novembro 11

Projeto que tramita na câmara legislativa do df pode acelerar a emissão da carta de habite-se.


11 de novembro de 2015 às 8:11
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho
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novembro 04

Mercado de moradia de luxo não sente crise e apresenta crescimento no DF.


4 de novembro de 2015 às 8:46
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Faixa etária dos clientes é de 30 a 50 anos, com objetivos diferentes na hora da compra – que, em geral, é feita para habitação e não investimento

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Perdas de rendimento e baixo desempenho do comércio são apenas uma das diversas facetas da crise econômica. Para quem tem capital, o momento é favorável à compra de imóveis de alto padrão. Por não dependerem de linhas de crédito habitacional e, em geral, já possuírem patrimônio, os consumidores desse segmento têm facilidade nas negociações e são responsáveis por manter aquecido esse nicho de mercado. Assim, uma tendência das principais capitais do país se confirma no Distrito Federal. Aqui, registrou-se um aumento de 32% na busca por apartamentos de luxo, no terceiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com estudo de uma empresa da área. Os números mostram também uma nova forma de consumir, em que a internet é o meio principal de busca imobiliária.

A faixa etária do público-alvo é variada: abrange consumidores dos 30 aos 50 anos. São pessoas que já possuem um imóvel próprio e têm, em caixa, a maior parte da quantia a ser investida. A escolha pelo apartamento de alto padrão é baseada em argumentos diretamente relacionados ao momento de vida dos compradores. Os mais novos, por exemplo, tendem a procurar um imóvel melhor em razão da família que cresce, seja pelo nascimento de mais um filho ou pelo desenvolvimento das crianças. Por isso, buscam um apartamento maior e com mais opções de lazer. Piscina, playground e espaço são os principais atrativos.

Filhos fora de casa
No caso dos consumidores com 40 anos ou mais, o motivo da compra é a necessidade reduzir cômodos sem perder a qualidade de vida. São casais cujos filhos já saíram de casa e a residência se tornou um espaço grande demais. Ainda assim, a área social, como espaço gourmet e sala de estar, se torna uma prioridade. A atenção a esses espaços tornou-se um pedido recorrente à arquiteta Denise Zuba. O trabalho dela é focado no público que adquire imóveis de alto padrão. “O cliente quer qualidade de vida e introspecção familiar. Ele preza pelo conforto de poder, por exemplo, receber os amigos em casa e, assim, evitar deslocamentos. Não à toa, a varanda gourmet e a cozinha passaram a ser integrar a área social”, descreve.

O investimento em área de convivência transformou-se o critério do advogado Benjamin Caldas Galotti Beserra, 43 anos, ao optar por um imóvel no Noroeste. Os filhos entraram na adolescência e, em breve, Galotti acredita que a vida social vai ser uma questão relevante para eles. “Minha ideia é trazer os filhos e os amigos dos filhos para dentro de casa. Procurava um apartamento com atrativos, como piscina e churrasqueira, para que eles queiram estar em casa”, explica. Proprietário de outros imóveis, o advogado avaliou o mercado e se cercou de garantias para fechar o negócio, em setembro. “Tinha o recurso para investir e me certifiquei de que o patrimônio que tenho é maior do que a dívida contraída”, diz.

Diferenciais

Os imóveis desse segmento têm metragens e valores significativos. São apartamentos a partir de 150m² e com custo de R$ 1 milhão. Até a tradicional visita ao decorado é realizada de forma diferente, em momento mais avançado, quando o comprador já está prestes a fechar o negócio. Em Brasília, de acordo com recorte da pesquisa, 68% das buscas para alto padrão são focadas nos imóveis de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões. Aqui, a oferta de apartamentos de luxo se concentra no Setor Noroeste, mas é possível encontrar alguns na Asa Sul.

Os estoques a pronta entrega estão esgotados e há até mesmo uma lista de espera para desistência, explica o diretor de vendas da Via Engenharia, Tarcísio Leite. “O imóvel é um produto necessário e, no atual cenário econômico, não existe investidor que compra para revender. O cliente que adquire é o que, de fato, vai morar”, destaca Leite. O lançamento de novas projeções deve ocorrer de forma lenta. Um dos motivos são os trâmites burocráticos, como a liberação de habite-se — que depende, entre outras exigências, da elaboração de Relatórios de Impacto de Trânsito (RIT) —, matéria que vem sendo discutida pelo GDF e pela Câmara Legislativa.

