julho 09

Trabalhadores da construção civil recebem diploma de ensino.


9 de julho de 2012 às 9:32
Categoria: Responsabilidade Social
Publicado por: admin

Os 75 alunos que concluíram dois níveis de ensino participaram do projeto Alfabetização e Cidadania com os Trabalhadores da Construção Civil.

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, participou, na noite desta sexta-feira da 25ª formatura das turmas de alfabetização e do ensino fundamental de trabalhadores da construção civil. Ao todo, 75 funcionários de grandes construtoras do DF receberam da Secretaria de Educação o certificado de conclusão dos cursos. A  Construtora FAENGE teve 34 dos 75 alunos formandos.

“Vocês estão no caminho certo. Por isso, faço questão de estar aqui para compartilhar esta alegria. A meta do nosso governo até 2014 é erradicar o analfabetismo no DF. Mas não fazemos isso sozinhos. É preciso contar com as parcerias que já estamos realizando”, disse o governador Agnelo Queiroz.

O projeto Alfabetização e Cidadania com os Trabalhadores da Construção Civil é uma parceria entre o Serviço Social do Distrito Federal (Seconci-DF) e a Secretaria de Educação, que certifica os cursos de alfabetização e ensino fundamental.

Em 24 anos de trabalho desenvolvido, o programa já atendeu a mais de 10 mil trabalhadores da construção civil. As aulas são ministradas nos canteiros de obra. As construtoras solicitam a implantação do programa e liberam duas horas diárias do expediente dos funcionários para as aulas. O Seconci monta a sala de aula nas construções. O projeto começou em 1991, e os professores são contratados da própria entidade. Atualmente, o setor conta com 16 turmas espalhadas por diversos canteiros de obras em todo o DF.

Festa – Na ocasião, foi comemorado ainda o 24º aniversário do SECONCI-DF. Participaram da solenidade o presidente da entidade, Izidio Santos Junior, o desembargador Brasilino Santos Ramos, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), o deputado distrital Robério Negreiros (PMDB-DF), representantes e diretores do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Edgar Viana, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (STICMB), e o chefe do Centro Regional da Fundacentro no DF, Abner Pereira Dutra.

Fonte: www.gdf.df.gov.br

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junho 18

Nos canteiros , alfabetização chega ás mulheres da construção civil.


18 de junho de 2012 às 10:02
Categoria: Responsabilidade Social
Publicado por: admin

Parceria entre empresas do setor e o Serviço Social do Distrito Federal (Seconci-DF) beneficiam operárias que atuam nos canteiros de obras. Aulas de alfabetização e medicina ocupacional são algumas das iniciativas propostas que pretendem ajudar milhares de mulheres


Público feminino escuta com atenção as palavras da palestrante: é hora de conciliar trabalho pesado e cidadania para elas

Foto: Toninho Tavares

Público feminino escuta com atenção as palavras da palestrante: é hora de conciliar trabalho pesado e cidadania para elas

Preocupados com o bem- estar e a qualificação de seus colaboradores, empresas da construção civil investem em capacitação e no bem-estar de seus funcionários. Os trabalhadores que são alfabetizados dentro das salas de aulas nos canteiros de obra, oferecidas pelo Serviço Social do DF (Seconci-DF), têm oportunidade de enxergar o mundo de forma diferente. É dentro do canteiro, que muitos encontram a oportunidade de recomeçar. Esse é o caso da rejuntadeira Márcia da Guia dos Reis, 30 anos.

A tocantinense mora em Águas Lindas de Goiás e trabalha num canteiro de obras da Construtora Faenge, em Águas Claras. Segundo ela, esse recomeço foi fundamental para que seus objetivos sejam alcançados futuramente. Estudei um pouco no Tocantins, mas tive que parar. Quando cheguei aqui para trabalhar, me interessei e procurei saber se poderia participar das aulas. Estudar no próprio local de trabalho facilita muito”, conta Márcia.

Apesar de fazer parte da construção civil, a rejuntadeira sonha em fazer um curso de técnico de enfermagem. Para isso dificilmente falta às aulas no canteiro. Temos que procurar aprender. Quero continuar estudando quando terminar aqui vou correr atrás”, afirma Márcia.

Preocupação com a saúde

Recentemente o Seconci-DF, em parceria com empresas do setor da construção civil, ofereceram  aos trabalhadores dos canteiros de obras atendimentos voltados para a medicina ocupacional. Com a finalidade de preservar a vida e a integridade do trabalhador no seu ambiente de trabalho, a medicina ocupacional é uma exigência do governo atribuída às normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego. Estão disponíveis exames admissionais, demissionais, periódicos, mudanças de função e volta ao trabalho.

