novembro 06

Cada vez mais independente, Águas Claras vê chegada de rede hoteleiras.


6 de novembro de 2013 às 10:20
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

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outubro 24

Mercado Imobiliário – Faça a escolha certa.


24 de outubro de 2013 às 15:33
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Infográfico mostra os prós e contras de imóveis na planta, residências usadas, imóveis comerciais, terrenos e fundos imobiliários.

Quem está interessado em investir em imóveis tem cinco opções principais: imóveis residenciais na planta, residências usadas, imóveis comerciais, terrenos e fundos imobiliários.

Veja a seguir os prós e contras de cada uma dessas modalidades de investimento e faça a escolha certa:

Qual é a melhor forma de investir em um imóvel?

 

Fonte: infomoney.com.br

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outubro 01

Conselho Monetário amplia limite para comprar imóvel com recursos do FGTS.


1 de outubro de 2013 às 8:06
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Governo anuncia elevação do teto para compra à vista ou financiamento de imóveis com recursos do FGTS.

Prédios

Divulgação/Imovelweb

Brasília – Os mutuários que compram imóveis com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderão financiar unidades de maior valor. O Conselho Monetário Nacional (CMN) elevou os valores máximos dos imóveis que podem ser adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

O valor dos imóveis que podem ser financiados com recursos do FGTS subiu de R$ 500 mil para R$ 650 mil. Para os mutuários de quatro unidades da Federação – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal – o limite foi elevado de R$ 500 mil para R$ 750 mil. O limite não era elevado desde abril de 2009.

A medida entra em vigor amanhã (1º) e só vale para novos financiamentos. De acordo com o chefe adjunto de Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), Júlio César Carneiro, o limite foi elevado para corrigir a inflação acumulada no período, que variava de 22% a 29% dependendo do índice. No caso dos materiais de construção, o aumento de preços foi ainda maior. O Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) acumula alta de 36,43%.

Além disso, ressaltou o técnico do BC, as empresas de construção civil e as próprias instituições financeiras pediam o reajuste do limite há pelo menos dois anos. “Os bancos reclamavam que o valor estava baixo demais para financiar unidades habitacionais”, explicou.

Em relação ao limite para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, Carneiro disse que o CMN optou por estabelecer um teto diferenciado para adequar os financiamentos às características do mercado imobiliário dessas unidades da Federação. “O crescimento do mercado e dos custos nessas regiões justificaram o limite de R$ 750 mil”, declarou.

O técnico do Banco Central disse ainda não acreditar que a elevação do limite vá inflacionar o preço dos imóveis. “Os limites foram reajustados em percentuais menores que a inflação”, justificou.

O CMN também mudou a parcela do valor do imóvel que pode ser financiado com recursos do FGTS. Pela regra anterior, até 90% do valor podia ser financiado. Agora, o percentual ficou em 90% para os financiamentos que usam o Sistema de Amortização Constante (SAC), cujas parcelas começam mais altas, mas o abatimento do saldo devedor ocorre mais rápido. Para os demais sistemas de amortização, o percentual foi reduzido para 80%.

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil

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setembro 24

Construtora é destaque na Formatura Anual de Alfabetização e Ensino Fundamental promovida pelo Seconci-DF.


24 de setembro de 2013 às 17:44
Categoria: Institucional , Mercado , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: admin

A Faenge participou da 26ª Formatura Anual de Alfabetização e Ensino Fundamental promovida pelo Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF)  que aconteceu na ultima sexta feira  no Clube de Engenharia.

A Formatura reforça a importância do ensino para os trabalhadores da construção civil “O Projeto de Alfabetização é de extrema importância, pois possibilita ao trabalhador  uma nova chance para que ele possa voltar à sala de aula, quando não acontece de ser a primeira oportunidade para se alfabetizar”, conta Higino Fabiano, presidente do Seconci-DF que também esteve no evento de formatura.

Durante a festa, também foi apresentada a exposição  “O Luxo que Vem do Lixo”, com trabalhos criados pelos próprios alunos, todos eles com feitos com materiais reaproveitados como papelão, garrafas pet, latinhas de alumínio e gesso.

