dezembro 11

Palestras sobre uso correto de elevadores


11 de dezembro de 2015 às 7:18
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Síndicos, zeladores e administradores aprenderão sobre segurança, uso, conservação e manutenção do bem.

Um milhão de pessoas usam elevador diariamente
Um milhão de pessoas usam elevador diariamente.

Atualmente, cerca de 12 bilhões de elevadores estão em operação no mundo e transportam um bilhão de pessoas por dia. Para manter o bom funcionamento do equipamento e evitar a degradação por conta do uso, são necessárias atitudes seguras que nem sempre são adotadas, muitas vezes por falta de orientação e conhecimento.Para orientar os profissionais que trabalham em condomínios, como síndicos, zeladores e administradores, a Thyssenkrupp desenvolveu o Programa de Palestras de Uso Correto Seu Elevador. Ministrada por consultores, supervisores e gestores de todas as filias do Brasil, a palestra tem como objetivo incentivar a prática segura na conservação, manutenção e uso do equipamento.

O conteúdo teórico é bem completo e aborda desde dicas de segurança até informações referentes às responsabilidades sobre o equipamento, aspectos jurídicos, físicos e estruturais referentes à empresa de assistência técnica, bem como esclarece dúvidas sobre o funcionamento do elevador.

“Muitas vezes o condomínio não sabe, mas de acordo com a legislação vigente, a responsabilidade civil e até mesmo criminal por qualquer acidente envolvendo o elevador será compartilhada entre a empresa que presta serviço de manutenção, o condomínio e o síndico”, alerta Helder Alberto Oliveira Canelas, coordenador Corporativo de vendas de serviços da área de negócios Elevator Technology da Thyssenkrupp para o Brasil.

Entre as orientações para a contratação de uma empresa, dois documentos são fundamentais: registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de engenheiros técnicos responsáveis devidamente cadastrados e a anotação de Responsabilidade técnica (ART), que garantem ao condomínio que existe um engenheiro técnico responsável.

A palestra também orienta sobre os cuidados que devem ser tomados quando o elevador apresenta algum problema. A primeira orientação é não tentar resolver o problema sem a presença do técnico, pois qualquer atitude errada pode colocar as pessoas em uma situação de risco.

Por isso, a Thyssenkrupp alerta sobre os riscos e responsabilidades quando é feito o resgate de passageiro preso no elevador sem a ajuda de profissionais treinados. Também reforça lembretes de segurança, como a proibição de acesso à casa de máquinas por pessoas não autorizadas.

Além da parte teórica, a palestra inclui também vídeos sobre uso correto de elevadores e escadas rolantes criados pela empresa para orientar o público em geral, especialmente as crianças.

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novembro 16

Buriti pretende riscar RIT da lista de exigências para regularização de obras .


16 de novembro de 2015 às 14:08
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho


Projeto já na Câmara Legislativa acaba com estudo sobre trânsito que constitui condição para começar obra no DF

Pelas contas do governo, hoje quase 200 empreendimentos estão travados por complicações burocráticas com o Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) no Distrito Federal. Para desatar esse nó, o  Buriti pretende riscar o relatório da lista de exigências para regularização de obras, mas quer cobrar por isso. No caso de uma construção classificada como Polo Gerador de Viagens (PGV), o empresário pagará uma pecúnia, cujo valor irá variar de 0,5% a 2% do custo unitário básico (CUB) do empreendimento.  Em contrapartida, o Executivo promete usar estes recursos para melhorar o trânsito e planejar o desenvolvimento urbano com foco no transporte coletivo, bicicleta e nos pedestres. Não há, porém, garantias de que isso ocorra.

 

Regime de urgência

 

O sepultamento do RIT depende da aprovação de um projeto de lei pela Câmara Legislativa, que já tramita em regime de urgência. “O RIT se tornou uma característica sui generis do DF. Do ponto de vista do planejamento urbanístico é um verdadeiro desastre e vem gerando várias anomalias”, comentou o secretário de Gestão Territorial e Habitação, Thiago de Andrade.

 

Pelo modelo atual, cada empresário precisa produzir um RIT para cada empreendimento e, quando for o caso, arcar com medidas mitigadoras para o trânsito da região.  “Acontece que esses estudos são contraditórios. Muitos são feitos com metodologias sérias. Mas por serem muitos, têm perspectivas distintas e conflitantes. E priorizam o carro”, explicou.