Fonte : http://www.correiobraziliense.com.br/

 

 

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outubro 26

Noroeste ganha Frente Parlamentar para ampliar debate sobre implantação plena do setor.


26 de outubro de 2015 às 9:49
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Bairro em luta pela infraestrutura.

1º vice-presidente do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, e o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz

 

 São 8 mil moradores que vivem em um setor com problemas de sinalização e que também oferece poucas calçadas, quadras esportivas e ciclovias. Essa é a realidade de quem mora no Noroeste. Um local onde há segurança precária, ausência de comerciantes e o principal dos problemas: falta de infraestrutura. Para ampliar o debate sobre a implantação plena do bairro e lutar pela concretização do tão sonhado Parque Burle Marx, o Setor Noroeste conta, agora, com uma Frente Parlamentar.Lançada na tarde de ontem (22), em uma comissão geral realizada no plenário da Câmara Legislativa, a iniciativa foi presidida pelo deputado Wasny de Roure (PT). Para o parlamentar, a criação da frente é de fundamental importância para o processo de implantação, tanto do parque quanto do setor em si. “É um processo longo e gradativo, que exige trabalho e paciência. Temos que nos unir para garantir essa representatividade”, destacou. Também presente, o deputado Joe Valle (PDT) reforçou a importância da preservação das áreas verdes da cidade e ressaltou a necessidade de engajamento no tema, que vem sendo alvo de discussão entre representantes do governo e da comunidade.

O presidente em exercício do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, acredita na importância do debate. “O Noroeste e o Parque Burle Marx têm obras totalmente atrasadas, prejudicando uma série de pessoas que já adquiriram seus apartamentos”, lembrou. O representante do sindicato também destacou os problemas que o mercado imobiliário de Brasília vem enfrentando, como atrasos, irresponsabilidades e desvios de recursos que não são devidamente aplicados na infraestrutura da cidade. Relatando as dificuldades enfrentadas por quem mora no local, o presidente da Associação dos Moradores do Noroeste, Antônio Custódio Neto, explicou que as pessoas precisam entender que o bairro não é mais um canteiro de obras e que a comunidade quer que suas demandas sejam levadas em consideração.

Sobre o Parque Burle Marx, a presidente do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Ibram), Jane Vilas Boas, disse que existem quatro projetos, mas que todos estão inviabilizados pela atual topografia do local. “Um novo projeto está em elaboração e já recebeu contribuições, via internet, pelo site do Ibram. Além disso, será criado um conselho para realizar o diálogo com a sociedade”, resaltou. Segundo ela, a partir disso, o projeto será entregue para que a Terracap possa começar o processo de implantação. O presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), Paulo Muniz, explicou que, quando um empreendimento é lançado, pelo menos quatro anos depois a infraestrutura básica deve estar pronta. “O sonho que a Terracap nos vende é o mesmo sonho que passamos aos compradores”, comentou Muniz ao lembrar das pendências e prazos não cumpridos pelo órgão.

Fonte : http://www.sinduscondf.org.br/portal/home

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outubro 22

Vendas de imóveis residenciais no Distrito Federal crescem 19% .


22 de outubro de 2015 às 9:25
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Pesquisa do SindusCon-DF mostra que Índices de Velocidade de Vendas ficou em 4,6%, próximo ao que considera viáveis os empreendimentos imobiliários.

Shutterstock

As vendas de imóveis residenciais novos no Distrito Federal aumentaram 19% em agosto na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados no início da semana pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF).

Segundo a pesquisa, os Índices de Velocidade de Vendas (IVV) do mês e do trimestre ficaram em 4,6%, próximo a 5%, que é o referencial para uma análise realista de viabilidade de empreendimentos imobiliários no Distrito Federal.

“O perfil de compra do imóvel novo mudou no DF. Agora há um maior movimento em vendas de imóveis prontos em relação aos em construção ou lançados na planta; o inverso do que ocorria há alguns anos. A questão é que há demanda por imóveis no DF, inclusive na planta, ou seja, o governo e as instituições financeiras deveriam estimular a compra da casa própria para fomentar negócios, gerar emprego e renda e não inibir os financiamentos”, afirmou Paulo Muniz, presidente da Ademi-DF.

