setembro 19

Lançamentos imobiliários voltam a aumentar no DF


19 de setembro de 2016 às 8:58
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

Pesquisa inédita mostra que 30% dos lançamentos de 2016 aconteceram em julho.

 

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O último Índice de Velocidade de Vendas de imóveis (IVV) residenciais no Distrito Federal apontou 4,7% no mês de julho. Além de um índice positivo em termos de vendas, julho registrou o maior número de lançamentos imobiliários em um único mês em 2016. Foram três lançamentos, todos no setor Noroeste, o que representa 30% do total de 10 lançamentos no ano. Em termos de Valor Geral de Vendas (VGV), estes três novos empreendimentos representam movimentação de R$ 240 milhões ou 38% do VGV dos 10 lançamentos de 2016.

“Bastou o governo agilizar um pouco mais a aprovação de projetos que o mercado imobiliário do DF respondeu na hora com lançamentos, afinal estamos afirmando há meses que a oferta está baixando e há demanda por novos imóveis. O DF tem uma situação bem melhor do que outras capitais em relação ao mercado imobiliário. Aos poucos, nosso setor volta a movimentar com mais vigor a economia do DF e isso repercute em toda a cadeia produtiva, gerando mais empregos e renda”, disse o vice-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Aroeira.

Sobre a aprovação de projetos, no período de abril de 2015 a abril de 2016, apenas 15 projetos tinham sido liberados pelo governo; outros 15 projetos foram aprovados nos meses de maio e junho de 2016, um bom indicativo de melhoria; em julho de 2016 foram 63 projetos aprovados. “Há fortes indicadores de que o IVV de agosto será mais expressivo do que o de julho pelos dados iniciais coletados junto às empresas do setor. Isso é importante porque a oferta de imóveis – apuradas junto a 29 empresas – é de apenas 4.054 imóveis novos. Apesar dos 10 lançamentos deste ano, a oferta caiu”, diz Aroeira. Os dados da pesquisa estão disponíveis no site do Sinduscon-DF e da Ademi-DF.

Setor Noroeste

Outro fato importante da pesquisa de julho é a retomada de lançamentos no setor Noroeste, considerado uma referência do comportamento do setor imobiliário no DF. O IVV do Noroeste em julho foi alto: 7,3% com 59 vendas naquele mês. “No Noroeste já são cerca de 8 mil moradores e as vendas são financiadas com recursos privados. Não há, portanto, consumo de recursos públicos como nos projetos de moradia popular, o que indica que o poder de compra dos brasilienses está reagindo à crise”, disse Aroeira.

A Pesquisa IVV acompanha mensalmente o ritmo de vendas de imóveis novos nas várias regiões administrativas do DF, considerando lançamentos e os em oferta. A amostra é bem expressiva, abrangendo aproximadamente 50% do mercado local (formado por cerca de 60 incorporadoras). As vendas dos imóveis são informadas pelas incorporadoras participantes da pesquisa, conduzida pela Ademi-DF e pelo Sinduscon-DF, com apoio do Sebrae-DF. A empresa Opinião Informação Estratégica é responsável pela coleta, tabulação e análise das informações, obtidas junto às empresas que aderiram voluntariamente ao projeto.

Dados da pesquisa

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. Há, portanto, um IVV para imóveis residenciais e um IVV para imóveis comerciais. O IVV dos imóveis residenciais em junho foi de 4,7% e o IVV dos comerciais foi de 2%.

Em julho foram ofertadas 4.054 unidades residenciais e vendidas 191; também foram ofertadas 1.088 unidades comerciais e 22 imóveis vendidos. As quantidades de imóveis informadas nos gráficos a seguir se referem aos negociados pelas empresas participantes da pesquisa e não representam o total de imóveis em oferta ou negociados em todo o DF (isso em razão de a pesquisa ainda não abranger 100% das incorporadoras). Os percentuais informados podem ser projetados para representação de todo o mercado imobiliário do DF.

Valor do m² imóveis residenciais

Entre várias informações do mercado imobiliário do DF, a pesquisa aponta a variação do preço ofertado por m² dos imóveis residenciais em cada região, em julho. Na Asa Norte foi registrado o maior valor: R$ 15.122,26 (preço de oferta dos imóveis); o mais baixo foi ofertado em Santa Maria – R$ 3.039,30.

Fonte: Sinduscon-DF.

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outubro 02

GDF libera Habite-se para dois prédios do Noroeste.


2 de outubro de 2015 às 9:02
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

REPORTAGEM DA REDE GLOBO.

