novembro 26

Sonho dos brasileiros


26 de novembro de 2012 às 10:46
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Os imóveis ainda são um dos principais sonhos de consumo de brasileiros de todas as classes. Pesquisa da Consultoria Datastore mostra que 30% da população deseja comprar imóvel a médio prazo (nos próximos 24 meses). Um entre cada quatro cidadãos com renda até seis salários mínimos (25% do total) vai usar o imóvel como investimento ou para moradia futura da família. Dos que ganham acima de seis mínimos, 40% miram nos lucros. Desses, 70% vão revender, e 30%, alugar ou acomodar os filhos.

Para especialistas, a desaceleração dos negócios verificada nos últimos meses não altera o quadro, a médio e longo prazo. “O mercado passa por um período de acomodação e de equilíbrio entre a oferta e a demanda. Na prática, os preços estão se ajustando. As expectativas são boas para 2013, mas os consumidores não vão comprar com a velocidade que se viu em 2010 e 2011. Essa tendência mais lenta deve se manter por, pelo menos, 18 meses”, explicou Marcus Araujo, presidente da Datastore. O freio é natural e decorre da explosão de vendas nos últimos dois anos, disse. Os imóveis comprados naquela época começam a ser entregues agora e colocados à venda com juros mais baixos, concorrendo com os lançamentos.

O cenário, porém, varia com a região. Em São Paulo, a intenção de compra ficou em 28%, em maio (o menor percentual do país), registrando queda de 4%, em relação a julho de 2010. Já em Brasília, o desejo de comprar se manteve em 39% no período. Os mercados mais difíceis são Rio de Janeiro e São Paulo, que tiveram excesso de ofertas. “As melhores oportunidades estão no Nordeste e no Centro-Oeste, que têm índice de natalidade mais alto e maior índice de crescimento econômico regional”, detalha a pesquisa.

O aumento da longevidade e a inserção da mulher no mercado de trabalho passaram, também, a interferir nas dimensões da casa pretendida pelos consumidores. Entre os compradores com renda de 3 a 6 salários mínimos, a maioria (52%) prefere imóvel com três dormitórios e 48%, de dois quartos. Esse público (90%) aceita morar em locais mais distantes. Os com renda acima de 6 salários mínimos almejam mais espaço: 57% querem três dormitórios; 34%, dois; 8%, quatro; e apenas 1% escolhe imóveis com um dormitório.

Os com mais dinheiro no bolso aceitam (50%) morar fora das regiões nobres, desde que contem com comércio e serviços (escola é obrigatório), local verde e tranquilo, equipamentos modernos de segurança e acesso por vias de trânsito mais rápido. Apenas 2% dos consumidores exigem que o imóvel já esteja pronto, e 98% compram na planta.

Autor(es): VERA BATISTA
Correio Braziliense 

Comentários desativados em Sonho dos brasileiros
novembro 21

Investidores ainda apostam na valorização de imóveis para revenda.


21 de novembro de 2012 às 10:28
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Estudo de abrangência nacional mostra que somente 30% do consumidores que compram imóveis para investimento têm o objetivo de alugar.

expectativa de valorização dos imóveis ainda motiva 70% dos investidores do setor, que compram com o objetivo de revenda. O restante, 30%, quer alugar. Os dados são da Datastore, empresa de pesquisa de mercado com foco no setor imobiliário. O estudo, apresentado no Brasil GRI, é resultado da compilação das preferências de 75 mil consumidores em 400 localidades do País desde meados de 2010. São entrevistadas somente pessoas que declaram intenção de comprar um imóvel nos próximos 24 meses. Na média brasileira, 60% dos compradores de imóveis têm o perfil morador e 40% é investidor. Com o recorte de uma faixa de renda menor – de três a seis salários mínimos – o perfil morador sobe para 75%.

Segundo Marcus Araujo, presidente da Datastore, a média de valorização dos imóveis no Brasil nos últimos anos foi de 55%, mas esse ritmo deve diminuir.