 

Por:Kelly Amorim, do Portal PINIweb

 

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setembro 18

Noroeste ganha trilhas de caminhadas no Parque Burle Max


18 de setembro de 2015 às 9:39
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Obra realizada e custeada por onze empresas do setor imobiliário, as trilhas de caminhadas do Parque Burle Marx, situado no Setor Noroeste, foram inauguradas pelo Governador Rodrigo Rollemberg, no último dia 15/08. “É mais uma providência importante para a qualidade de vida dos moradores do Noroeste, que está em fase de implantação de sua infraestrutura”, diz Paulo Muniz, presidente da ADEMI-DF (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF), entidade que coordenou e unificou as empresas em torno da concretização do projeto das trilhas.

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Ao todo são seis trilhas com acesso pelo Parque Burle Marx e que seguem em direção à Asa Norte, onde três delas se juntam. As trilhas têm 1,20m de largura e 4,5km no total (somadas). Estão sendo entregues semi-pavimentadas, com piso em brita e meio-fio, com o menor impacto ambiental possível de acordo com a Autorização Ambiental nº 18/2014, fornecida pela SUGAP/IBRAM-DF.

Além das trilhas, a ADEMI-DF e suas empresas associadas já fizeram outras contribuições importantes ao Noroeste, como a doação ao Governo do Distrito Federal do projeto do próprio setor habitacional e do ParqueBurle Marx.

“As associadas à ADEMI-DF são empresas que atuam na legalidade em seus negócios e também cumprem seu papel de responsabilidade social, ao fazerem gestos como esses em prol da qualidade de vida dos cidadãos do Distrito Federal”, afirma Muniz.

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As empresas que participaram do projeto das trilhas do Burle Marx são: Área Realty, Brasal, FAENGE, JC Gontijo, Odebrecht, Real Engenharia, Silco, Soltec, Via, Villela e Carvalho e Emplavi.

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Assessoria de Imprensa – ADEMI-DF

Fonte : http://www.ademidf.com.br/

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agosto 03

Velocidade de vendas de imóveis novos no DF aumenta 20% em apenas um mês.


3 de agosto de 2015 às 8:39
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Dados foram apresentados pela segunda edição da Pesquisa do Índice de Velocidade de Vendas (IVV) do Setor Imobiliário do DF

Assessoria de Comunicação Social do 
Sinduscon-DF e da Ademi-DF

A velocidade de vendas de imóveis residenciais novos no Distrito Federal aumentou expressivos 20% em apenas um mês, é o que apresenta a segunda edição da Pesquisa do Índice de Velocidade de Vendas (IVV) do Setor Imobiliário do DF do mês de junho, divulgada nesta sexta, 31, em Brasília. Os dados mostram que o IVV residencial, em maio, foi de 4,5% e, em junho, saltou para 5,4%. Isso comprova o crescimento da procura por imóveis pela população.

No 2º trimestre, o IVV residencial médio do período foi de 4,7%, ou seja, aumentou 27% em relação ao IVV do 1º trimestre de 2015 (3,7%). A pesquisa levanta informações junto a 46% das incorporadoras atuantes no DF, considerada uma amostra técnica bem abrangente.

“A pesquisa constata, com dados idôneos, que o movimento de alta nas vendas de imóveis novos vem sendo observado ao longo de dois trimestres e que há uma demanda reprimida por imóveis novos. É uma comprovação que o mercado imobiliário local está se aquecendo novamente”, destaca o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz. Segundo ele, ainda há restrição na oferta porque o setor precisa de maior urgência na liberação para construir novos empreendimentos. Muniz explica que o IVV residencial apurado em junho (5,4%) está situado na margem considerada de referência no mercado imobiliário do DF, que é de 5%.

O IVV dos imóveis comerciais também apresentou elevação em junho, chegando a 3,3%, superior ao 1% registrado em maio e pouco abaixo do de abril (3,8%).

Nesta segunda edição da pesquisa, mais três empresas do setor imobiliário passaram a divulgar os dados de vendas de imóveis novos. O estudo é uma iniciativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF) e da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF). Os dados são coletados pela empresa Opinião Informação Estratégica.

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Pesquisa útil para compradores e vendedores de imóveis

A pesquisa do IVV é útil para compradores de imóveis, autoridades do DF, incorporadores de imóveis, bem como para toda a cadeia produtiva, pois sinaliza o comportamento do mercado de forma global e setorizado por região administrativa e por tipo de planta, indicando onde há demanda por novas construções e de quais tipologias. Até a iniciativa das entidades, não havia dados consolidados do mercado imobiliário.

