março 17

Peças para reaproveitar o que você já tem em casa.


17 de março de 2016 às 8:28
Categoria: Lar , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Garrafa com plantas

Ideias

São Paulo – O mundo anda muito complicado, já dizia Renato Russo (1960-1996). E arrisco acrescentar: por vezes até meio chato.

A boa notícia é que o humor e a criatividade são receitas milagrosas que levantam qualquer astral e desanuviam as ideias. Mas como ser criativo e bem humorado numa época tão conturbada e de crises?

Nossa sugestão é fazer como os donos das criações, abaixo. Depois, convide os amigos para uma visita e aguarde os elogios. Pronto. Quem não fica mais feliz e inventivo quando é elogiado?

Tambor

Um tambor velho

Aqui, o antigo tambor encontrado na rua virou um mini bar que abriga bebidas e copos. Adendo: vale chamar um serralheiro pra ajudar na empreitada.

Chaves fixas

Chaves fixas sem uso

Depois de entortadas e parafusadas na parede, as chaves fixas antes sem uso, viraram ótimos ganchos para bolsas e casacos.

Para criar o efeito, use um martelo ou peça ajuda para um marceneiro: eles têm máquinas que fazem isso rapidinho.

Garrafa

Garrafa de uísque

Nesta proposta, é melhor chamar um vidraceiro para fazer o furo na base da garrafa. Em seguida, adicione a lâmpada que preferir: pode ser pisca pisca, modelos de led ou o que mais a criatividade permitir.

Bike no banheiro

Bike antiga

Sabe aquela bicicleta parada na garagem? Com os retoques e acessórios certos, ela pode ser transformada em prateleira ou até em apoio para a pia do banheiro, como neste exemplo.

 

Caixotes

Caixotes com móvel antigo

Não sabe o que fazer com o móvel antigo de família? Fácil, é só dar um bom banho de tinta e depois introduzir caixotes coloridinhos. Voilà, o astral do ambiente já muda de cara na hora.

 

Garrafas lustres

 

Garrafas de diferentes formatos

Outro jeito de aproveitar garrafas vazias é fazendo luminárias descoladas.

Para isso, também é importante procurar um vidraceiro e, em alguns casos, consultar um eletricista.

A criação cai bem como pendente para a mesa de jantar ou da cozinha, mas não é uma regra.

Porta

Porta sem uso

É comum sobrarem portas e janelas quando se faz uma reforma, mas jogar no lixo, como bem mostra essa foto, é um desperdício.

Em vez disso, dê uma boa lixada (pode até pintar, mas o estilo envelhecido está em alta e fica um charme), e aí é só escolher o ambiente pra colocar.

 

Fonte:  Portal casa.com.br

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setembro 29

Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares.


29 de setembro de 2015 às 8:44
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Opção é voltada para os consumidores que não querem prejudicar a estética dos telhados de suas casas.

telha-solar2

 

Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.

Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.

Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.

Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.

Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

Fonte www.pensamentoverde.com.br

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julho 15

Faenge participa da construção das primeiras trilhas executadas dentro do Parque Burle Marx.


15 de julho de 2015 às 8:45
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Construtora Faenge participa da construção das primeiras trilhas executadas dentro do Parque Burle Marx, afim de atender anseios dos moradores do Noroeste.

Para aqueles que querem aproveitar  o local é ideal  para práticas esportivas, fazer trilhas próximo a vegetação nativa, o Cerrado.  O parque é uma área de conservação  e  contemplação  para crianças e adultos. 

Simétrico ao Parque da Cidade, o Parque Burle Marx tem a mesma função de criar uma zona de amortecimento entre o Plano Piloto e as áreas vizinhas, além de constituir espaço de lazer público para a população. É parte fundamental da concepção da escala bucólica.

O Parque foi criado por decreto em 1990. Situa-se na Asa Norte, entre as quadras 908 e 916, e o Setor Noroeste. Com 280ha, contribui para a manutenção de um cinturão verde em torno do Plano Piloto.

 

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dezembro 03

Faenge participa do Dia De Doar.


3 de dezembro de 2014 às 9:16
Categoria: Institucional , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

O evento acontece em diversos países e no Brasil foi coordenado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Juntamente com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), o Seconci-DF levou kits de material escolar para filhos dos trabalhadores que frequentam as aulas de alfabetização da entidade. Foram doados kits para turmas no Noroeste e em Valparaíso de Goiás. Esse é o segundo ano que o Brasil participa do evento que surgiu em 2012.

