abril 11

Como declarar no IR um imóvel comprado na planta?


11 de abril de 2016 às 8:38
Categoria: Financiamento , Gestão de Qualidade , Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

Casal em dúvida

gpointstudio/Thinkstock

Casal em frente a um laptop: especialista explica como declarar no IR um imóvel comprado na planta em conjunto com a namorada.

 

Dúvida do internauta: Comprei um imóvel na planta em fevereiro de 2015 em conjunto com a minha namorada. Ela é isenta da declaração do Imposto de Renda porque tem renda mensal de 2 mil reais e não possui bens. O valor do apartamento é de 339 mil reais e pagamos uma entrada de 60 mil reais, incluído o valor de corretagem. Do valor total, 40 mil reais foram pagos com recursos de uma conta poupança conjunta e 20 mil reais com recursos próprios da minha namorada. As parcelas ficaram em 2,5 mil reais e eu pago 1,5 mil reais por mês e minha namorada o restante. O apartamento, ainda na planta, está sendo pago direto à construtora e o financiamento sairá somente quando ficar pronto, em novembro de 2017. Por minha namorada não declarar o Imposto de Renda, os 20 mil reais guardados por ela podem ser um motivo para a Receita Federal colocar a minha declaração na malha fina? Seria melhor a minha namorada entregar a declaração e cada um declarar o valor pago individualmente? Devemos preencher a ficha “Dívidas e Ônus Reais” para apontar quantas parcelas do financiamento ainda falta pagar?

Resposta de Alan Martins*

Você e sua namorada adquiriram o apartamento juntos. Por isso, cada um deverá informar a sua parte nas respectivas declarações.

Porém, se a renda mensal de sua namorada é de 2 mil reais e o valor que ela já pagou do apartamento somado a outros eventuais bens e direitos que ela possua for inferior a 300 mil reais, ela permanece dispensada de apresentar declaração.

Estando ela dispensada, as informações relativas ao imóvel serão preenchidas na sua declaração, na ficha “Bens e Direitos” e com o código “11 – Apartamento”.

No campo “Discriminação”, informe os dados do imóvel e do negócio: localização, nome e CNPJ da construtora, data de pagamento, condições e forma de aquisição (entrada mais parcelas pagas). No mesmo campo, esclareça que o imóvel foi adquirido em conjunto com a sua namorada, informando o nome e CPF dela, a circunstância pela qual ela está dispensada de entregar a declaração de IR, bem como que ela foi responsável pelo pagamento de 1/3 da entrada e de 40% do valor de cada parcela.

Guia IRPF 2016 de EXAME.com explica como declarar o Imposto de Renda

Informe o saldo “R$ 0,00″ no campo “Situação em 31.12.2014” e declare o custo de aquisição do imóvel, considerado o efetivamente pago durante o ano de 2015, ou seja, a soma do valor de entrada e das parcelas do financiamento quitadas ao longo do ano, no campo “Situação em 31.12.2015” (informe apenas a sua parte, ou seja, 40 mil reais de entrada mais 1,5 mil reais por parcela).

Todas essas informações corretas e detalhadas devem ser suficientes para que a Receita Federal não coloque a sua declaração na malha fina, mesmo que a sua namorada não apresente a dela por conta da dispensa.

Por outro lado, o fato de estar dispensada não impede sua namorada de declarar o Imposto de Renda. Se ela preferir fazer a declaração, valem para ela as mesmas orientações aplicáveis ao seu caso, mudando apenas os valores em razão da menor participação dela na aquisição do bem. Ela também deve informar no campo “Discriminação” que o imóvel foi adquirido em conjunto com você, informando seu nome e CPF, bem como que você foi responsável pelo pagamento de 2/3 da entrada e de 60% do valor de cada parcela.

Se o apartamento entrou como garantia de pagamento do financiamento para a construtora, o que acontece com frequência nessas transações, vocês não precisarão preencher a ficha “Dívida e Ônus Reais”. Essa ficha somente deve ser preenchida em situações nas quais os recursos para aquisição do imóvel tenham sido obtidos sem dar o imóvel em garantia, o que acontece com mais frequência em operações bancárias, tais como crédito pessoal ou consignado.

