maio 07

Uma jovem imponente.


7 de maio de 2014 às 10:03
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Entre contrastes e semelhanças, o maior canteiro de obras do Brasil completa 11 anos de vida como região administrativa. Considerada uma das cidades mais procuradas para morar, Águas Claras cresceu mais de 3% em relação ao Distrito Federal entre 2011 e 2014.

Além dos serviços públicos voltados aos 73 mil moradores da região, Águas Claras Vertical é considerada a cidade com maior número de praças públicas do DF
Fotos: Mary LealAlém dos serviços públicos voltados aos 73 mil moradores da região, Águas Claras Vertical é considerada a cidade com maior número de praças públicas do DF

Enquanto diversas regiões do Distrito Federal criavam asas rumo à consolidada independência e desenvolvimento, o desconhecido nome Águas Claras ecoava de maneira estranha aos moradores do Planalto Central. No entanto, a cada martelada e tijolo colocado, o anonimato da cidade começou a ganhar forma e atrair os olhares de moradores do DF e habitantes de solos situados além das fronteiras do centro-oeste do país.

Às vésperas de completar 11 anos como região administrativa, o maior canteiro de obras do país divide espaço em harmoniosa relação com espécies da fauna e flora brasileira resguardados no Parque Ecológico Águas Claras, santuário natural conhecido como pulmão verde da cidade vertical. Detentora de um vasto acervo genético do ecossistema do cerrado entre arranha-céus esculpidos pelo virgem horizonte, a Região Administrativa (RA) XX conquistou o coração da família Nunes que há cinco anos guardam na lembrança a vida no Núcleo Bandeirante. “Escolhemos a região por causa da área de lazer e dos prédios novos. Começamos a procurar um imóvel para morar, mas não imaginávamos que poderia ser em Águas claras. Mas quando conhecemos o ambiente, o apartamento novo, decidimos adquirir o apartamento”, declarou Dalmo Nunes.

O chefe da família disse ainda que, além do conforto encontrado no condomínio, a característica do local é favorável para criar vínculos sociais, sem precisar deixar a região para suprir as necessidades, inclusive em relação ao entretenimento. “Após recomeçarmos a vida na cidade, raramente saímos no fim de semana para nos divertir em outras regiões. Por ser um condomínio fechado, facilita criar laços de amizade”, conclui.

Além dos serviços públicos voltados aos 73 mil moradores, a aniversariante Águas Claras Vertical é considerada a cidade com maior número de praças públicas do DF. Em uma área total de 31,5 km², a região administrativa possui 42 praças, com áreas verdes consideradas ponto de encontro e ambiente preferido dos animais de estimação.

Originada como bairro de Taguatinga em 1984, a RA XX conquistou independência em 1997. Segundo dados divulgados pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) pela Pesquisa de Dados por Amostra de Domicílio (PDAD) de 2014, as regiões que formam Águas Claras, divididas entre a área vertical, Arniqueiras e Areal somam cerca de 122 mil habitantes, sem computar a Área de Desenvolvimento Econômico (ADE), com mais de 200 empresas responsáveis pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do DF.

A família Nunes diz que além do conforto encontado no condomínio, dentro da cidade é um bom local para criar vínculos com as pessoas em qualquer lugar da região
A família Nunes diz que além do conforto encontado no condomínio, dentro da cidade é um bom local para criar vínculos com as pessoas em qualquer lugar da região

Desenvolvimento e crescimento da região

De acordo com o administrador de Águas Claras, Denílson Bento da Costa, a cidade é considerada uma das mais importantes para o DF, tanto pela questão econômica, quanto pelo desenvolvimento. Ele afirma que a região foi idealizada como extensão do planejamento da capital federal. “Águas Claras é o sexto colocado como polo econômico entre as 31 regiões administrativas. Moradores de outras regiões utilizam os serviços oferecidos pela cidade, inclusive em relação a bares, restaurantes e supermercados. Outra característica positiva, é que cada vez mais, o mercado profissional do local vem sendo ocupado pelos próprios habitantes”, completa.