Comprar um imóvel na planta não é problema para a maioria: 98% aceitam a condição, pois acreditam na economia de dinheiro e têm a possibilidade de escolher as melhores unidades. Além disso, apostam na valorização do imóvel para revenda posterior.

Quantos dormitórios?

Os apartamentos de três dormitórios são os preferidos em todas as faixas de renda.

Nas famílias que ganham entre três e seis salários mínimos, 52% preferem um imóvel com três quartos e 48% com dois.

Para os consumidores com renda acima de seis salários, três dormitórios são a escolha de 57%, enquanto dois dormitórios, 34%. Os apartamentos com quatro dormitórios são preferidos por 8%. Um quarto: 1%.

De acordo com a pesquisa, a tendência atual para os imóveis de médio e alto padrão, com o encolhimento do número de pessoas nas famílias, é de que espaço do quarto dormitório seja transformado em uma terceira sala, que abrigue espaço para eletrônicos, como videogames, TV e computador. De acordo com Araujo, oslançamentos imobiliários já estão incorporando essa tendência.

Vaga na garagem

Com renda acima de R$ 6 mil, os consumidores que preferem apartamentos de dois dormitórios também querem duas garagens.

Segundo a Datastore, no entanto, com o preço médio de R$ 25 mil por uma segunda garagem, muitos compradores desistem e optam por empreendimentos com uma vaga, mesmo que depois tenham custos para manter um seguro mais caro para o segundo automóvel ou gastem com o aluguel de uma garagem.

Já para os que preferem três dormitórios, as duas garagens são pedido obrigatório, além de que o prédio tenha vagas para visitantes. Três salas e varanda gourmet com ligação direta com a cozinha do apartamento também fazem sucesso. “O lazer está migrando para dentro da residência”, diz Araujo.

Localização

Na faixa de renda mais baixa – de três a seis salários mínimos – 90% aceitam morar longe do centro da cidade. Mas quando a renda aumenta (acima de seis salários), esse número cai para 50%, com a exigência de que as comunidades planejadas ofertem comércios e serviços, como escola, além de segurança e facilidade de vias de acesso.

Por: Mariana Congo, do Economia & Negócios

Fonte: Estadão

Comentários desativados em Investidores ainda apostam na valorização de imóveis para revenda.
novembro 07

Um, dois ou três dormitórios? Veja o perfil de quem busca por cada tipo de imóvel


7 de novembro de 2012 às 9:02
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Especialista diz que os mais procurados pela classe média são os de 3 dormitórios, já os de 2 são visados por quem deseja sair do aluguel

Apartamentos de três dormitórios são os mais procurados pela nova classe média. Segundo o diretor comercial e de marketing, Helio Korehisa, famílias mais estruturadas costumam buscar apartamentos maiores, impulsionadas pelas facilidades de juros e financiamentos.

Na região metropolitana de São Paulo, a classe média agora dá preferência a apartamentos maiores. “São famílias que procuram pelo primeiro imóvel, incentivadas também pelos financiamentos habitacionais”, diz Korehisa, contando que para o padrão econômico as vendas estão altas para apartamentos entre 60 m² e 75 m². Já para médio padrão os apartamentos mais buscados são os de 80 m². “Lazer, segurança e localização são os quesitos mais observados”, afirma.

 

Geralmente casais recém-casados buscam apartamentos de 1 dormitório

 

 

Dois dormitórios

Entre 45 m² e 60 m², os apartamentos de dois dormitórios são mais buscados pelos jovens casais e famílias que querem fugir do aluguel. Além disto, é uma boa saída para quem compra imóveis para investimentos já que é o tipo mais visado para contratos de locações.

Um dormitório
Estudantes, solteiros e casais sem filhos, na faixa entre 25 e 35 anos são os que mais adquirem este modelo. Seu tamanho varia em média, de 30 m² a 42 m². Ultimamente a demanda por estes imóveis próximos a universidades, comércio e estações de metrô cresce cada vez mais, apontado pela praticidade exigida pelos clientes mais jovens.

Quatro dormitórios
Geralmente são de plantas acima de 90 m². Famílias que priorizam bem-estar, segurança e infraestrutura do condomínio são o público-alvo, além também de necessitarem de espaços mais amplos.