O Dia de Doar é uma campanha livre, que todos podem aderir: organizações que queiram realizar campanhas de novos doadores tendo o Dia como mote; negócios que queiram promover a cultura de doação dentre seus clientes; doadores que queiram reforçar perante seus pares e a comunidade a importância de contribuir para o financiamento da sociedade civil.

Fotos da entrega dos kits no canteiro de obras da construtora FAENGE no Noroeste.

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O evento aconteceu simultaneamente em 2 de dezembro. Pessoas de diversos países se reúniram para doar em favor de causas sociais. A cada ano, novos países aderem ao movimento. Este é o primeiro ano de participação do Brasil. “Convidamos nossos 430 associados a participarem desta corrente do bem, para que a Indústria da Construção seja o primeiro setor produtivo a se engajar verdadeiramente na iniciativa”, declara o presidente do Sinduscon-DF.

A campanha já acontece na Austrália, Canadá, Irlanda, Israel, Singapura, Reino Unido, América Latina, México e Nova Zelândia. É um movimento global que inspira ações locais de doações em diversas partes do mundo.

Como funciona?

As doações são compostas por kits escolares para os filhos dos trabalhadores da Construção Civil que frequentam o ensino fundamental. Os kits serão entregues em canteiros de obras do Distrito Federal e, também, para as turmas do Projeto de Alfabetização do Serviço Social da Indústria da Construção Civil (Seconci-DF). O objetivo é estimular a educação dos filhos dos trabalhadores da Construção Civil.

 

Fonte:

Sinduscon-DF : http://www.sinduscondf.org.br/

Seconci-DF: http://www.seconci-df.org.br/

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outubro 02

Reciclagem de material de contrução civil.


2 de outubro de 2014 às 8:36
Categoria: Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho
 

Processo simples, a reciclagem dos sacos de cimento protege o meio ambiente e gera renda, tanto no papel da embalagem (que pode virar uma bolsa), quanto nas sobras de cimento, que podem se transformar em esculturas.

A construção civil é um grande consumidor de materiais e um grande gerador de resíduos. A ideia é viabilizar o desenvolvimento sustentável em combinação com a solução do problema social da habitação não é novo e conta até com uma categoria especial no Setor Reciclagem.

Os desafios da construção civil, em diminuir o impacto ambiental da sua atividade, são enormes, mas um de seus resíduos pode ter novas utilidades com pouco esforço e investimento.

Reciclagem de sacos de cimento

O papel que embala o saco de cimento é de boa qualidade, portanto pode se transformar em papel ou papelão novamente. Veja mais sobre reciclagem industrial de papel e sobre reciclagem artesanal de papel.

O saco de cimento está classificado como KRAFT III, em uma grande lista de tipos de papel, então é bom não misturá-lo com outros tipos, assim preserva-se o valor das outras aparas de papel.

Se a reciclagem deste resíduo é viável, deve-se fazer um trabalho de conscientização e sensibilização que envolva todos os elos da construção civil, de fabricantes de cimento e construtoras, até o ajudante de pedreiro.

O processo de reciclagem do saco de cimento

É bastante simples. Após o corte correto do saco, para não estragar ou espalhar pequenos resíduos de papel (além de não desperdiçar cimento), as embalagens devem ser separadas dos outros resíduos e lavadas em um tanque com água de chuva, por exemplo.

Após a secagem, o papel deve ser estocado até alcançar o maior volume possível. Recicladores compram toneladas de papel.

A borra obtida na lavagem do papel pode se transformar em esculturas. É importante ter visão ampla e reutilizar o que for possível. A mesma água pode ser usada inúmeras vezes.

Bolsas ecológicas de sacos de cimento

Vale citar a iniciativa de sucesso do estilista mineiro Rogério Lima, que lançou uma coleção, que vai de maxi bolsas à carteiras, todas feitas de sacos de cimento. Aliadas a tecidos e peças de metal ou envernizadas, as bolsas ilustram a preocupação com a reciclagem.

Segundo Rogério, a ideia de usar os sacos de cimento surgiu na reforma do Showroom, lugar onde a grife vende por atacado. “Desde que Jum Nakao criou roupas recicláveis, fiquei com vontade de fazer algo parecido, mas achava que não era funcional”, conta. “Quando reformei meu Showroom, gastei muito saco de cimento. O setor financeiro da minha empresa ficou no meu pé dizendo que eu estava gastando muito dinheiro e que tantos sacos teriam que se pagar. Pensei em vendê-los, mas logo mudei de ideia e foi quando vi que poderia colocar em prática a vontade de fazer moda reciclável”, diz.

