junho 29

Estudo mostra que setor de vendas do DF volta a crescer.


29 de junho de 2015 às 8:43
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O Índice de Velocidade de Vendas (IVV), estudo a ser divulgado mensalmente no Distrito Federal, mostra que a aceleração nos negócios chegou a 4,4%. Mesmo assim, a demora na liberação de projetos atrapalha os empresários.

28/11/2013. Crédito: Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Terracap volta a vender lotes no Setor Noroeste,  Prédios no setor.

Os empresários do ramo imobiliário estão otimistas quanto às vendas. O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) revelou uma retomada no ritmo de negócio. Em maio, a aceleração chegou a 4,4%, segundo a pesquisa. O número é considerado positivo, uma vez que a base de 5% é considerada “saudável” para o mercado. Pensando nisso, as construtoras e as imobiliárias lançam estratégias para atrair os consumidores. Os locais mais procurados são o Plano Piloto, com preferência para a Asa Norte e o Noroeste.

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. O estudo será divulgado mensalmente e reúne informações desde dezembro do ano passado referentes ao mercado imobiliário local. A amostra é bem expressiva, abrange, aproximadamente, 45% do mercado brasiliense (25 empresas de cerca de 60 incorporadoras).

Estudo mostra que setor de vendas do DF volta a crescer – Cidades DF – Correio Braziliense.O levantamento idealizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF) e com a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), mostra que, desde janeiro, as vendas têm crescido mês a mês. Em maio, foram vendidas 178 unidades pelas empresas avaliadas.

Depois da queda do valor do metro quadrado, a tendência é também de retomada de preço dos imóveis. “Vivemos no segundo semestre do ano passado uma queda, mas temos algumas regiões com tendência para a elevação nos preços. O Noroeste, por exemplo, é uma delas. Tivemos uma queda na oferta; agora, vão começar alguns novos empreendimentos. A oferta será mais equilibrada com a demanda”, explica o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz.

Com 250 unidades prontas para venda no Noroeste e na Asa Norte, pelo menos uma construtora está concentrada em atrair clientes. “Conseguimos fechar um ciclo importante, que é concluir as obras. Os imóveis estão prontos. Estamos reunindo um trabalho comercial para demonstrar que temos boas ofertas de valores e diversidade de produtos”, explicou o diretor Nacional de Negócios da João Fortes Engenharia, Jorge Rucas.

Fonte : http://www.correiobraziliense.com.br/
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junho 24

Frente Parlamentar em defesa do setor produtivo é lançada.


24 de junho de 2015 às 8:02
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Na manhã de segunda-feira (22), foi lançada, oficialmente, a Frente Parlamentar em Defesa do Setor Produtivo, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Presidida pelo deputado Bispo Renato Andrade, a frente tem o objetivo de dar atenção especial ao setor, que é responsável por grande parte da geração de emprego e renda no DF. Atrasos na emissão de alvarás, insegurança jurídica, burocracia e desemprego foram alguns dos temas abordados.

Parlamentares e representantes de entidades de classe participaram da solenidade



Dando início à solenidade, o deputado Bispo Renato Andrade destacou a importância do lançamento da frente. “O setor produtivo não tem recebido a devida atenção do setor público. Há uma carência de políticas públicas voltadas para a área”, afirmou. O parlamentar ressaltou que a economia está em franca recessão. “Se a atuação do governo não estiver voltada para o setor produtivo, corremos o risco de nos tornamos Cuba ou Venezuela”.

O presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho, afirmou que o setor produtivo do DF está trabalhando em uma unicidade de ações importantes, no sentido de superar a castração das possibilidades de gerar riquezas. “A crise não é só decorrente do desgoverno nacional e das condições econômicas. É uma crise artificialmente posta, chamada de impedimentos”, destacou. Para o presidente do sindicato, a Frente Parlamentar é a oportunidade de o setor produtivo ser ouvido.