Por Heraldo Marqueti Soares 

Fonte: Infomoney

Comentários desativados em Um, dois ou três dormitórios? Veja o perfil de quem busca por cada tipo de imóvel
novembro 06

Financiamento ficou mais atrativo.


6 de novembro de 2012 às 9:06
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Em outubro, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central diminuiu a taxa Selic (taxa básica de juros) para 7,25% ao ano. Foi a 10ª redução consecutiva da taxa, que caiu 42% nos últimos meses. Além de influenciar a queda, ainda que modesta, da taxa de juros do financiamento de imóveis, a medida tornou o financiamento mais interessante para quem planeja comprar a casa própria por conta da correção das mensalidades, hoje zero.

“A taxa Selic colaborou para que o custo do financiamento fosse menor, porque há um ano, a média da taxa de juros era 11,5% ao ano e hoje gira em torno de 10,5%”, explica o economista e vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil, José Dutra Vieira Sobrinho. “Mas há também o indexador, que corrige as prestações. Quando a Selic estava em torno de 8,5%, a taxa referencial estava em muito próxima de zero. Agora com a taxa básica de juros a 7,25% ao ano, o valor das mensalidades se mantém”, continua.

Com tais índices, o financiamento também se mostra mais vantajoso que o consórcio, modalidade conhecida pela ausência da cobrança de juros, pois o valor final do imóvel adquirido via consórcio pode ser muito superior ao preço inicial do apartamento ou casa. “O consórcio era vantajoso quando a taxa de imóveis de financiamento girava em torno de 14%. Existem financiamentos com taxa de juros de 5%. O consumidor tem de ver qual é a taxa administrativa, que muitas vezes pode representar acréscimo significativo ao valor total do imóvel”, explica a pesquisadora em Planejamento e Gestão Territorial e professora da UFABC (Universidade Federal do ABC) Luciana Royer. “Sei de casos de consórcio que podem atingir até 20% do valor do imóvel”, alerta.

Na opinião de David Dantas, professor de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), outra desvantagem do consórcio é a demora na contemplação. “O problema do consórcio é que o consumidor não sabe se a carta de crédito será capaz de comprar o imóvel que ele pensava no início. Portanto, esta modalidade só é interessante se houver condição de garantir antecipação da compra por meio de lances”, conclui.

Para quem busca imóvel novo, na planta ou construí-lo pode ainda optar pelo programa Minha Casa Minha Vida, que financia até 100% do valor da residência no prazo de 30 anos, com taxas a partir de 5% ao ano. Nas regiões metropolitanas, como o ABC, quem tem renda entre R$ 1,6 mil e R$ 5 mil pode financiar imóveis de até R$ 190 mil.

Planejamento evita dor de cabeça

Além de avaliar as taxas de juros e administração, os especialistas ressaltam a importância de fazer uma profunda investigação sobre a sua situação financeira, visto que o erro mais frequente de quem quer comprar um imóvel é desconsiderar os custos que a aquisição agrega. “Quando se compra um imóvel financiado, o consumidor tem custos que variam entre 20% e 30% do valor do imóvel, gastos com a ocupação, compra de móveis e eventuais reparos”, pondera Dantas.

Por isso, Dantas aconselha destinar, no máximo, 30% da renda para o pagamento das mensalidades, um pouco abaixo da capacidade de pagamento, porque se ocorrer algum problema, o consumidor consegue se ajustar.

Outro erro frequente é não inspecionar o vendedor do bem. “Quando se compra um imóvel na planta, é necessário avaliar também a idoneidade da construtora. Mas se for usado, o comprador precisa saber se o vendedor tem débitos com IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) ou dívidas, pois estes custos podem dar dor de cabeça ao consumidor, que não terá a quem recorrer após a transação”, ensina.

Por Camila Bezerra 

Fonte: Repórter diário

Comentários desativados em Financiamento ficou mais atrativo.
outubro 31

Brasil tem o metro quadrado mais barato entre os BRICS.


