agosto 25

Medidas preveem redução da burocracia para financiar casa própria.


25 de agosto de 2014 às 16:24
Categoria: Lar , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Medidas preveem redução da burocracia para financiar casa própria. Com uma regra que obrigará a registrar na matrícula do imóvel qualquer ônus jurídico, incluindo outras dívidas do proprietário, compra de imóvel será facilitada.

O conjunto de seis medidas anunciado ontem busca a “melhoria do marco regulatório para o crédito”, de acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A maior parte do pacote entrará em vigor já na semana que vem, por meio de medida provisória.53e12d15-f72a-437f-935d-aefbba764fad

A segurança para comprar imóveis será maior e menos burocrática, segundo o ministro, com uma regra que obrigará a registrar na matrícula do imóvel qualquer ônus jurídico, incluindo outras dívidas do proprietário. Graças a isso, acredita-se que os financiamentos imobiliários ficarão mais fáceis e acessíveis.

Há medidas que visam aumentar os recursos para a concessão de empréstimos. Uma delas é a criação da Letra Imobiliária Garantida, um papel que será lastreado no patrimônio do próprio banco, em recursos que ficarão separados no caso de liquidação. Além da segurança, os investidores deverão ser atraídos pela isenção de Imposto de Renda nas aplicações de mais de dois anos. O principal alvo do papel é a Caixa Econômica Federal. Os recursos da poupança estão escassos para novos empréstimos.

Outra medida nessa linha é a obtenção de créditos tributários pelos bancos. Hoje, empréstimos que não são pagos podem ser deduzidos do imposto a pagar, mas, naqueles superiores a R$ 30 mil, a condição é de que a instituição financeira entre com uma ação judicial. Agora, essa obrigação passa a valer a partir de R$ 50 mil, no caso dos empréstimos com garantidas, e de R$ 100 mil nos demais. Como vão gastar menos com custos jurídicos, os bancos poderão emprestar mais.

Fonte : Correio Braziliense

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agosto 13

Confira dicas para incluir vegetação em casa de forma prática e charmosa.


13 de agosto de 2014 às 17:06
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Confira dicas para incluir vegetação em casa de forma prática e charmosa.

Mesmo em imóveis com metragens reduzidas é possível criar jardins nada convencionais

Divulgação

 

Contato com a natureza pode trazer muitos benefícios. A vida em cidades grandes e a rotina atribulada, contudo, tornam difícil o convívio com espaços verdes. Além disso, com imóveis cada vez menores, é praticamente inviável ter área disponível para um jardim ou uma horta ampla em casa. Com criatividade e um pouco de planejamento, no entanto, é possível, sim, tornar esse sonho realidade. Foi-se o tempo em que era necessária uma casa com um grande pátio para que fosse possível ter flores e vegetação incorporadas no seu dia a dia. Compartilho com vocês algumas ideias criativas de como acrescentar plantinhas e até mesmo temperinhos em seu lar, seja ele uma casa ou umapartamento pequeno.

Você já pensou em ter nichos ou suportes para encaixar os vasinhos? Essa estratégia precisa de pouca profundidade (de 10 a 15 centímetros, dependendo do modelo de vasos e vegetação que você pretende utilizar) e pode ser aplicada em qualquer superfície de parede livre. O ideal é que seja considerada a facilidade de retirada desses vasos, para que o cuidado (poda e hidratação) das plantas seja fácil e funcional. Para ilustrar, temos três exemplos que seguem essa ideia: o primeiro apresenta nichos embutidos em um painel contínuo (projeto de Samantha Ughini na Casa Cor RS 2014).

