fevereiro 26

Brasília recebe evento que irá movimentar o mercado imobiliário.


26 de fevereiro de 2015 às 9:46
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Encontro Imobiliário – Conexões e Negócios

Uma ótima oportunidade para quem quer saber um pouco mais sobre internet e tendências do mercado imobiliário para 2015. No dia 10 de março, a WImóveis promove um evento voltado para corretores, imobiliárias e demais parceiros do setor.

O “Encontro Imobiliário – Conexões e Negócios” traz para Brasília os palestrantes Diego Maia e Martha Gabriel. Ele, expert em vendas e tendências de mercado. Ela, uma das maiores especialistas de marketing digital do país.

A proposta é oferecer para os participantes conteúdo de qualidade, com informações sobre como utilizar e aproveitar as melhores ferramentas da internet, agregando valor e conhecimento sobre o mercado imobiliário.

Palestrantes

Diego Maia: É considerado um dos maiores especialistas em vendas e gestão do país. Apresenta o programa ‘Mundo Empresarial’ nas rádios MPB FM (90,3 RJ) e A Tarde FM (103,7 Salvador – Bahia) e é um dos mais contratados palestrantes da atualidade para debater vendas, motivação, superação e liderança.

Maia é também autor dos livros “Como ser um Gestor de Sucesso”, “Histórias dos Verdadeiros Campeões de Vendas”, “Como Formar e Treinar Equipes de Vendas” e “Histórias de Corretor” e dos audiobooks “30 Dicas de Diego Maia para Turbinar sua Carreira” e “30 Dicas de Diego Maia sobre Gestão de Pessoas”.

Martha Gabriel: Escritora, consultora e palestrante nas áreas marketing digital, inovação e educação. Autora de cinco livros, incluindo o best seller Marketing na Era Digital. É CEO da Martha Gabriel Consulting e coordenadora e professora do curso de MBA em Marketing da HSM Educação.

As inscrições já estão disponíveis, vagas limitadas.

Serviço:
Encontro Imobiliário – Conexões e Negócios
Local: Unique Palace (Setor de Clubes Sul)
Data: 10 de março
Período: 8h às 13h

Fonte: Assessoria de Comunicação da WImóveis

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novembro 13

Vem aí o 9° Salão ADEMI – WImóveis.


13 de novembro de 2014 às 14:18
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

No próximo mês, entre os dias 28, 29 e 30, Brasília irá receber a 9ª edição do Salão WImóveis. O evento, que será realizado no shopping CasaPark, colocará à disposição dos visitantes mais de 10 mil imóveis residenciais e comerciais no Distrito Federal, com preços que variam de R$ 45 mil a R$ 19 milhões.

O Salão WImoveis transformou a sazonalidade de baixa comum nos meses de novembro e dezembro em uma das mais altas do ano e, portanto, ideal para quem procura um imóvel.

Entre os expositores estão imobiliárias, incorporadoras, construtoras, corretores de imóveis, entidades representativas do setor e instituições financeiras. Para este ano, são esperados 13 mil visitantes. Segundo o Diretor Comercial do portal WImoveis, Marcelo Ramos, a expectativa para este ano é grande. “Esperamos fechar R$ 45 milhões em vendas durante os dias do evento, e até dezembro os valores devem chegar a R$ 120 milhões”, afirma.

Do total de imóveis que serão comercializados durante o Salão, cerca de 70% são pronta entrega e os ainda em fase de construção têm a entrega prevista entre seis e 24 meses. Ramos ressalta ainda que mais de 80% dos imóveis que serão ofertados no salão estão dentro da faixa do teto do FGTS (R$ 750 mil).

9° Salão WImoveis - Casa Park - NovembroServiço:
9º Salão Ademi – WImoveis
salaowimoveis.com.br 
Data: 28, 29 e 30 de novembro de 2014
Horários de funcionamento:
28 e 29/11 (sexta-feira e sábado): de 10h às 22h
30/11 (domingo): de 12h às 20h
Local: Shopping CasaPark

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novembro 07

“Não vai estourar bolha imobiliária no Brasil”


7 de novembro de 2014 às 14:34
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Economista defende que país não figura entre aqueles com imóveis mais caros e que o setor está muito longe de influenciar e prejudicar a economia.Com preços de imóveis às alturas, lançamentos parados e um certo freio no setor, há quem defenda que o Brasil está prestes a enfrentar uma bolha imobiliária. Não é, no entanto, o que pensa o economista Ricardo Amorim. Durante palestra realizada no HSM Management, evento de gestão realizado hoje (03/11) em São Paulo, Amorim defendeu que, apesar do preço dos imóveis estar alto, o setor não vive uma crise. “Eu estudei 509 cidades, sendo 12 brasileiras, de 123 países.