Um tema abordado na solenidade foi a insegurança jurídica enfrentada pelos empresários locais. O presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz, lamentou que as empresas não tenham garantias para realizar seus investimentos. “Os nossos projetos, além de demorarem, ainda são sempre questionados. Nem o habite-se está sendo emitido”, afirmou. Para ele, é necessário um pacto de governabilidade no DF que una os três poderes e, também, o setor produtivo. “Não temos mais condições de continuar nesta situação caótica”, acrescentou.

O presidente da Fibra, Jamal Bittar, defendeu que é necessário buscar ações efetivas do estado. “Temos que tirar o setor produtivo do DF da inércia e garantir mais segurança jurídica”, afirmou.

Para encerrar, a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão, reafirmou o compromisso de lutar pelo setor produtivo. “Os empresários serão respeitados na nossa gestão. Eu tenho certeza e confio na autonomia desse poder e no trabalho dos parlamentares”, frisou.

A Frente Parlamentar foi assinada por 12 deputados e lançada após reuniões dos parlamentares com os empresários, representantes dos setores produtivos do DF. Eles foram unânimes em defender medidas que garantam o retorno do crescimento econômico do DF.

A solenidade contou com a presença do 1º vice-presidente do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, e dos vice-presidentes Graciomário Queiroz, João Acciolly, Leonardo Ávila e Mário França. Também estiveram presentes 13 deputados distritais; o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana; o presidente do Sindivarejista, Edson de Castro; o presidente da Associação Comercial do DF, Cléber Pires; e o presidente da FAP-DF, Renato Simplício.

 

Patrícia Figuerêdo
Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

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junho 03

Setor imobiliário respira com verba da poupança de R$ 22,7 bilhões dos bancos.


3 de junho de 2015 às 8:39
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

 

A semana começa com certo alívio para o setor imobiliário. Depois de muita pressão e da inicial negativa do governo de flexibilizar as regras do compulsório da poupança para financiamentos no setor, o Conselho Monetário Nacional decidiu injetar R$ 22,5 bilhões no segmento. Na última sexta-feira, o Banco Central anunciou que, a partir de hoje, os bancos poderão usar parte maior dos recursos que deveriam ficar retidos na autoridade monetária para empréstimo para compra de imóveis. A liberação deve beneficiar principalmente a Caixa Econômica Federal, que detém uma participação de 70% do mercado.

Para o vice-presidente da Indústria Imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Adalberto Júnior, a medida não soluciona os problemas do setor, mas vai amenizar. “O reforço de crédito traz um recurso que antes não existia e dá fôlego para o Sistema Financeiro Habitacional (SFH). Tem chances de durar até o fim do ano, mas, sem uma retomada da economia, novas medidas paliativas serão necessárias”, avalia.

Além da liberação do compulsório, o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) anunciou na semana passada a liberação de quase R$ 5 bilhões a mais este ano, para financiamento da casa própria a cotistas do FGTS que ganham mais. A medida veio acompanhada, no entanto, da redução do teto do valor do imóvel de R$ 750 mil para R$ 400 mil.

Com as medidas, o governo espera aquecer o setor, que está com os estoques altos e demitindo trabalhadores — 110 mil postos foram fechados na construção civil em 2014 — pela falta de perspectiva de novos lançamentos. A expectativa é de que, com mais recursos disponíveis, mais pessoas tenham acesso ao crédito imobiliário. “Não sabemos ainda como esse dinheiro será usado. Como os bancos vão financiar, quem vão financiar, e se as taxas de juros voltarão aos patamares anteriores. Mas é animador para nós e certamente será para os consumidores que necessitam do crédito”, diz Júnior.

Endividadas e temendo a atual conjuntura econômica, as famílias vêm retirando recursos da poupança para saldar os débitos. Por conta desse movimento, os saques foram superiores aos depósitos na caderneta de poupança em R$ 30 bilhões durante os quatro primeiros meses do ano, o que motivou a Caixa e o Banco do Brasil a alterar as regras de financiamento imobiliário e elevar as taxas de juros do crédito imobiliário.