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Já o segundo traz nichos individuais que completam a composição, juntamente com os outros mobiliários do ambiente (foto topo e abaixo). Projeto descolado das gurias do Arquitetando Ideias:

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Por último, um nicho individual, revestido em espelho para se integrar ao restante do banheiro. Não parece que as flores estão flutuando no espaço? Projeto de Aclaene de Mello:

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Outra ideia interessante é deixar uma área de encaixe para plantas em balcões e bancadas. Nesse caso, é necessário que essa solução seja prevista desde o príncipio, para que o móvel ou granito seja projetado com as dimensões e características necessárias para esse fim. O projeto abaixo é do Carlos Lemos.

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Já para os mais descolados e arrojados, que tal ter vasos suspensos, transformando as plantinhas em um elemento chave da decoração? Essa foi a proposta em um dos ambientes da Casa Cor RS 2014 – uma solução divertida e diferente!

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Se o seu estilo é mais básico e a intenção é não ocupar um espaço físico e fixo, vale ainda recorrer aos clássicos vasos. Flores coloridas ou vegetação verde são opções mais simples e básicas – e nem por isso menos bonitas – para dar um toque de natureza à sua casa! E não pense que para isso é necessário investir em um vaso caro, de cristal ou coisa assim. Com capricho, até mesmo garrafas usadas (de preferência, transparentes) podem trazer estilo e sofisticação ao seu cantinho!  Que tal?

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Uma semana florida a todos vocês!

Fonte : Revista Imóveis

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agosto 07

Homenagem da Faenge no dia dos pais.


7 de agosto de 2014 às 16:23
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

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julho 31

Mercado imobiliário depois da Copa do Mundo.


31 de julho de 2014 às 17:13
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

Mercado imobiliário depois da Copa do Mundo

Tamanho da Fonte Redação Jornal da Comunidade

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Como ficam os preços dos imóveis em 2014? A realização da Copa no Brasil influenciou os valores? Os preços vão despencar após o término do mundial? Segundo o economista Ricardo Amorim, apresentador do programa Manhattan Connection na Globo News e presidente da Ricam Consultoria, as pessoas que estão esperando o final da Copa para comprar uma residência por um preço mais atrativo estão adotando uma estratégia equivocada. Para ele, o setor imobiliário tende a ganhar força após o campeonato, já que muita gente que está adiando a decisão de compra por causa desse tipo de temor terá de rever essa posição, o que vai reforçar ainda mais a demanda.
Brasília confirma este cenário. O Boletim de Conjuntura Imobiliária, referente ao mês de maio, publicado pelo Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF) corrobora a ideia de que o mercado imobiliário continua em alta no DF. Pedro Henrique Colares Fernandes, 2º Vice Presidente Financeiro da instituição, se mostra entusiasmado com os números. “Os dados mostram que a rentabilidade no setor permaneceu alta no mês de maio, principalmente em Águas Claras, onde tanto as lojas como as salas comerciais fecharam na casa dos 0,60%. A maior rentabilidade nos imóveis comerciais, no entanto, foi observada nas lojas de Brasília, com 0,76%”.

O boletim também aponta que a capital continua apresentando os maiores valores por metro quadrado do Distrito Federal – exceto na categoria casas com três e quatro dormitórios – verificados no Cruzeiro de R$6.021 e R$5.942, respectivamente. Já o metro quadrado mais alto, tanto para quitinetes quanto para apartamentos com 4 dormitórios, foi verificado na Asa Sul. Os valores são de R$11.786 e R$10.701. Em relação aos imóveis comerciais, o Setor de Indústria é a localidade que apresenta os maiores valores medianos para lojas de, aproximadamente, 1 milhão e 200 mil reais. O maior valor por m² foi verificado na cidade de Águas Claras – R$10.336,00 – para o mesmo tipo de imóvel. As salas comerciais em Brasília apresentaram o metro quadrado mais valorizado, em torno de R$10.553. Na Asa Norte, este valor pode chegar a R$11.006. A capital federal também apresentou os maiores valores para locação, com quitinetes a R$1.000. Em Águas Claras e Guará, estes valores ficam em R$800 e R$700, respectivamente.