O Brasil é só o 48º mais caro. Os imóveis aqui estão mais baratos que a média dos países emergentes. Em Cuba, Nova Guiné e El Salvador o preço é cinco vezes maior”, afirmou. O economista também argumenta que o setor imobiliário brasileiro ainda está muito longe de influenciar a economia do país. “No ano passado, vendemos 200 mil imóveis. Os Estados Unidos, nos tempos de auge do setor, vendiam 2 milhões. Já a China vendeu, no ano passado, 22 milhões”.

Em 2013, foram construídos no país 400 mil imóveis novos – para 750 mil casamentos realizados. “Nenhuma bolha imobiliária estourou no planeta de 1994 para cá com menos de 50% de PIB de crédito imobiliário. O Brasil tem 8% apenas”. Para Amorim, o medo da bolha existe principalmente por um fator: na comparação histórica, o imóvel hoje, relacionando preço à renda, custa até dez vezes mais do que o preço que tinha há dez anos. “Comprar em São Paulo está mais caro que um apartamento em Miami. Mas isso não quer dizer que o Brasil está caríssimo”. Ele cita estudos realizados por sua consultoria para mostrar que o preço lá atrás era decorrente da baixa oferta e da opção por pagamento à vista. “Há dez anos, poucas pessoas compravam imóvel – e pagavam, na maioria, à vista. A procura era baixíssima e o preço estava completamente fora de qualquer comparação internacional”, diz.

Nas comparações com Miami e outros locais dos Estados Unidos, o economista afirma que é preciso considerar que o preço dos imóveis lá estão hoje nos menores patamares de toda a história do setor no país, fator decorrente da crise de 2008. Segundo ele, na Flórida, saem por 60% a menos. O crescimento do preço no Brasil seguiria o que ocorre nos países emergentes, que tiveram maior acesso ao crédito na última década e, assim, financiamento e mais vendas. A ameaça difundida e preconizada da bolha, explica, só aumenta o receio de quem quer comprar ou vender. “Quem não ouviu que a bolha ia estourar depois da Copa? As pessoas ficam com medo e seguram. Não vendem”. Para Amorim, o setor padece do mesmo que falta a outros setores: confiança. “O que vai fazer a virada é passar o medo. Ninguém investe, ninguém consome”.

 

Fonte : globo.com

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novembro 04

Veja 7 dicas para comprar imóveis para investimento.


4 de novembro de 2014 às 13:47
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Antes de decidir adquirir casas, apartamentos ou salas comerciais para revenda ou locação, é preciso analisar alguns pontos.

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Quem investe em imóveis – ou deseja começar as negociações – precisa considerar alguns fatores para efetuar bons negócios. Veja sete dicas que você sempre deve considerar.

1. Procure um corretor
Para quem procura um imóvel como uma maneira de conseguir uma renda extra, é importante buscar um corretor para saber quais podem conciliar valorização, liquidez e valor rentável de locação. Por terem conhecimento do perfil e potencial de cada região, os profissionais locais podem oferecer ajuda determinante para encontrar uma propriedade que se enquadre no perfil do investidor.

2. Conheça o histórico da construtora
Para evitar futuras dores de cabeça, ao escolher um imóvel, não basta conferir apenas o apartamento em que se tem interesse. É fundamental conhecer o histórico da construtora. Pesquise os últimos empreendimentos, verifique se eles foram entregues no prazo, assim como os materiais aplicados na construção.

3. Apartamentos pequenos têm mais demanda
Quem procura investir em residenciais normalmente opta por apartamentos de um ou dois quartos. Imóveis pequenos, especialmente se bem localizados, costumam ser alugados mais rapidamente.