Cautela

Outras instituições financeiras também acompanharam os reajustes e ampliaram suas taxas de juros, que chegam a até 11% no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), usado para financiamento de imóveis de até R$ 750 mil (veja quadro). Frente ao desaquecimento da economia, à inflação alta, ao aumento do desemprego e à desaceleração da massa salarial real, o consumidor que pensa em comprar, ou que já está consultando corretores em busca de uma casa ou apartamento, deve comparar as tarifas e os preços dos imóveis.

Mas, mais do que verificar taxas de juros, devem estar atentos ao Custo Efetivo Total (CET) da operação. Sobre cada financiamento, incidem outros custos adicionais, como taxas administrativas e seguros, adverte a coordenadora institucional da Proteste — associação de consumidores —, Maria Inês Dolci. “Nem todos os bancos têm taxas atrativas. Caberá ao consumidor escolher de acordo com o que for mais compatível ao bolso, optando sempre pelo menor custo”, avalia.

Com a injeção de crédito, o momento volta a ser mais atrativo para a aquisição do imóvel. O sócio da PwC Brasil Eduardo Luque alerta para os preços e talvez seja importante aproveitar oportunidades. “O valor cobrado por metro quadrado, que dobrou de 2007 a 2013, mantém-se estável e com viés de baixa, mas vai ter uma retomada de crescimento que pode começar em 2016 e ganhar mais força nos dois anos seguintes.”

Mas quem tem outras dívidas e pretende financiar o imóvel precisa analisar bem para evitar comprar um problema. “Em uma economia instável, o consumidor pode correr sérios riscos em assumir um financiamento imobiliário”, pondera o especialista em finanças Marcelo Segredo, diretor-presidente da Associação Brasileira do Consumidor (ABC). Ele recomenda que, caso o comprador sinta que não tem mais condições de manter o contrato, deve devolver o imóvel antes de se ver tentado a pegar um empréstimo para quitar as prestações atrasadas do imóvel.

“É melhor dar um passo para trás e desistir da compra; receber tudo o que pagou para acumular mais dinheiro e, futuramente, comprar um imóvel dando uma entrada maior e financiando um valor menor” explica. Se a aquisição foi de um imóvel na planta, é importante entrar em contato com a construtora e devolver o imóvel antes da entrega das chaves. “Depois que passar para o banco, pode ficar mais difícil. E aí, a melhor saída será entrar na Justiça”, justifica Segredo.

Ainda é bom investimento

 

Mesmo diante da atual crise, comprar um imóvel pode ser um bom negócio para quem tem condição de pagar à vista. Em um ambiente de juros altos, a aplicação de recursos em uma casa, loja, sala ou apartamento, pode ser tão vantajosa quanto empregar capital em fundos de investimento, ou mesmo no Tesouro Direto, acredita Adalberto Júnior, do Sinduscon-DF.

“O cenário que está sendo traçado é favorável para o perfil de investidor. Aquela pessoa que tem recursos aplicados na poupança ou em outros tipos de investimentos vai certamente observar o mercado com mais atenção. A tendência é de uma valorização a curto ou médio prazo”, avalia.

Com a falta de novos produtos e lançamentos no mercado, a perspectiva é de um desequilíbrio entre a oferta e a procura, prevê o presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Paulo Muniz. “A demanda continua crescendo. Pessoas que realmente precisam e querem comprar um imóvel vão ter que tomar uma decisão com rapidez”, analisa.

Pré-venda

Depois de um momento de grande expansão, em 2010 e 2011, quando o mercado atingiu um crescimento de cerca de 25%, o momento exige mais cautela dos empreendedores. “Hoje, antes de fazerem lançamento de qualquer lançamento, as construtoras fazem um trabalho de pré-venda com muito mais planejamento. Os empreendimentos só saem quando as empresas sabem que será um sucesso”, garante Eduardo Luque, sócio da PwC Brasil e líder de Engenharia & Construção.