*Alan Martins é mestre em direito pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Especialista em direito tributário, professor e coordenador da área fiscal do CERS Cursos Online. Instrutor da Escola Fazendária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Fazesp). Docente em cursos de especialização e MBAs USP, INPG, ESD, UniFacef, Estácio/CERS e de outras instituições. Autor de livros para concursos e coordenador da área fiscal da Editora Juspodivm.

 

Fonte: EXAME.com.br

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março 17

Peças para reaproveitar o que você já tem em casa.


17 de março de 2016 às 8:28
Categoria: Lar , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Garrafa com plantas

Ideias

São Paulo – O mundo anda muito complicado, já dizia Renato Russo (1960-1996). E arrisco acrescentar: por vezes até meio chato.

A boa notícia é que o humor e a criatividade são receitas milagrosas que levantam qualquer astral e desanuviam as ideias. Mas como ser criativo e bem humorado numa época tão conturbada e de crises?

Nossa sugestão é fazer como os donos das criações, abaixo. Depois, convide os amigos para uma visita e aguarde os elogios. Pronto. Quem não fica mais feliz e inventivo quando é elogiado?

Tambor

Um tambor velho

Aqui, o antigo tambor encontrado na rua virou um mini bar que abriga bebidas e copos. Adendo: vale chamar um serralheiro pra ajudar na empreitada.

Chaves fixas

Chaves fixas sem uso

Depois de entortadas e parafusadas na parede, as chaves fixas antes sem uso, viraram ótimos ganchos para bolsas e casacos.

Para criar o efeito, use um martelo ou peça ajuda para um marceneiro: eles têm máquinas que fazem isso rapidinho.

Garrafa

Garrafa de uísque

Nesta proposta, é melhor chamar um vidraceiro para fazer o furo na base da garrafa. Em seguida, adicione a lâmpada que preferir: pode ser pisca pisca, modelos de led ou o que mais a criatividade permitir.

Bike no banheiro

Bike antiga

Sabe aquela bicicleta parada na garagem? Com os retoques e acessórios certos, ela pode ser transformada em prateleira ou até em apoio para a pia do banheiro, como neste exemplo.

 

Caixotes

Caixotes com móvel antigo

Não sabe o que fazer com o móvel antigo de família? Fácil, é só dar um bom banho de tinta e depois introduzir caixotes coloridinhos. Voilà, o astral do ambiente já muda de cara na hora.

 

Garrafas lustres

 

Garrafas de diferentes formatos

Outro jeito de aproveitar garrafas vazias é fazendo luminárias descoladas.

Para isso, também é importante procurar um vidraceiro e, em alguns casos, consultar um eletricista.

A criação cai bem como pendente para a mesa de jantar ou da cozinha, mas não é uma regra.

Porta

Porta sem uso

É comum sobrarem portas e janelas quando se faz uma reforma, mas jogar no lixo, como bem mostra essa foto, é um desperdício.

Em vez disso, dê uma boa lixada (pode até pintar, mas o estilo envelhecido está em alta e fica um charme), e aí é só escolher o ambiente pra colocar.

 

Fonte:  Portal casa.com.br

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setembro 02

Qualificação profissional gratuita para trabalhadores da construção civil – Seconci-DF.


2 de setembro de 2015 às 9:20
Categoria: Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF

O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF), oferece diversos cursos de qualificação profissional gratuitos. A programação para o segundo semestre de 2015 conta com cursos de pedreiro de alvenaria estrutural, almoxarife de obras, eletricista predial, aplicador de revestimentos cerâmico, entre outros.

O projeto teve início em agosto de 2014 e, desde então, foi responsável pela entrega de cerca de 215 certificados. As aulas são ministradas na unidade do Senai de Taguatinga Norte e acontecem das 19h às 22h. A programação começou no dia 10 de agosto e segue até 21 de março de 2016.