E o otimismo para o setor imobiliário em 2014 já tinha sido apontado em uma pesquisa do portal imobiliário Viver Real. Pelas informações apuradas, o preço mediano de venda, por metro quadrado, em Brasília, cresceu 1,4% do primeiro ao quarto trimestre de 2013. Na percepção dos consumidores brasilienses, 40% acreditavam que os aluguéis iriam “aumentar” ou “aumentar muito” em 2014 e 24% destacavam que ficariam estáveis. Já para os profissionais do mercado, 48% ressaltavam que os aluguéis iriam “aumentar” ou “aumentar muito” e 37% acham que ficariam estáveis este ano. Quanto à venda, 41% dos brasilienses disseram que o preço “iria aumentar” ou “aumentar muito” e 27% que permaneceriam estáveis. Já para os corretores, 47% avaliaram que o preço de venda iria “aumentar” ou “aumentar muito” e 37% destacaram que ficariam estáveis. “Brasília tem o agravante do ritmo de lançamentos ter diminuído no primeiro semestre, mas a demanda por moradia ainda continua alta. Com isso realmente esperamos um maior volume de vendas no segundo semestre com um aumento moderado nos preços”.

 

Fonte:Jornal da comunidade

 

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julho 24

Envolvidos em cada detalhe dos projetos, meninos ganham quartos novos e personalizados


24 de julho de 2014 às 14:17
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Enquanto o irmão mais novo desejava um local especial para pintar, o mais velho queria expor mapas de estações de esqui.

Fonte: PENSE IMÓVEIS

Foto: Ark2 Arquitetura

Ark2 ArquiteturaFrancisco, 11 anos, queria um quarto para receber amigos e primos

Francisco e Frederico ganhariam quartos novos com a reforma do apartamento onde moram, no Jardim Europa, em São Paulo. A pedido dos pais, os meninos de 11 e 13 anos foram consultados durante todo o desenvolvimento dos projetos, desde a escolha das cores e locais de estudo, até o desenho da marcenaria.

:: Pilotos de bicicross pedalam pelas paredes em quarto de menino fã de aventura

O projeto foi idealizado pelas arquitetas Anna Gabriela Teixeira e Luciana Bulus, do escritório Ark2 Arquitetura.Segundo as profissionais, os garotos desejavam cômodos menos infantis. Para o mais novo, ainda, o mais importante era poder ter um local para expor seus quadros, pinturas e receber seus amigos e primos. Beliches convencionais, no entanto, estavam fora de cogitação.

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Tirando proveito do espaço do quarto e do pé direito alto do apartamento, as arquitetas puderam acomodar uma cama suspensa na parede maior e também uma bancada de estudos. “Embaixo da cama do Francisco, colocamos futons que podem ser facilmente retirados para formar novas camas no chão. Dessa forma, conseguimos acomodar até cinco meninos dormindo no mesmo quarto”, explica Luciana.

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O mobiliário foi desenhado em laca branca, enquanto edredons e almofadas foram selecionados em tons de azul. Os nichos acomodam bonecoscoleções de brinquedos e ursos de pelúcia, e o pufe redondo dá o conforto necessário para incansáveis horas de jogos de videogame.

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Como gosta de pintar, Francisco também ganhou um local para colocar seus quadros. Prateleiras e um painel foram instalados próximos à entrada do quarto para que ele possa expor suas obras de arte.

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Já o irmão mais velho, Frederico, pediu um cômodo mais sério. “Para compor um quarto de um pré-adolescente,  utilizamos mais madeira e menos nichos para brinquedos”, pontua Anna Gabriela.  O branco predomina no ambiente, e pontuais toques de verde aplicados nas paredes trazem cor ao espaço.

“A mesa de estudos ficou orientada para a janela, e Frederico pediu que a gente incluísse os mapas das estações de esqui em que esteve e gostou”. Assim, imagens dos locais foram dispostas em cima do nicho sobre a cama. Além disso, o ambiente recebeu um espaço para livros na cabeceira.