Para Luque, as empresas aprenderam a “lição”. “As incorporadoras passaram por um momento de crescimento tão acentuado que se assustaram e não deram conta de manter um avanço provocado pelas condições de abertura de capital”, diz. Aliado à inserção da nova classe média no mercado, que pela primeira vez conseguiu crédito para a casa própria, os próprios empresários perceberam que o excesso de otimismo não foi bom para os negócios. “Foi saudável por alguns anos, mas se conseguiu manter um crescimento sustentável”, explica.

Segundo o sócio da PwC Brasil, as construtoras estão com estoques muito altos, mas esse cenário pode ser alterado, até por uma demanda reprimida. “Existe ainda um considerável deficit habitacional no país, de cerca de 8 milhões de unidades, bem como uma curva ascendente do Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que provavelmente continuará subindo nos próximos anos”, justifica.

Fonte : www.sinduscondf.org.br

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abril 09

Como fazer a declaração do imóvel no Imposto de Renda 2015.


9 de abril de 2015 às 15:42
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

A não ser que seja qualificado como isento, o contribuinte deve informar todos os imóveis que possui na entrega da declaração, que deve ser feita até 30 de abril.

Shutterstock

Até as 23h59 do dia 30 de abril de 2015, os brasileiros precisam entregar a declaração do Imposto de Renda. Imóveis são bens que precisam constar na prestação de contas com a Receita Federal. Para que não existam dúvidas na hora da declaração, veja as orientações do professor José Carlos Polidoro, da Escola de Negócios Anhembi Morumbi.

Como declarar imóvel adquirido em 2014?
No quadro “Bens e Direitos” não deverá ser declarado valor no espaço indicado para a “Situação em 31/12/2013”. Inclua o valor efetivamente pago em 2014 no campo “Situação em 31/12/2014”. São considerados como valores do imóvel possíveis gastos com corretagens, despesas com a escritura e tributos relativos à transferência do bem para o nome do declarante, além do próprio valor da compra desembolsado em 2014. O campo “Discriminação” deve conter uma breve descrição do imóvel, do número de registro apontado pelo cartório, assim como o nome e o número do CPF da pessoa que vendeu o bem.

Que valor declarar para o imóvel?
Deve ser declarado no campo “Situação em 31/12/2014” somente o valor efetivamente desembolsado em 2014 para pagamento do imóvel, assim como é permitido acrescentar a esse valor os possíveis gastos com corretagens, as despesas com a escritura e tributos relativos à transferência do bem. Isso favorecerá o momento da venda do imóvel, pois sobre o lucro apurado entre o valor da venda e o valor que o bem está registrado na sua Declaração incide 15% de imposto de renda sobre o chamado “ganho de capital”.

Além disso, também será interessante registrar na “Declaração de Bens” todos os gastos feitos em 2014 com reformas que se configurem como aumento do valor do imóvel. O registro desse montante deverá ser feito no campo “Situação em 31/12/2014”, num código separado (código 17) da “Declaração de Bens”. Tudo isso deve ser suportado por documentação para fins de comprovação. Esse procedimento deverá ser lembrado por ocasião de outras reformas futuras, visando redução da tributação sobre o ganho de capital no momento da venda.