Quem tiver interesse em participar, basta se inscrever pelo telefone:
(61) 3399-1888 ramais 211 / 212.

Confira a programação completa para o 2º semestre:

Cursos Instrutores Início Término Horários
Pedreiro de Alvenaria Estrutural Geovane Oliveira 10/08/15 16/11/15 19 às 22h
Mestre de Obras A definir 17/08/15 25/11/15 19 às 22h
Almoxarife de obras Adilson Batista 31/08/15 08/12/15 19 às 22h
Aplicador de Revestimento Cerâmico A definir 08/09/15 15/12/15 19 às 22h
Instalador Hidráulico Predial João Paulino 14/09/15 18/12/15 19 às 22h
Eletricista de Instalação Predial Alexsandro Santana 14/09/15 18/12/15 19 às 22h
Pedreiro de Alvenaria Estrutural A definir 19/10/15 17/02/16 19 às 22h
Aplicador de Revestimento Cerâmico Geovane Oliveira 23/11/15 21/03/16 19 às 22h
Eletricista de Instalação Predial Emerson Berger 23/11/15 21/03/16 19 às 22h

 

Fonte : http://www.sinduscondf.org.br/portal/home

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agosto 13

Projeto de Alfabetização na Construção Civil é destaque na imprensa.


13 de agosto de 2015 às 10:15
Categoria: Gestão de Qualidade , Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

A Iniciativa busca disseminar novos conceitos na Construção Civil

Os trabalhadores  da  construtora Faenge que atuam nos canteiros de obras da empresa, têm dentro do local de trabalho a oportunidade de melhorar o ensino. Graças ao projeto em parceria com  Seconci-DF, que possui salas de aula espalhadas por todo DF , oferecendo uma nova chance  para quem quer voltar à sala de aula ou frequentá-la pela primeira vez. O principal objetivo do projeto de alfabetização no canteiros  é contribuir com o desenvolvimento do setor da Construção Civil.

Para os colaboradores do canteiro da obra da Faenge, Chateau du Parc, a importância do projeto é refletida nos avanços conquistados e na melhoria da qualidade de vida. Além de possibilitar o crescimento profissional, a participação dos trabalhadores tem feito a diferença em coisas simples no ambiente de trabalho e  também em seus lares. O sucesso do projeto está  sendo noticiado pela mídia local nas emissoras de TV e  nos Jornais da cidade, que reportam a importância  de incentivar a retomada dos estudos.

A gestora de qualidade da Faenge, Helena Cirqueira reforça a importância da educação na vida do trabalhador. “A parceria com o Seconci-DF e a construtora  faz  um elo entre o ensino e o trabalhador que não teve oportunidade. Graças a esse projeto, muitos estão melhorando a qualidade de vida e voltando a sonhar com coisas simples como tirar uma carteira de habilitação, por exemplo”, conta.

 

Reportagem Band2

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Reportagem Band3

Sobre o projeto – O projeto de Alfabetização do Seconci-DF é realizado em parceria com o Centro de Estudos Supletivos da Asa Sul (Cesas) e com os empresas associadas à entidade. Para ter uma sala de aula em seu canteiro, as empresas precisam disponibilizar um local apropriado, que pode ser o refeitório, e contribuir para o cadastro dos interessados. Ao aluno, não há nenhum custo e todo o material didático é fornecido pelo Seconci-DF. As aulas podem ser realizadas após o almoço ou depois do expediente, a critério da empresa. Caso não haja trabalhadores em quantidade suficiente para formação de turma, os interessados podem frequentar sala disponível no Setor Comercial Sul, onde há turma disponível para a construção civil e pessoas de comunidade.

 

Apoio: Assessoria de Comunicação Social Seconci-DF

Fotos: Sidney Rocha

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julho 15

Faenge participa da construção das primeiras trilhas executadas dentro do Parque Burle Marx.


15 de julho de 2015 às 8:45
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Construtora Faenge participa da construção das primeiras trilhas executadas dentro do Parque Burle Marx, afim de atender anseios dos moradores do Noroeste.