A gestora de qualidade da Faenge Helena Cirqueira, diz que  o projeto leva  conhecimento aos canteiros. Temos turmas espalhadas por todas nossas obras,  a construtora Faenge tem como meta manter uma sala de aula por canteiro de obra.”

IMG_7214A construtora foi o grande destaque da noite com 39 formandos, cerca de 40 % dos alunos do projeto.

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setembro 02

Como decidir entre comprar imóvel à vista ou financiado.


2 de setembro de 2013 às 15:05
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Conheça os prós e contras de cada opção e veja o que levar em conta ao se planejar para comprar a casa própria 

Família em sua casa nova

 

Família na casa nova: dar uma gorda entrada e financiar o restante é a dica dos especialistas

 

São Paulo – Ainda que já tenham sido bem mais altos, os juros no Brasil ainda pesam muito no bolso de quem contrai um financiamento. A dúvida entre financiar ou juntar dinheiro para pagar bem mais barato à vista é frequente, e quando se trata da compra de um imóvel, a ideia de pagar quase o dobro do bem ao financiar estremece ainda mais. Você sabe o que levar em conta para tomar essa decisão?

Segundo Fábio Gallo Garcia, professor de finanças da FGV-SP, do ponto de vista financeiro, poupar para pagar à vista é sempre melhor do que financiar e pagar juros. “Não há cálculo financeiro que desminta isso”, diz o professor. Isso pelo simples fato de que, no primeiro caso, você recebe juros e paga bem menos pelo bem. O problema é que nem só de teoria financeira vive o homem.

Imóveis são bens de alto valor, e poupar para comprá-los à vista pode ser muito demorado. Por isso, a sugestão dos especialistas é fazer um híbrido de poupança com financiamento. Ou seja, poupar com inteligência para dar uma gorda entrada e financiar o restante.

Por um lado, os imóveis nas principais cidades brasileiras estão caros para a maioria das pessoas, pois se valorizaram muito nos últimos anos. Embora muitos falem em bolha imobiliária, a percepção geral do mercado é de que os imóveis continuarão se valorizando, só que modestamente. Assim, não só a formação de poupança para comprar à vista levaria muito tempo, como o poupador teria que correr atrás das eventuais altas de preços.

Por outro lado, por mais baixos que sejam em comparação a outras linhas de crédito, os juros do financiamento imobiliário no Brasil ainda são altos. O valor total da compra será de quase o dobro do preço do imóvel. Em simulação feita a pedido de EXAME.com, a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra quanto realmente custa a compra de um imóvel de 300 mil reais, com 30% de entrada e 210 mil reais financiados, para serem pagos em 30 anos. O sistema de amortização utilizado foi a Tabela SAC.

CET* de 10% ao ano CET* de 8,5% ao ano
Primeira prestação R$ 2.206,74 R$ 2.015,85
Juros da 1ª prestação R$ 1.623,40 R$ 1.432,51
Amortização** da 1ª prestação R$ 583,33 R$ 583,33
Juros pagos ao fim de 30 anos R$ 302.259,79 R$ 258.568,71
Amortização paga ao fim de 30 anos R$ 210.000,00 R$ 210.000,00
Montante total pago ao fim de 30 anos R$ 512.259,79 R$ 468.568,71

(*) CET = Custo Efetivo Total, que inclui juros, seguros e outras eventuais taxas.
(**) Amortização = valor destinado ao pagamento do valor financiado
Fonte: Anefac

 

Financiar sai caro, mas tem vantagens

Usado com inteligência, o financiamento pode ser uma arma poderosa para quem deseja comprar um imóvel, principalmente se for o primeiro. Para quem vive de aluguel, o valor da parcela de um imóvel pronto para morar pode substituir o aluguel pago mensalmente. Agora, se o imóvel for comprado na planta, aluguel e prestação deverão se somar, o que tornará o processo tão pesado quanto poupar para comprar à vista.

Pode levar décadas para conseguir formar poupança suficiente para pagar um imóvel à vista. E para quem tem o sonho de comprar a casa própria e não gosta de morar de aluguel, a ideia de comprar o primeiro imóvel aos 50 ou 60 anos de idade não deve ser muito interessante. O fato de o financiamento proporcionar uma antecipação do consumo, neste caso, é uma tremenda vantagem.