No entanto, nem tudo é um mar de rosas quando o assunto é a RA XX. Denílson da Costa relata que o crescimento desordenado populacional não acompanhou a infraestrutura disponibilizada pela região. Ele informa que houve carência em relação ao planejamento da região durante os 11 anos de desenvolvimento e suporte necessário para atender a quantidade de habitantes que ultrapassou em até quatro vezes em relação ao planejamento original. “Existe dificuldade para realizar manutenção dessa infraestrutura por ela estare sobrecarregada, a exemplo do trânsito de veículos e acessibilidade aos pedestres com medidas a serem pensada a médio prazo. Uma pesquisa retrata a existência de dois a três carros por residência, média altíssima que resulta na escassez de vagas públicas de automóveis”.

Com a atenção voltada às reivindicações dos habitantes, o administrador da RA XX informa que cerca de 30% do local ainda vai passar por investimentos. “Existem espaços que vão dar lugar à escola pública, delegacia de polícia e posto de saúde. Águas Claras tem tudo para ser a melhor cidade do DF, desde que exista acompanhamento de perto em relação ao crescimento demográfico e resolução dos problemas apresentados”, finaliza Denílson Bento.

 

Denilson Costa conta que a cidade é considerada uma das mais importantes do DF
Denilson Costa conta que a cidade é considerada uma das mais importantes do DF

Além da Administração de Águas Claras, as reivindicações dos moradores ganham relevância por meio da Associação de Moradores e Amigos de Águas Claras (Amaac). Com trabalhos voltados à comunidade para garantir o bem-estar aos moradores e visitantes, a entidade criada em 2012 atua na defesa dos direitos e luta pela qualidade de vida dentro da região. De acordo com o presidente da Amaac, José Maurício, apesar das alterações em relação ao planejamento urbanístico original, ele informa que o local possui potencial econômico. “Ela vem se fortalecendo com o crescimento do comércio e valorização dos imóveis. É a quinta maior cidade do DF com o maior índice de crescimento populacional durante os últimos oito anos”, completa.

O presidente da associação voltada a atender os moradores esclarece sobre as distinções sobre as áreas que compoem a cidade de Águas Claras. José Maurício destaca o setor gastronômico e o Parque ecológico de Águas claras como referencial da região vertical.

“Característica diferente do Areal, com a presença misturada de casas e edifícios de pequeno porte. O setor é mais antigo do que a parte vertical e, devido ter sofrido um processo de invasão, foi destinado a projetos de assentamento familiar, com algumas quadras pendentes de regularização”.
Quanto à região Arniqueira, ele conta que a predominância do local é a construção condomínios de casas, além de possuir característica de área rural, transformada em urbana, com ausência de um adequado planejamento.

Composta por um conjunto de indústrias e empresas do ramo do comércio e serviços diversos, José Maurício relata que a Área de Desenvolvimento Econômico é uma região em construção com problemas e desafios, com destaque para o setor de distribuição por meio de empresas voltadas ao mercado de exportação.

Por: RAFAEL MOUAD
Fonte: maiscomunidade.com.br

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abril 10

Fatia de jovens em busca de imóveis dispara.


10 de abril de 2014 às 9:42
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

SÃO PAULO – Para atender às novas demandas, incorporadoras investem em residências menores, em centros urbanos para atrair o público entre 19 e 30 anos.

 

Fatia de jovens em busca de imóveis dispara.

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março 24

Para Banco Central, não há bolha imobiliária no país.


24 de março de 2014 às 9:19
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, descartou o risco de uma bolha imobiliária no Brasil. Durante divulgação do Relatório de Estabilidade Financeira, ontem, explicou que o País não reúne os elementos que caracterizam uma expansão insustentável do setor. E disse ainda que o mercado brasileiro não caminha para uma crise de subprime, semelhante à ocorrida nos Estados Unidos entre 2008 e 2009.