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julho 22

A vez das mulheres nos canteiros.


22 de julho de 2014 às 16:22
Categoria: Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

Cursos de azulejista e pintora oferecem às mulheres a chance de ingressar no mercado de trabalho e de mostrar que merecem um lugar ao sol e o respeito no setor da construção civil.

Apesar dos preconcietos enfrentados elas conquistam seu espaço pela dedicação, organização e capricho no serviço

 

Foto: DivulgaçãoApesar dos preconcietos enfrentados elas conquistam seu espaço pela dedicação, organização e capricho no serviço

Setor antes predominantemente masculino, cede espaços para as mulheres, que trocam empregos tradicionais pelas grandes obras, em busca de melhores oportunidades e salários. Para muitos, reboco, contrapiso e chapisco são atividades da construção civil que resultam exclusivamente da mão de obra masculina. Ledo engano. As mulheres estão invadindo o setor, seja como engenheira, pedreira, pintora ou azulejista. Pouco a pouco, vão quebrando paradigma e conquistando um espaço pertencente aos homens. A rotina delas começa antes mesmo do sol sair. A maioria não perde sua feminilidade e de lábios pintados, brincos nas orelhas literalmente põem a mão na massa. O número de mulheres que atua na construção civil aumentou 65% na última década. No DF, as operárias somam 8% dos 66 mil nas construções.
A construção civil é um setor que tem se mantido aquecido nos últimos anos, devido à Copa do Mundo e das Olimpíadas. Além disso, o governo federal investiu na construção de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida e obras do PAC.  Como o cenário tem crescido bastante, está faltando mão de obra qualificada e sobram vagas no setor. Observando isso, as mulheres têm buscado especialização em busca de melhorias.

 

E como elas são mais detalhistas, o força física deixou de ser o único critério na hora de contratar. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, mais de 200 mil mulheres trabalham no setor. Maria Luisa Furtado, 41 anos, é uma delas. Ela é engenheira civil e há 19 anos atua na área. “Sempre gostei de engenharia e tinha facilidade nas matérias exatas. Sou muito curiosa e gosto de estudar, além de ser de uma família de muitos engenheiros…então seguir engenharia foi natural”, relembra Maria Luisa. Infelizmente as mulheres ainda não alcançaram a marca de 10% do mercado da construção civil no DF. Elas somam 8% dos mais de 66 mil trabalhadores. De 2011 para 2012, ocorreu uma diminuição de 1,8 mil postos para mulheres no ramo. Em 1999, trabalhavam na construção civil (com carteira assinada) 83 mil mulheres, número que passou para 158 mil em 2009, segundo a  Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).

 

Maria Luisa conta que sofreu preconceito  de várias formas por ser mulher. Até alguns anos atrás ela relata que era difícil exercer a liderança frente a um grupo de homens, principalmente se eles fossem mais velhos. Mas de acordo com ela, hoje esse lado já melhorou. Assim que eles percebem a qualidade técnica e a cooperação passam a seguir mais tranquilos as orientações. Mas ainda passam por situações “diferentes” como a falta de banheiros femininos nas obras e as botinas nada fashion.  A preocupação dos contratantes com uma possível gravidez e consequentemente a licença maternidade ou possíveis faltas ao trabalho devido ao cuidado com os filhos. “A sociedade também nos cobra muito quanto à aparência, por motivos de segurança não podemos trabalhar de salto, saias, bijoux grandes e até o cabelo deve ser preso, muitos nos vêm como descuidadas e não como cuidadosas”, destaca Maria Luisa.