Com a pesquisa, que pode ser acessada no site do Sinduscon-DF e também no site das demais entidades parceiras, os compradores terão acesso a informações úteis para planejar com mais consistência a realização do sonho da casa própria ou a compra do escritório / loja.

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junho 29

Estudo mostra que setor de vendas do DF volta a crescer.


29 de junho de 2015 às 8:43
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O Índice de Velocidade de Vendas (IVV), estudo a ser divulgado mensalmente no Distrito Federal, mostra que a aceleração nos negócios chegou a 4,4%. Mesmo assim, a demora na liberação de projetos atrapalha os empresários.

28/11/2013. Crédito: Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Terracap volta a vender lotes no Setor Noroeste,  Prédios no setor.

Os empresários do ramo imobiliário estão otimistas quanto às vendas. O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) revelou uma retomada no ritmo de negócio. Em maio, a aceleração chegou a 4,4%, segundo a pesquisa. O número é considerado positivo, uma vez que a base de 5% é considerada “saudável” para o mercado. Pensando nisso, as construtoras e as imobiliárias lançam estratégias para atrair os consumidores. Os locais mais procurados são o Plano Piloto, com preferência para a Asa Norte e o Noroeste.

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. O estudo será divulgado mensalmente e reúne informações desde dezembro do ano passado referentes ao mercado imobiliário local. A amostra é bem expressiva, abrange, aproximadamente, 45% do mercado brasiliense (25 empresas de cerca de 60 incorporadoras).

Estudo mostra que setor de vendas do DF volta a crescer – Cidades DF – Correio Braziliense.O levantamento idealizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF) e com a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), mostra que, desde janeiro, as vendas têm crescido mês a mês. Em maio, foram vendidas 178 unidades pelas empresas avaliadas.

Depois da queda do valor do metro quadrado, a tendência é também de retomada de preço dos imóveis. “Vivemos no segundo semestre do ano passado uma queda, mas temos algumas regiões com tendência para a elevação nos preços. O Noroeste, por exemplo, é uma delas. Tivemos uma queda na oferta; agora, vão começar alguns novos empreendimentos. A oferta será mais equilibrada com a demanda”, explica o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz.

Com 250 unidades prontas para venda no Noroeste e na Asa Norte, pelo menos uma construtora está concentrada em atrair clientes. “Conseguimos fechar um ciclo importante, que é concluir as obras. Os imóveis estão prontos. Estamos reunindo um trabalho comercial para demonstrar que temos boas ofertas de valores e diversidade de produtos”, explicou o diretor Nacional de Negócios da João Fortes Engenharia, Jorge Rucas.

Fonte : http://www.correiobraziliense.com.br/
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junho 24

Frente Parlamentar em defesa do setor produtivo é lançada.


24 de junho de 2015 às 8:02
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Na manhã de segunda-feira (22), foi lançada, oficialmente, a Frente Parlamentar em Defesa do Setor Produtivo, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Presidida pelo deputado Bispo Renato Andrade, a frente tem o objetivo de dar atenção especial ao setor, que é responsável por grande parte da geração de emprego e renda no DF. Atrasos na emissão de alvarás, insegurança jurídica, burocracia e desemprego foram alguns dos temas abordados.

Parlamentares e representantes de entidades de classe participaram da solenidade



Dando início à solenidade, o deputado Bispo Renato Andrade destacou a importância do lançamento da frente. “O setor produtivo não tem recebido a devida atenção do setor público. Há uma carência de políticas públicas voltadas para a área”, afirmou. O parlamentar ressaltou que a economia está em franca recessão. “Se a atuação do governo não estiver voltada para o setor produtivo, corremos o risco de nos tornamos Cuba ou Venezuela”.

O presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho, afirmou que o setor produtivo do DF está trabalhando em uma unicidade de ações importantes, no sentido de superar a castração das possibilidades de gerar riquezas. “A crise não é só decorrente do desgoverno nacional e das condições econômicas. É uma crise artificialmente posta, chamada de impedimentos”, destacou. Para o presidente do sindicato, a Frente Parlamentar é a oportunidade de o setor produtivo ser ouvido.

