novembro 06

Financiamento ficou mais atrativo.


6 de novembro de 2012 às 9:06
Categoria: Financiamento , Mercado
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Em outubro, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central diminuiu a taxa Selic (taxa básica de juros) para 7,25% ao ano. Foi a 10ª redução consecutiva da taxa, que caiu 42% nos últimos meses. Além de influenciar a queda, ainda que modesta, da taxa de juros do financiamento de imóveis, a medida tornou o financiamento mais interessante para quem planeja comprar a casa própria por conta da correção das mensalidades, hoje zero.

“A taxa Selic colaborou para que o custo do financiamento fosse menor, porque há um ano, a média da taxa de juros era 11,5% ao ano e hoje gira em torno de 10,5%”, explica o economista e vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil, José Dutra Vieira Sobrinho. “Mas há também o indexador, que corrige as prestações. Quando a Selic estava em torno de 8,5%, a taxa referencial estava em muito próxima de zero. Agora com a taxa básica de juros a 7,25% ao ano, o valor das mensalidades se mantém”, continua.

Com tais índices, o financiamento também se mostra mais vantajoso que o consórcio, modalidade conhecida pela ausência da cobrança de juros, pois o valor final do imóvel adquirido via consórcio pode ser muito superior ao preço inicial do apartamento ou casa. “O consórcio era vantajoso quando a taxa de imóveis de financiamento girava em torno de 14%. Existem financiamentos com taxa de juros de 5%. O consumidor tem de ver qual é a taxa administrativa, que muitas vezes pode representar acréscimo significativo ao valor total do imóvel”, explica a pesquisadora em Planejamento e Gestão Territorial e professora da UFABC (Universidade Federal do ABC) Luciana Royer. “Sei de casos de consórcio que podem atingir até 20% do valor do imóvel”, alerta.

Na opinião de David Dantas, professor de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), outra desvantagem do consórcio é a demora na contemplação. “O problema do consórcio é que o consumidor não sabe se a carta de crédito será capaz de comprar o imóvel que ele pensava no início. Portanto, esta modalidade só é interessante se houver condição de garantir antecipação da compra por meio de lances”, conclui.

Para quem busca imóvel novo, na planta ou construí-lo pode ainda optar pelo programa Minha Casa Minha Vida, que financia até 100% do valor da residência no prazo de 30 anos, com taxas a partir de 5% ao ano. Nas regiões metropolitanas, como o ABC, quem tem renda entre R$ 1,6 mil e R$ 5 mil pode financiar imóveis de até R$ 190 mil.

Planejamento evita dor de cabeça

Além de avaliar as taxas de juros e administração, os especialistas ressaltam a importância de fazer uma profunda investigação sobre a sua situação financeira, visto que o erro mais frequente de quem quer comprar um imóvel é desconsiderar os custos que a aquisição agrega. “Quando se compra um imóvel financiado, o consumidor tem custos que variam entre 20% e 30% do valor do imóvel, gastos com a ocupação, compra de móveis e eventuais reparos”, pondera Dantas.

Por isso, Dantas aconselha destinar, no máximo, 30% da renda para o pagamento das mensalidades, um pouco abaixo da capacidade de pagamento, porque se ocorrer algum problema, o consumidor consegue se ajustar.

Outro erro frequente é não inspecionar o vendedor do bem. “Quando se compra um imóvel na planta, é necessário avaliar também a idoneidade da construtora. Mas se for usado, o comprador precisa saber se o vendedor tem débitos com IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) ou dívidas, pois estes custos podem dar dor de cabeça ao consumidor, que não terá a quem recorrer após a transação”, ensina.

Por Camila Bezerra 

Fonte: Repórter diário

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outubro 31

Brasil tem o metro quadrado mais barato entre os BRICS.


31 de outubro de 2012 às 7:22
Categoria: Mercado
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Economista afirma que a renda média do brasileiro não é desproporcional ao preço médio dos imóveis no País

O Brasil possui os preços mais baratos de imóveis dentro do BRICS – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, conforme relata a pesquisa do especialista em investimentos Richard Rytenband. Em média, o preço do metro quadrado no Brasil é de US$ 3.836, bem abaixo da Rússia, que tem o metro quadrado mais caro do grupo: US$ 16.991.

Rytenband fez o levantamento utilizando dados do site Global Property Guide, considerando dois critérios de comparação: o preço do metro quadrado dividido pela renda per capita de cada população e a rentabilidade média dos aluguéis (preço do metro quadrado médio dividido pelo preço do aluguel médio).

Imóveis São Paulo

No primeiro critério, o Brasil é o país do grupo que possui o menor valor de metro quadrado pela renda per capita: 0,33. Isso significa que o preço do metro quadrado no Brasil é igual a aproximadamente um terço da renda média do brasileiro. Na Índia, o metro quadrado custa 3,10 vezes o valor da renda per capita do país.

Já quando comparamos a rentabilidade dos aluguéis, o Brasil é superado somente pela África do Sul, com 5,77% ante 5,71% do Brasil, representando valores distantes dos outros três países. E novamente a Índia é o mais desigual – com rentabilidade média anual em 2,66%.

“Historicamente em situações de mercado imobiliário com preços muito elevados e com bolhas próximas de estourar, a rentabilidade ficou próximo ou abaixo de 3% ao ano”, diz Rytenband, que concluiu que China e Índia estão com valores abaixo da “zona perigosa”.