“Não há bolha imobiliária no Brasil. Não temos elementos que caracterizem bolha”, disse o diretor. Segundo Meirelles, não é possível fazer segunda hipoteca do mesmo imóvel no País e mais de 90% dos imóveis residenciais é para moradia própria. Ele também afirmou que o crédito imobiliário, cujo saldo total passou de R$ 89,1 bilhões em janeiro de 2010 para R$ 347,7 bilhões no primeiro mês de 2014, ainda é pequeno comparado a outras economias. Em uma simulação, o BC observou que, se houvesse uma queda de 33% nos preços dos imóveis, semelhante à registrada na crise do subprime nos Estados Unidos entre 2006 e 2009, o sistema não passaria por insolvência.

Na sua avaliação, foi considerado que o tombo ocorreria de maneira imediata, entre um dia e outro. O teste da autoridade monetária foi além e avaliou que, com uma queda de 55% nos preços, apenas um banco ficaria insolvente.

“Esse exercício é um pouco pra mostrar que, se houvesse hecatombe dos preços, mesmo assim as instituições financeiras seriam capazes de absorver também esse choque”, argumentou Meirelles. “O aumento dos preços dos imóveis tem sido compatível com crescimento da renda, não há descolamento.” Meirelles afirmou ainda que os dados observados pela autoridade monetária sugerem uma maior estabilização dos preços de imóveis.

Segundo ele, o aumento da renda dos brasileiros nos últimos anos pressionou a demanda no setor, mas esse movimento começa a ser estabilizado. O aumento da oferta colaborou para segurar o valor.

“Novas unidades habitacionais vão sendo feitas e a oferta vai aumentando, equilibrando essa relação”, completou.

Victor Martins

Eduardo Rodrigues

Fonte: Câmara  Brasileira da Indústria da Construção.

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março 06

Emprego na construção deverá bater recorde.


6 de março de 2014 às 15:38
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Comparado a 2013, o nível de emprego na construção brasileira deverá apresentar um crescimento mais robusto em 2014. Ainda neste primeiro trimestre, deve sair dos 3,426 milhões e voltar a alcançar o recorde histórico de 3,547 milhões, registrado em setembro do ano passado.

A previsão é do Sinduscon-SP e da Fundação Getulio Vargas (FGV), que projetam expansão contínua do emprego na construção até junho, quando o setor deverá ter mais de 3,6 milhões empregados formais.

 

Projeção a partir de janeiro de 2013

De acordo com a projeção, o crescimento do emprego em 2014, comparado a 2013, deverá ser de cerca de 3% (em 2013, a evolução havia sido de 1%, comparada à de 2012). O desempenho do indicador no mês de dezembro de 2013 já sinalizava uma recuperação. “A taxa do emprego de 12 meses – dezembro de 2013 comparado a dezembro de 2012 – foi de 1,54%, portanto, superior à média do ano para quase todos os segmentos”, comenta Ana Maria Castelo, coordenadora de estudos de Construção Civil da FGV.

“Nessa comparação, o emprego nos segmentos de edificações e de preparação de terrenos inverteu a tendência negativa: o primeiro registrou sua primeira taxa positiva do ano e o segundo cresceu pelo segundo mês. O segmento de infraestrutura, com a segunda taxa positiva nesta mesma comparação, registrou aceleração mais forte com crescimento de 0,92%. Apenas os segmentos de serviços especializados acusaram movimento inverso, com maior desaceleração na ponta”, observou a economista.

De janeiro a novembro, o mercado imobiliário paulistano já havia registrado uma retomada, aumentando em 7,8% o número de lançamentos e em 18,2% o de vendas, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2012. Espera-se um crescimento mais forte das contratações no segmento de edificações ao longo de 2014.