O sucesso foi tanto que Rogério já participou de feiras em Paris, Milão, Hong-Kong e atualmente fabrica as bolsas da grife Cavalera – que já tem a linha de papel em todas as lojas da marca -. “Na edição 2008 da São Paulo Fashion Week, faltavam três dias para o desfile e o estilista Ronaldo Fraga me pediu para criar uma bolsa. Ele me deu algumas estampas relacionadas ao tema do desfile, que era o rio São Francisco, e escolhi a de um peixe. Fiz uma carteira grande de saco de cimento com um peixe feito em couro na frente. Ronaldo amou e brincou que a carteira ia roubar a cena das roupas”, conta.

A grande maioria dos resíduos são recicláveis, mas as vezes não são reciclados por estarem contaminados e misturados. Com força de vontade, transformamos lixo em riqueza. Com as bençãos da mãe natureza.

Fonte : www.setorreciclagem.com.br

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setembro 24

Construtora é destaque na Formatura Anual de Alfabetização e Ensino Fundamental promovida pelo Seconci-DF.


24 de setembro de 2013 às 17:44
Categoria: Institucional , Mercado , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: admin

A Faenge participou da 26ª Formatura Anual de Alfabetização e Ensino Fundamental promovida pelo Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF)  que aconteceu na ultima sexta feira  no Clube de Engenharia.

A Formatura reforça a importância do ensino para os trabalhadores da construção civil “O Projeto de Alfabetização é de extrema importância, pois possibilita ao trabalhador  uma nova chance para que ele possa voltar à sala de aula, quando não acontece de ser a primeira oportunidade para se alfabetizar”, conta Higino Fabiano, presidente do Seconci-DF que também esteve no evento de formatura.

Durante a festa, também foi apresentada a exposição  “O Luxo que Vem do Lixo”, com trabalhos criados pelos próprios alunos, todos eles com feitos com materiais reaproveitados como papelão, garrafas pet, latinhas de alumínio e gesso.

A gestora de qualidade da Faenge Helena Cirqueira, diz que  o projeto leva  conhecimento aos canteiros. Temos turmas espalhadas por todas nossas obras,  a construtora Faenge tem como meta manter uma sala de aula por canteiro de obra.”

IMG_7214A construtora foi o grande destaque da noite com 39 formandos, cerca de 40 % dos alunos do projeto.

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agosto 29

Sustentabilidade veio para ficar na construção civil.


29 de agosto de 2013 às 14:44
Categoria: Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: admin

São mais de cem edificações certificadas e mais de 700 registradas em busca da certificação

A sustentabilidade veio para ficar na construção civil. O setor se destaca nos números da certificação Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), em tradução do inglês, Liderança em Energia e Design Ambiental. Hoje, são mais de cem edificações certificadas e mais de 700 registradas em busca da certificação.

Para receber o selo, o empreendimento deve cumprir quesitos visando à redução dos impactos ambientais: uso racional de água, eficiência energética, espaço sustentável, qualidade ambiental interna, materiais e recursos, e inovações e tecnologias.

Desde o início do ano, foram mais de 90 registros brasileiros em busca da certificação.

 Para o Green Building Council Brasil (GBC Brasil), organização não governamental que fomenta o setor no país e promove a certificação, a adoção de práticas sustentáveis em edificações comerciais e residenciais traz benefícios econômicos.

 Empreendimentos sustentáveis custam de 1% a 7% mais do que uma construção comum, mas têm seu custo operacional reduzido de 8% a 9% e valorização de 10% a 20% no preço de venda – afirma o diretor técnico e educacional do GBC Brasil, Marcos Casado.

 Gasto de água pode cair em até 50%

O país se destaca no cenário mundial, mas ainda não explora todo o seu potencial. Conforme Marcos, o Brasil lidera o número de registros em busca da certificação na América Latina e ocupa a quarta colocação no ranking mundial, atrás dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes. Ainda assim, há muito a ser melhorado.

O fato é que os benefícios permanecem ao longo da vida útil da construção e trazem conforto aos ocupantes.

A indústria da construção civil consome 21% de toda a água tratada do planeta. Por isso, as edificações que conquistam o selo Leed podem reduzir o gasto de água em até 50%. O resultado surge da adoção de medidas como torneiras inteligentes, descargas de duplo acionamento e reaproveitamento da água da chuva.