A declaração deve ser em relação ao valor que foi pago pelo bem ou seu valor atual de mercado?
A declaração deve ser somente sobre o valor efetivamente pago pelo imóvel, sem qualquer tipo de correção nessa e nas próximas declarações, até o ano em que o imóvel for vendido. Na ocasião da venda, o contribuinte deverá apurar o “ganho de capital” obtido na comparação do valor da venda com o valor histórico dos pagamentos que consta na Declaração e recolher o imposto de 15% sobre esse resultado no mês seguinte ao da venda. O contribuinte deverá utilizar o programa disponível na Receita Federal que apura esse ganho e que, inclusive, considera para esse fim uma depreciação sobre o valor do imóvel, correspondente aos anos de uso. O programa transportará automaticamente as informações para a “Declaração de Bens e Direitos” do ano base em que ocorrer a venda. No momento da venda do imóvel, deve-se atentar para algumas condições que poderão isentar o pagamento deste tributo sobre o “ganho de Capital” da operação.

O que fazer se houve a utilização do FGTS para quitar ou comprar um imóvel?
O valor do FGTS utilizado em 2014 para quitação total ou parcial da compra de um imóvel deverá ser incorporado ao valor do ativo no campo “situação em 31/12/2014”. O declarante deverá informar no campo “Discriminação” que os pagamentos, ou parte deles, foram efetuados com recursos oriundos do FGTS. Também esse valor do FGTS utilizado em 2014 deverá ser computado na parte da Declaração que corresponde aos “Rendimentos Isentos e não Tributáveis”, na linha referente aos saques de FGTS.

E quanto a imóveis adquiridos pelo Minha Casa, Minha Vida?
Se o imóvel foi adquirido em 2014, nada deve ser declarado no campo “Situação em 31/12/2013”. A soma dos valores efetivamente pagos em 2014 (valor da entrada e o valor das amortizações de parcelas acrescidas de juros e correções) deve ser declarada no campo “situação em 31/12/2014”. Nos anos seguintes, esse procedimento deverá ser repetido, até o ano em que o financiamento for liquidado. Aí, então, o valor desse imóvel corresponderá ao total historicamente desembolsado, considerando, inclusive, parcelas oriundas do FGTS, se existirem. Nada deverá ser informado na Declaração deste ano, nem dos anos seguintes, a título de saldo devedor do financiamento, na parte “Dívidas e Ônus Reais”. É aconselhável esclarecer no campo da “Discriminação” a forma de aquisição do bem – se foi através do Sistema Financeiro de Habitação, programa Minha Casa, Minha Vida, se houve utilização de recursos oriundos do FGTS etc.

Comprei um imóvel, mas não terminei de pagar. O que declaro?
Caso a compra tenha sido realizada em anos anteriores, deverá ser declarado o valor pago acumulado até 2013, no campo “Situação em 31/12/2013”. No campo “Situação em 31/12/2014”, deverá ser incorporada ao valor acumulado até o ano anterior a soma dos pagamentos efetivamente realizados em 2014, inclusive com os juros e correções presentes em cada prestação liquidada. Também deverá ser considerado nesse último campo o valor oriundo do FGTS que, porventura, tenha sido utilizado em 2014 para esse fim. Caso o imóvel tenha sido adquirido em 2014, nada deve ser declarado no campo “Situação em 31/12/2013”. Deverá ser declarado no campo “Situação em 31/12/2014” o valor de acordo com os procedimentos indicados no parágrafo anterior. Nesse caso, o campo “Discriminação” desse novo imóvel deverá também esclarecer a forma de pagamento negociada (à vista ou com financiamento direto com o vendedor, ou através do SFH, inclusive mencionando o aproveitamento do FGTS, se for o caso).

Como declarar bens recebidos por herança?
O imóvel recebido por herança em 2014 deverá ser declarado na parte de “Bens e Direitos”, informando no campo “Situação em 31/12/2014” o valor que consta no formal de partilha e escritura de transferência. No campo “Discriminação”, além dos dados do imóvel, também deverá figurar o número do documento da partilha registrada, o número do registro do imóvel, assim como o nome e número do CPF do espólio declarado (conjunto de bens, direitos e obrigações da pessoa falecida). Também deverá ser declarado esse mesmo valor na parte da Declaração referente aos “Rendimentos Isentos e não Tributáveis”, no item “Transferências patrimoniais – doações e heranças”.