4. Conheça a vizinhança
Fatores como a infraestrutura do bairro são fundamentais para a valorização do imóvel.  É sempre bom morar perto de serviços como academias, escolas, padarias; mas, para garantir tranquilidade, o ideal é que eles fiquem a duas ou três quadras de distância.

5. Localização é fundamental

Ao comprar um endereço comercial, a localização ideal é a que não precisa de explicações de como chegar. Conheça o perfil da região e veja qual é o ponto forte do comércio: móveis, roupas, escolas, escritórios.

6.  Áreas comuns valorizam o imóvel
Comprar um apartamento cujas áreas comuns do prédio são entregues pela construtora já decoradas e mobiliadas é outro fator que contribui para sua valorização. Para investidores que querem alugar ou revender, é interessante que esses espaços já estejam prontos.

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setembro 29

Faenge completa 15 anos.


29 de setembro de 2014 às 16:06
Categoria: Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

FAENGE 15 ANOS - MARCAS E NEGOCIOS

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setembro 05

Saiba como organizar o orçamento para comprar um imóvel.


5 de setembro de 2014 às 15:33
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho
Antes de começar um financiamento, é indicado fazer simulações em diferentes instituições financeiras

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Comprar um imóvel significa, muitas vezes, assumir uma dívida que pode durar grande parte da sua vida. Não é à toa, portanto, que tomar uma decisão desse porte gera dúvidas e inseguranças. Para deixá-lo mais tranquilo, preparamos algumas dicas e orientações.

Cuidados antes da compra
– Faça um planejamento de como você pretende guardar o dinheiro destinado ao pagamento do imóvel;

– Caso você opte por um financiamento, faça pesquisas e simulações em diferentes instituições financeiras, antes mesmo de começar a buscar o imóvel. Veja o que o banco onde você é correntista pode oferecer de vantagens, como taxas diferenciadas e benefícios. Com a simulação ou com a carta de crédito já aprovada, avalie se o financiamento cabe no seu orçamento doméstico;

– Lembre-se que os seus rendimentos podem crescer ou diminuir. Além disso, imprevistos, como doenças na família e perda do emprego, podem acontecer. Portanto, cuide o quanto da sua renda será comprometida com a aquisição do imóvel. Guardar um valor para situações inesperadas pode ser bastante útil;

– Conheça todos os custos que manter uma casa pode gerar, como as contas de luz, água, telefone;

– Para que você não tenha que trocar de imóvel no curto prazo, avalie se a família pode crescer ou diminuir (com a chegada de novos filhos ou partida de filhos em idade adulta);

O que fazer quando você não tem valor suficiente para dar de entrada?
No Brasil, os financiamentos costumam exigir que a pessoa dê de 20% a 40% do valor do imóvel na entrada. Alguns incentivos, no entanto, chegam a financiar 100% do valor do imóvel.

– Evite uma ‘bola de neve’: não financie o valor de entrada, pois esse gasto pode acumular com as prestações do financiamento em si, além das despesas com condomínio e outras dívidas. Se você não tem o que dar de entrada, economize e reúna o valor;

– Veja se você não tem algum bem que possa ser vendido, como um segundo carro, por exemplo, e utilize esse valor para a entrada.

Dicas para economizar
– Manter o dinheiro destinado à compra da sua casa longe das outras economias pode ser uma boa alternativa para que você não o gaste com outras aquisições. Fazer uma conta de poupança específica para a compra da casa pode ser uma saída;

– Aumente a sua verba investindo o seu dinheiro com segurança na poupança, no Certificado de Depósito Bancário (CDB) ou em fundos de investimento a curto prazo.

Poupar mais ou financiar mais?

Esperar, juntar uma entrada maior e financiar um valor menor:

Prós
– Você pagará menos juros;

– O risco de você não ter condições de pagar as parcelas do empréstimo são menores;

Contras
– Precisa esperar mais tempo para adquirir a casa, tendo que utilizar o valor para pagar um aluguel. Esse valor poderia estar sendo utilizado para pagamento das parcelas de um financiamento;

– Exige disciplina, pois as economias podem ser destinadas para pagamentos de outros gastos, gerando problemas ao orçamento.