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REPORTAGEM JORNAL DE BRASÍLIA:

O grupo de trabalho foi criado no fim de agosto e teria analisado a situação de 22 empreendimentos que estavam atravancados há até dois anos

Em crise com os servidores, o Governo de Brasília quer facilitar a vida do setor produtivo. Solenidade na tarde de ontem simbolizou  a existência de uma força-tarefa para agilizar a emissão de cartas de Habite-se pendentes há anos. A justificativa para a ação é aumentar arrecadação com impostos e movimentar a economia.

Além do vice-governador Renato Santana, o titular da pasta de Economia e Desenvolvimento Sustentável (Seds), Arthur Bernardes, e o administrador de Brasília, Igor Tokarski, estiveram na Quadra 10/11 do Setor Noroeste para a entrega da documentação de dois edifícios comerciais, após nove meses de atraso. Os empreendimentos da construtora Faenge são os primeiros a conseguir o Habite-se. Outros 21 devem ser agraciados ainda este ano.

O grupo de trabalho foi criado no fim de agosto e teria analisado a situação de 22 empreendimentos que estavam atravancados há até dois anos. De acordo com o governo, ainda em 2015 é possível obter receita superior a R$ 1 bilhão com recolhimento de ITBI, ICMS e ISS dos futuros imóveis liberados, e gerar até dez mil novos postos de trabalho.

Segurança

Para o diretor da Faenge, Leonardo Ávila, “nos últimos dias houve mais progresso que nos oito meses anteriores”. “Isso nos dá mais segurança para fazer novos empreendimentos”, completa.

Segundo ele, os prejuízos   pela falta da liberação dos documentos que permitiam o funcionamento dos dois prédios chega a R$ 2 milhões. O investimento nos blocos, com 96 apartamentos e 20 lojas, foi  na ordem de R$ 40 milhões.

Para o vice-governador Renato Santana, o principal benefício ao liberar os prédios para funcionar é movimentar a economia. “É imposto que se arrecada. Se há imposto, há arrecadação. Se há arrecadação, há possibilidade de investimento”, simplifica. Segundo ele, o problema dos atrasos estava mais ligado à gestão do que à falta de pessoal.

“O governador tem feito todos os esforços para garantir que o servidor tenha salário. Agora, ele tem de devolver na mesma proporção. Se o servidor perceber que a agilidade nesses processos vai gerar arrecadação e ajudar a pagar o próprio salário dele, teremos progresso”, diz.

“Ambiente favorável a investidores”

De acordo com o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes, a força-tarefa busca criar um “ambiente favorável” aos investidores. “O empresário vai investir seu dinheiro e gerar renda. Não é apenas a obra contratada. Quem vem morar aqui contrata também um marceneiro, um eletricista… É todo um sistema que você movimenta”, exalta.

O administrador de Brasília, Igor Tokarski, afirma ter procurado, pessoalmente, comerciantes e donos de empreendimentos para fazer vistorias e distribuir alvarás no início do ano. O ato teria sido uma forma de mostrar uma solução em andamento. “Por enquanto, foram 22 casos que analisamos, mas fazemos um apelo para que os empreendedores nos procurem”.

Segundo o vice-governador Renato Santana, as reportagens do JBr., no primeiro semestre, sobre o déficit habitacional e a dificuldade na obtenção de Habite-se teriam alertado o governo para a questão. Em março, o JBr. revelou existirem quase 9 mil imóveis desocupados em Taguatinga por falta de documentação devido à lentidão na liberação dos processos.

À época, o jornal também mostrou que o principal fato de atravancamento era a emissão do Relatório de Impacto de Trânsito (RIT), responsabilidade do Detran-DF. A autarquia é uma das integrantes da força-tarefa criada em agosto.

Apesar da proposta de tornar mais simples a liberação de empreendimentos para uso, o vice-governador alegou não fazer vista grossa para eventuais irregularidades. Em cerca de um mês, o grupo teria feito 12 visitas técnicas.

 POR: Eric Zambon

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março 26

Vagas de garagem podem valorizar apartamentos em mais de 20%.


26 de março de 2015 às 10:40
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

Estacionamento

Vagas de garagem em edifício: Com falta de estacionamentos, diferença de preço entre imóveis com e sem garagem atinge até 22,8% no Rio.

São Paulo – A falta de vagas de garagens e estacionamentos em determinadas regiões das grandes cidades pode valorizar em mais de 20% um apartamentoque inclui vagas em relação a um imóvel semelhante, mas que não oferece vaga para veículos.