 

Caso a proposta seja aprovada pela Câmara, o governo passará a responsável pelos estudos e medidas de aperfeiçoamento do trânsito. Em vez de analisar os projetos isoladamente, o estado trabalhará em áreas urbanas para evitar  conflitos entre construções. Vice-presidente  do Sinduscon, João Accioly considera a proposta do governo acertada, especialmente pelo viés da desburocratização. Mas não esconde que o setor gostaria que governo fosse menos severo na cobrança do PGV.

 

Secretário promete focar a receita

 

O secretário Thiago de Andrade assegura que o dinheiro arrecadado com a pecúnia será destinado para uma rubrica única do DF para ser aplicado em estudos e obras para melhorias no tráfego. “Vamos focar estes recursos para valorizar o transporte coletivo, as ciclovias e os pedestres”, afiançou. O secretário tem conhecimento da polêmica em relação ao enquadramento da cobrança e declarou que o governo está aberto ao debate. Andrade frisou que obras com irregularidades não serão liberadas pelo novo modelo.

 

Distritais farão audiência para avaliar projeto

 

Dentro das próximas semanas o projeto dos PGVs será tema de uma audiência pública na Câmara Legislativa. A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputada distrital Sandra Faraj (SD) considera o projeto correto no mérito, mas guarda ressalvas quanto às regras, a exemplo da cobrança da pecúnia. Por isso, ela espera colher os pontos de vista do governo e do setor produtivo.

 

“Ao mesmo tempo que oferece uma facilidade, vai pesar no bolso das pessoas. A sociedade está muito achacada com impostos e cobranças. É um assunto muito complexo e sério”, resumiu a parlamentar. A título de comparação, um RIT pode custar de R$ 60 mil até R$ 1 milhão, fora os custos de medidas mitigadoras. O PGV de um projeto cujo CUB seja de R$ 11 milhões custaria de R$ 55 mil, caso a pecúnia fosse de 0,5%, podendo chegar a R$ 220 mil se cobrança fosse 2%.

 

Reduzir a cobrança

 

O deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN) apresentou duas emendas para o projeto, alterando, respectivamente, o enquadramento dos PGVs e a taxa da pecúnia. O parlamentar sugere aumentar os limites de definição para 500 vagas de estacionamento no caso de habitações, 300 para edificações de uso misto e 200 para empreendimentos com outras finalidades. Em relação a pecúnia, a emenda sugere a redução da taxa máxima de 2% para 1,5%. “Precisamos fazer um esforço para ajudar o DF a sair da crise e fazer a economia girar”, contou.

 

Por: Francisco Dutra
Jornal de Brasília

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novembro 11

Projeto que tramita na câmara legislativa do df pode acelerar a emissão da carta de habite-se.


11 de novembro de 2015 às 8:11
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho
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novembro 04

Mercado de moradia de luxo não sente crise e apresenta crescimento no DF.


4 de novembro de 2015 às 8:46
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Faixa etária dos clientes é de 30 a 50 anos, com objetivos diferentes na hora da compra – que, em geral, é feita para habitação e não investimento

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Perdas de rendimento e baixo desempenho do comércio são apenas uma das diversas facetas da crise econômica. Para quem tem capital, o momento é favorável à compra de imóveis de alto padrão. Por não dependerem de linhas de crédito habitacional e, em geral, já possuírem patrimônio, os consumidores desse segmento têm facilidade nas negociações e são responsáveis por manter aquecido esse nicho de mercado. Assim, uma tendência das principais capitais do país se confirma no Distrito Federal. Aqui, registrou-se um aumento de 32% na busca por apartamentos de luxo, no terceiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com estudo de uma empresa da área. Os números mostram também uma nova forma de consumir, em que a internet é o meio principal de busca imobiliária.

A faixa etária do público-alvo é variada: abrange consumidores dos 30 aos 50 anos. São pessoas que já possuem um imóvel próprio e têm, em caixa, a maior parte da quantia a ser investida. A escolha pelo apartamento de alto padrão é baseada em argumentos diretamente relacionados ao momento de vida dos compradores. Os mais novos, por exemplo, tendem a procurar um imóvel melhor em razão da família que cresce, seja pelo nascimento de mais um filho ou pelo desenvolvimento das crianças. Por isso, buscam um apartamento maior e com mais opções de lazer. Piscina, playground e espaço são os principais atrativos.