Dar uma entrada menor, financiando a maior parte:

Prós
– Você para de pagar aluguel;

– A casa é adquirida em menos tempo.

Contras
– Você pode ter que pagar mais juros;

– Problemas podem surgir caso você assuma um financiamento e não consiga pagar as prestações.

Fontes: Pense Imóveis, Rafael Severo e Tales Bergmeyer Morigi, da Escola de Investidores, e o livro “Imóveis, seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio”, de Luiz Calado.

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agosto 25

Medidas preveem redução da burocracia para financiar casa própria.


25 de agosto de 2014 às 16:24
Categoria: Lar , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Medidas preveem redução da burocracia para financiar casa própria. Com uma regra que obrigará a registrar na matrícula do imóvel qualquer ônus jurídico, incluindo outras dívidas do proprietário, compra de imóvel será facilitada.

O conjunto de seis medidas anunciado ontem busca a “melhoria do marco regulatório para o crédito”, de acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A maior parte do pacote entrará em vigor já na semana que vem, por meio de medida provisória.53e12d15-f72a-437f-935d-aefbba764fad

A segurança para comprar imóveis será maior e menos burocrática, segundo o ministro, com uma regra que obrigará a registrar na matrícula do imóvel qualquer ônus jurídico, incluindo outras dívidas do proprietário. Graças a isso, acredita-se que os financiamentos imobiliários ficarão mais fáceis e acessíveis.

Há medidas que visam aumentar os recursos para a concessão de empréstimos. Uma delas é a criação da Letra Imobiliária Garantida, um papel que será lastreado no patrimônio do próprio banco, em recursos que ficarão separados no caso de liquidação. Além da segurança, os investidores deverão ser atraídos pela isenção de Imposto de Renda nas aplicações de mais de dois anos. O principal alvo do papel é a Caixa Econômica Federal. Os recursos da poupança estão escassos para novos empréstimos.

Outra medida nessa linha é a obtenção de créditos tributários pelos bancos. Hoje, empréstimos que não são pagos podem ser deduzidos do imposto a pagar, mas, naqueles superiores a R$ 30 mil, a condição é de que a instituição financeira entre com uma ação judicial. Agora, essa obrigação passa a valer a partir de R$ 50 mil, no caso dos empréstimos com garantidas, e de R$ 100 mil nos demais. Como vão gastar menos com custos jurídicos, os bancos poderão emprestar mais.

Fonte : Correio Braziliense

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maio 28

Imóveis terão registro eletrônico.


28 de maio de 2014 às 8:59
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

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A partir de julho de 2014, começará a ser exigido em todo o País o registro eletrônico de documentação de imóveis. É o que determina a Lei n° 11.977/09, que estabelece tal procedimento para registradores, notários, imobiliárias, bancos, cooperativas e o público em geral envolvidos em transações imobiliárias.

Esses e outros assuntos serão debatidos hoje durante o V Fórum de Direito Notarial e de Registro, que acontece no auditório do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. As inscrições são gratuitas e o evento contará com palestras temáticas e com a presença de renomados profissionais, autoridades, notários e registradores .

O presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR), Rogério Portugal Bacellar, destaca a importância da adaptação dos cartórios. “A pretensão é que o documento registral eletrônico substitua aos poucos os documentos físicos de papel, tais como a escritura, as cédulas e demais títulos, mas com a mesma manutenção de credibilidade”, afirmou.

Fonte: Jornal DCI.

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maio 13

Chateau Du Parc, pois os palácios de hoje são diferentes.


13 de maio de 2014 às 8:47
Categoria: Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

A Construtora Faenge apresenta seu mais recente lançamento o Residencial Chateau Du Parc. Um empreendimento inspirado na elegância dos chateux franceses, onde viveu a nobreza cercada de luxo e bom gosto. Localizado na quadra 8 projeção C, no Setor Noroeste, em frente ao Parque Burle Marx repleto de beleza e próximo a shoppings, hipermercados, colégios e universidades, o Setor Noroeste é cercado por modernidade, em uma das áreas mais nobres e valorizada do Distrito Federal. Um empreendimento exclusivo com arquitetura moderna, unidades espaçosas e ampla área de lazer destinadas a famílias que desejam o que há de melhor em conforto, estilo e segurança.