Um tema abordado na solenidade foi a insegurança jurídica enfrentada pelos empresários locais. O presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz, lamentou que as empresas não tenham garantias para realizar seus investimentos. “Os nossos projetos, além de demorarem, ainda são sempre questionados. Nem o habite-se está sendo emitido”, afirmou. Para ele, é necessário um pacto de governabilidade no DF que una os três poderes e, também, o setor produtivo. “Não temos mais condições de continuar nesta situação caótica”, acrescentou.

O presidente da Fibra, Jamal Bittar, defendeu que é necessário buscar ações efetivas do estado. “Temos que tirar o setor produtivo do DF da inércia e garantir mais segurança jurídica”, afirmou.

Para encerrar, a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão, reafirmou o compromisso de lutar pelo setor produtivo. “Os empresários serão respeitados na nossa gestão. Eu tenho certeza e confio na autonomia desse poder e no trabalho dos parlamentares”, frisou.

A Frente Parlamentar foi assinada por 12 deputados e lançada após reuniões dos parlamentares com os empresários, representantes dos setores produtivos do DF. Eles foram unânimes em defender medidas que garantam o retorno do crescimento econômico do DF.

A solenidade contou com a presença do 1º vice-presidente do Sinduscon-DF, João Carlos Pimenta, e dos vice-presidentes Graciomário Queiroz, João Acciolly, Leonardo Ávila e Mário França. Também estiveram presentes 13 deputados distritais; o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana; o presidente do Sindivarejista, Edson de Castro; o presidente da Associação Comercial do DF, Cléber Pires; e o presidente da FAP-DF, Renato Simplício.

 

Patrícia Figuerêdo
Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

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junho 03

Setor imobiliário respira com verba da poupança de R$ 22,7 bilhões dos bancos.


3 de junho de 2015 às 8:39
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

 

A semana começa com certo alívio para o setor imobiliário. Depois de muita pressão e da inicial negativa do governo de flexibilizar as regras do compulsório da poupança para financiamentos no setor, o Conselho Monetário Nacional decidiu injetar R$ 22,5 bilhões no segmento. Na última sexta-feira, o Banco Central anunciou que, a partir de hoje, os bancos poderão usar parte maior dos recursos que deveriam ficar retidos na autoridade monetária para empréstimo para compra de imóveis. A liberação deve beneficiar principalmente a Caixa Econômica Federal, que detém uma participação de 70% do mercado.

Para o vice-presidente da Indústria Imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Adalberto Júnior, a medida não soluciona os problemas do setor, mas vai amenizar. “O reforço de crédito traz um recurso que antes não existia e dá fôlego para o Sistema Financeiro Habitacional (SFH). Tem chances de durar até o fim do ano, mas, sem uma retomada da economia, novas medidas paliativas serão necessárias”, avalia.

Além da liberação do compulsório, o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) anunciou na semana passada a liberação de quase R$ 5 bilhões a mais este ano, para financiamento da casa própria a cotistas do FGTS que ganham mais. A medida veio acompanhada, no entanto, da redução do teto do valor do imóvel de R$ 750 mil para R$ 400 mil.

Com as medidas, o governo espera aquecer o setor, que está com os estoques altos e demitindo trabalhadores — 110 mil postos foram fechados na construção civil em 2014 — pela falta de perspectiva de novos lançamentos. A expectativa é de que, com mais recursos disponíveis, mais pessoas tenham acesso ao crédito imobiliário. “Não sabemos ainda como esse dinheiro será usado. Como os bancos vão financiar, quem vão financiar, e se as taxas de juros voltarão aos patamares anteriores. Mas é animador para nós e certamente será para os consumidores que necessitam do crédito”, diz Júnior.

Endividadas e temendo a atual conjuntura econômica, as famílias vêm retirando recursos da poupança para saldar os débitos. Por conta desse movimento, os saques foram superiores aos depósitos na caderneta de poupança em R$ 30 bilhões durante os quatro primeiros meses do ano, o que motivou a Caixa e o Banco do Brasil a alterar as regras de financiamento imobiliário e elevar as taxas de juros do crédito imobiliário.

Cautela

Outras instituições financeiras também acompanharam os reajustes e ampliaram suas taxas de juros, que chegam a até 11% no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), usado para financiamento de imóveis de até R$ 750 mil (veja quadro). Frente ao desaquecimento da economia, à inflação alta, ao aumento do desemprego e à desaceleração da massa salarial real, o consumidor que pensa em comprar, ou que já está consultando corretores em busca de uma casa ou apartamento, deve comparar as tarifas e os preços dos imóveis.