Como fazer a declaração de imóveis comprados por meio de consórcio?
Se ocorreram pagamentos de parcelas de consórcio, considerando que o declarante não foi contemplado no ano de 2014, ele deverá informar a soma desses valores na “Situação Líquida em 31/12/2014” no código 95 (consórcios). Nesse caso, mencionar no campo “Discriminação” o nome e o número de inscrição, assim como o número do CNPJ da administradora do consórcio e o tipo de bem do contrato.Caso o bem tenha sido recebido em 2014, não informar valores no campo “Situação em 31/12/2014” no código 95 e esclarecer no campo da “Discriminação” que ocorreu a contemplação. O passo seguinte será acrescentar um novo item na “Declaração de Bens e Direitos” com o código correspondente ao bem fruto da contemplação (11 para apartamento ou 12 para casa), declarando no campo “Situação em 31/12/2014” a soma do valor que constava no código 95 na “Situação em 31/12/2013” com os demais valores efetivamente pagos em 2014. No campo da “Discriminação”, além dos dados do imóvel, informar que ele foi quitado, total ou parcialmente, com a contemplação de consórcio (número de inscrição, nome e CNPJ da administradora). Também deverá ser esclarecido nesse campo se existe saldo a pagar nos anos seguintes, mencionando o número de parcelas a vencer. Nos anos seguintes ao desta Declaração, acrescentar sempre a soma dos valores efetivamente pagos em cada ano correspondente.

Como declarar imóvel adquirido por meio do contrato particular ou de gaveta?

O contrato particular firmado entre construtora/agente financeiro ou pessoa física e o comprador do imóvel é instrumento válido para configurar a aquisição do bem. Assim, o declarante deverá informar os dados da aquisição no campo “Discriminação”, inclusive, esclarecendo a forma de pagamento negociada, dados do vendedor etc, e o total dos valores pagos durante 2014, no campo da “Situação em 31/12/2014¨. Nada deverá ser declarado na parte “Dívidas e Ônus Reais”. A cada ano posterior ao da Declaração, o declarante vai acrescentando o valor efetivamente pago naquele ano ao valor declarado no ano imediatamente anterior.

Fonte : Pense Imóveis

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fevereiro 26

Brasília recebe evento que irá movimentar o mercado imobiliário.


26 de fevereiro de 2015 às 9:46
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Encontro Imobiliário – Conexões e Negócios

Uma ótima oportunidade para quem quer saber um pouco mais sobre internet e tendências do mercado imobiliário para 2015. No dia 10 de março, a WImóveis promove um evento voltado para corretores, imobiliárias e demais parceiros do setor.

O “Encontro Imobiliário – Conexões e Negócios” traz para Brasília os palestrantes Diego Maia e Martha Gabriel. Ele, expert em vendas e tendências de mercado. Ela, uma das maiores especialistas de marketing digital do país.

A proposta é oferecer para os participantes conteúdo de qualidade, com informações sobre como utilizar e aproveitar as melhores ferramentas da internet, agregando valor e conhecimento sobre o mercado imobiliário.

Palestrantes

Diego Maia: É considerado um dos maiores especialistas em vendas e gestão do país. Apresenta o programa ‘Mundo Empresarial’ nas rádios MPB FM (90,3 RJ) e A Tarde FM (103,7 Salvador – Bahia) e é um dos mais contratados palestrantes da atualidade para debater vendas, motivação, superação e liderança.

Maia é também autor dos livros “Como ser um Gestor de Sucesso”, “Histórias dos Verdadeiros Campeões de Vendas”, “Como Formar e Treinar Equipes de Vendas” e “Histórias de Corretor” e dos audiobooks “30 Dicas de Diego Maia para Turbinar sua Carreira” e “30 Dicas de Diego Maia sobre Gestão de Pessoas”.