Outro ponto positivo do financiamento é a possibilidade de “travar” o preço atual do imóvel, não ficando sujeito às oscilações do mercado. Se o imóvel desvalorizar, o comprador terá perdido a oportunidade de comprá-lo mais barato, mas se houver alta, ele estará protegido contra ela. Já para os poupadores, eventuais altas podem ser desastrosas, pois será preciso “correr atrás” da valorização com os seus investimentos.

O financiamento imobiliário também possibilita o uso dos recursos do seu FGTS, desde que você e o imóvel se enquadrem nas regras. Isso é tremendamente vantajoso, uma vez que a rentabilidade do fundo é de apenas 3% ao ano mais TR, perdendo de longe para a inflação. O FGTS praticamente só pode ser utilizado quando se financia ou se faz consórcio.

No primeiro caso, pode compor a entrada, amortizar ou pagar parcelas. Na compra à vista, a única forma de usar os recursos do fundo é se estes forem suficientes para quitar o imóvel, o que é mais difícil de acontecer. “O financiamento abre uma ótima oportunidade de usar o dinheiro do FGTS, desde que a compra ocorra dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Se o comprador tem um bom saldo, já é uma grande ajuda”, observa Letícia Camargo, CFP, planejadora financeira certificada pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF).

Finalmente, para quem não tem muita disciplina para poupar – principalmente por um longo período de tempo – o financiamento força o comprador a destinar uma quantia para a casa própria todos os meses. “É quase como se fosse uma poupança forçada”, diz Letícia.

Poupar com inteligência é fundamental

Ocorre que, como já foi dito, financiamento é caro e faz com que você pague muito mais pelo bem adquirido. Além disso, em geral as instituições demandam um valor de entrada, nem que seja de 10%. Quanto maior a entrada, menos juros e outros acessórios você vai terá que pagar, e melhores condições de pagamento você vai conseguir.

Seja para pagar um imóvel à vista, seja para ter uma substancial quantia de entrada em mãos, seu planejamento de poupança deve levar alguns pontos em consideração. O primeiro é que financiamento tem restrições; poupança, em tese, não. As instituições financeiras só permitem que você comprometa de 20% a 30% da sua renda para pagar um financiamento imobiliário. Isso pode acabar limitando o valor do imóvel que você vai conseguir comprar.

Por outro lado, a poupança não tem essa restrição. Pode ser que, por algum motivo, você consiga poupar mais do que 30% da sua renda, o que vai dar um belo fôlego ao seu pé de meia. Assim, se sua intenção é apenas poupar para formar uma entrada, seu valor terá que ser suficiente para que a parcela do montante financiado caiba no seu bolso sem derrubar o padrão do imóvel desejado.

Portanto, a primeira coisa a se estabelecer é o montante que deve ser poupado. Quanto custa o imóvel desejado? De quanto terá que ser a entrada para que você consiga financiar o restante com a sua renda? Quanto custam as taxas referentes ao imóvel e os ajustes para torná-lo habitável?

O poupador deve se lembrar de que a compra do imóvel pressupõe custos como reformas, Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), escritura e registro. Se for um imóvel comprado na planta, pode haver outras taxas e certamente será preciso gastar até 20% do valor do imóvel com acabamento. Também pode haver a necessidade de comprar móveis e eletrodomésticos.

Em seguida, é preciso montar um orçamento no qual esteja incluído o objetivo de formar poupança para a compra do imóvel. Todos os meses o poupador deve destinar uma quantia a esse objetivo, mas não deve se descuidar de duas outras poupanças importantes: a reserva de emergência e a aposentadoria.

Essas quantias não devem ser misturadas. Ou seja, ao dar entrada em um imóvel, você não deve gastar todas as economias da sua vida. Precisa manter uma reserva de emergência de no mínimo três meses das suas despesas – especialistas recomendam de seis meses a um ano – e a poupança da aposentadoria.