 

A rotina de mulheres que atuam nos canteiros de obras é vivida por pelo menos seis mil mulheres aqui no DF. A capital federal paga em média R$ 2.442,17 para as operárias do setor. Este é o melhor valor do país. Segundo dados do Ministério do Trabalho elas ganham 24% a mais do que a média salarial da categoria que é de R$ 1.961,87. O vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Izídio Santos Júnior, conta que a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Sinduscon e Senai oferecem cursos que capacitam ladrilheira, pintoras, azulejistas, pedreiras, entre outras como para o canteiro de obras.  De acordo com a Sudeco a mulher, capacitada em um setor como a da construção civil, majoritariamente masculino, terá plenas condições de competir em igualdade por espaço. “O setor da construção civil além de boa remuneração, oferece benefícios como assistência médica e odontológica, algo que também atrai as mulheres. Isso sem falar que elas são mais caprichosas que os homens nas atividades”, destaca o vice-presidente do Sinduscon- DF.

Segurança em primeiro lugar

O serviço pesado não assusta essas guerreiras, que cada vez mais capacitadas, competem igualitariamente com os homens

 

Foto: Divulgação O serviço pesado não assusta essas guerreiras, que cada vez mais capacitadas, competem igualitariamente com os homens.

Visando garantir mais segurança nos canteiros de obras, a partir de setembro fica proibido  para os operários, homens e mulheres o uso de smartphones e tablets para acessar redes sociais e o WhatsApp durante o serviço no DF. A medida, inédita no país, visa à segurança dos profissionais, mas divide opiniões. Serão permitidas ligações, desde que autorizadas por um superior. Para as mulheres fica proibido o uso de barriga de fora, salto alto e cílios postiços, além de roupas justas, como calças de elastano. As calças jeans são mais indicadas. Anéis e pulseiras devem ser evitados por questão de segurança. Há o risco de enganchar em algum instrumento, já a maquiagem pode ser usada à vontade. A touca sob o temido capacete de segurança pelas mulheres evita que o cabelo fique impregnado de poeira. Trocar beijos no rosto não é recomendável. Um aperto de mão é suficiente para cumprimentar colegas de equipe.

Capacitação

A Sudeco apoiou a primeira turma de Mulheres na Construção em Brasília em cooperação técnica com o Instituto Federal de Brasília totalizando a capacitação técnica de 200 mulheres. Os diplomas foram entregues em setembro de 2012 e em outubro de 2012 iniciou a segunda turma ampliando a meta para Brasília e Entorno com a formação de mais 240 mulheres para atender o setor da construção. Atualmente, não há previsão de novas turmas, mas faz parte do planejamento de 2015 da Sudeco a abertura de novas turmas.
A Concretta é também uma escola de construção. A empresa é especializada em cursos profissionalizantes voltados para profissionais que desejam uma melhor qualificação para atuar no mercado de construção civil. Com sede em Brasília, a empresa oferece cursos de pedreiro revestidor, eletricista, bombeiro hidráulico, carpinteiro, armador, pintor e gesso cartonado, além de palestras complementares sobre educação financeira doméstica, empreendedorismo e outros temas de interesse dos alunos. A quantidade de mulheres na construção civil vem aumentando à medida que elas encaram novos postos nas obras. A mulher na construção é uma realidade.

Fonte : Jornal da Comunidade

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junho 27

Responsabilidade Social: Faenge participa da 27ª Formatura de Alfabetização.


27 de junho de 2014 às 9:27
Categoria: Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

Seconci –DF realiza 27ª Formatura de Alfabetização e Primeiro Segmento na Construção Civil.

São 23 anos de projeto e mais de 11 mil atendimentos prestados em prol da melhoria da educação e qualidade de vida dos trabalhadores.

Os trabalhadores que atuam na construção civil do DF têm dentro do local de trabalho a oportunidade de melhorar o ensino. Graças ao projeto do Seconci-DF, que possui salas de aula espalhadas por todo o DF e entorno, uma nova chance é dada para quem quer voltar à sala de aula ou frequentá-la pela primeira vez. Como forma de reconhecimento pelo esforço de cada um, a entidade promove no dia 27 de junho de 2014 a Formatura de Alfabetização e Primeiro Segmento na Construção Civil. Na oportunidade, serão entregues 100 certificados aos alunos que concluíram etapas do ensino.

