teto, repleta de prateleiras. 

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)
Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Um painel 3D, montado com placas, feitas de fibra de resíduos de cana de açúcar, confere charme e personalidade ao décor. Nesse ambiente a marcenaria também é destaque e foi projetada para aproveitar cada centímetro. O painel que abriga a TV possui diversos nichos, onde o morador pode guardar DVDs e livros e, no corredor, um armário armazena roupas de campa e banho.

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulga)

No quarto há mais ideias para otimizar o espaço, como o painel da cabeceira que se transforma em uma pequena mesa de trabalho. Sob a janela, há ainda um móvel que acomoda sapatos e um espelho. 

Apartamento pequeno inpirado na Pop Art (Foto: Edgard Cesar / divulgação)

Com tantas ideias práticas e um estilo que foge do convencional, esse projeto rendeu um prêmio internacional às arquitetas Flávia e Renata. Elas foram agraciadas com o International Property Awards 2015-2016, uma premiação inglesa que reconhece projetos de destaque mundo afora. O Studio AZ ficou entre os cinco melhores escritórios de arquitetura e design das Américas na categoria Interior Design Show Home.

POR NÁDIA SIMONELLI; FOTOS EDGARD CESAR / DIVULGAÇÃO

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novembro 16

Buriti pretende riscar RIT da lista de exigências para regularização de obras .


16 de novembro de 2015 às 14:08
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho


Projeto já na Câmara Legislativa acaba com estudo sobre trânsito que constitui condição para começar obra no DF

Pelas contas do governo, hoje quase 200 empreendimentos estão travados por complicações burocráticas com o Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) no Distrito Federal. Para desatar esse nó, o  Buriti pretende riscar o relatório da lista de exigências para regularização de obras, mas quer cobrar por isso. No caso de uma construção classificada como Polo Gerador de Viagens (PGV), o empresário pagará uma pecúnia, cujo valor irá variar de 0,5% a 2% do custo unitário básico (CUB) do empreendimento.  Em contrapartida, o Executivo promete usar estes recursos para melhorar o trânsito e planejar o desenvolvimento urbano com foco no transporte coletivo, bicicleta e nos pedestres. Não há, porém, garantias de que isso ocorra.

 

Regime de urgência

 

O sepultamento do RIT depende da aprovação de um projeto de lei pela Câmara Legislativa, que já tramita em regime de urgência. “O RIT se tornou uma característica sui generis do DF. Do ponto de vista do planejamento urbanístico é um verdadeiro desastre e vem gerando várias anomalias”, comentou o secretário de Gestão Territorial e Habitação, Thiago de Andrade.

 

Pelo modelo atual, cada empresário precisa produzir um RIT para cada empreendimento e, quando for o caso, arcar com medidas mitigadoras para o trânsito da região.  “Acontece que esses estudos são contraditórios. Muitos são feitos com metodologias sérias. Mas por serem muitos, têm perspectivas distintas e conflitantes. E priorizam o carro”, explicou.

 

Caso a proposta seja aprovada pela Câmara, o governo passará a responsável pelos estudos e medidas de aperfeiçoamento do trânsito. Em vez de analisar os projetos isoladamente, o estado trabalhará em áreas urbanas para evitar  conflitos entre construções. Vice-presidente  do Sinduscon, João Accioly considera a proposta do governo acertada, especialmente pelo viés da desburocratização. Mas não esconde que o setor gostaria que governo fosse menos severo na cobrança do PGV.

 

Secretário promete focar a receita

 

O secretário Thiago de Andrade assegura que o dinheiro arrecadado com a pecúnia será destinado para uma rubrica única do DF para ser aplicado em estudos e obras para melhorias no tráfego. “Vamos focar estes recursos para valorizar o transporte coletivo, as ciclovias e os pedestres”, afiançou. O secretário tem conhecimento da polêmica em relação ao enquadramento da cobrança e declarou que o governo está aberto ao debate. Andrade frisou que obras com irregularidades não serão liberadas pelo novo modelo.

 

Distritais farão audiência para avaliar projeto

 

Dentro das próximas semanas o projeto dos PGVs será tema de uma audiência pública na Câmara Legislativa. A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputada distrital Sandra Faraj (SD) considera o projeto correto no mérito, mas guarda ressalvas quanto às regras, a exemplo da cobrança da pecúnia. Por isso, ela espera colher os pontos de vista do governo e do setor produtivo.

 

“Ao mesmo tempo que oferece uma facilidade, vai pesar no bolso das pessoas. A sociedade está muito achacada com impostos e cobranças. É um assunto muito complexo e sério”, resumiu a parlamentar. A título de comparação, um RIT pode custar de R$ 60 mil até R$ 1 milhão, fora os custos de medidas mitigadoras. O PGV de um projeto cujo CUB seja de R$ 11 milhões custaria de R$ 55 mil, caso a pecúnia fosse de 0,5%, podendo chegar a R$ 220 mil se cobrança fosse 2%.