Esse é o resultado de um levantamento do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi Rio), realizado em oito bairros localizados na Zona Sul e na Zona Norte da cidade. A pesquisa faz parte do Panorama do Mercado Imobiliário de 2014, que será divulgado pela entidade no dia 24 deste mês.

Um apartamento de dois quartos com garagem no Leblon, bairro da Zona Sul, é, em média, 22,8% mais caro do que um imóvel de dois quartos, mas sem vaga, localizado no mesmo bairro. Em Laranjeiras, também na Zona Sul, a diferença é de 22,7%.

Em Ipanema, Botafogo, Méier, Tijuca, Copacabana e Flamengo, os porcentuais são menores, mas ainda ultrapassam 10%. “O valor da vaga de garagem na cidade corresponde, em média, entre 7% a 9% do valor do imóvel”, diz Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio.

Veja, na tabela a seguir, a diferença de preços entre apartamentos de dois dormitórios com e sem vagas de garagem em oito bairros do Rio de Janeiro:

Leblon 22,80%
Laranjeiras 22,70%
Ipanema 19,80%
Botafogo 18,10%
Méier 18%
Tijuca 17,60%
Copacabana 12,20%
Flamengo 10,60%

Fonte: Secovi Rio

A garagem é considerada uma unidade autônoma e faz parte da área comum do imóvel. Seu valor é adicionado ao preço da unidade com base em seu custo de construção.

Mas o custo de uma vaga depende da necessidade de espaços para estacionamento na região na qual está localizada. Quanto maior a procura, mais alto será o seu preço.

Alguns bairros que fazem parte do levantamento do Secovi Rio incluem muitos apartamentos antigos, que foram construídos sem garagens.

Além disso, estão localizados em regiões que limitam a construção de vagas nos empreendimentos. Por ficarem próximos a praias, a areia e água existente no subsolo impedem a construção de estruturas subterrâneas.

Essas características fazem com que, naturalmente, o valor da garagem nesses bairros fique acima da média registrada na cidade.

O vice-presidente do Secovi Rio também cita a falta de investimentos em melhorias no transporte público da cidade, além do aumento do financiamentopara a compra de carros nos últimos anos, como fatores que contribuíram para ampliar a necessidade por garagens.

Nos bairros incluídos no levantamento, as vagas ficaram ainda mais escassas com o boom imobiliário registrado na cidade nos últimos cinco anos.

Diversos prédios foram construídos nessas regiões e ocuparam terrenos que antes eram utilizados como estacionamentos, segundo Schneider. “No período, a diferença de valor entre um prédio com e sem garagem dobrou: passou de 10% para 20%.”

Quem tem um imóvel com garagem em um bairro com escassez de vagas, portanto, pode ser beneficiado caso queira vender o apartamento.

A tendência é que a vaga de garagem continue valorizando o imóvel até que haja melhorias no transporte coletivo da cidade, diz Schneider, do Secovi Rio. “Não dá para prever quando isso irá acontecer, mas sabemos que é difícil haver mudanças significativas no curto prazo”.

São Paulo pode seguir o mesmo caminho

Com uma estrutura geológica favorável à construção de garagens nos subsolos dos prédios, além de uma lei que exigia a construção de, no mínimo, uma vaga por imóvel, até há pouco tempo São Paulo não sofria com a escassez de garagens, ou não no mesmo nível que o Rio, ao menos.

Na cidade, vagas em apartamentos de dois quartos em bairros bem localizados representam, em média, de 8% a 12% do valor do imóvel, segundo Ricardo Yazbek, vice-presidente de Legislação Urbana do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Porém, o novo Plano Diretor da cidade, que define as regras para a construção de empreendimentos, anunciado em 31 de julho de 2014, passou a deixar de exigir um número mínimo de vagas de garagem por imóvel e a limitar o número de vagas de garagem em novos prédios próximos a eixos de transporte público, como corredores de ônibus e estações de metrô.

Nessas regiões, desde julho do ano passado, apenas uma vaga de garagem por apartamento não é incluída no potencial construtivo do empreendimento. Construtoras que quiserem construir prédios com mais de uma vaga de garagem por apartamento ficaram obrigadas a descontar os espaços adicionais do total que pode ser construído no espaço.

A lei antiga permitia que mais vagas de garagem não fossem incluídas no potencial construtivo da obra. “Com os terrenos cada vez mais caros, quem quiser oferecer mais de uma vaga por apartamento nesses locais certamente irá vendê-la por um preço mais alto para compensar a restrição”, diz Yazbek.