Segundo a coordenadora da Gerência Médica do Seconci-DF, Nelma Sampaio, o trabalho realizado pela entidade visa o aprimoramento das condições de saúde no trabalho. “Quando o empresário contrata os serviços, um técnico de enfermagem vai a empresa para averiguar o ambiente, a função desempenhada e as necessidades de cada local”, explica. Segundo ela, o valor do contrato entre as empresas e o Seconci tem custo baseado nas condições e do número de funcionário de cada empresa. Está à disposição também serviços como medicina assistencial, por meio de triagem feita na sede da entidade, serviços complementares (audiometria), homologação de atestados e palestras sobre temas diversos como tabagismo, alcoolismo, doenças sexualmente transmissíveis, entre outros.

 Redação Jornal da Comunidade

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junho 11

Formatura 2012: valorizando a educação do trabalhador


11 de junho de 2012 às 14:44
Categoria: Responsabilidade Social
Publicado por: admin

Formatura 2012: valorizando a educação do trabalhador

 


Assessoria de Comunicação do Seconci-DF

 

O Serviço Social do DF (Seconci-DF) promove alfabetização e capacitação dos trabalhadores da construção civil há mais de vinte anos. Atualmente, a Coordenação Pedagógica da entidade conta com 16 turmas dentro dos canteiros de obras, comunidades carentes, no Centro Comunitário da Criança (CCC), em Ceilândia, e na sede da entidade. A parceria com empresas têm mudado a realidade dos trabalhadores que encontram uma nova oportunidade para o conhecimento.

O resultado desse trabalho é comemorado na formatura que acontece anualmente e conta com a presença dos alunos que concluem as etapas de cada segmento do ensino ofertado. Quem abraça essa oportunidade, agradece e se diz recompensado com a nova chance de aprender. Esse é o caso de Domingos José de Souza, 63 anos. Recém chegado à empresa, ele se matriculou nas aulas de alfabetização. “Trabalho aqui há três meses e a empresa deu a oportunidade, então logo me inscrevi e comecei a estudar. Gosto de todas as aulas, tenho dificuldades, mas com a ajuda da professora estou conseguindo me virar”, conta Domingos.

Ele trabalha na Figueiredo Ávila Engenharia – FAENGE . A empresa conta hoje com três turmas de alfabetização e soma 52 trabalhadores matriculados. Um dos diferenciais das turmas é o uso do uniforme confeccionado pela própria empresa e obrigatório para permanência em sala de aula.

De acordo com a gestora de qualidade da Faenge Engenharia, Helena Pereira, a valorização dos profissionais é tratada como fundamental para que eles se sintam com a merecida importância que possuem. “A empresa tem a preocupação com o lado social do trabalhador e por isso investe para que ele se sinta bem. Temos também a preocupação de reter bons funcionários e o curso de alfabetização é uma prova de que a empresa quer oportunizar conhecimento para quem trabalha aqui”, explica Helena.

 

Serviço:

O quê: 25ª Formatura do Seconci-DF

Onde: Clube de Engenharia

Quando: 06 de julho de 2012, às 18 horas

 

Fonte : SECONCI DF

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maio 23

Brasil está entres os líderes em construções sustentáveis.


23 de maio de 2012 às 12:42
Categoria: Gestão de Qualidade , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: admin

De acordo com o órgão internacional Green Building Council (US GBC), o Brasil já ocupa a quarta posição no ranking mundial de construções sustentáveis. O primeiro prédio sustentável brasileiro foi registrado em 2004. O conceito começou a ganhar força, porém, a partir de 2007, afirma o gerente técnico do GBC Brasil, Marcos Casado. De 2007 até abril de 2012, o Brasil registra um total de 526 empreendimentos sustentáveis, sendo 52 certificados e 474 em processo de certificação no US GBC. Até 2007, eram apenas oito projetos brasileiros certificados. O ranking mundial é liderado pelos Estados Unidos, com um total de 40.262 construções sustentáveis, seguido pela China, com 869, e os Emirados Árabes Unidos, com 767.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção está em sintonia com este novo cenário. Desde 2009, desenvolve o Programa Construção Sustentável (PCS). O programa é uma proposta de convergência e diálogo que visa aperfeiçoar e compartilhar soluções, mostrando à sociedade brasileira que esse caminho é mais do que viável: é inevitável.

O PCS aborda temas como água; desenvolvimento humano; energia; materiais e sistemas; meio ambiente, infraestrutura e desenvolvimento urbano; mudanças climáticas, e resíduos. O presidente da CBIC, Paulo Simão, explica que a entidade decidiu formular junto a vários atores de diferentes segmentos uma ampla proposta para apresentar ao Poder Público e à sociedade brasileira caminhos para uma verdadeira mudança de paradigma na cadeia produtiva da construção. “Não tenho dúvidas de que é possível viabilizar no Brasil uma indústria da construção sintonizada com os conceitos mais avançados de construção sustentável já praticados em todo o mundo”, diz Simão. Com informações da exame.com

Enviado por Suyane Macedo.