A cerimônia de entrega de certificados acontecerá no auditório do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) e participarão, além dos formandos, familiares, autoridades, empresários do setor e demais convidados. O presidente do Seconci-DF, Higino Fabiano, reforça a importância da educação na vida do trabalhador. “O Seconci-DF atua como ponte entre o ensino e o trabalhador que não teve oportunidade. Graças a esse projeto, muitos estão melhorando a qualidade de vida e voltando a sonhar com coisas simples como tirar uma carteira de habilitação, por exemplo”, conta Higino.

Para os trabalhadores, a importância do projeto é refletida nos avanços conquistados e na melhoria da qualidade de vida. “Tem que estudar porque é muito bom. Vim da Bahia e não sabia quase nada, agora pretendo fazer um curso de técnico de segurança do trabalho”, fala José Benedito de Souza Filho, 32 anos, operador de betoneira.

Além de possibilitar sonhar com crescimento profissional, a participação dos trabalhadores tem feito a diferença em coisas simples. Para alguns que, antes mal conseguiam ler o itinerário de ônibus, hoje tudo é mais fácil. “Para pegar ônibus eu precisava da ajuda de outras pessoas. Hoje, eu me viro sozinho. Graças ao projeto do Seconci, pude frequentar uma sala de aula pela primeira vez”, explica José Pereira de Souza, 45 anos, servente.

Sobre o projeto – O projeto de Alfabetização do Seconci-DF é realizado em parceria com o Centro de Estudos Supletivos da Asa Sul (Cesas) e com os empresas associadas à entidade. Para ter uma sala de aula em seu canteiro, as empresas precisam disponibilizar um local apropriado, que pode ser o refeitório, e contribuir para o cadastro dos interessados. Ao aluno, não há nenhum custo e todo o material didático é fornecido pelo Seconci-DF. As aulas podem ser realizadas após o almoço ou depois do expediente, a critério da empresa. Caso não haja trabalhadores em quantidade suficiente para formação de turma, os interessados podem frequentar sala disponível no Setor Comercial Sul, onde há turma disponível para a construção civil e pessoas de comunidade.

Sobre o Seconci-DF – O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) é uma entidade sem fins lucrativos que atua na área da construção civil oferecendo diversos serviços de assistência aos trabalhadores do setor e seus familiares.  Considerado o braço social da construção civil, foi fundado em 1988 e visa à inserção da cidadania, contribuindo para o combate das desigualdades sociais, por meio de assistência preventiva médico-ambulatorial, odontológica, engenharia de segurança do trabalho, alfabetização e capacitação. Atualmente, o Seconci-DF possui cinco áreas consideradas estratégicas que visam a melhora qualidade de vida do trabalhador e se coloca como apoio aos empresários em busca da responsabilidade social dentro dos canteiros no DF. São elas: Medicina, Odontologia, Segurança do Trabalho, Educação e Assistência Social.

SERVIÇO:

O que: 27ª Formatura de Alfabetização e Primeiro Segmento do Ensino Fundamental na Construção Civil

Onde: Auditório do Sinduscon-DF, SIA Trecho 2/3 Lote 1.125

Quando: 27 de junho – Sexta-feira a partir das 18 horas

Informações: 3399-1888 Ramal 203/211

Fonte: seconci-df.org.br

 

Turma dos Formandos da Faenge de 2013

Turma dos Formandos da Faenge de 2013

 

Turma dos Formandos da Faenge de 2012

Turma dos Formandos da Faenge de 2012

 

 

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junho 20

Entenda como a iluminação pode influenciar o bem-estar na casa.