Filhos fora de casa
No caso dos consumidores com 40 anos ou mais, o motivo da compra é a necessidade reduzir cômodos sem perder a qualidade de vida. São casais cujos filhos já saíram de casa e a residência se tornou um espaço grande demais. Ainda assim, a área social, como espaço gourmet e sala de estar, se torna uma prioridade. A atenção a esses espaços tornou-se um pedido recorrente à arquiteta Denise Zuba. O trabalho dela é focado no público que adquire imóveis de alto padrão. “O cliente quer qualidade de vida e introspecção familiar. Ele preza pelo conforto de poder, por exemplo, receber os amigos em casa e, assim, evitar deslocamentos. Não à toa, a varanda gourmet e a cozinha passaram a ser integrar a área social”, descreve.

O investimento em área de convivência transformou-se o critério do advogado Benjamin Caldas Galotti Beserra, 43 anos, ao optar por um imóvel no Noroeste. Os filhos entraram na adolescência e, em breve, Galotti acredita que a vida social vai ser uma questão relevante para eles. “Minha ideia é trazer os filhos e os amigos dos filhos para dentro de casa. Procurava um apartamento com atrativos, como piscina e churrasqueira, para que eles queiram estar em casa”, explica. Proprietário de outros imóveis, o advogado avaliou o mercado e se cercou de garantias para fechar o negócio, em setembro. “Tinha o recurso para investir e me certifiquei de que o patrimônio que tenho é maior do que a dívida contraída”, diz.

Diferenciais

Os imóveis desse segmento têm metragens e valores significativos. São apartamentos a partir de 150m² e com custo de R$ 1 milhão. Até a tradicional visita ao decorado é realizada de forma diferente, em momento mais avançado, quando o comprador já está prestes a fechar o negócio. Em Brasília, de acordo com recorte da pesquisa, 68% das buscas para alto padrão são focadas nos imóveis de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões. Aqui, a oferta de apartamentos de luxo se concentra no Setor Noroeste, mas é possível encontrar alguns na Asa Sul.

Os estoques a pronta entrega estão esgotados e há até mesmo uma lista de espera para desistência, explica o diretor de vendas da Via Engenharia, Tarcísio Leite. “O imóvel é um produto necessário e, no atual cenário econômico, não existe investidor que compra para revender. O cliente que adquire é o que, de fato, vai morar”, destaca Leite. O lançamento de novas projeções deve ocorrer de forma lenta. Um dos motivos são os trâmites burocráticos, como a liberação de habite-se — que depende, entre outras exigências, da elaboração de Relatórios de Impacto de Trânsito (RIT) —, matéria que vem sendo discutida pelo GDF e pela Câmara Legislativa.

Fonte : http://www.correiobraziliense.com.br/

 

 

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outubro 26

Noroeste ganha Frente Parlamentar para ampliar debate sobre implantação plena do setor.


26 de outubro de 2015 às 9:49
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Bairro em luta pela infraestrutura.

1º vice-presidente do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, e o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz

 

 São 8 mil moradores que vivem em um setor com problemas de sinalização e que também oferece poucas calçadas, quadras esportivas e ciclovias. Essa é a realidade de quem mora no Noroeste. Um local onde há segurança precária, ausência de comerciantes e o principal dos problemas: falta de infraestrutura. Para ampliar o debate sobre a implantação plena do bairro e lutar pela concretização do tão sonhado Parque Burle Marx, o Setor Noroeste conta, agora, com uma Frente Parlamentar.Lançada na tarde de ontem (22), em uma comissão geral realizada no plenário da Câmara Legislativa, a iniciativa foi presidida pelo deputado Wasny de Roure (PT). Para o parlamentar, a criação da frente é de fundamental importância para o processo de implantação, tanto do parque quanto do setor em si. “É um processo longo e gradativo, que exige trabalho e paciência. Temos que nos unir para garantir essa representatividade”, destacou. Também presente, o deputado Joe Valle (PDT) reforçou a importância da preservação das áreas verdes da cidade e ressaltou a necessidade de engajamento no tema, que vem sendo alvo de discussão entre representantes do governo e da comunidade.