31 de outubro de 2012 às 7:22
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

 

Economista afirma que a renda média do brasileiro não é desproporcional ao preço médio dos imóveis no País

O Brasil possui os preços mais baratos de imóveis dentro do BRICS – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, conforme relata a pesquisa do especialista em investimentos Richard Rytenband. Em média, o preço do metro quadrado no Brasil é de US$ 3.836, bem abaixo da Rússia, que tem o metro quadrado mais caro do grupo: US$ 16.991.

Rytenband fez o levantamento utilizando dados do site Global Property Guide, considerando dois critérios de comparação: o preço do metro quadrado dividido pela renda per capita de cada população e a rentabilidade média dos aluguéis (preço do metro quadrado médio dividido pelo preço do aluguel médio).

Imóveis São Paulo

No primeiro critério, o Brasil é o país do grupo que possui o menor valor de metro quadrado pela renda per capita: 0,33. Isso significa que o preço do metro quadrado no Brasil é igual a aproximadamente um terço da renda média do brasileiro. Na Índia, o metro quadrado custa 3,10 vezes o valor da renda per capita do país.

Já quando comparamos a rentabilidade dos aluguéis, o Brasil é superado somente pela África do Sul, com 5,77% ante 5,71% do Brasil, representando valores distantes dos outros três países. E novamente a Índia é o mais desigual – com rentabilidade média anual em 2,66%.

“Historicamente em situações de mercado imobiliário com preços muito elevados e com bolhas próximas de estourar, a rentabilidade ficou próximo ou abaixo de 3% ao ano”, diz Rytenband, que concluiu que China e Índia estão com valores abaixo da “zona perigosa”.

 
Preço médio do m² (US$) Renda per capita (US$) Preço / Renda per capita Rentabilidade média por ano dos aluguéis
*Richard Rytenband
Brasil US$ 3.836 US$ 11.719 0,33 5,71%
Rússia US$ 16.991 US$ 21.248 0,80 3,54%
Índia US$ 11.306 US$ 3.652 3,10 2,68%
China US$ 6.932 US$ 8.466 0,82 2,66%
África do Sul US$ 4.272 US$ 11.035 0,39 5,77%

Perigo descartado
“Para o Brasil alcançar o patamar de precificação desses países precisaríamos de mais rodadas de valorizações significativas nos próximos anos”, explica ele, comentando que os analistas deveriam estar mais atentos ao caso indiano, além da já comentada bolha chinesa. Índia e China alcançaram rentabilidades de 2,68% e 2,66% respectivamente.

“Quando a renda e os preços dos imóveis crescem no mesmo ritmo, não há qualquer chance de bolha já que o movimento tem fundamento e sustentação”, conta Rytenband, que acredita que quando os preços de imóveis crescem de forma persistente, de uma maneira muito mais acelerada que a renda média, então entramos num estágio de perigo, pois o poder de compra da população não mais acompanha a escalada do preço dos imóveis, tornando-os cada vez menos acessíveis.

Por Heraldo Marqueti Soares 

Fonte: Portal Infomoney

Comentários desativados em Brasil tem o metro quadrado mais barato entre os BRICS.
outubro 25

Imóvel, aposta segura.


25 de outubro de 2012 às 13:43
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Fonte: Correio Braziliense

Comentários desativados em Imóvel, aposta segura.
outubro 23

A grande promessa do SIA


23 de outubro de 2012 às 18:20
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Mercado
Publicado por: admin

OAS Empreendimentos e a construtora Faenge apresentam o mais novo centro comercial do SIA, o Visionaire. O prédio comercial é o primeiro centro de convergência urbana do país e vem para ser a grande aposta da região.

A OAS Empreendimentos, em parceria com a Faenge, apresentaram na quarta-feira (17) o mais novo empreendimento do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), o Visionare – Urban Convergence Center. O novo prédio comercial é o primeiro centro de convergência urbana do país e vem para ser a grande promessa da região que, de acordo com os empresários envolvidos no projeto, necessita de um condomínio nesse segmento. A ideia de lançar o centro comercial na região veio devido ao resultado de uma pesquisa encomendada pelas empresas responsáveis pelo Visionaire.

