outubro 13

Home office: dicas para aproveitamento de espaço e economia na decoração.


13 de outubro de 2014 às 16:41
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Além de simples e práticas, algumas soluções levam charme aos ambientes sem aumentar os custos. Confira!

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Esta semana, gostaria de compartilhar com vocês ideias simples e baratas para deixar home office bonito e funcional. Vamos começar com dicas para diminuir os custos?Assim que vi este projeto “low cost” (foto de abertura e abaixo) em Bangkok, me apaixonei. Afinal, é uma ideia realmente simples e muito lindinha: caixotes de madeira – desses rústicos, achados em feiras – utilizados como nichos para elementos decorativos e livros. O charme fica por conta da pintura colorida dentro deles. Neste caso, foram aplicadas cores diversas, mas sugiro pintá-los em degradês de uma mesma tonalidade. Já pensaram que amor? Uma ótima ideia para decoração, com funcionalidade clara e custo relativamente baixo. estantes-low cost
Ainda nessa linha de menor custo, compartilho com vocês um projeto bem diferente, no qual estive envolvida no final do ano passado. O escritório da Surfari compilou uma série de soluções “faça você mesmo”, e destaco o mobiliário feito em OSB (falando nisso, já viu minha coluna da semana passada, que fala justamente sobre essa opção econômica para os móveis?). Os painéis, afastados 20 centímetros da parede, formam armários, com acessos pelas laterais e sem custos com estrutura ou dobradiças. Como opção de revestimento, uma das paredes foi pintada de tinta preta com acabamento para quadro negro – assim, fizemos um grande mural sem precisar investir em lousa ou vidro. surfari
Outra dica ótima para quem busca organização sem investimento é utilizar tags em tudo. Isso mesmo: o simples posicionamento de adesivos divide e organiza o espaço disponível para armazenamento.

Como ocupar melhor o espaço disponível?
Soluções que tirem o maior partido possível dos espaços existentes valem ouro, já que cada vez mais os ambientes estão menores e é preciso aproveitar cada cantinho disponível, não é mesmo? Por isso, hoje tenho duas dicas que podem ser aplicadas não só em escritórios, mas em qualquer cômodo da sua casa. A primeira são aparadores, mas não os tradicionais e mais conhecidos. Indico aqueles móveis posicionados logo abaixo dos peitoris das janelas, ótimos para armazenamento de objetos. Com pouca profundidade, suspensos ou não do chão – dependendo da altura total do peitoril – as peças são verdadeiras curingas.A dica é utilizar acabamentos neutros, de preferência da cor da parede, como este proposto pelo escritório.Resolution 4 Architecture. Sua funcionalidade varia de acordo com o posicionamento na casa: em um quarto, por exemplo, faz as vezes de cômoda. Já na sala, próximo à área de jantar, funciona como buffet e área de apoio para bebidas. Já no escritório, serve muito bem para armazenar documentos ou, até mesmo, como biblioteca. aparadoraparador

A segunda dica é abusar das miniprateleiras –já falamos sobre elas aqui no Pense Imóveis em uma matéria com dicas para salas pequenas. Em escritórios, elas também funcionam muito bem. São ótimas para espaços reduzidos, onde prateleiras com profundidades tradicionais (entre 25 e 30 centímetros) não caberiam. Dessa forma, é possível ter elementos decorativos ou até mesmo livros e revistas (posicionadas de pé, é claro) em seu escritório. Para exemplificar, um lindo modelo apresentado pelo blog Weekday Carnival. Nesta imagem, além das miniprateleiras, temos ganchos em madeira, completando a composição.

 

Fonte : Revista Pense Imóveis

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outubro 07

Consciência e prevenção ao câncer de mama.


7 de outubro de 2014 às 15:51
Categoria: Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

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outubro 02

Reciclagem de material de contrução civil.


2 de outubro de 2014 às 8:36
Categoria: Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho
 

Processo simples, a reciclagem dos sacos de cimento protege o meio ambiente e gera renda, tanto no papel da embalagem (que pode virar uma bolsa), quanto nas sobras de cimento, que podem se transformar em esculturas.

A construção civil é um grande consumidor de materiais e um grande gerador de resíduos. A ideia é viabilizar o desenvolvimento sustentável em combinação com a solução do problema social da habitação não é novo e conta até com uma categoria especial no Setor Reciclagem.