Mais confiança

A sondagem da construção da FGV realizada em janeiro com empresários de todo o país apontou melhora na confiança do empresariado para este ano e evolução expressiva do indicador de situação atual no segmento de preparação de terrenos – que acompanha a percepção relativa à situação dos negócios e evolução da atividade da empresa.

Desde outubro, o indicador de situação atual na comparação com igual mês do ano anterior tornou-se positivo, ou seja, aponta uma percepção de que a situação está melhor do que no ano anterior. Em janeiro, o indicador alcançou o melhor resultado de sua série histórica.

Análise de 2013

Em relação ao desempenho do emprego na construção em 2013, o baixo crescimento refletiu, em grande medida, a desaceleração no segmento de edificações, percebida desde o segundo semestre de 2012 e que se acentuou ao longo do ano. Na comparação com 2012, o segmento registrou queda 1,2% e contribuiu com menos de 3 mil novos postos em todo o país, o que representou apenas 5,2% dos empregos criados no ano. O número de empregados em edificações responde por 40% do total da construção. No entanto, ao se somar os empregos do segmento de incorporação, a retração fica menor, de 0,3%.

O encerramento de obras iniciadas no período de grande expansão de 2010 a 2011 afetou também os segmentos de serviços especializados, como o de obras de instalações e de acabamento, que foram desacelerando progressivamente ao longo do ano. No entanto, no acumulado de 12 meses, os dois registraram taxas superiores à média do setor, de 5,4% e 5,1% respectivamente. Em conjunto, somaram 40% dos postos criados no ano.

No que diz respeito ao segmento de infraestrutura, também houve desaceleração. A esperada recuperação decorrente do Plano de Logística lançado em 2012 não ocorreu e os eventos esportivos não conseguiram melhorar muito o desempenho do ano: foram criados 5,5 mil novos postos, ou 10,6% do total da construção. A taxa de crescimento acumulada foi de apenas 0,34%.

A Construção Civil teve seu melhor desempenho na região Sul do país (alta de 2,36%), seguida pelo Norte (+1,99%). A região Nordeste foi a única a apresentar queda no acumulado do ano, de 0,81%.

 

Sinduscon-SP

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fevereiro 26

Oito em cada 10 famílias comprarão imóveis nos próximos dois anos.


26 de fevereiro de 2014 às 8:44
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular aponta um cenário positivo para o setor em 2014.

Quase oito milhões de pessoas devem realizar o sonho da casa própria nos próximos dois anos, o que representa um universo de oito famílias para cada grupo de dez. O levantamento é baseado em pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular aponta um cenário positivo para o setor imobiliário em 2014.

Para os financiamentos de imóveis serão disponibilizados R$ 172,8 bilhões em recursos provenientes da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O especialista em Direito Notarial e Registral, Marcus Felipe dos Santos aponta que em determinadas regiões do país e para determinados tipo de empreendimento, pode-se observar certos nichos de saturação de mercado. Como, por exemplo, para empreendimentos de alto padrão com quatro quartos, em cidades como São Paulo e Belo Horizonte. Porém, de modo geral, o déficit habitacional no Brasil ainda é muito grande”, observa.

Já regiões como o Nordeste, Centro-Oeste e Norte estão vivendo hoje uma explosão em termos de crescimento econômico, o que reflete diretamente no mercado imobiliário.

Fonte: redimob.com.br

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fevereiro 03

Por onde começar: veja 5 dicas para quem deseja comprar o primeiro imóvel


3 de fevereiro de 2014 às 14:38
Categoria: Financiamento , Lar , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Comprar o primeiro imóvel é um dos principais itens da lista de desejos dos brasileiros, o que tem levado a um aumento do número de financiamentos expressivos nos últimos anos. Ao contrário de outras linhas de crédito, o imobiliário mantém uma expectativa de crescimento considerável para os próximos anos.