O levantamento, realizado pela Urban Systems, especializada em análise de dados demográficos em mapas digitais, comprovou que o SIA vem apresentando um novo perfil e que atualmente é composto mojoritariamente por lojas e escritórios comerciais. O estudo foi fundamental para as empresas conhecerem a fundo o perfil dos frequentadores do setor de indústria e também prepararem um empreendimento que atenda perfeitamente aos empresários que planejam investir na região. O número de estabelecimentos comerciais no bairro aumentou 80% entre 2006 e 2010. A pesquisa mostrou, ainda, que o SIA conta com 2.500 estabelecimentos comerciais, além de outras cinco mil empresas. Do total de companhias em funcionamento na região, apenas 23 são fábricas. As lojas representam 69%; escritórios, 15%; depósitos, 4%, e oficinas 2,8%. E outros estados também estão de olho neste crescimento. Há 268 filiais de empresa no setor, 17% de São Paulo; 12% de Goiás e 6% de Minas Gerais.

Fernando Garrido, gerente de incorporações da OAS, afirmou que empreendimentos comerciais existem em diversas regiões do Distrito Federal, mas que o objetivo do Visionaire é inovar: “Queríamos um local diferente e que necessitasse de um centro comercial assim”. Ao perceberem que o local comporta grandes empresas, se deram conta da necessidade de um empreendimento como o Visionaire. “No SIA existem grandes empresários com potencial que precisam montar seus escritórios em um prédio mais moderno”, observa.

Na ocasião, Fernando Garrido e Leonardo Ávila apresentaram aos convidados a maquete do Visionaire- Urban Convergence

Foto: Mary Leal

Na ocasião, Fernando Garrido e Leonardo Ávila apresentaram aos convidados a maquete do Visionaire Urban Convergence
Arrojado, moderno e tecnológico.
A proposta vai além de atender à demanda do empresariado local, que hoje não encontra salas comerciais para comprar ou alugar na região.

O conceito de Centro de Convergência Urbana vem por se tratar de um empreendimento que reúne todas as soluções para quem precisa trabalhar, resolver pendências e desfrutar de momentos de lazer. Será composto de 386 salas comerciais, 52 salas garden, 32 salas corporate, um open mall com 32 lojas, uma praça gourmet com 14 bares e restaurantes. Além disso, oferecerá um dos itens mais importantes e requisitados por quem busca investir no setror imobiliário, estacionamento. Este será rotativo e abrigará até 865 carros. Ou seja, não só os condôminos terão vagas garantidas, os frequentadores do SIA também serão beneficiados.

O condomínio também contará com tecnologia de ponta. Será entregue com toda a estrutura necessária para o funcionamento de internet, fechaduras biométricas, com automação no projetor, na iluminação e no ar-condicionado.

 

Grandes nomes
Além da assinatura da OAS Empreendimentos, que já fez história ao lançar empreendimentos como WTC, em São Paulo, e um novo setor habitacional em Porto Alegre, e da qualidade dos projetos da Faenge, conhecidos em Brasília, o Visionaire tem paisagismo, decoração e arquitetura de grife.
Durante a apresentação do emprendimento, Leonardo Ávila agradeceu o trabalho realizado pela equipe de arquitetura e visagismo. “Todos trabalharam para que esse empreendimento fosse diferenciado”. O projeto arquitetônico é assinado pelos renomados Ivan Smarcevscki e Júlio Crosara. Já o projeto paisagístico, que reúne espelhos d´água e muito verde, tem a marca de Benedito Abbud. A arquiteta paulistana Fernanda Marques trouxe a contemporaneidade ao assinar as áreas comuns.
Com fachada imponente em pele de vidro e granito, o Visionaire levará ao SIA modernidade e requinte.

 

 por NATALIA RABELO
Fonte: Redação Jornal da Comunidade

Comentários desativados em A grande promessa do SIA
outubro 22

Empresários apostam no SIA como vetor de crescimento.