Mas, mais do que verificar taxas de juros, devem estar atentos ao Custo Efetivo Total (CET) da operação. Sobre cada financiamento, incidem outros custos adicionais, como taxas administrativas e seguros, adverte a coordenadora institucional da Proteste — associação de consumidores —, Maria Inês Dolci. “Nem todos os bancos têm taxas atrativas. Caberá ao consumidor escolher de acordo com o que for mais compatível ao bolso, optando sempre pelo menor custo”, avalia.

Com a injeção de crédito, o momento volta a ser mais atrativo para a aquisição do imóvel. O sócio da PwC Brasil Eduardo Luque alerta para os preços e talvez seja importante aproveitar oportunidades. “O valor cobrado por metro quadrado, que dobrou de 2007 a 2013, mantém-se estável e com viés de baixa, mas vai ter uma retomada de crescimento que pode começar em 2016 e ganhar mais força nos dois anos seguintes.”

Mas quem tem outras dívidas e pretende financiar o imóvel precisa analisar bem para evitar comprar um problema. “Em uma economia instável, o consumidor pode correr sérios riscos em assumir um financiamento imobiliário”, pondera o especialista em finanças Marcelo Segredo, diretor-presidente da Associação Brasileira do Consumidor (ABC). Ele recomenda que, caso o comprador sinta que não tem mais condições de manter o contrato, deve devolver o imóvel antes de se ver tentado a pegar um empréstimo para quitar as prestações atrasadas do imóvel.

“É melhor dar um passo para trás e desistir da compra; receber tudo o que pagou para acumular mais dinheiro e, futuramente, comprar um imóvel dando uma entrada maior e financiando um valor menor” explica. Se a aquisição foi de um imóvel na planta, é importante entrar em contato com a construtora e devolver o imóvel antes da entrega das chaves. “Depois que passar para o banco, pode ficar mais difícil. E aí, a melhor saída será entrar na Justiça”, justifica Segredo.

Ainda é bom investimento

 

Mesmo diante da atual crise, comprar um imóvel pode ser um bom negócio para quem tem condição de pagar à vista. Em um ambiente de juros altos, a aplicação de recursos em uma casa, loja, sala ou apartamento, pode ser tão vantajosa quanto empregar capital em fundos de investimento, ou mesmo no Tesouro Direto, acredita Adalberto Júnior, do Sinduscon-DF.

“O cenário que está sendo traçado é favorável para o perfil de investidor. Aquela pessoa que tem recursos aplicados na poupança ou em outros tipos de investimentos vai certamente observar o mercado com mais atenção. A tendência é de uma valorização a curto ou médio prazo”, avalia.

Com a falta de novos produtos e lançamentos no mercado, a perspectiva é de um desequilíbrio entre a oferta e a procura, prevê o presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Paulo Muniz. “A demanda continua crescendo. Pessoas que realmente precisam e querem comprar um imóvel vão ter que tomar uma decisão com rapidez”, analisa.

Pré-venda

Depois de um momento de grande expansão, em 2010 e 2011, quando o mercado atingiu um crescimento de cerca de 25%, o momento exige mais cautela dos empreendedores. “Hoje, antes de fazerem lançamento de qualquer lançamento, as construtoras fazem um trabalho de pré-venda com muito mais planejamento. Os empreendimentos só saem quando as empresas sabem que será um sucesso”, garante Eduardo Luque, sócio da PwC Brasil e líder de Engenharia & Construção.

Para Luque, as empresas aprenderam a “lição”. “As incorporadoras passaram por um momento de crescimento tão acentuado que se assustaram e não deram conta de manter um avanço provocado pelas condições de abertura de capital”, diz. Aliado à inserção da nova classe média no mercado, que pela primeira vez conseguiu crédito para a casa própria, os próprios empresários perceberam que o excesso de otimismo não foi bom para os negócios. “Foi saudável por alguns anos, mas se conseguiu manter um crescimento sustentável”, explica.

Segundo o sócio da PwC Brasil, as construtoras estão com estoques muito altos, mas esse cenário pode ser alterado, até por uma demanda reprimida. “Existe ainda um considerável deficit habitacional no país, de cerca de 8 milhões de unidades, bem como uma curva ascendente do Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que provavelmente continuará subindo nos próximos anos”, justifica.

Fonte : www.sinduscondf.org.br

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abril 09

Como fazer a declaração do imóvel no Imposto de Renda 2015.