20 de junho de 2014 às 17:14
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Com usos específicos em cada fase da vida, as lâmpadas podem mudar a cor e a personalidade dos ambientes

Foto: Rodrigo Ramirez
Rodrigo RamirezEm quartos de casal, é recomendado criar a sensação de aconchego por meio de luz difusa

Cada residência transmite um clima diferente da outra. As pessoas imprimem seus estilos e personalidades na decoração, o que é capaz de criar diferentes sensações. O projeto luminotécnico colabora diretamente para isso, inclusive, influenciando o bem-estar dos moradores.

“A iluminação é responsável por criar diferentes estados emocionais nas pessoas por meio da cor. Tons amarelados, por exemplo, despertam sensação de aconchego; cores frias, branco-azuladas, propiciam atenção e concentração. Algumas cores promovem energia e vitalidade, outras relaxamento e tranqüilidade”, explica Alessandra Bonotto Hoffmann Paim, do escritório ABHP Arquitetura.

Na hora de definir a iluminação de cada ambiente, é importante considerar também para quem se destina o espaço. O projeto luminotécnico deve ser modificado e adaptado para cada fase da vida.


“Casais jovens buscam uma iluminação mais moderna e intimista, criando ambientes aconchegantes principalmente através de iluminação indireta e pontual. Já famílias com crianças preferem uma iluminação mais dinâmica, com ambientes flexíveis e funcionais. Já para idosos, o projeto deve levar em conta além da quantidade, a qualidade da luz, principalmente em áreas de leitura e trabalho”, alertam as arquitetas Carolina Posanske e Mariana Stockler.

Luz como destaque
Segundo elas, a iluminação deve ser pensada junto com o layout do ambiente, valorizando os pontos fortes do projeto de interiores e buscando a funcionalidade do espaço. Para gerar conforto visual, é preciso entender as necessidades e para quais tarefas o espaço vai ser utilizado. A iluminação é capaz de gerar efeitos, hierarquizar ambientes e elementos a partir de seu uso de maneira pontual ou difusa e dos tipos de luminárias e lâmpadas.

“A questão fundamental é imaginar as atividades mais diversas que podem ser exercidas no ambiente e adequar uma iluminação específica para cada uma. Para isso, além de criar vários sistemas diferentes de iluminação, também misturo o tipo de lâmpada, fluorescente, halógena e led de acordo com o melhor que cada uma oferece”, conta Alessandra.

Para a arquiteta Ellen Marques, o projeto luminotécnico deve ser planejado especialmente para cada ambiente, cliente e situação, devendo atender às necessidades conforme as intensidades.

“Em um quarto de bebê, por exemplo, deve-se trabalhar com uma intensidade mais fraca, deixando o ambiente mais aconchegante. Para ambientes de estudo, a necessidade será uma iluminação mais forte para uma bancada de estudos, enquanto na fase adulta, em um quarto de casal, é aconselhado não trabalhar com iluminação direta, para que o ambiente fique mais aconchegante”, garante Ellen.

Alessandra indica o uso da dimerização, recurso que permite o ajuste da intensidade luminosa das lâmpadas individualmente ou em grupos. Assim, a mesma fonte de luz pode ser suavizada ou aumentada de acordo com a necessidade.

“Procuro criar vários cenários para flexibilizar o uso do ambiente para trabalho, leitura, relaxamento e descontração, estabelecendo uma iluminação geral direta e uma indireta. Também utilizo iluminação pontual para destacar algum objeto de apreço dos clientes”, detalha Alessandra.

Para evitar acidentes, ambientes para idosos devem ter uma iluminação mais forte, que destaque objetos e mobiliários. Outra sugestão é também trabalhar com sensores pela casa, para facilitar a locomoção.

Para cada cômodo
A iluminação pode ser direta (distribuída de forma geral), indireta (luz suave, cuja fonte não é visível) e pontual (focalizada em apenas um objeto). As profissionais indicam aplicações de luzes específicas para cada cômodo. A decoração do quarto e da sala, por exemplo, precisa ter elementos que despertem sensação de conforto e provoquem bem-estar. Portanto, é melhor evitar a lâmpada fluorescente branca, mesmo que ela seja econômica.