Contudo, a tentativa de frear a inadimplência e a alta procura por esta linha de crédito tem levado o mercado a tomar medidas mais restritivas para conceder o crédito. Este fator e a grande quantidade de oferta de imóveis exigem a preparação do consumidor antes de sair em busca do imóvel.

O primeiro critérios, na avaliação do consultor de negócios de Finanças na TransUnion e especialista em finanças e crédito, Claudio Conceição, é que seja feito um levantamento detalhado do tipo de imóvel pretende adquirir, a faixa de preço e localização. Depois disso, pelo menos três agentes financiadores devem ser procurados para a definição daquela em que sentir mais confiança.

Para Conceição, o mercado não deve sofrer grandes alterações na forma de concessões de crédito no curto prazo e as normas estabelecidas pelo Banco Central, em setembro de 2013, é a principal novidade do setor a ser considerada para a busca do imóvel. As regras do BC alteraram os limites do SFH (Sistema Financeiro da Habitação).

Foram elevados, na ocasião, os valores máximos de avaliação na modalidade de financiamento em que podem ser utilizados recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e as taxas são reguladas. Em São Paulo, Rio de janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal o valor máximo dos imóveis que podem ser adquiridos com esse tipo de financiamento é de R$ 750 mil. Nos demais Estados, R$ 650 mil.

O tipo e condições de negócio são primeiros passos na busca pelo primeiro imóvel (Getty Images)

O tipo e condições de negócio são primeiros passos na busca pelo primeiro imóvel (Getty Images)

 

Confira a seguir cinco dicas do especialista ao iniciar sua busca pelo primeiro imóvel:

Procure um bom imóvel: Para quem tem interesse em financiar um imóvel, o primeiro passo, como em qualquer compra, é procurar um bom produto e uma boa condição de negócio.

No caso, o produto é o imóvel que será adquirido e que deverá ser visitado e avaliado quanto às suas condições e sua origem – busque informações sobre o proprietário ou a construtora. A condição do negócio, além do preço e da entrega do imóvel para o comprador, está relacionada também ao financiamento. Portanto, procurar mais de um agente financeiro, simular o financiamento e esclarecer dúvidas é muito importante.

Condições para se obter crédito e cuidados necessários: Cada instituição financeira fará a sua avaliação de crédito. Não podemos prever ou estabelecer de forma geral como cada uma dessas instituições faz sua avaliação e quando aprovará ou negará a concessão do financiamento, mas sempre é observado se o comprador tem capacidade de arcar com as prestações. Para o processo de financiamento, o interessado deverá apresentar todos os documentos solicitados pelo banco.

O cuidado que todas as pessoas devem ter nesse processo é de não comprometerem em realizar a aquisição do imóvel, fechar contrato ou até fazer pagamentos que, no caso de não conseguirem obter o financiamento, impliquem em discussão com vendedor do imóvel e eventual prejuízo.

Fatores que diferenciam os agentes financeiros: As diferenças no crédito imobiliário entre os bancos estão nas taxas de juros, nas tarifas cobradas, nos preços dos seguros, na agilidade de avaliar o crédito, nos aspectos jurídicos e no fechamento do contrato de financiamento. Para saber de fato como são essas diferenças, o aconselhável é visitar os bancos e realizar simulações nos seus sites, além de procurar atestar a idoneidade e solidez do agente financeiro.
Construtora versus banco: Como têm como objetivo vender o imóvel, as construtoras podem ser mais flexíveis, solicitar menos documentos e financiar valores mais altos. Já os bancos seguem normas e práticas que implicam em esmiuçar todos os riscos do negócio.

Embora possam pedir mais documentos ou ser mais restritivos, os bancos, com essa atuação, podem trazer segurança para quem está comprando o imóvel.