Para aqueles que querem aproveitar  o local é ideal  para práticas esportivas, fazer trilhas próximo a vegetação nativa, o Cerrado.  O parque é uma área de conservação  e  contemplação  para crianças e adultos. 

Simétrico ao Parque da Cidade, o Parque Burle Marx tem a mesma função de criar uma zona de amortecimento entre o Plano Piloto e as áreas vizinhas, além de constituir espaço de lazer público para a população. É parte fundamental da concepção da escala bucólica.

O Parque foi criado por decreto em 1990. Situa-se na Asa Norte, entre as quadras 908 e 916, e o Setor Noroeste. Com 280ha, contribui para a manutenção de um cinturão verde em torno do Plano Piloto.

 

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dezembro 10

Trabalhadores da construção civil participam de palestra financeira.


10 de dezembro de 2014 às 7:00
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

Assessoria de Comunicação do Seconci-DF

 

Durante a manhã desta segunda-feira, 08 de Dezembro, os trabalhadores da construcao civil da empresa Figueiredo Ávila Engenharia (Faenge) participaram de uma palestra ministrada no canteiro de obras situado no Noroeste. Com o tema “O que fazer com o 13º Salário”, os palestrantes conversaram com os presentes sobre o uso consciente do salário e apresentaram dicas e formas de economizar. Após a palestra, um café da manhã especial foi oferecido a todos que participaram. A palestra foi oferecida pelo Seconci-DF em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI-DF).

Confira abaixo fotos do evento:

 

 

 

Fotos:  Sidney Rocha Fonte:  http://www.seconci-df.org.br/

 

Ainda na mesma ocasião ocorreu a entrega do  premio de responsabilidade  social Faenge em Casa na obra Chateau du Parc.

 

 

Entrega do Premio Faenge em Casa 2.

 

 

Entrega do Premio Faenge em Casa.

 

Entrega do Premio Faenge em Casa 3.

 

 

 

 

 

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dezembro 03

Faenge participa do Dia De Doar.


3 de dezembro de 2014 às 9:16
Categoria: Institucional , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

O evento acontece em diversos países e no Brasil foi coordenado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Juntamente com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), o Seconci-DF levou kits de material escolar para filhos dos trabalhadores que frequentam as aulas de alfabetização da entidade. Foram doados kits para turmas no Noroeste e em Valparaíso de Goiás. Esse é o segundo ano que o Brasil participa do evento que surgiu em 2012.

O Dia de Doar é uma campanha livre, que todos podem aderir: organizações que queiram realizar campanhas de novos doadores tendo o Dia como mote; negócios que queiram promover a cultura de doação dentre seus clientes; doadores que queiram reforçar perante seus pares e a comunidade a importância de contribuir para o financiamento da sociedade civil.

Fotos da entrega dos kits no canteiro de obras da construtora FAENGE no Noroeste.

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O evento aconteceu simultaneamente em 2 de dezembro. Pessoas de diversos países se reúniram para doar em favor de causas sociais. A cada ano, novos países aderem ao movimento. Este é o primeiro ano de participação do Brasil. “Convidamos nossos 430 associados a participarem desta corrente do bem, para que a Indústria da Construção seja o primeiro setor produtivo a se engajar verdadeiramente na iniciativa”, declara o presidente do Sinduscon-DF.

A campanha já acontece na Austrália, Canadá, Irlanda, Israel, Singapura, Reino Unido, América Latina, México e Nova Zelândia. É um movimento global que inspira ações locais de doações em diversas partes do mundo.

Como funciona?

As doações são compostas por kits escolares para os filhos dos trabalhadores da Construção Civil que frequentam o ensino fundamental. Os kits serão entregues em canteiros de obras do Distrito Federal e, também, para as turmas do Projeto de Alfabetização do Serviço Social da Indústria da Construção Civil (Seconci-DF). O objetivo é estimular a educação dos filhos dos trabalhadores da Construção Civil.

 

Fonte:

Sinduscon-DF : http://www.sinduscondf.org.br/

Seconci-DF: http://www.seconci-df.org.br/

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outubro 07

Consciência e prevenção ao câncer de mama.