“Na escolha da lâmpada ideal, a melhor é a que mais se aproxima da luz natural, da luz solar. Para isso, é necessário avaliar o IRC (Índice de Reprodução de Cor), que indica o grau de fidelidade com que as cores são reproduzidas em uma determinada fonte de luz”, avisa Alessandra.

O IRC segue uma escala de 0 a 100 e quanto mais próximo for de 100 (dado à luz solar), mais fielmente as cores serão reproduzidas. O IRC varia de acordo com a lâmpada, já que sua eficiência na reprodução de cores está ligada à tecnologia e às características técnicas.

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Fonte: Pense imóveis
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junho 04

Banheiros mesclam charme e estilo à praticidade.


4 de junho de 2014 às 14:08
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Confira alguns dos ambientes e se inspire.

Divulgação

Foto: Divulgação

Quando o assunto é banheiro, praticidade deve ser sempre levada em consideração na hora do projeto. Charme e estilo, contudo, não precisam ficar de fora do planejamento, garantindo personalidade aos ambientes. Essa combinação entre beleza e funcionalidade pode ser observada nos banheiros da edição 2014 da mostra Campinas Decor.

O ambiente Saleta e Lavabo (foto abaixo), da arquiteta Giovana Carvalho, é moderno. A linha escolhida foi desenvolvida pelo arquiteto e designer austríaco Erwin Leo Himmel, conhecido pelo seu trabalho com automóveis. O assento, de cor neutra, possui queda amortecida. As paredes, por sua vez, foram revestidas com um papel de parede inspirado no estilo dos têxteis escandinavos do século XX, com folhas e flores estilizadas e em tons vibrantes.

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No banheiro dos gêmeos, a arquiteta Erica Bragion se inspirou nas histórias em quadrinhos e seus super-heróis. Assim, a profissional fez uma brincadeira com as cores de cada personagem. Dentre os acabamentos, o principal destaque é o tijolo aparente, que remete aos cenários das histórias.

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Aconchego, conforto e relaxamento nortearam a proposta da arquiteta Roberta Kassouf para a Sala de Banho do Casal (foto topo). Para destacar a área em que os moradores podem descansar, foi criada uma caixa revestida em mármore, inclusive no teto. A separação dessa região é feita pela iluminação, que circunda o espaço. Quanto aos tons selecionados, branco e bege predominam, proporcionando tranquilidade e limpeza.

Para os Banheiros do Restaurante (abaixo), as arquitetas Isabelle Lattaro e Flávia Siqueira quiseram integrar a natureza ao ambiente interno. Assim, a arquitetura aberta estabelece uma conexão direta entre o jardim e o interior do projeto. Seguindo o estilo contemporâneo, o ambiente tem como cores predominantes verde, preto e branco e apresenta um mix de materiais, como vidro, aço oxidado, pedra e porcelanato.

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Fonte: PENSE IMÓVEIS
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maio 28

Imóveis terão registro eletrônico.


28 de maio de 2014 às 8:59
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

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A partir de julho de 2014, começará a ser exigido em todo o País o registro eletrônico de documentação de imóveis. É o que determina a Lei n° 11.977/09, que estabelece tal procedimento para registradores, notários, imobiliárias, bancos, cooperativas e o público em geral envolvidos em transações imobiliárias.

Esses e outros assuntos serão debatidos hoje durante o V Fórum de Direito Notarial e de Registro, que acontece no auditório do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. As inscrições são gratuitas e o evento contará com palestras temáticas e com a presença de renomados profissionais, autoridades, notários e registradores .

O presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR), Rogério Portugal Bacellar, destaca a importância da adaptação dos cartórios. “A pretensão é que o documento registral eletrônico substitua aos poucos os documentos físicos de papel, tais como a escritura, as cédulas e demais títulos, mas com a mesma manutenção de credibilidade”, afirmou.

Fonte: Jornal DCI.

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