Fachada Diruna

O residencial terá uma torre de seis pavimentos, com apenas 36 apartamentos com unidades de quatro quartos com metragem que vão de 169,77 m² a 212,01 m² e coberturas duplex que variam de 270,26 m² a 406,40m². Outro elemento que oferece mais comodidade aos condôminos é o estacionamento, com até cinco vagas de garagem por unidade, distribuídas em dois subsolos. O condomínio contará com quatro elevadores, duas escadas de emergência. Piso e pilares do pilotis em granito. A imponência do empreendimento pode do constatada pela fachada 100% revestida em granito e vidro. As áreas comuns do Chateau Du Parc serão entregues ao moradores equipadas e decoradas com a assinatura do renomado arquiteto e urbanista André Alf.

Os futuros moradores não precisarão sair de casa, pois a área de lazer contará com piscina exclusiva, sauna, churrasqueira gourmet, academia moderna e equipada, brinquedoteca para diversão e segurança em um espaço exclusivo para as crianças e salão de festas a altura de grandes comemorações.

A previsão de entrega é junho de 2016.

Memorial de incorporação: R-11 Nº 105.413 registrado no 2º Ofício de imóveis de Brasília.

Fonte: Redação Jornal da Comunidade

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maio 07

Uma jovem imponente.


7 de maio de 2014 às 10:03
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Entre contrastes e semelhanças, o maior canteiro de obras do Brasil completa 11 anos de vida como região administrativa. Considerada uma das cidades mais procuradas para morar, Águas Claras cresceu mais de 3% em relação ao Distrito Federal entre 2011 e 2014.

Além dos serviços públicos voltados aos 73 mil moradores da região, Águas Claras Vertical é considerada a cidade com maior número de praças públicas do DF
Fotos: Mary LealAlém dos serviços públicos voltados aos 73 mil moradores da região, Águas Claras Vertical é considerada a cidade com maior número de praças públicas do DF

Enquanto diversas regiões do Distrito Federal criavam asas rumo à consolidada independência e desenvolvimento, o desconhecido nome Águas Claras ecoava de maneira estranha aos moradores do Planalto Central. No entanto, a cada martelada e tijolo colocado, o anonimato da cidade começou a ganhar forma e atrair os olhares de moradores do DF e habitantes de solos situados além das fronteiras do centro-oeste do país.

Às vésperas de completar 11 anos como região administrativa, o maior canteiro de obras do país divide espaço em harmoniosa relação com espécies da fauna e flora brasileira resguardados no Parque Ecológico Águas Claras, santuário natural conhecido como pulmão verde da cidade vertical. Detentora de um vasto acervo genético do ecossistema do cerrado entre arranha-céus esculpidos pelo virgem horizonte, a Região Administrativa (RA) XX conquistou o coração da família Nunes que há cinco anos guardam na lembrança a vida no Núcleo Bandeirante. “Escolhemos a região por causa da área de lazer e dos prédios novos. Começamos a procurar um imóvel para morar, mas não imaginávamos que poderia ser em Águas claras. Mas quando conhecemos o ambiente, o apartamento novo, decidimos adquirir o apartamento”, declarou Dalmo Nunes.

O chefe da família disse ainda que, além do conforto encontrado no condomínio, a característica do local é favorável para criar vínculos sociais, sem precisar deixar a região para suprir as necessidades, inclusive em relação ao entretenimento. “Após recomeçarmos a vida na cidade, raramente saímos no fim de semana para nos divertir em outras regiões. Por ser um condomínio fechado, facilita criar laços de amizade”, conclui.

Além dos serviços públicos voltados aos 73 mil moradores, a aniversariante Águas Claras Vertical é considerada a cidade com maior número de praças públicas do DF. Em uma área total de 31,5 km², a região administrativa possui 42 praças, com áreas verdes consideradas ponto de encontro e ambiente preferido dos animais de estimação.

Originada como bairro de Taguatinga em 1984, a RA XX conquistou independência em 1997. Segundo dados divulgados pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) pela Pesquisa de Dados por Amostra de Domicílio (PDAD) de 2014, as regiões que formam Águas Claras, divididas entre a área vertical, Arniqueiras e Areal somam cerca de 122 mil habitantes, sem computar a Área de Desenvolvimento Econômico (ADE), com mais de 200 empresas responsáveis pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do DF.