 

Reduzir a cobrança

 

O deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN) apresentou duas emendas para o projeto, alterando, respectivamente, o enquadramento dos PGVs e a taxa da pecúnia. O parlamentar sugere aumentar os limites de definição para 500 vagas de estacionamento no caso de habitações, 300 para edificações de uso misto e 200 para empreendimentos com outras finalidades. Em relação a pecúnia, a emenda sugere a redução da taxa máxima de 2% para 1,5%. “Precisamos fazer um esforço para ajudar o DF a sair da crise e fazer a economia girar”, contou.

 

Por: Francisco Dutra
Jornal de Brasília

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novembro 11

Projeto que tramita na câmara legislativa do df pode acelerar a emissão da carta de habite-se.


11 de novembro de 2015 às 8:11
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho
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novembro 04

Mercado de moradia de luxo não sente crise e apresenta crescimento no DF.


4 de novembro de 2015 às 8:46
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Faixa etária dos clientes é de 30 a 50 anos, com objetivos diferentes na hora da compra – que, em geral, é feita para habitação e não investimento

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Perdas de rendimento e baixo desempenho do comércio são apenas uma das diversas facetas da crise econômica. Para quem tem capital, o momento é favorável à compra de imóveis de alto padrão. Por não dependerem de linhas de crédito habitacional e, em geral, já possuírem patrimônio, os consumidores desse segmento têm facilidade nas negociações e são responsáveis por manter aquecido esse nicho de mercado. Assim, uma tendência das principais capitais do país se confirma no Distrito Federal. Aqui, registrou-se um aumento de 32% na busca por apartamentos de luxo, no terceiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com estudo de uma empresa da área. Os números mostram também uma nova forma de consumir, em que a internet é o meio principal de busca imobiliária.

A faixa etária do público-alvo é variada: abrange consumidores dos 30 aos 50 anos. São pessoas que já possuem um imóvel próprio e têm, em caixa, a maior parte da quantia a ser investida. A escolha pelo apartamento de alto padrão é baseada em argumentos diretamente relacionados ao momento de vida dos compradores. Os mais novos, por exemplo, tendem a procurar um imóvel melhor em razão da família que cresce, seja pelo nascimento de mais um filho ou pelo desenvolvimento das crianças. Por isso, buscam um apartamento maior e com mais opções de lazer. Piscina, playground e espaço são os principais atrativos.

Filhos fora de casa
No caso dos consumidores com 40 anos ou mais, o motivo da compra é a necessidade reduzir cômodos sem perder a qualidade de vida. São casais cujos filhos já saíram de casa e a residência se tornou um espaço grande demais. Ainda assim, a área social, como espaço gourmet e sala de estar, se torna uma prioridade. A atenção a esses espaços tornou-se um pedido recorrente à arquiteta Denise Zuba. O trabalho dela é focado no público que adquire imóveis de alto padrão. “O cliente quer qualidade de vida e introspecção familiar. Ele preza pelo conforto de poder, por exemplo, receber os amigos em casa e, assim, evitar deslocamentos. Não à toa, a varanda gourmet e a cozinha passaram a ser integrar a área social”, descreve.

O investimento em área de convivência transformou-se o critério do advogado Benjamin Caldas Galotti Beserra, 43 anos, ao optar por um imóvel no Noroeste. Os filhos entraram na adolescência e, em breve, Galotti acredita que a vida social vai ser uma questão relevante para eles. “Minha ideia é trazer os filhos e os amigos dos filhos para dentro de casa. Procurava um apartamento com atrativos, como piscina e churrasqueira, para que eles queiram estar em casa”, explica. Proprietário de outros imóveis, o advogado avaliou o mercado e se cercou de garantias para fechar o negócio, em setembro. “Tinha o recurso para investir e me certifiquei de que o patrimônio que tenho é maior do que a dívida contraída”, diz.

Diferenciais

Os imóveis desse segmento têm metragens e valores significativos. São apartamentos a partir de 150m² e com custo de R$ 1 milhão. Até a tradicional visita ao decorado é realizada de forma diferente, em momento mais avançado, quando o comprador já está prestes a fechar o negócio. Em Brasília, de acordo com recorte da pesquisa, 68% das buscas para alto padrão são focadas nos imóveis de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões. Aqui, a oferta de apartamentos de luxo se concentra no Setor Noroeste, mas é possível encontrar alguns na Asa Sul.

Os estoques a pronta entrega estão esgotados e há até mesmo uma lista de espera para desistência, explica o diretor de vendas da Via Engenharia, Tarcísio Leite. “O imóvel é um produto necessário e, no atual cenário econômico, não existe investidor que compra para revender. O cliente que adquire é o que, de fato, vai morar”, destaca Leite. O lançamento de novas projeções deve ocorrer de forma lenta. Um dos motivos são os trâmites burocráticos, como a liberação de habite-se — que depende, entre outras exigências, da elaboração de Relatórios de Impacto de Trânsito (RIT) —, matéria que vem sendo discutida pelo GDF e pela Câmara Legislativa.

Fonte : http://www.correiobraziliense.com.br/

 

 

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