A certificação também proporciona redução de 30% no consumo de energia, de 80% dos resíduos sólidos e de até 35% nas emissões de gases de efeito estufa.

 Outro aspecto essencial a ser considerado é que os prédios “verdes” devem oferecer conforto e bem-estar aos ocupantes. No caso das edificações comerciais, essa característica pode implicar também no aumento da produtividade dos funcionários.

 Até o final de 2013, a expectativa é de que 120 empreendimentos recebam a certificação e outros 900 sejam registrados.

 Mais de 50% dos registros são de escritórios e edificações comerciais, mas um volume expressivo de indústrias, shoppings, escolas, bancos e hospitais busca o selo.

 Sistema de classificação

Selo Leed

 – Construções com pontuação entre 40 e 49 na avaliação

 Selo Leed Silver (prata)

 – De 50 a 59 pontos

 Selo Leed Gold (ouro)

– De 60 a 79 pontos

 Selo Leed Platinum (platina)

 – Nível máximo, de 80 a 110 pontos

Fonte: Diário Gaúcho

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abril 23

Medição de água individualizada reduz em cerca de 5% valor do condomínio.


23 de abril de 2013 às 9:30
Categoria: Sustentabilidade
Publicado por: admin

A instalação desse hidrômetro de medição de água indivializada, além de reduzir o valor do condomínio pode diminuir em 30% a conta mensal de água.

O hidrômetro de medição de água de seu condomínio é individualizado? Se não, é preciso refazer as contas na ponta do lápis, pois a instalação desse hidrômetro pode reduzir o valor do condomínio.

De acordo com o diretor do Grupo Hubert, Hubert Gebara, a conta de água representa cerca de 15% das despesas ordinárias do prédio, sendo que a instalação do hidrômetro reduz em 30% a conta de água do condomínio, o que signfica uma diminuição de 5% no valor do condomímio para o morador.

Além disso,  imóveis com hidrômetro instalado podem ter uma valorização de cerca 2% no mercado. “Hidrômetro é item de marketing ainda pouco explorado nas vendas do mercado imobiliário”, diz Gebara.

O hidrômetro pode reduzir em até 5% do valor do condomínio (Divulgação)
O hidrômetro pode reduzir em até 5% do valor do condomínio (Divulgação)

Números
De acordo com o Grupo Hubert, o estado de São Paulo, onde está o maior contingente da população consumidora do País, tem apenas 1,3% do total da água doce em território brasileiro. São 30 mil condomínios apenas na Capital, 35 mil na Grande São Paulo e 50 mil no estado. “Praticamente todos têm algum tipo de desperdício de água”, finaliza Gebara.

Por Luiza Belloni Veronesi
Fonte: Infomoney
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abril 04

Sábado começa mais uma Copa Sinduscon-DF de Futebol Society


4 de abril de 2013 às 8:47
Categoria: Institucional , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: admin

Capacete, cinto e luva deram espaço para chuteira, caneleira e bola de futebol. A expectativa tomou de conta dos mais de 450 atletas. Todos eles estarão reunidos no próximo sábado, 6 de abril, a partir das 8h, no Arena Futebol Clube, para a abertura da 11ª Copa Sinduscon-DF de Futebol Society.

O campeonato de futebol mais tradicional do setor Construção Civil no Centro-Oeste é promovido pelo Sinduscon-DF. Neste sábado, a animação ficará por conta do show com a cantora Fyama Dourado. Os participantes e familiares contarão, também, com os serviços médicos e odontológicos oferecidos pelo Seconci-DF, gratuitamente, além de brinquedos para a criançada.

Em 2013, o torneio conta com 34 equipes, entre elas estão empresas e entidades do setor. Além dos times inscritos, o torneio conta com os amistosos entre a Diretoria do Sinduscon-DF x convidados e a estreia do jogo feminino, que será entre Sinduscon-DF x Seconci-DF. Ao todo, serão mais de 100 partidas. Para começar, serão 17 jogos no primeiro sábado do campeonato. Traga sua torcida !

Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

Abertura da 11ª Copa Sinduscon-DF de Futebol Society
Data:
 6 de abril, sábado
Horário: 8h
Local: Arena Futebol Clube (SCES Trecho 3 Lote 1)

 

 

 

Time da construtora Faenge de 2012.

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