7 de outubro de 2014 às 15:51
Categoria: Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

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outubro 02

Reciclagem de material de contrução civil.


2 de outubro de 2014 às 8:36
Categoria: Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho
 

Processo simples, a reciclagem dos sacos de cimento protege o meio ambiente e gera renda, tanto no papel da embalagem (que pode virar uma bolsa), quanto nas sobras de cimento, que podem se transformar em esculturas.

A construção civil é um grande consumidor de materiais e um grande gerador de resíduos. A ideia é viabilizar o desenvolvimento sustentável em combinação com a solução do problema social da habitação não é novo e conta até com uma categoria especial no Setor Reciclagem.

Os desafios da construção civil, em diminuir o impacto ambiental da sua atividade, são enormes, mas um de seus resíduos pode ter novas utilidades com pouco esforço e investimento.

Reciclagem de sacos de cimento

O papel que embala o saco de cimento é de boa qualidade, portanto pode se transformar em papel ou papelão novamente. Veja mais sobre reciclagem industrial de papel e sobre reciclagem artesanal de papel.

O saco de cimento está classificado como KRAFT III, em uma grande lista de tipos de papel, então é bom não misturá-lo com outros tipos, assim preserva-se o valor das outras aparas de papel.

Se a reciclagem deste resíduo é viável, deve-se fazer um trabalho de conscientização e sensibilização que envolva todos os elos da construção civil, de fabricantes de cimento e construtoras, até o ajudante de pedreiro.

O processo de reciclagem do saco de cimento

É bastante simples. Após o corte correto do saco, para não estragar ou espalhar pequenos resíduos de papel (além de não desperdiçar cimento), as embalagens devem ser separadas dos outros resíduos e lavadas em um tanque com água de chuva, por exemplo.

Após a secagem, o papel deve ser estocado até alcançar o maior volume possível. Recicladores compram toneladas de papel.

A borra obtida na lavagem do papel pode se transformar em esculturas. É importante ter visão ampla e reutilizar o que for possível. A mesma água pode ser usada inúmeras vezes.

Bolsas ecológicas de sacos de cimento

Vale citar a iniciativa de sucesso do estilista mineiro Rogério Lima, que lançou uma coleção, que vai de maxi bolsas à carteiras, todas feitas de sacos de cimento. Aliadas a tecidos e peças de metal ou envernizadas, as bolsas ilustram a preocupação com a reciclagem.

Segundo Rogério, a ideia de usar os sacos de cimento surgiu na reforma do Showroom, lugar onde a grife vende por atacado. “Desde que Jum Nakao criou roupas recicláveis, fiquei com vontade de fazer algo parecido, mas achava que não era funcional”, conta. “Quando reformei meu Showroom, gastei muito saco de cimento. O setor financeiro da minha empresa ficou no meu pé dizendo que eu estava gastando muito dinheiro e que tantos sacos teriam que se pagar. Pensei em vendê-los, mas logo mudei de ideia e foi quando vi que poderia colocar em prática a vontade de fazer moda reciclável”, diz.

O sucesso foi tanto que Rogério já participou de feiras em Paris, Milão, Hong-Kong e atualmente fabrica as bolsas da grife Cavalera – que já tem a linha de papel em todas as lojas da marca -. “Na edição 2008 da São Paulo Fashion Week, faltavam três dias para o desfile e o estilista Ronaldo Fraga me pediu para criar uma bolsa. Ele me deu algumas estampas relacionadas ao tema do desfile, que era o rio São Francisco, e escolhi a de um peixe. Fiz uma carteira grande de saco de cimento com um peixe feito em couro na frente. Ronaldo amou e brincou que a carteira ia roubar a cena das roupas”, conta.

A grande maioria dos resíduos são recicláveis, mas as vezes não são reciclados por estarem contaminados e misturados. Com força de vontade, transformamos lixo em riqueza. Com as bençãos da mãe natureza.

Fonte : www.setorreciclagem.com.br

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