9 de abril de 2015 às 15:42
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

A não ser que seja qualificado como isento, o contribuinte deve informar todos os imóveis que possui na entrega da declaração, que deve ser feita até 30 de abril.

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Até as 23h59 do dia 30 de abril de 2015, os brasileiros precisam entregar a declaração do Imposto de Renda. Imóveis são bens que precisam constar na prestação de contas com a Receita Federal. Para que não existam dúvidas na hora da declaração, veja as orientações do professor José Carlos Polidoro, da Escola de Negócios Anhembi Morumbi.

Como declarar imóvel adquirido em 2014?
No quadro “Bens e Direitos” não deverá ser declarado valor no espaço indicado para a “Situação em 31/12/2013”. Inclua o valor efetivamente pago em 2014 no campo “Situação em 31/12/2014”. São considerados como valores do imóvel possíveis gastos com corretagens, despesas com a escritura e tributos relativos à transferência do bem para o nome do declarante, além do próprio valor da compra desembolsado em 2014. O campo “Discriminação” deve conter uma breve descrição do imóvel, do número de registro apontado pelo cartório, assim como o nome e o número do CPF da pessoa que vendeu o bem.

Que valor declarar para o imóvel?
Deve ser declarado no campo “Situação em 31/12/2014” somente o valor efetivamente desembolsado em 2014 para pagamento do imóvel, assim como é permitido acrescentar a esse valor os possíveis gastos com corretagens, as despesas com a escritura e tributos relativos à transferência do bem. Isso favorecerá o momento da venda do imóvel, pois sobre o lucro apurado entre o valor da venda e o valor que o bem está registrado na sua Declaração incide 15% de imposto de renda sobre o chamado “ganho de capital”.

Além disso, também será interessante registrar na “Declaração de Bens” todos os gastos feitos em 2014 com reformas que se configurem como aumento do valor do imóvel. O registro desse montante deverá ser feito no campo “Situação em 31/12/2014”, num código separado (código 17) da “Declaração de Bens”. Tudo isso deve ser suportado por documentação para fins de comprovação. Esse procedimento deverá ser lembrado por ocasião de outras reformas futuras, visando redução da tributação sobre o ganho de capital no momento da venda.

A declaração deve ser em relação ao valor que foi pago pelo bem ou seu valor atual de mercado?
A declaração deve ser somente sobre o valor efetivamente pago pelo imóvel, sem qualquer tipo de correção nessa e nas próximas declarações, até o ano em que o imóvel for vendido. Na ocasião da venda, o contribuinte deverá apurar o “ganho de capital” obtido na comparação do valor da venda com o valor histórico dos pagamentos que consta na Declaração e recolher o imposto de 15% sobre esse resultado no mês seguinte ao da venda. O contribuinte deverá utilizar o programa disponível na Receita Federal que apura esse ganho e que, inclusive, considera para esse fim uma depreciação sobre o valor do imóvel, correspondente aos anos de uso. O programa transportará automaticamente as informações para a “Declaração de Bens e Direitos” do ano base em que ocorrer a venda. No momento da venda do imóvel, deve-se atentar para algumas condições que poderão isentar o pagamento deste tributo sobre o “ganho de Capital” da operação.

O que fazer se houve a utilização do FGTS para quitar ou comprar um imóvel?
O valor do FGTS utilizado em 2014 para quitação total ou parcial da compra de um imóvel deverá ser incorporado ao valor do ativo no campo “situação em 31/12/2014”. O declarante deverá informar no campo “Discriminação” que os pagamentos, ou parte deles, foram efetuados com recursos oriundos do FGTS. Também esse valor do FGTS utilizado em 2014 deverá ser computado na parte da Declaração que corresponde aos “Rendimentos Isentos e não Tributáveis”, na linha referente aos saques de FGTS.

E quanto a imóveis adquiridos pelo Minha Casa, Minha Vida?
Se o imóvel foi adquirido em 2014, nada deve ser declarado no campo “Situação em 31/12/2013”. A soma dos valores efetivamente pagos em 2014 (valor da entrada e o valor das amortizações de parcelas acrescidas de juros e correções) deve ser declarada no campo “situação em 31/12/2014”. Nos anos seguintes, esse procedimento deverá ser repetido, até o ano em que o financiamento for liquidado. Aí, então, o valor desse imóvel corresponderá ao total historicamente desembolsado, considerando, inclusive, parcelas oriundas do FGTS, se existirem. Nada deverá ser informado na Declaração deste ano, nem dos anos seguintes, a título de saldo devedor do financiamento, na parte “Dívidas e Ônus Reais”. É aconselhável esclarecer no campo da “Discriminação” a forma de aquisição do bem – se foi através do Sistema Financeiro de Habitação, programa Minha Casa, Minha Vida, se houve utilização de recursos oriundos do FGTS etc.