Os desafios da construção civil, em diminuir o impacto ambiental da sua atividade, são enormes, mas um de seus resíduos pode ter novas utilidades com pouco esforço e investimento.

Reciclagem de sacos de cimento

O papel que embala o saco de cimento é de boa qualidade, portanto pode se transformar em papel ou papelão novamente. Veja mais sobre reciclagem industrial de papel e sobre reciclagem artesanal de papel.

O saco de cimento está classificado como KRAFT III, em uma grande lista de tipos de papel, então é bom não misturá-lo com outros tipos, assim preserva-se o valor das outras aparas de papel.

Se a reciclagem deste resíduo é viável, deve-se fazer um trabalho de conscientização e sensibilização que envolva todos os elos da construção civil, de fabricantes de cimento e construtoras, até o ajudante de pedreiro.

O processo de reciclagem do saco de cimento

É bastante simples. Após o corte correto do saco, para não estragar ou espalhar pequenos resíduos de papel (além de não desperdiçar cimento), as embalagens devem ser separadas dos outros resíduos e lavadas em um tanque com água de chuva, por exemplo.

Após a secagem, o papel deve ser estocado até alcançar o maior volume possível. Recicladores compram toneladas de papel.

A borra obtida na lavagem do papel pode se transformar em esculturas. É importante ter visão ampla e reutilizar o que for possível. A mesma água pode ser usada inúmeras vezes.

Bolsas ecológicas de sacos de cimento

Vale citar a iniciativa de sucesso do estilista mineiro Rogério Lima, que lançou uma coleção, que vai de maxi bolsas à carteiras, todas feitas de sacos de cimento. Aliadas a tecidos e peças de metal ou envernizadas, as bolsas ilustram a preocupação com a reciclagem.

Segundo Rogério, a ideia de usar os sacos de cimento surgiu na reforma do Showroom, lugar onde a grife vende por atacado. “Desde que Jum Nakao criou roupas recicláveis, fiquei com vontade de fazer algo parecido, mas achava que não era funcional”, conta. “Quando reformei meu Showroom, gastei muito saco de cimento. O setor financeiro da minha empresa ficou no meu pé dizendo que eu estava gastando muito dinheiro e que tantos sacos teriam que se pagar. Pensei em vendê-los, mas logo mudei de ideia e foi quando vi que poderia colocar em prática a vontade de fazer moda reciclável”, diz.

O sucesso foi tanto que Rogério já participou de feiras em Paris, Milão, Hong-Kong e atualmente fabrica as bolsas da grife Cavalera – que já tem a linha de papel em todas as lojas da marca -. “Na edição 2008 da São Paulo Fashion Week, faltavam três dias para o desfile e o estilista Ronaldo Fraga me pediu para criar uma bolsa. Ele me deu algumas estampas relacionadas ao tema do desfile, que era o rio São Francisco, e escolhi a de um peixe. Fiz uma carteira grande de saco de cimento com um peixe feito em couro na frente. Ronaldo amou e brincou que a carteira ia roubar a cena das roupas”, conta.

A grande maioria dos resíduos são recicláveis, mas as vezes não são reciclados por estarem contaminados e misturados. Com força de vontade, transformamos lixo em riqueza. Com as bençãos da mãe natureza.

Fonte : www.setorreciclagem.com.br

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setembro 29

Faenge completa 15 anos.


29 de setembro de 2014 às 16:06
Categoria: Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

FAENGE 15 ANOS - MARCAS E NEGOCIOS

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setembro 24

Material charmoso e barato para revestir os móveis.


24 de setembro de 2014 às 16:54
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho
Veja como economizar no mobiliário utilizando painéis de tiras de madeira.
Atelier Premier Etage

 

Um dos itens de maior impacto no orçamento da decoração de um imóvel é, sem dúvidas, o mobiliário. Os móveispossuem um custo que, muitas vezes, supera em 60% o valor total da obra. Por isso, com frequência, os proprietários abandonam o sonho de se mudar para o novo lar com tudo pronto e acabam adquirindo as peças gradativamente.