O professor Fábio Gallo orienta o poupador a anotar todas as despesas e receitas líquidas, estipular um gasto máximo mensal para as despesas variáveis (como entretenimento, vestuário e presentes) e considerar não só uma base mensal, como também uma base anual.

“Saiba quanto você ganha e gasta por ano. Algumas receitas, como bônus e comissões, bem como algumas despesas, como IPVA e IPTU, são anuais”, explica. Para ele, o ideal é estipular também um prazo, para que haja disciplina.

E onde investir a quantia destinada ao imóvel? Como os preços dos imóveis podem continuar subindo, ainda que modestamente, é preciso se proteger contra essa alta, para poder comprar o imóvel do padrão desejado lá na frente. É fundamental se proteger pelo menos contra a inflação, pois os preços dos imóveis têm vencido os índices inflacionários mês a mês.

Fábio Gallo aconselha a investir em aplicações indexadas à inflação, como as Notas do Tesouro Nacional série-B (NTN-B), vendidas pelo Tesouro Direto. Esses produtos pagam uma taxa de juro acima da inflação. Você deve casar o prazo de vencimento do título com a data em que você vai precisar do dinheiro. No caso da NTN-B, vendê-la antes do prazo pode dar um rendimento inferior ao acordado no ato da compra, ou mesmo prejuízo.

O professor diz que é possível até optar por fundos imobiliários ou renda fixa pré-fixada. Mas desaconselha o investimento em ações, pois não são ativos necessariamente ligados ao desempenho da inflação e do mercado imobiliário. “É importante sempre acompanhar o rendimento do seu investimento e a evolução de preços no mercado onde está o tipo de imóvel desejado, para ir reavaliando o investimento”, alerta.

Fonte: Portal Exame
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agosto 14

Jovens preferem imóveis pequenos e bem localizados.


14 de agosto de 2013 às 20:34
Categoria: Lar , Mercado
Publicado por: admin

Apartamentos de 45m² à 60m² são preferencia entre a juventude.

Jovens preferem imóveis pequenos e bem localizados.

 

A classe média brasileira tem sofrido transformações econômicas e o mesmo pode-se dizer dos jovens, que procuram conforto e comodidade em apartamentos pequenos. Hoje a localização é um fator decisivo quando eles buscam um imóvel, além do valor.

Com um estilo de vida cada vez mais agitado e que reflete a escassez de tempo, os apartamentos pequenos, de 45m² à 60m, são preferência entre a juventude. Além de suprirem as necessidades, estes imóveis são de fácil manutenção, já que as pessoas ficam menos tempo em casa.

O advogado e diretor de condomínios Carlos Samuel de Oliveira Freitas, explica que “Esses apartamentos em questão têm cerca de 45m2 à 60m2, e possuem, como uma de suas principais características, um ou dois quartos, cômodos pequenos, mas não deixam de lado os atrativos dos espaços coletivos que existem nos imóveis maiores, como uma pequena sala para reunir amigos ou família”.

Localização

A localização também é um ponto central na negociação. Os imóveis centrais, perto do trabalho ou do local de estudo, de supermercados, padarias e farmácias, são os mais concorridos. Estar perto de rodoviárias e pontos atendidos pelo transporte coletivo também conta, principalmente para a faixa etária dos 15 aos 25, que por vezes não possui veículo próprio.

Financiamento imobiliário

O crescimento do público jovem como investidor do setor imobiliário é um processo observado há anos. De acordo com os dados da Caixa Econômica Federal (CEF), em 2002, jovens com idade até 30 anos representavam 34,60% dos contratos de financiamentos imobiliários pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Em 2006 o número chegou a 37,50% e em 2010 a 36,30%. De acordo com o portal O Estado, os financiamentos de R$ 200 mil a R$ 500 mil, que tinham 0,1% de representatividade até 2005, em 2010 chegaram a 3,6%.

Entre maio de 2011 e maio de 2012, de acordo com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), cerca de 90% dos lançamentos foram de dois dormitório, sendo 75% econômico, que mediam entre 45m² e 65m² e custavam em média R$ 130 mil. O objetivo foi justamente atender a demanda do público jovem.

Fonte: redimob.com.br

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agosto 09

A nossa homenagem ao Dia dos Pais.