O presidente em exercício do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, acredita na importância do debate. “O Noroeste e o Parque Burle Marx têm obras totalmente atrasadas, prejudicando uma série de pessoas que já adquiriram seus apartamentos”, lembrou. O representante do sindicato também destacou os problemas que o mercado imobiliário de Brasília vem enfrentando, como atrasos, irresponsabilidades e desvios de recursos que não são devidamente aplicados na infraestrutura da cidade. Relatando as dificuldades enfrentadas por quem mora no local, o presidente da Associação dos Moradores do Noroeste, Antônio Custódio Neto, explicou que as pessoas precisam entender que o bairro não é mais um canteiro de obras e que a comunidade quer que suas demandas sejam levadas em consideração.

Sobre o Parque Burle Marx, a presidente do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Ibram), Jane Vilas Boas, disse que existem quatro projetos, mas que todos estão inviabilizados pela atual topografia do local. “Um novo projeto está em elaboração e já recebeu contribuições, via internet, pelo site do Ibram. Além disso, será criado um conselho para realizar o diálogo com a sociedade”, resaltou. Segundo ela, a partir disso, o projeto será entregue para que a Terracap possa começar o processo de implantação. O presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), Paulo Muniz, explicou que, quando um empreendimento é lançado, pelo menos quatro anos depois a infraestrutura básica deve estar pronta. “O sonho que a Terracap nos vende é o mesmo sonho que passamos aos compradores”, comentou Muniz ao lembrar das pendências e prazos não cumpridos pelo órgão.

Fonte : http://www.sinduscondf.org.br/portal/home

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outubro 22

Vendas de imóveis residenciais no Distrito Federal crescem 19% .


22 de outubro de 2015 às 9:25
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Pesquisa do SindusCon-DF mostra que Índices de Velocidade de Vendas ficou em 4,6%, próximo ao que considera viáveis os empreendimentos imobiliários.

Shutterstock

As vendas de imóveis residenciais novos no Distrito Federal aumentaram 19% em agosto na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados no início da semana pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF).

Segundo a pesquisa, os Índices de Velocidade de Vendas (IVV) do mês e do trimestre ficaram em 4,6%, próximo a 5%, que é o referencial para uma análise realista de viabilidade de empreendimentos imobiliários no Distrito Federal.

“O perfil de compra do imóvel novo mudou no DF. Agora há um maior movimento em vendas de imóveis prontos em relação aos em construção ou lançados na planta; o inverso do que ocorria há alguns anos. A questão é que há demanda por imóveis no DF, inclusive na planta, ou seja, o governo e as instituições financeiras deveriam estimular a compra da casa própria para fomentar negócios, gerar emprego e renda e não inibir os financiamentos”, afirmou Paulo Muniz, presidente da Ademi-DF.

 

Por:Kelly Amorim, do Portal PINIweb

 

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setembro 18

Noroeste ganha trilhas de caminhadas no Parque Burle Max


18 de setembro de 2015 às 9:39
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Obra realizada e custeada por onze empresas do setor imobiliário, as trilhas de caminhadas do Parque Burle Marx, situado no Setor Noroeste, foram inauguradas pelo Governador Rodrigo Rollemberg, no último dia 15/08. “É mais uma providência importante para a qualidade de vida dos moradores do Noroeste, que está em fase de implantação de sua infraestrutura”, diz Paulo Muniz, presidente da ADEMI-DF (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF), entidade que coordenou e unificou as empresas em torno da concretização do projeto das trilhas.

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Ao todo são seis trilhas com acesso pelo Parque Burle Marx e que seguem em direção à Asa Norte, onde três delas se juntam. As trilhas têm 1,20m de largura e 4,5km no total (somadas). Estão sendo entregues semi-pavimentadas, com piso em brita e meio-fio, com o menor impacto ambiental possível de acordo com a Autorização Ambiental nº 18/2014, fornecida pela SUGAP/IBRAM-DF.

Além das trilhas, a ADEMI-DF e suas empresas associadas já fizeram outras contribuições importantes ao Noroeste, como a doação ao Governo do Distrito Federal do projeto do próprio setor habitacional e do ParqueBurle Marx.

“As associadas à ADEMI-DF são empresas que atuam na legalidade em seus negócios e também cumprem seu papel de responsabilidade social, ao fazerem gestos como esses em prol da qualidade de vida dos cidadãos do Distrito Federal”, afirma Muniz.