O tamanho da entrada: Como em qualquer tipo de financiamento ou empréstimo, é muito bom ter cautela, observar o orçamento familiar e avaliar o impacto das prestações no orçamento. Ao se comprar um imóvel, a entrada tem que ser aquela que cabe no bolso. Se a pessoa tem bastante dinheiro disponível, e falta pouco para comprar o imóvel, é válido dar uma entrada maior, mas sem esgotar suas reservas financeiras.
Fonte: infomoney.com.br

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janeiro 29

Crédito imobiliário crescerá 15% em 2014, diz Abecip


29 de janeiro de 2014 às 8:21
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O crescimento deverá ser moderado em relação ao aumento de 32% registrado em 2012.

Os financiamentos para compra e aquisição de imóveis em 2014 deverão ter um crescimento mais moderado do que em 2013, de acordo com projeção divulgada pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), nesta terça-feira, 21.

 

Pessoas passam em frente a um banco de empréstimo pessoal

Pessoas passam em frente a um banco de empréstimo pessoal: os empréstimos neste ano devem totalizar R$ 126 bilhões.

 

A Associação estima alta de 15% nos empréstimos neste ano, totalizando R$ 126 bilhões. Em 2013, o crescimento foi de 32%, para R$ 109 bilhões.

Os resultados do ano passado foram impulsionados pelos financiamentos à pessoa física, que tiveram alta de 41%, totalizando R$ 76,9 bilhões. Já o crédito para empresas se recuperou e atingiu elevação de 15%, para R$ 32,2 bilhões. Em 2012, o crédito para consumidores havia subido 22%, enquanto para empresas teve queda de 20%.

Os dados divulgados hoje também apontam inadimplência de 1,8% na carteira de crédito imobiliário. O resultado é o menor do sistema bancário, seguido por crédito pessoal (4,0%), veículos (5,3%) e cheque especial (8,1%). Até novembro, o crédito imobiliário representava 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

 

Por: Circe Bonatelli

Fonte: Estadão.com.br

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janeiro 16

A lenda urbana da especulação imobiliária


16 de janeiro de 2014 às 16:08
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Com grande frequência, leio, escuto e observo severas críticas ao mercado imobiliário. Ora dizem que está pouco se importando com as cidades; ora o classificam como um segmento de especuladores, insensíveis aos problemas da população. Não sei bem onde e quando surgiu tamanha animosidade contra o setor, mas se trata de uma imagem muito distante da realidade dos fatos e da atividade, cuja atuação precisa ser melhor analisada.

É necessário esclarecer que o estigma da especulação imobiliária brota de uma interpretação equivocada da antiga e irrevogável lei da oferta e da procura no movimento de compra e venda de imóveis. O cálculo é simples: quanto mais unidades habitacionais puderem ser construídas num terreno, e quantos mais empreendimentos puderem ser edificados em uma região, mais competitivos serão os seus preços unitários. O contrário também é verdadeiro.

Quem define o que, quanto e onde pode ser construído numa cidade é o poder público, através de planos diretores, nos quais zoneamentos e normas de uso e ocupação são definidos. Neste quesito, nosso histórico foi sempre marcado por políticas de ocupação restritivas, de baixo aproveitamento do solo. Em São Paulo, já chegamos a ter coeficientes de aproveitamento de 17 vezes o tamanho do terreno (Edifício Martinelli). Hoje, nosso coeficiente chega, no máximo, a quatro vezes.

As empresas imobiliárias dimensionam cada projeto a partir dessas regras, somando os valores da compra do terreno e da realização da obra. O total é dividido pelo número de lares ou escritórios cuja construção a lei permite em cada terreno. Chega-se, assim, a um custo unitário, ao qual se soma o lucro, determinando-se o preço final.

O raciocínio também é válido para cada bairro e para cada cidade como um todo: nas localidades em que se pode construir pouco, os preços sobem; onde ainda é possível realizar empreendimentos em maior número, os preços são mais competitivos. Se leis impedem ou restringem a ocupação, os imóveis serão cada vez mais caros e exclusivos. Fala-se em bolha imobiliária, mas o que na verdade existe é uma escassez cada vez maior de terrenos para moradia, trabalho e entretenimento, causando uma valorização crescente.