9 de agosto de 2013 às 9:53
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

E-mail mkt_Faenge_Dia dos Pais

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julho 30

Crédito imobiliário bate recorde no primeiro semestre.


30 de julho de 2013 às 10:30
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

O crédito imobiliário com recursos da poupança teve o melhor resultado semestral da história desde o início do real, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Crédito Imobiliário bate recorde

O financiamento habitacional com recursos da caderneta de poupança somou R$ 49,6 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um aumento de 34% em relação ao mesmo período de 2012. O desempenho é bem superior às projeções (“guidance”) da Abecip para o ano. A entidade esperava avanço de 15% neste ano. Nos 12 meses de 2012, o crescimento dos desembolsos havia sido de apenas 3,6% na comparação com 2011.

Junho foi um mês excepcionalmente forte. No período, os financiamentos imobiliários somaram R$ 11,17 bilhões, uma alta de 51% em comparação ao mesmo mês do ano passado. Em relação a maio, o crescimento foi de 15%. Em termos de unidades, foram financiados 244,7 mil imóveis nos seis primeiros meses do ano, avanço de 14% ante igual período de 2012. Só em junho, foram 53,2 mil imóveis, avanço de 27% na comparação com o ano passado.

A captação líquida da poupança também teve o melhor desempenho em junho desde 1995, somando R$ 6,7 bilhões.

Crédito para aquisição

Segundo a Abecip, o desempenho do crédito imobiliário no semestre foi puxado pelas operações de aquisição de imóveis, embora o crédito para construção também tenha crescido no período.

Nos seis primeiros meses do ano foram desembolsados R$ 35,4 bilhões para aquisição de imóveis, um crescimento de 45% na comparação com igual periodo do ano passado.

Já nas operações para construção, foram desembolsados R$ 14,2 bilhões, um crescimento de 12% na mesma comparação.

Os dados consideram apenas os desembolsos que usaram recursos da caderneta de poupança como “funding”. Isso exclui, por exemplo, as operações no âmbito do programa do governo federal Minha Casa Minha Vida.

Abecip mantém projeção

A associação manteve a projeção (“guidance”) de crescimento de 15% dos desembolsos com recursos da poupança em 2013, a despeito do crescimento recorde nos primeiros seis meses do ano. O resultado do primeiro semestre foi bem acima da meta, com expansão de 34%.

O presidente da Abecip afirmou que embora mantenha a projeção , a entidade admite que o crescimento possa surpreender e ficar maior. Ele afirmou que há possibilidade de o crédito imobiliário com recursos da poupança chegar até R$ 100 bilhões desembolsados no ano, o que representaria um crescimento de 21% no ano.

O tom conservador é dado por conta do contexto do mercado na primeira metade do ano. “O primeiro semestre deste ano foi um período fora da curva. Muitos projetos que estavam represados no ano passado saíram do papel no período. No restante do ano, a tendência é de leve desaceleração”, afirmou. “Houve uma transferência de projetos que seriam lançados no fim do ano passado para o começo de 2013.”

Em 2012, o crédito imobiliário com recursos da poupança cresceu 3,6% na comparação com 2011. “Houve uma arrumação de estoques por parte das construtoras que já foi feita. Agora os lançamentos e as vendas estão mais alinhados”, disse Lazari.

Embora as condições da economia brasileira tenham se deteriorado nos últimos meses, Lazari não acredita que essa situação possa contaminar o crédito imobiliário. Ele afirma que o ciclo da construção civil é um ciclo mais longo e que não sente entre as incorporadoras um discurso pessimista.

Lazari também ponderou que aumentos da taxa básica de juros têm efeito limitado sobre as taxas do crédito imobiliário, na medida em que essas operações usam recursos da poupança. Ele afirma que, no caso da taxa Selic chegar a 9% ou 9,5%, o efeito nas taxas de juros do crédito imobiliário representar 0,5 ponto percentual, no máximo.

O executivo voltou a afirmar que espera que a Letra de Financiamento Imobiliário, instrumento que vai funcionar como um “covered bond” brasileiro e servir de “funding” para operações de crédito imobiliário, tende a ser regulamentado até o fim deste ano ou começo de 2014. “É uma questão que ficou menos urgente graças à captação da poupança, mas vai sair. A legislação já está pronta”, afirma.