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As empresas que participaram do projeto das trilhas do Burle Marx são: Área Realty, Brasal, FAENGE, JC Gontijo, Odebrecht, Real Engenharia, Silco, Soltec, Via, Villela e Carvalho e Emplavi.

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Assessoria de Imprensa – ADEMI-DF

Fonte : http://www.ademidf.com.br/

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agosto 03

Velocidade de vendas de imóveis novos no DF aumenta 20% em apenas um mês.


3 de agosto de 2015 às 8:39
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Dados foram apresentados pela segunda edição da Pesquisa do Índice de Velocidade de Vendas (IVV) do Setor Imobiliário do DF

Assessoria de Comunicação Social do 
Sinduscon-DF e da Ademi-DF

A velocidade de vendas de imóveis residenciais novos no Distrito Federal aumentou expressivos 20% em apenas um mês, é o que apresenta a segunda edição da Pesquisa do Índice de Velocidade de Vendas (IVV) do Setor Imobiliário do DF do mês de junho, divulgada nesta sexta, 31, em Brasília. Os dados mostram que o IVV residencial, em maio, foi de 4,5% e, em junho, saltou para 5,4%. Isso comprova o crescimento da procura por imóveis pela população.

No 2º trimestre, o IVV residencial médio do período foi de 4,7%, ou seja, aumentou 27% em relação ao IVV do 1º trimestre de 2015 (3,7%). A pesquisa levanta informações junto a 46% das incorporadoras atuantes no DF, considerada uma amostra técnica bem abrangente.

“A pesquisa constata, com dados idôneos, que o movimento de alta nas vendas de imóveis novos vem sendo observado ao longo de dois trimestres e que há uma demanda reprimida por imóveis novos. É uma comprovação que o mercado imobiliário local está se aquecendo novamente”, destaca o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz. Segundo ele, ainda há restrição na oferta porque o setor precisa de maior urgência na liberação para construir novos empreendimentos. Muniz explica que o IVV residencial apurado em junho (5,4%) está situado na margem considerada de referência no mercado imobiliário do DF, que é de 5%.

O IVV dos imóveis comerciais também apresentou elevação em junho, chegando a 3,3%, superior ao 1% registrado em maio e pouco abaixo do de abril (3,8%).

Nesta segunda edição da pesquisa, mais três empresas do setor imobiliário passaram a divulgar os dados de vendas de imóveis novos. O estudo é uma iniciativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF) e da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF). Os dados são coletados pela empresa Opinião Informação Estratégica.

Foto  Fachada 2 Blocos

Pesquisa útil para compradores e vendedores de imóveis

A pesquisa do IVV é útil para compradores de imóveis, autoridades do DF, incorporadores de imóveis, bem como para toda a cadeia produtiva, pois sinaliza o comportamento do mercado de forma global e setorizado por região administrativa e por tipo de planta, indicando onde há demanda por novas construções e de quais tipologias. Até a iniciativa das entidades, não havia dados consolidados do mercado imobiliário.

Com a pesquisa, que pode ser acessada no site do Sinduscon-DF e também no site das demais entidades parceiras, os compradores terão acesso a informações úteis para planejar com mais consistência a realização do sonho da casa própria ou a compra do escritório / loja.

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junho 29

Estudo mostra que setor de vendas do DF volta a crescer.


29 de junho de 2015 às 8:43
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O Índice de Velocidade de Vendas (IVV), estudo a ser divulgado mensalmente no Distrito Federal, mostra que a aceleração nos negócios chegou a 4,4%. Mesmo assim, a demora na liberação de projetos atrapalha os empresários.

28/11/2013. Crédito: Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Terracap volta a vender lotes no Setor Noroeste,  Prédios no setor.

Os empresários do ramo imobiliário estão otimistas quanto às vendas. O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) revelou uma retomada no ritmo de negócio. Em maio, a aceleração chegou a 4,4%, segundo a pesquisa. O número é considerado positivo, uma vez que a base de 5% é considerada “saudável” para o mercado. Pensando nisso, as construtoras e as imobiliárias lançam estratégias para atrair os consumidores. Os locais mais procurados são o Plano Piloto, com preferência para a Asa Norte e o Noroeste.

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. O estudo será divulgado mensalmente e reúne informações desde dezembro do ano passado referentes ao mercado imobiliário local. A amostra é bem expressiva, abrange, aproximadamente, 45% do mercado brasiliense (25 empresas de cerca de 60 incorporadoras).