Existe no mercado, contudo, uma alternativa que diminui esses custos, sem deixar estilo e funcionalidade de lado. Vocês já conhecem o OSB? O termo vem do inglês “Oriented Strand Board”, que significa Painel de Tiras de Madeira Orientadas. O material nada mais é do que um aglomerado de madeira reflorestada e resinas industriais, constituído em camadas. Além do baixo custo, o OSB tem diversas vantagens: é resistente (por isso, muitas vezes se utiliza como painel estrutural); suporta intempéries, podendo ser utilizado no exterior; é durável e, além de tudo, sustentável. Por possuir um aspecto mais rústico e industrial, no entanto, já sofreu muito preconceito, mas vem cada vez mais sendo incorporado no design de interiores no mundo todo.

Para ilustrar, quero compartilhar com vocês dois projetos específicos que abusam do OSB. Vamos lá?

O primeiro, um apartamento totalmente reformado em Paris pelo Atelier Premier Etage, utiliza o material em sua forma bruta, ou seja, limpo – sem pintura ou verniz. As imagens mostram como o OSB pode ser aplicado de forma bastante delicada, desde que combinado com elementos mais clássicos. Além disso, podemos ver que, por ter uma tonalidade bastante neutra, pode ser usado também com outras cores, como é o caso nos dormitórios e seus tons azuis.

 

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Já o segundo, planejado pelo Life Space Journey, apresenta o material pintado e nos mostra como existem diversas possibilidades estéticas com a sua utilização. Como o OSB apresenta diferenças milimétricas de espessura em sua composição, o efeito acaba sendo bem texturizado. Neste projeto, foi pintado em preto, mas poderia ter sido em qualquer tonalidade e com acabamento fosco ou brilhoso, dependendo do seu gosto. Na proposta, vemos, ainda, que o material pintado também foi combinado com sua forma bruta – na base da cama no quarto –, comprovando sua versatilidade.

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Fonte : Revista Pense Imóveis

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setembro 18

Apartamento pequeno e utilizado esporadicamente tem ambientes integrados.


18 de setembro de 2014 às 16:48
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Ausência de divisões físicas dá amplitude ao imóvel, cuja proposta inclui tonalidades neutras sem deixar de lado toques de personalidade.

Andrya Kohlmann

 

O desafio? Metragem reduzida – 47 m² – e apenas duas janelas conferindo iluminação e ventilação naturais. A vantagem? O imóvel não é usado para moradia, sendo ocupado apenas em finais de semana, quando a proprietária, que mora em São Paulo, vai a Santa Maria assistir a cursos. A integração proposta pelos arquitetos Andrya KohlmannRafael Lorentz soluciona as condições físicas do apartamento e dá funcionalidade aos ambientes.

“Optamos pela exclusão de separações físicas, como paredes ou mobiliários até o teto, que dividiriam os ambientes e fariam o apartamento parecer ainda menor”, explica Andrya. O móvel contínuo da cozinha, utilizado para embutir os eletrodomésticos, ajuda a evidenciar o conceito de uma planta livre. Da mesma forma, a TV foi presa a um painel, na lateral do imóvel, ocupando o menor espaço possível.

Para indicar o limite entre estar e dormitório, uma divisória baixa, que não afeta a integração da proposta, foi incluída. “Próximos à janela, temos dois volumes fixos: o banheiro à esquerda e o closet à direita. No centro dessa área, posicionamos o home office com uma bancada curva, que abraça a coluna existente e garante vista privilegiada para a bela paisagem do vale”, indica a arquiteta.

Cores neutras são predominantes no projeto. A proprietária, contudo, também desejava um visual impactante. “Propusemos o uso do azul marinho, que foge do comum, mas é uma cor discreta. Além disso, combina facilmente com elementos de decoração coloridos e não cansa ao longo do tempo”, conta Andrya. “Para complementar essa estética diferenciada, sugerimos uma galeria de arte na parede ao lado da entrada, que é o maior plano livre do apartamento.”

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setembro 05

Saiba como organizar o orçamento para comprar um imóvel.


5 de setembro de 2014 às 15:33
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho
Antes de começar um financiamento, é indicado fazer simulações em diferentes instituições financeiras

SXC

Comprar um imóvel significa, muitas vezes, assumir uma dívida que pode durar grande parte da sua vida. Não é à toa, portanto, que tomar uma decisão desse porte gera dúvidas e inseguranças. Para deixá-lo mais tranquilo, preparamos algumas dicas e orientações.