22 de outubro de 2012 às 9:08
Categoria: Institucional , Mercado
Publicado por: admin

Criado antes mesmo da inauguração de Brasília, o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) surgiu, em 1963, como uma área  para o Armazenamento de materiais de construção das empresas que chegavam para erguer a nova capital. Instaladas de forma improvisada,  muitas cresceram e criaram raízes.

Dominada pelo segmento industrial, a região se desenvolveu e, em 2005, pelo Decreto nº 3618, foi constituída como a Região Administrativa XXIX, ganhando novos limites territoriais.

sia vista SIAVista aérea do Setor de Indústria e Abastecimento do Distrito Federal  (Foto: Agência Brasília)

A revitalização do bairro, a criação da Cidade do Automóvel e as melhorias nas vias de acesso também têm ajudado a mudar a maneira como o local é visto pelos brasilienses. Segundo a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), o SIA é responsável por 56% da arrecadação de ICMS do DF e abriga mais de 100 mil trabalhadores e 5 mil indústrias. Com  o crescimento de Brasília, o Setor começa a ser visto pelo mercado  imobiliário como um promissor vetor de crescimento na área de empreendimentos comerciais.

Grandes empresas apostam no local como um centro de convergência, projetando salas comerciais, lajes corporativas, lojas e, ainda, opções de lazer e gastronomia em um só lugar.

Todos os dias, aproximadamente 300 mil pessoas circulam pelo SIA, e a preocupação em oferecer serviços de excelência também inclui a necessidade de estacionamentos amplos e bem equipados. Além disso,  com a promessa de novos investimentos no local, empresários do setor imobiliário preveem, para muito  breve, a prestação de serviços antes inexistentes na região, tais como academias e centros de lazer.

A localização também é uma das vantagens do SIA – próximo às regiões  do Guará e Parksul e no caminho de  Águas Claras e Taguatinga. Pelo Setor
de Indústria e Abastecimento, é possível também ter acesso às principais vias da cidade, como Epia e EPTG.

Assim, a expectativa é que o polo,  antes dominado apenas pelas indústrias, seja referência de potencial de valorização, com vários segmentos e empreendimentos corporativos inovadores e de qualidade.

Um alongamento de Brasília num ponto privilegiado do Distrito Federal.

Adalberto Valadão
Presidente da Associação de Empresas do
Mercado Imobiliário do DF – ADEMI-DF

Comentários desativados em Empresários apostam no SIA como vetor de crescimento.
outubro 09

Unir salários do casal facilita financiamento.


9 de outubro de 2012 às 15:39
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Financiar imóveis para casais é a preferência da maioria das instituições financeiras. Para Cristiane Mascarenhas, diretora da Total, empresa que atua na formação de corretores imobiliários, essa predileção se deve ao fato de serem duas, e não apenas uma, pessoas comprometidas em cumprir o pagamento da dívida. Uma das vantagens de comprar imóvel em parceria com o companheiro é que ambos podem utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e assim reduzir o valor a ser financiado ou até mesmo pagar o imóvel integralmente.

De acordo com Adelson Prata, gerente regional da Caixa, os recursos da conta vinculada do FGTS podem ser usados na aquisição de imóvel residencial urbano concluído para pagamento parcial ou total do valor do imóvel. “Também podem ser usados para amortizar ou liquidar o contrato habitacional e, ainda, no pagamento de parte das prestações mensais ao longo do contrato de financiamento”, ele disse.

Existem diversas modalidades de financiamento para casais. “Só que os mais comuns entre os parceiros, atualmente, são o programa Minha Casa, Minha Vida, para os imóveis novos que podem ter valor de até R$ 170 mil, e financiamentos bancários, que são utilizados para os imóveis com valores mais altos”, explica Cristiane.

Fonte: www.imbui.com.br

Comentários desativados em Unir salários do casal facilita financiamento.
outubro 01

SIA mostra sua força para se tornar o novo eixo de crescimento do Plano Piloto.


1 de outubro de 2012 às 17:24
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: admin

Comentários desativados em SIA mostra sua força para se tornar o novo eixo de crescimento do Plano Piloto.
Página 10 de 17««89101112»»

Facebook

Twitter

FAENGETV

Todos os Videos