Estudo mostra que setor de vendas do DF volta a crescer – Cidades DF – Correio Braziliense.O levantamento idealizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF) e com a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), mostra que, desde janeiro, as vendas têm crescido mês a mês. Em maio, foram vendidas 178 unidades pelas empresas avaliadas.

Depois da queda do valor do metro quadrado, a tendência é também de retomada de preço dos imóveis. “Vivemos no segundo semestre do ano passado uma queda, mas temos algumas regiões com tendência para a elevação nos preços. O Noroeste, por exemplo, é uma delas. Tivemos uma queda na oferta; agora, vão começar alguns novos empreendimentos. A oferta será mais equilibrada com a demanda”, explica o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz.

Com 250 unidades prontas para venda no Noroeste e na Asa Norte, pelo menos uma construtora está concentrada em atrair clientes. “Conseguimos fechar um ciclo importante, que é concluir as obras. Os imóveis estão prontos. Estamos reunindo um trabalho comercial para demonstrar que temos boas ofertas de valores e diversidade de produtos”, explicou o diretor Nacional de Negócios da João Fortes Engenharia, Jorge Rucas.

Fonte : http://www.correiobraziliense.com.br/
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junho 24

Frente Parlamentar em defesa do setor produtivo é lançada.


24 de junho de 2015 às 8:02
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Na manhã de segunda-feira (22), foi lançada, oficialmente, a Frente Parlamentar em Defesa do Setor Produtivo, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Presidida pelo deputado Bispo Renato Andrade, a frente tem o objetivo de dar atenção especial ao setor, que é responsável por grande parte da geração de emprego e renda no DF. Atrasos na emissão de alvarás, insegurança jurídica, burocracia e desemprego foram alguns dos temas abordados.

Parlamentares e representantes de entidades de classe participaram da solenidade



Dando início à solenidade, o deputado Bispo Renato Andrade destacou a importância do lançamento da frente. “O setor produtivo não tem recebido a devida atenção do setor público. Há uma carência de políticas públicas voltadas para a área”, afirmou. O parlamentar ressaltou que a economia está em franca recessão. “Se a atuação do governo não estiver voltada para o setor produtivo, corremos o risco de nos tornamos Cuba ou Venezuela”.

O presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho, afirmou que o setor produtivo do DF está trabalhando em uma unicidade de ações importantes, no sentido de superar a castração das possibilidades de gerar riquezas. “A crise não é só decorrente do desgoverno nacional e das condições econômicas. É uma crise artificialmente posta, chamada de impedimentos”, destacou. Para o presidente do sindicato, a Frente Parlamentar é a oportunidade de o setor produtivo ser ouvido.

Um tema abordado na solenidade foi a insegurança jurídica enfrentada pelos empresários locais. O presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz, lamentou que as empresas não tenham garantias para realizar seus investimentos. “Os nossos projetos, além de demorarem, ainda são sempre questionados. Nem o habite-se está sendo emitido”, afirmou. Para ele, é necessário um pacto de governabilidade no DF que una os três poderes e, também, o setor produtivo. “Não temos mais condições de continuar nesta situação caótica”, acrescentou.

O presidente da Fibra, Jamal Bittar, defendeu que é necessário buscar ações efetivas do estado. “Temos que tirar o setor produtivo do DF da inércia e garantir mais segurança jurídica”, afirmou.

Para encerrar, a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão, reafirmou o compromisso de lutar pelo setor produtivo. “Os empresários serão respeitados na nossa gestão. Eu tenho certeza e confio na autonomia desse poder e no trabalho dos parlamentares”, frisou.

A Frente Parlamentar foi assinada por 12 deputados e lançada após reuniões dos parlamentares com os empresários, representantes dos setores produtivos do DF. Eles foram unânimes em defender medidas que garantam o retorno do crescimento econômico do DF.

A solenidade contou com a presença do 1º vice-presidente do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, e dos vice-presidentes Graciomário Queiroz, João Acciolly, Leonardo Ávila e Mário França. Também estiveram presentes 13 deputados distritais; o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana; o presidente do Sindivarejista, Edson de Castro; o presidente da Associação Comercial do DF, Cléber Pires; e o presidente da FAP-DF, Renato Simplício.

 

Patrícia Figuerêdo
Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

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