Fonte:  Portal CBIC

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maio 10

Opções para se livrar do aluguel


10 de maio de 2012 às 11:09
Categoria: Lar , Mercado , Responsabilidade Social
Publicado por: admin

A possibilidade de morar sem pagar e realizar o sonho da casa própria se tornou mais concreta. Mas os brasileiros ainda têm uma grande dúvida: se compram o imóvel pronto ou na planta

Áreas antigamente não valorizadas se tornaram foco do ramo imobiliário, principalmente em razão do incentivo do governo na construção de moradias voltadas para a classe C, o que facilitou, consideravelmente, a aquisição do crédito imobiliário. Por isso, o número de imóveis vendidos na planta aumentou muito nos últimos anos. Porém, foi-se o tempo em que os proprietários de imóveis já construídos se sentiam ameaçados com isso. A procura por apartamentos, prontos ou não, é proporcional à oferta do mercado.

Paulo Corrêa, diretor de vendas da Beiramar Imóveis, comenta os pontos positivos e negativos desse tipo de aquisição. Ressalta a forma de pagamento e a localização do imóvel dentro do próprio empreendimento, como o número do andar, se o apartamento é nascente ou poente etc. “É difícil achar um imóvel pronto com todas as preferências do cliente. Caso as tenha, o apartamento na planta é a melhor opção. Além de ‘personalizar’ o produto, as opções de pagamento são generosas”, garante o diretor de vendas.

As vantagens da compra do imóvel na planta é a possibilidade de personalizar o produto e opções generosas de pagamento

Formas de pagamento

As condições de pagamento são realmente muito sedutoras. Na maioria das vezes o comprador paga 30% do preço do imóvel e o restante pode financiar com algum banco que esteja com as taxas menores, ou quitar o valor. Mas a parte preferida dos clientes é a da sem juros. Durante a construção do imóvel não há juros, pois o que se paga é o índice nacional de custo da construção (INCC), o qual apura a evolução dos custos de construções habitacionais. Foi o primeiro índice oficial de custo da construção civil no país.

Um dos riscos a se correr é a possibilidade de atraso da construção. A principal dúvida dos proprietários é se, ao atrasar a obra, o aluguel poderá ser cobrado. Ieudo Lacerda, advogado e especialista em direito imobiliário, conta que as construtoras têm 180 dias para prorrogar a entrega do imóvel. “A legislação permite a demora de até 180 dias para entregar o empreendimento, caso a construtora tenha como justificativa ‘motivos de força maior’, como ações da natureza ou greves de serviços públicos. Durante esse período o morador continua pagando o INCC normalmente”, esclarece Lacerda.

Se os 180 dias passarem e a obra continuar em andamento após a entrega do imóvel, a construtora deve indenizar cada morador com a quantia paga por eles. Porém, os compradores precisam estar atentos a esses fatores para evitar desgaste emocional e não pagar aluguel e juros à toa.

Quando o imóvel pronto é vantajoso
Caso o futuro morador precise se mudar com urgência, a melhor opção é a do imóvel pronto. Se não estiver interessado em procurar diversas opções de apartamento, comprar um já construído é mais cômodo, além da possibilidade de usufruir do empreendimento de imediato. Assim, não precisa correr risco de ser surpreendido por pagar por um produto e receber outro com condições adversas ao comprado, como às vezes acontece com apartamentos adquiridos na planta. Entretanto, a forma de pagamento não é tão generosa quanto a das construtoras: paga-se à vista.

Na planta nem sempre é bom.

O consultor financeiro Vitor Dias garante que nem sempre o valor do imóvel na planta é inferior ao já construído. Além disso, ressalta o tempo de espera da construção e o compara ao valor do aluguel que o proprietário já poderia estar ganhando, caso colocasse o imóvel no mercado.

“A compra do apartamento na planta nem sempre compensa. Após o avanço no mercado imobiliário brasiliense, imóveis construídos e na planta têm preços equivalentes. Depende, apenas, do tempo, da preferência e da condição financeira do futuro morador”, acrescenta Dias.

Vitor analisa o custo-benefício da aquisição como investimento. “Quem opta pela aquisição como investimento precisa estudar a localização, mercado e outras formas de investir. Às vezes, em três ou quatro anos de espera, a liquidez do imóvel não surpreendeu em termos de número”, analisa.

Fonte: Jornal  da Comunidade

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