Fonte:  Valor Econômico, por Felipe Marques .

 

 

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julho 05

Noroeste aguarda comércio


5 de julho de 2013 às 9:53
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Prédios da primeira quadra comercial a ficar pronta no Noroeste: maioria das lojas estão vendidas. As primeiras lojas devem estar em funcionamento a partir de 2014. O bairro terá estabelecimentos nos moldes das entrequadras das asas Sul e Norte, além de terrenos maiores para supermercados, escolas, hospitais, entre outros.

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Com a chegada dos primeiros moradores ao Noroeste, a demanda por atividades comerciais começa a surgir no endereço nobre. O bairro tem 195 projeções para lojas divididas em áreas destinadas ao comércio local e ao regional. O local (CLNW), que tem 62 lotes, foi planejado nos moldes das asas Sul e Norte: entre os prédios residenciais, com a diferença de que só existirá a cada quatro quadras de moradia e ficará no meio da rua (e não nos dois lados da pista). Nos blocos do CLNW, poderão funcionar estabelecimentos como padarias, farmácias, lavanderias e restaurantes. Esses prédios são mistos, com uso para comércio no térreo e residencial no primeiro andar.

Os lotes do Comércio Regional do Noroeste (CRNW), na beirada da pista W9, paralela à principal, são maiores e voltados às atividades que não podem se instalar no CLNW (supermercados, concessionárias, postos de combustíveis, escolas e hospitais). São 133 terrenos com tamanhos que variam entre 800 m² e 1,5 mil m². Até eu estou curioso para saber como o comércio vai funcionar no Noroeste. Esse é o principal diferencial do bairro , afirma o gerente de projetos do Noroeste da Companhia Imobiliária do DF (Terracap), Albatêneo Granja.Ele acredita que, em 2014, algumas lojas já estejam alugadas e em funcionamento. Dos 195 lotes comerciais, a Terracap já vendeu 54, tanto do CLNW quanto do CRNW.

As projeções começaram a ser ofertadas nas licitações da empresa em janeiro de 2009, quando 11 foram comercializadas por preços que variavam entre R$ 2,9 milhões e R$ 3,6 milhões. Os terrenos fizeram parte dos editais das concorrências públicas da Terracap até abril de 2013, quando a última projeção da 1ª etapa do Noroeste foi vendida a R$ 4 milhões. Agora, os terrenos da 2ª etapa, tanto residenciais quanto comerciais, só devem voltar a ser comercializados no fim do ano. Isso vai depender da demanda do mercado. As primeiras licitações tiveram muita procura porque a Asa Norte acabou e o Noroeste não saiu, tinha muita gente esperando , explica Granja.

Potencial econômico

A grande maioria das lojas na primeira quadra comercial a ficar pronta no Noroeste estão vendidas. Três prédios, por exemplo, são de uma mesma incorporadora que destinou cada bloco para uma atividade. O C é para alimentação, o D para serviços e o E para estabelecimentos de moda. Cada um deles tem 10 lojas, que custam entre R$ 1,2 milhão (uma loja de 64 m² com mezanino e duas garagens) e R$ 1,4 milhão (de canto de 74m², com quatro garagens além do mezanino). No bloco C, eu só tenho uma loja de canto disponível, que está reservada. No D, tenho duas e no E, quatro , afirma uma das corretoras da construtora. Por enquanto, afirma ela, os compradores são investidores que pretendem alugar as lojas para comerciantes em um segundo momento. Até agora, no entanto, nenhuma delas está disponível para locação.

O presidente da Federação do Comércio do DF (Fecomércio), Adelmir Santana, admite que o mercado espera com ansiedade o crescimento do Noroeste, mas ressalta que a procura por lotes comerciais no setor já foi maior. Para Adelmir, uma padaria, uma farmácia ou uma igreja devem ser inauguradas em breve no bairro. Mas as demais atividades levarão mais tempo para se estabelecer no setor, a exemplo do que aconteceu com Águas Claras e o Sudoeste. “É um mercado promissor, com consumidores de alta renda. O Noroeste tem todas as condições de ter um comércio pujante , diz. O comércio vai chegar com os moradores e ainda há muitas projeções vazias”, completa.