Em todo esse processo mercadológico não se configura a especulação, cujo verbete no Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa tem a seguinte definição: “Negócio em que uma das partes abusa da boa fé de outra”. Obviamente, tal pecha não se aplica a quem empreende sob os ditames legais, e tampouco a um mercado que atende à demanda da habitação, mantém milhões de empregos, recolhe impostos vultosos e cuja cadeia produtiva, a da construção civil, representa quase 12% do PIB brasileiro.

Há outro fator que também tem impacto nos preços, na satisfação dos ocupantes do imóvel e, claro, na imagem do mercado imobiliário: a qualidade da infra-estrutura urbana e dos serviços. Locais bem servidos nesses itens têm procura maior e, portanto, valores mais altos, além de um grau maior de satisfação das pessoas. Porém, quando falta isso, parece já ter transitado em julgado na opinião pública que a culpa, mais uma vez, é do mercado imobiliário. Ora, o setor não é o responsável por construir avenidas, pontes, viadutos, parques públicos, metrô, corredores de ônibus, trens, estrutura de atendimento médico-hospitalar, escolas e unidades policiais.

Como se vê, o que na realidade incomoda o cidadão e o faz pensar que a culpa é do setor imobiliário é o fato de as cidades crescerem sem planejamento, de ser cada vez menor o número de áreas disponíveis e mais restritivas as regras de uso e ocupação e de ficarem muito aquém da demanda os investimentos públicos em infra-estrutura, cuja evolução não acompanha a expansão das cidades. Tal descompasso é mais acentuado nas grandes áreas metropolitanas.

A título de exemplo, tomemos a cidade de São Paulo, que cresce, todos os anos, cerca de 65 mil habitantes. Este contingente demanda moradia, escolas, transportes, água, esgoto, segurança, atendimento médico-hospitalar, comércio, serviços e entretenimento. Esta conta de investimentos públicos e privados não pode ser ignorada e precisa ser quitada todos os anos, sob pena de ocorrer um desequilíbrio crescente e piora na qualidade da vida.

Mesmo com o mercado imobiliário aquecido nos últimos cinco anos, não temos dado conta do déficit habitacional brasileiro, que ainda beira as 6 milhões de unidades. Entretanto, muito pior é o nosso desempenho em investimentos e obras de infra-estrutura em geral. Caracas, na Venezuela, com 3,1 milhões de pessoas, possui igual extensão de metrô (74 km) que o município de São Paulo, que tem população 3,7 vezes maior, de 11,44 milhões de habitantes (Seade – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados).

Se maior adensamento, prédios altos e mais comércio e serviços fossem ruins, Nova York dificilmente seria o destino turístico mais procurado no mundo. Inclusive pela maioria de nós, brasileiros. Por que lá então é tão bom e aqui a crítica é geral? E é bom anotarmos que Nova York é 40% mais adensada do que São Paulo. Simples, porque a Big Apple é dotada de farta infra-estrutura urbana, que propicia um crescimento sem traumas.

Que bom seria se morássemos perto de casa, se não tivéssemos de tirar o carro da garagem; se pudéssemos ir a pé ao shopping, ao supermercado, à escola ou fazer jogging no parque público do bairro. E tudo isso sem medo de ser assaltado. Aposto que, ao vender seu imóvel, você o precificaria em, no mínimo, 15% a mais.

Por: Luiz Augusto Pereira de Almeida / Diretor da Fiabci/Brasil e diretor de Marketing da Sobloco Construtora.

Fonte: monitordigital.com.br

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dezembro 09

Águas Claras vira novo point da gastronomia e empresários expandem negócios.


9 de dezembro de 2013 às 8:28
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Alta renda per capita dos moradores do bairro e a lei seca contribuem para esse título. A quantidade de bares e restaurantes impressiona e não param de surgir mais estabelecimentos.