O executivo do Secovi-SP acredita, portanto, que a nova regra deve valorizar apartamentos com vagas de garagem já existentes nesses locais. “A diferença de valor entre um imóvel com e sem garagem pode se ampliar e se aproximar da situação verificada no Rio”.

Mas Yazbek ressalta que essa valorização tem um limite no médio prazo. “Daqui a cerca de seis anos, novas estações de metrô e melhorias no transporte público devem diminuir a necessidade do uso de veículos e, consequentemente, das vagas”.

Como muitos imóveis novos ainda serão lançados na cidade sob as regras antigas, o diretor do Secovi-SP estima que o impacto das novas regras só possa ser observado a partir do segundo semestre do ano que vem.

Fonte: Exame.com.br

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agosto 07

Homenagem da Faenge no dia dos pais.


7 de agosto de 2014 às 16:23
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

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julho 31

Mercado imobiliário depois da Copa do Mundo.


31 de julho de 2014 às 17:13
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

Mercado imobiliário depois da Copa do Mundo

Tamanho da Fonte Redação Jornal da Comunidade

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Como ficam os preços dos imóveis em 2014? A realização da Copa no Brasil influenciou os valores? Os preços vão despencar após o término do mundial? Segundo o economista Ricardo Amorim, apresentador do programa Manhattan Connection na Globo News e presidente da Ricam Consultoria, as pessoas que estão esperando o final da Copa para comprar uma residência por um preço mais atrativo estão adotando uma estratégia equivocada. Para ele, o setor imobiliário tende a ganhar força após o campeonato, já que muita gente que está adiando a decisão de compra por causa desse tipo de temor terá de rever essa posição, o que vai reforçar ainda mais a demanda.
Brasília confirma este cenário. O Boletim de Conjuntura Imobiliária, referente ao mês de maio, publicado pelo Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF) corrobora a ideia de que o mercado imobiliário continua em alta no DF. Pedro Henrique Colares Fernandes, 2º Vice Presidente Financeiro da instituição, se mostra entusiasmado com os números. “Os dados mostram que a rentabilidade no setor permaneceu alta no mês de maio, principalmente em Águas Claras, onde tanto as lojas como as salas comerciais fecharam na casa dos 0,60%. A maior rentabilidade nos imóveis comerciais, no entanto, foi observada nas lojas de Brasília, com 0,76%”.

O boletim também aponta que a capital continua apresentando os maiores valores por metro quadrado do Distrito Federal – exceto na categoria casas com três e quatro dormitórios – verificados no Cruzeiro de R$6.021 e R$5.942, respectivamente. Já o metro quadrado mais alto, tanto para quitinetes quanto para apartamentos com 4 dormitórios, foi verificado na Asa Sul. Os valores são de R$11.786 e R$10.701. Em relação aos imóveis comerciais, o Setor de Indústria é a localidade que apresenta os maiores valores medianos para lojas de, aproximadamente, 1 milhão e 200 mil reais. O maior valor por m² foi verificado na cidade de Águas Claras – R$10.336,00 – para o mesmo tipo de imóvel. As salas comerciais em Brasília apresentaram o metro quadrado mais valorizado, em torno de R$10.553. Na Asa Norte, este valor pode chegar a R$11.006. A capital federal também apresentou os maiores valores para locação, com quitinetes a R$1.000. Em Águas Claras e Guará, estes valores ficam em R$800 e R$700, respectivamente.

E o otimismo para o setor imobiliário em 2014 já tinha sido apontado em uma pesquisa do portal imobiliário Viver Real. Pelas informações apuradas, o preço mediano de venda, por metro quadrado, em Brasília, cresceu 1,4% do primeiro ao quarto trimestre de 2013. Na percepção dos consumidores brasilienses, 40% acreditavam que os aluguéis iriam “aumentar” ou “aumentar muito” em 2014 e 24% destacavam que ficariam estáveis. Já para os profissionais do mercado, 48% ressaltavam que os aluguéis iriam “aumentar” ou “aumentar muito” e 37% acham que ficariam estáveis este ano. Quanto à venda, 41% dos brasilienses disseram que o preço “iria aumentar” ou “aumentar muito” e 27% que permaneceriam estáveis. Já para os corretores, 47% avaliaram que o preço de venda iria “aumentar” ou “aumentar muito” e 37% destacaram que ficariam estáveis. “Brasília tem o agravante do ritmo de lançamentos ter diminuído no primeiro semestre, mas a demanda por moradia ainda continua alta. Com isso realmente esperamos um maior volume de vendas no segundo semestre com um aumento moderado nos preços”.

 

Fonte:Jornal da comunidade

 

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