 Habite-se

Doze prédios residenciais do Noroeste ganharam habite-se desde dezembro do ano passado e já têm moradores. De acordo com a Terracap, cerca de 60 famílias vivem no bairro nobre e aguardam o fim dos trabalhos de infraestrutura e a instalação do comércio. A Administração de Brasília é a responsável por autorizar as obras no setor, tanto comerciais quanto residenciais. Ao todo, 16 blocos comerciais foram aprovados pela administração. Além disso, 52 processos comerciais estão em análise pelo órgão. “Nossa expectativa é de que o Noroeste se consolide esse ano e surjam os primeiros comércios até dezembro. Eles serão âncoras e vão atrair ainda mais moradores”, afirma o administrador de Brasília, Messias de Souza.

Fonte:  Correio Braziliense

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junho 26

Imóvel comercial atrai ‘órfãos’ da Bolsa e renda fixa.


26 de junho de 2013 às 15:54
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Com o baixo rendimento de outras aplicações -como Bolsa, com perda de cerca de 20% no ano, e renda fixa, que paga pouco no cenário atual de juros baixos-, imóveis comerciais são uma opção procurada por investidores.

A valorização dos imóveis fez com que o público se renovasse. Hoje, o investidor de pequenas salas comerciais (até 60 metros quadrados) tem, em média, 44 anos e renda média familiar de R$ 20 mil ao mês.

Há seis anos, a idade média para esses investidores ultrapassava os 50 anos e a renda familiar era de R$ 46 mil, segundo um estudo da imobiliária Lopes. Para João Henrique, diretor de atendimento da empresa, houve uma migração do investidor da Bolsa para o imóvel.

Em residencial, investidor prefere revenda.

Os compradores também estão cada vez mais qualificados: 43% possuem pós-graduação e 47%, ensino superior. “Há muitos médicos, advogados, empresários e profissionais liberais investindo”, afirma Henrique.

Antes, a maior parte dos investidores era de empresários bem-sucedidos.

Enquanto a maioria dos imóveis residenciais é adquirida para moradia (entre 80% e 90%, segundo o Secovi-SP, sindicato que representa as construtoras), 36% dos comerciais são comprados por investidores.

RENDA MENSAL

Na maioria dos casos, o investidor compra a sala e tem no aluguel uma garantia de retorno mensal.

Segundo Celso Petrucci, economista chefe do Secovi, a taxa de retorno média fica entre 0,5% e 0,6% ao mês em relação ao valor total do investimento. Se o investidor comprou um imóvel por R$ 500 mil, por exemplo, um aluguel de R$ 2.500 representa um retorno de 0,5%.

O empresário Anderson Willian Figueira, 35, espera ganhos mais altos. Figueira comprou uma sala comercial de cerca de 40 metros quadrados na Barra Funda, zona oeste de São Paulo.
Gastou cerca de R$ 500 mil na compra. Na região, as salas são alugadas por aproximadamente R$ 3.000. O investidor quer construir um mezanino e aumentar o aluguel para em torno de R$ 5.000, com retorno de 1%.

“Não tem outro investimento que dê rentabilidade desse nível, com risco baixo.”

Para Amir Makansi, diretor da consultoria imobiliária Anglo Americana, a localização do imóvel é essencial para o sucesso do investimento. “Você tem que estar em uma região que tenha demanda”, diz. Por isso, a maior parte das compras para investimento ocorre em regiões já consolidadas, como as avenidas Faria Lima e Paulista.

A expansão ocorre a partir desses polos já consolidados, segundo Henrique, da imobiliária Lopes.

LAJES X SALAS

Aquele que investe em salas comerciais tem um perfil diferente do investidor que aposta em lajes corporativas (grandes escritórios -leia mais na pág. 4).

O comprador da laje é considerado um investidor de grande porte porque consegue alugar andares inteiros para empresas grandes, com contratos longos e baixo risco de inadimplência.

 

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Fonte: Folha  de São Paulo

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