Cuidados antes da compra
– Faça um planejamento de como você pretende guardar o dinheiro destinado ao pagamento do imóvel;

– Caso você opte por um financiamento, faça pesquisas e simulações em diferentes instituições financeiras, antes mesmo de começar a buscar o imóvel. Veja o que o banco onde você é correntista pode oferecer de vantagens, como taxas diferenciadas e benefícios. Com a simulação ou com a carta de crédito já aprovada, avalie se o financiamento cabe no seu orçamento doméstico;

– Lembre-se que os seus rendimentos podem crescer ou diminuir. Além disso, imprevistos, como doenças na família e perda do emprego, podem acontecer. Portanto, cuide o quanto da sua renda será comprometida com a aquisição do imóvel. Guardar um valor para situações inesperadas pode ser bastante útil;

– Conheça todos os custos que manter uma casa pode gerar, como as contas de luz, água, telefone;

– Para que você não tenha que trocar de imóvel no curto prazo, avalie se a família pode crescer ou diminuir (com a chegada de novos filhos ou partida de filhos em idade adulta);

O que fazer quando você não tem valor suficiente para dar de entrada?
No Brasil, os financiamentos costumam exigir que a pessoa dê de 20% a 40% do valor do imóvel na entrada. Alguns incentivos, no entanto, chegam a financiar 100% do valor do imóvel.

– Evite uma ‘bola de neve’: não financie o valor de entrada, pois esse gasto pode acumular com as prestações do financiamento em si, além das despesas com condomínio e outras dívidas. Se você não tem o que dar de entrada, economize e reúna o valor;

– Veja se você não tem algum bem que possa ser vendido, como um segundo carro, por exemplo, e utilize esse valor para a entrada.

Dicas para economizar
– Manter o dinheiro destinado à compra da sua casa longe das outras economias pode ser uma boa alternativa para que você não o gaste com outras aquisições. Fazer uma conta de poupança específica para a compra da casa pode ser uma saída;

– Aumente a sua verba investindo o seu dinheiro com segurança na poupança, no Certificado de Depósito Bancário (CDB) ou em fundos de investimento a curto prazo.

Poupar mais ou financiar mais?

Esperar, juntar uma entrada maior e financiar um valor menor:

Prós
– Você pagará menos juros;

– O risco de você não ter condições de pagar as parcelas do empréstimo são menores;

Contras
– Precisa esperar mais tempo para adquirir a casa, tendo que utilizar o valor para pagar um aluguel. Esse valor poderia estar sendo utilizado para pagamento das parcelas de um financiamento;

– Exige disciplina, pois as economias podem ser destinadas para pagamentos de outros gastos, gerando problemas ao orçamento.

Dar uma entrada menor, financiando a maior parte:

Prós
– Você para de pagar aluguel;

– A casa é adquirida em menos tempo.

Contras
– Você pode ter que pagar mais juros;

– Problemas podem surgir caso você assuma um financiamento e não consiga pagar as prestações.

Fontes: Pense Imóveis, Rafael Severo e Tales Bergmeyer Morigi, da Escola de Investidores, e o livro “Imóveis, seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio”, de Luiz Calado.

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agosto 25

Medidas preveem redução da burocracia para financiar casa própria.


25 de agosto de 2014 às 16:24
Categoria: Lar , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Medidas preveem redução da burocracia para financiar casa própria. Com uma regra que obrigará a registrar na matrícula do imóvel qualquer ônus jurídico, incluindo outras dívidas do proprietário, compra de imóvel será facilitada.

O conjunto de seis medidas anunciado ontem busca a “melhoria do marco regulatório para o crédito”, de acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A maior parte do pacote entrará em vigor já na semana que vem, por meio de medida provisória.53e12d15-f72a-437f-935d-aefbba764fad

A segurança para comprar imóveis será maior e menos burocrática, segundo o ministro, com uma regra que obrigará a registrar na matrícula do imóvel qualquer ônus jurídico, incluindo outras dívidas do proprietário. Graças a isso, acredita-se que os financiamentos imobiliários ficarão mais fáceis e acessíveis.