A família Nunes diz que além do conforto encontado no condomínio, dentro da cidade é um bom local para criar vínculos com as pessoas em qualquer lugar da região
A família Nunes diz que além do conforto encontado no condomínio, dentro da cidade é um bom local para criar vínculos com as pessoas em qualquer lugar da região

Desenvolvimento e crescimento da região

De acordo com o administrador de Águas Claras, Denílson Bento da Costa, a cidade é considerada uma das mais importantes para o DF, tanto pela questão econômica, quanto pelo desenvolvimento. Ele afirma que a região foi idealizada como extensão do planejamento da capital federal. “Águas Claras é o sexto colocado como polo econômico entre as 31 regiões administrativas. Moradores de outras regiões utilizam os serviços oferecidos pela cidade, inclusive em relação a bares, restaurantes e supermercados. Outra característica positiva, é que cada vez mais, o mercado profissional do local vem sendo ocupado pelos próprios habitantes”, completa.

No entanto, nem tudo é um mar de rosas quando o assunto é a RA XX. Denílson da Costa relata que o crescimento desordenado populacional não acompanhou a infraestrutura disponibilizada pela região. Ele informa que houve carência em relação ao planejamento da região durante os 11 anos de desenvolvimento e suporte necessário para atender a quantidade de habitantes que ultrapassou em até quatro vezes em relação ao planejamento original. “Existe dificuldade para realizar manutenção dessa infraestrutura por ela estare sobrecarregada, a exemplo do trânsito de veículos e acessibilidade aos pedestres com medidas a serem pensada a médio prazo. Uma pesquisa retrata a existência de dois a três carros por residência, média altíssima que resulta na escassez de vagas públicas de automóveis”.

Com a atenção voltada às reivindicações dos habitantes, o administrador da RA XX informa que cerca de 30% do local ainda vai passar por investimentos. “Existem espaços que vão dar lugar à escola pública, delegacia de polícia e posto de saúde. Águas Claras tem tudo para ser a melhor cidade do DF, desde que exista acompanhamento de perto em relação ao crescimento demográfico e resolução dos problemas apresentados”, finaliza Denílson Bento.

 

Denilson Costa conta que a cidade é considerada uma das mais importantes do DF
Denilson Costa conta que a cidade é considerada uma das mais importantes do DF

Além da Administração de Águas Claras, as reivindicações dos moradores ganham relevância por meio da Associação de Moradores e Amigos de Águas Claras (Amaac). Com trabalhos voltados à comunidade para garantir o bem-estar aos moradores e visitantes, a entidade criada em 2012 atua na defesa dos direitos e luta pela qualidade de vida dentro da região. De acordo com o presidente da Amaac, José Maurício, apesar das alterações em relação ao planejamento urbanístico original, ele informa que o local possui potencial econômico. “Ela vem se fortalecendo com o crescimento do comércio e valorização dos imóveis. É a quinta maior cidade do DF com o maior índice de crescimento populacional durante os últimos oito anos”, completa.

O presidente da associação voltada a atender os moradores esclarece sobre as distinções sobre as áreas que compoem a cidade de Águas Claras. José Maurício destaca o setor gastronômico e o Parque ecológico de Águas claras como referencial da região vertical.

“Característica diferente do Areal, com a presença misturada de casas e edifícios de pequeno porte. O setor é mais antigo do que a parte vertical e, devido ter sofrido um processo de invasão, foi destinado a projetos de assentamento familiar, com algumas quadras pendentes de regularização”.
Quanto à região Arniqueira, ele conta que a predominância do local é a construção condomínios de casas, além de possuir característica de área rural, transformada em urbana, com ausência de um adequado planejamento.

Composta por um conjunto de indústrias e empresas do ramo do comércio e serviços diversos, José Maurício relata que a Área de Desenvolvimento Econômico é uma região em construção com problemas e desafios, com destaque para o setor de distribuição por meio de empresas voltadas ao mercado de exportação.

Por: RAFAEL MOUAD
Fonte: maiscomunidade.com.br

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