Martha Gabriel: Escritora, consultora e palestrante nas áreas marketing digital, inovação e educação. Autora de cinco livros, incluindo o best seller Marketing na Era Digital. É CEO da Martha Gabriel Consulting e coordenadora e professora do curso de MBA em Marketing da HSM Educação.

As inscrições já estão disponíveis, vagas limitadas.

Serviço:
Encontro Imobiliário – Conexões e Negócios
Local: Unique Palace (Setor de Clubes Sul)
Data: 10 de março
Período: 8h às 13h

Fonte: Assessoria de Comunicação da WImóveis

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novembro 13

Vem aí o 9° Salão ADEMI – WImóveis.


13 de novembro de 2014 às 14:18
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

No próximo mês, entre os dias 28, 29 e 30, Brasília irá receber a 9ª edição do Salão WImóveis. O evento, que será realizado no shopping CasaPark, colocará à disposição dos visitantes mais de 10 mil imóveis residenciais e comerciais no Distrito Federal, com preços que variam de R$ 45 mil a R$ 19 milhões.

O Salão WImoveis transformou a sazonalidade de baixa comum nos meses de novembro e dezembro em uma das mais altas do ano e, portanto, ideal para quem procura um imóvel.

Entre os expositores estão imobiliárias, incorporadoras, construtoras, corretores de imóveis, entidades representativas do setor e instituições financeiras. Para este ano, são esperados 13 mil visitantes. Segundo o Diretor Comercial do portal WImoveis, Marcelo Ramos, a expectativa para este ano é grande. “Esperamos fechar R$ 45 milhões em vendas durante os dias do evento, e até dezembro os valores devem chegar a R$ 120 milhões”, afirma.

Do total de imóveis que serão comercializados durante o Salão, cerca de 70% são pronta entrega e os ainda em fase de construção têm a entrega prevista entre seis e 24 meses. Ramos ressalta ainda que mais de 80% dos imóveis que serão ofertados no salão estão dentro da faixa do teto do FGTS (R$ 750 mil).

9° Salão WImoveis - Casa Park - NovembroServiço:
9º Salão Ademi – WImoveis
salaowimoveis.com.br 
Data: 28, 29 e 30 de novembro de 2014
Horários de funcionamento:
28 e 29/11 (sexta-feira e sábado): de 10h às 22h
30/11 (domingo): de 12h às 20h
Local: Shopping CasaPark

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novembro 07

“Não vai estourar bolha imobiliária no Brasil”


7 de novembro de 2014 às 14:34
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Economista defende que país não figura entre aqueles com imóveis mais caros e que o setor está muito longe de influenciar e prejudicar a economia.Com preços de imóveis às alturas, lançamentos parados e um certo freio no setor, há quem defenda que o Brasil está prestes a enfrentar uma bolha imobiliária. Não é, no entanto, o que pensa o economista Ricardo Amorim. Durante palestra realizada no HSM Management, evento de gestão realizado hoje (03/11) em São Paulo, Amorim defendeu que, apesar do preço dos imóveis estar alto, o setor não vive uma crise. “Eu estudei 509 cidades, sendo 12 brasileiras, de 123 países.

O Brasil é só o 48º mais caro. Os imóveis aqui estão mais baratos que a média dos países emergentes. Em Cuba, Nova Guiné e El Salvador o preço é cinco vezes maior”, afirmou. O economista também argumenta que o setor imobiliário brasileiro ainda está muito longe de influenciar a economia do país. “No ano passado, vendemos 200 mil imóveis. Os Estados Unidos, nos tempos de auge do setor, vendiam 2 milhões. Já a China vendeu, no ano passado, 22 milhões”.