Há medidas que visam aumentar os recursos para a concessão de empréstimos. Uma delas é a criação da Letra Imobiliária Garantida, um papel que será lastreado no patrimônio do próprio banco, em recursos que ficarão separados no caso de liquidação. Além da segurança, os investidores deverão ser atraídos pela isenção de Imposto de Renda nas aplicações de mais de dois anos. O principal alvo do papel é a Caixa Econômica Federal. Os recursos da poupança estão escassos para novos empréstimos.

Outra medida nessa linha é a obtenção de créditos tributários pelos bancos. Hoje, empréstimos que não são pagos podem ser deduzidos do imposto a pagar, mas, naqueles superiores a R$ 30 mil, a condição é de que a instituição financeira entre com uma ação judicial. Agora, essa obrigação passa a valer a partir de R$ 50 mil, no caso dos empréstimos com garantidas, e de R$ 100 mil nos demais. Como vão gastar menos com custos jurídicos, os bancos poderão emprestar mais.

Fonte : Correio Braziliense

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agosto 13

Confira dicas para incluir vegetação em casa de forma prática e charmosa.


13 de agosto de 2014 às 17:06
Categoria: Lar
Publicado por: Thiago Carvalho

Confira dicas para incluir vegetação em casa de forma prática e charmosa.

Mesmo em imóveis com metragens reduzidas é possível criar jardins nada convencionais

Divulgação

 

Contato com a natureza pode trazer muitos benefícios. A vida em cidades grandes e a rotina atribulada, contudo, tornam difícil o convívio com espaços verdes. Além disso, com imóveis cada vez menores, é praticamente inviável ter área disponível para um jardim ou uma horta ampla em casa. Com criatividade e um pouco de planejamento, no entanto, é possível, sim, tornar esse sonho realidade. Foi-se o tempo em que era necessária uma casa com um grande pátio para que fosse possível ter flores e vegetação incorporadas no seu dia a dia. Compartilho com vocês algumas ideias criativas de como acrescentar plantinhas e até mesmo temperinhos em seu lar, seja ele uma casa ou umapartamento pequeno.

Você já pensou em ter nichos ou suportes para encaixar os vasinhos? Essa estratégia precisa de pouca profundidade (de 10 a 15 centímetros, dependendo do modelo de vasos e vegetação que você pretende utilizar) e pode ser aplicada em qualquer superfície de parede livre. O ideal é que seja considerada a facilidade de retirada desses vasos, para que o cuidado (poda e hidratação) das plantas seja fácil e funcional. Para ilustrar, temos três exemplos que seguem essa ideia: o primeiro apresenta nichos embutidos em um painel contínuo (projeto de Samantha Ughini na Casa Cor RS 2014).

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Já o segundo traz nichos individuais que completam a composição, juntamente com os outros mobiliários do ambiente (foto topo e abaixo). Projeto descolado das gurias do Arquitetando Ideias:

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Por último, um nicho individual, revestido em espelho para se integrar ao restante do banheiro. Não parece que as flores estão flutuando no espaço? Projeto de Aclaene de Mello:

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Outra ideia interessante é deixar uma área de encaixe para plantas em balcões e bancadas. Nesse caso, é necessário que essa solução seja prevista desde o príncipio, para que o móvel ou granito seja projetado com as dimensões e características necessárias para esse fim. O projeto abaixo é do Carlos Lemos.

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Já para os mais descolados e arrojados, que tal ter vasos suspensos, transformando as plantinhas em um elemento chave da decoração? Essa foi a proposta em um dos ambientes da Casa Cor RS 2014 – uma solução divertida e diferente!

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Se o seu estilo é mais básico e a intenção é não ocupar um espaço físico e fixo, vale ainda recorrer aos clássicos vasos. Flores coloridas ou vegetação verde são opções mais simples e básicas – e nem por isso menos bonitas – para dar um toque de natureza à sua casa! E não pense que para isso é necessário investir em um vaso caro, de cristal ou coisa assim. Com capricho, até mesmo garrafas usadas (de preferência, transparentes) podem trazer estilo e sofisticação ao seu cantinho!  Que tal?

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Uma semana florida a todos vocês!

Fonte : Revista Imóveis

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agosto 07

Homenagem da Faenge no dia dos pais.


7 de agosto de 2014 às 16:23
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

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