Comprei um imóvel, mas não terminei de pagar. O que declaro?
Caso a compra tenha sido realizada em anos anteriores, deverá ser declarado o valor pago acumulado até 2013, no campo “Situação em 31/12/2013”. No campo “Situação em 31/12/2014”, deverá ser incorporada ao valor acumulado até o ano anterior a soma dos pagamentos efetivamente realizados em 2014, inclusive com os juros e correções presentes em cada prestação liquidada. Também deverá ser considerado nesse último campo o valor oriundo do FGTS que, porventura, tenha sido utilizado em 2014 para esse fim. Caso o imóvel tenha sido adquirido em 2014, nada deve ser declarado no campo “Situação em 31/12/2013”. Deverá ser declarado no campo “Situação em 31/12/2014” o valor de acordo com os procedimentos indicados no parágrafo anterior. Nesse caso, o campo “Discriminação” desse novo imóvel deverá também esclarecer a forma de pagamento negociada (à vista ou com financiamento direto com o vendedor, ou através do SFH, inclusive mencionando o aproveitamento do FGTS, se for o caso).

Como declarar bens recebidos por herança?
O imóvel recebido por herança em 2014 deverá ser declarado na parte de “Bens e Direitos”, informando no campo “Situação em 31/12/2014” o valor que consta no formal de partilha e escritura de transferência. No campo “Discriminação”, além dos dados do imóvel, também deverá figurar o número do documento da partilha registrada, o número do registro do imóvel, assim como o nome e número do CPF do espólio declarado (conjunto de bens, direitos e obrigações da pessoa falecida). Também deverá ser declarado esse mesmo valor na parte da Declaração referente aos “Rendimentos Isentos e não Tributáveis”, no item “Transferências patrimoniais – doações e heranças”.

Como fazer a declaração de imóveis comprados por meio de consórcio?
Se ocorreram pagamentos de parcelas de consórcio, considerando que o declarante não foi contemplado no ano de 2014, ele deverá informar a soma desses valores na “Situação Líquida em 31/12/2014” no código 95 (consórcios). Nesse caso, mencionar no campo “Discriminação” o nome e o número de inscrição, assim como o número do CNPJ da administradora do consórcio e o tipo de bem do contrato.Caso o bem tenha sido recebido em 2014, não informar valores no campo “Situação em 31/12/2014” no código 95 e esclarecer no campo da “Discriminação” que ocorreu a contemplação. O passo seguinte será acrescentar um novo item na “Declaração de Bens e Direitos” com o código correspondente ao bem fruto da contemplação (11 para apartamento ou 12 para casa), declarando no campo “Situação em 31/12/2014” a soma do valor que constava no código 95 na “Situação em 31/12/2013” com os demais valores efetivamente pagos em 2014. No campo da “Discriminação”, além dos dados do imóvel, informar que ele foi quitado, total ou parcialmente, com a contemplação de consórcio (número de inscrição, nome e CNPJ da administradora). Também deverá ser esclarecido nesse campo se existe saldo a pagar nos anos seguintes, mencionando o número de parcelas a vencer. Nos anos seguintes ao desta Declaração, acrescentar sempre a soma dos valores efetivamente pagos em cada ano correspondente.

Como declarar imóvel adquirido por meio do contrato particular ou de gaveta?

O contrato particular firmado entre construtora/agente financeiro ou pessoa física e o comprador do imóvel é instrumento válido para configurar a aquisição do bem. Assim, o declarante deverá informar os dados da aquisição no campo “Discriminação”, inclusive, esclarecendo a forma de pagamento negociada, dados do vendedor etc, e o total dos valores pagos durante 2014, no campo da “Situação em 31/12/2014¨. Nada deverá ser declarado na parte “Dívidas e Ônus Reais”. A cada ano posterior ao da Declaração, o declarante vai acrescentando o valor efetivamente pago naquele ano ao valor declarado no ano imediatamente anterior.

Fonte : Pense Imóveis

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