Em 2013, foram construídos no país 400 mil imóveis novos – para 750 mil casamentos realizados. “Nenhuma bolha imobiliária estourou no planeta de 1994 para cá com menos de 50% de PIB de crédito imobiliário. O Brasil tem 8% apenas”. Para Amorim, o medo da bolha existe principalmente por um fator: na comparação histórica, o imóvel hoje, relacionando preço à renda, custa até dez vezes mais do que o preço que tinha há dez anos. “Comprar em São Paulo está mais caro que um apartamento em Miami. Mas isso não quer dizer que o Brasil está caríssimo”. Ele cita estudos realizados por sua consultoria para mostrar que o preço lá atrás era decorrente da baixa oferta e da opção por pagamento à vista. “Há dez anos, poucas pessoas compravam imóvel – e pagavam, na maioria, à vista. A procura era baixíssima e o preço estava completamente fora de qualquer comparação internacional”, diz.

Nas comparações com Miami e outros locais dos Estados Unidos, o economista afirma que é preciso considerar que o preço dos imóveis lá estão hoje nos menores patamares de toda a história do setor no país, fator decorrente da crise de 2008. Segundo ele, na Flórida, saem por 60% a menos. O crescimento do preço no Brasil seguiria o que ocorre nos países emergentes, que tiveram maior acesso ao crédito na última década e, assim, financiamento e mais vendas. A ameaça difundida e preconizada da bolha, explica, só aumenta o receio de quem quer comprar ou vender. “Quem não ouviu que a bolha ia estourar depois da Copa? As pessoas ficam com medo e seguram. Não vendem”. Para Amorim, o setor padece do mesmo que falta a outros setores: confiança. “O que vai fazer a virada é passar o medo. Ninguém investe, ninguém consome”.

 

Fonte : globo.com

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novembro 04

Veja 7 dicas para comprar imóveis para investimento.


4 de novembro de 2014 às 13:47
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Antes de decidir adquirir casas, apartamentos ou salas comerciais para revenda ou locação, é preciso analisar alguns pontos.

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Quem investe em imóveis – ou deseja começar as negociações – precisa considerar alguns fatores para efetuar bons negócios. Veja sete dicas que você sempre deve considerar.

1. Procure um corretor
Para quem procura um imóvel como uma maneira de conseguir uma renda extra, é importante buscar um corretor para saber quais podem conciliar valorização, liquidez e valor rentável de locação. Por terem conhecimento do perfil e potencial de cada região, os profissionais locais podem oferecer ajuda determinante para encontrar uma propriedade que se enquadre no perfil do investidor.

2. Conheça o histórico da construtora
Para evitar futuras dores de cabeça, ao escolher um imóvel, não basta conferir apenas o apartamento em que se tem interesse. É fundamental conhecer o histórico da construtora. Pesquise os últimos empreendimentos, verifique se eles foram entregues no prazo, assim como os materiais aplicados na construção.

3. Apartamentos pequenos têm mais demanda
Quem procura investir em residenciais normalmente opta por apartamentos de um ou dois quartos. Imóveis pequenos, especialmente se bem localizados, costumam ser alugados mais rapidamente.

4. Conheça a vizinhança
Fatores como a infraestrutura do bairro são fundamentais para a valorização do imóvel.  É sempre bom morar perto de serviços como academias, escolas, padarias; mas, para garantir tranquilidade, o ideal é que eles fiquem a duas ou três quadras de distância.

5. Localização é fundamental

Ao comprar um endereço comercial, a localização ideal é a que não precisa de explicações de como chegar. Conheça o perfil da região e veja qual é o ponto forte do comércio: móveis, roupas, escolas, escritórios.

6.  Áreas comuns valorizam o imóvel
Comprar um apartamento cujas áreas comuns do prédio são entregues pela construtora já decoradas e mobiliadas é outro fator que contribui para sua valorização. Para investidores que querem alugar ou revender, é interessante que esses espaços já estejam prontos.

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setembro 29

Faenge completa 15 anos.


29 de setembro de 2014 às 16:06
Categoria: Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

FAENGE 15 ANOS - MARCAS E NEGOCIOS

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