 

Os empresários estão de olho na população com a sétima maior renda per capita do DF (Bruno Peres/CB/D.A Press)
Os empresários estão de olho na população com a sétima maior renda per capita do DF

A região administrativa criada oficialmente há apenas 10 anos, com mais de 130 mil habitantes atualmente, é atrativa para os negócios. A cidade em expansão não tem apenas prédios em construção a cada esquina. Opções de comércio e serviços se multiplicam pelas ruas e o mercado gastronômico no local é promissor. A quantidade de bares e restaurantes impressiona e não param de surgir mais estabelecimentos. A cada novo empreendimento, Águas Claras se consolida como o segundo polo gastronômico do Distrito Federal, atrás apenas do Plano Piloto.

Os empresários estão de olho na população com a sétima maior renda per capita do DF. Os dados mais recentes, coletados pela Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) de 2011, mostram que, cada morador de Águas Claras ganha, em média, R$ 2.375 por mês. Além disso, quatro em cada 10 são servidores públicos. Do total, 45% são jovens (veja arte), entre 15 e 39 anos, e, portanto, potenciais clientes de bares e restaurantes. “A cidade tem um poder aquisitivo bom, um público jovem e o ambiente é muito familiar”, afirma o empresário Alexandre Faeirstein, 44 anos, um dos donos do Kojima, restaurante que completa um ano de Águas Claras em janeiro de 2014.

Os quiosques de comidas improvisados que dominavam a paisagem quando os primeiros moradores começaram a se mudar no início dos anos 2000 deram lugar a bares e restaurantes refinados. Especialmente nos últimos três anos, vários estabelecimentos que só tinham unidades no Plano Piloto abriram as portas em Águas Claras — os exemplos mais recentes são a rede Burger King e o Frans Café. E se somaram aos outros 139 empreendimentos gastronômicos que já funcionavam por lá.

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Por: Gizella Rodrigues

Fonte: Correio Braziliense

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dezembro 04

Terracap irá finalizar obras do Noroeste.


4 de dezembro de 2013 às 7:45
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Foto: Andressa Anholete/cedoc

As entidades representativas do setor imobiliário – Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) e Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) – assinaram, na manhã da última sexta-feira (29), assinou um termo de compromisso com a Terracap, em que a entidade governamental se compromete a implantar serviços de infraestrutura no novo bairro referentes às etapas I e II e ao Parque Burle Marx.

 O acordo inclui: pavimentação, reservatório de água potável, iluminação pública, energização predial, drenagem de águas pluviais e urbanização da primeira etapa do novo bairro. A conclusão dessas ações está prevista para, até, junho de 2014. Os mesmos serviços de infraestrutura serão implantados na segunda etapa do Setor Noroeste. A conclusão será em 48 meses a partir da primeira licitação dos imóveis dessa etapa. A Terracap também se comprometeu a implantar e finalizar o Parque Burle Marx até o fim de 2014.

 Para o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz, “o compromisso com o Setor Noroeste pode ser considerado um grande avanço para o bairro. Durante todos esses anos, nos quais a infraestrutura adequada não foi oferecida pelo governo, as empresas arcaram com custos de geradores de energia e carros-pipa para o andamento das obras. O transporte exclusivo de funcionários foi custeado pelas incorporadoras. A partir de agora, o setor mais nobre do Distrito Federal terá uma atenção especial e se consolidará como excelente local de investimento e moradia”.

Segundo o presidente do Sinduscon-DF, Julio Peres, a iniciativa reforça a preocupação das entidades da ConstruçãoCivil no Distrito Federal com o seu consumidor. “É uma agenda positiva para o Noroeste, com garantias do governo de que o novo bairro irá oferecer todas as condições de infraestrutura necessárias para uma moradia de qualidade”, declarou.

Fonte: clicabrasilia.com.br

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