 
Preço médio do m² (US$) Renda per capita (US$) Preço / Renda per capita Rentabilidade média por ano dos aluguéis
*Richard Rytenband
Brasil US$ 3.836 US$ 11.719 0,33 5,71%
Rússia US$ 16.991 US$ 21.248 0,80 3,54%
Índia US$ 11.306 US$ 3.652 3,10 2,68%
China US$ 6.932 US$ 8.466 0,82 2,66%
África do Sul US$ 4.272 US$ 11.035 0,39 5,77%

Perigo descartado
“Para o Brasil alcançar o patamar de precificação desses países precisaríamos de mais rodadas de valorizações significativas nos próximos anos”, explica ele, comentando que os analistas deveriam estar mais atentos ao caso indiano, além da já comentada bolha chinesa. Índia e China alcançaram rentabilidades de 2,68% e 2,66% respectivamente.

“Quando a renda e os preços dos imóveis crescem no mesmo ritmo, não há qualquer chance de bolha já que o movimento tem fundamento e sustentação”, conta Rytenband, que acredita que quando os preços de imóveis crescem de forma persistente, de uma maneira muito mais acelerada que a renda média, então entramos num estágio de perigo, pois o poder de compra da população não mais acompanha a escalada do preço dos imóveis, tornando-os cada vez menos acessíveis.

Por Heraldo Marqueti Soares 

Fonte: Portal Infomoney

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outubro 25

Imóvel, aposta segura.


25 de outubro de 2012 às 13:43
Categoria: Financiamento , Mercado
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Fonte: Correio Braziliense

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outubro 23

A grande promessa do SIA


23 de outubro de 2012 às 18:20
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Mercado
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OAS Empreendimentos e a construtora Faenge apresentam o mais novo centro comercial do SIA, o Visionaire. O prédio comercial é o primeiro centro de convergência urbana do país e vem para ser a grande aposta da região.

A OAS Empreendimentos, em parceria com a Faenge, apresentaram na quarta-feira (17) o mais novo empreendimento do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), o Visionare – Urban Convergence Center. O novo prédio comercial é o primeiro centro de convergência urbana do país e vem para ser a grande promessa da região que, de acordo com os empresários envolvidos no projeto, necessita de um condomínio nesse segmento. A ideia de lançar o centro comercial na região veio devido ao resultado de uma pesquisa encomendada pelas empresas responsáveis pelo Visionaire.

O levantamento, realizado pela Urban Systems, especializada em análise de dados demográficos em mapas digitais, comprovou que o SIA vem apresentando um novo perfil e que atualmente é composto mojoritariamente por lojas e escritórios comerciais. O estudo foi fundamental para as empresas conhecerem a fundo o perfil dos frequentadores do setor de indústria e também prepararem um empreendimento que atenda perfeitamente aos empresários que planejam investir na região. O número de estabelecimentos comerciais no bairro aumentou 80% entre 2006 e 2010. A pesquisa mostrou, ainda, que o SIA conta com 2.500 estabelecimentos comerciais, além de outras cinco mil empresas. Do total de companhias em funcionamento na região, apenas 23 são fábricas. As lojas representam 69%; escritórios, 15%; depósitos, 4%, e oficinas 2,8%. E outros estados também estão de olho neste crescimento. Há 268 filiais de empresa no setor, 17% de São Paulo; 12% de Goiás e 6% de Minas Gerais.

Fernando Garrido, gerente de incorporações da OAS, afirmou que empreendimentos comerciais existem em diversas regiões do Distrito Federal, mas que o objetivo do Visionaire é inovar: “Queríamos um local diferente e que necessitasse de um centro comercial assim”. Ao perceberem que o local comporta grandes empresas, se deram conta da necessidade de um empreendimento como o Visionaire. “No SIA existem grandes empresários com potencial que precisam montar seus escritórios em um prédio mais moderno”, observa.

Na ocasião, Fernando Garrido e Leonardo Ávila apresentaram aos convidados a maquete do Visionaire- Urban Convergence

Foto: Mary Leal

Na ocasião, Fernando Garrido e Leonardo Ávila apresentaram aos convidados a maquete do Visionaire Urban Convergence
Arrojado, moderno e tecnológico.
A proposta vai além de atender à demanda do empresariado local, que hoje não encontra salas comerciais para comprar ou alugar na região.

O conceito de Centro de Convergência Urbana vem por se tratar de um empreendimento que reúne todas as soluções para quem precisa trabalhar, resolver pendências e desfrutar de momentos de lazer. Será composto de 386 salas comerciais, 52 salas garden, 32 salas corporate, um open mall com 32 lojas, uma praça gourmet com 14 bares e restaurantes. Além disso, oferecerá um dos itens mais importantes e requisitados por quem busca investir no setror imobiliário, estacionamento. Este será rotativo e abrigará até 865 carros. Ou seja, não só os condôminos terão vagas garantidas, os frequentadores do SIA também serão beneficiados.

O condomínio também contará com tecnologia de ponta. Será entregue com toda a estrutura necessária para o funcionamento de internet, fechaduras biométricas, com automação no projetor, na iluminação e no ar-condicionado.

 

Grandes nomes
Além da assinatura da OAS Empreendimentos, que já fez história ao lançar empreendimentos como WTC, em São Paulo, e um novo setor habitacional em Porto Alegre, e da qualidade dos projetos da Faenge, conhecidos em Brasília, o Visionaire tem paisagismo, decoração e arquitetura de grife.
Durante a apresentação do emprendimento, Leonardo Ávila agradeceu o trabalho realizado pela equipe de arquitetura e visagismo. “Todos trabalharam para que esse empreendimento fosse diferenciado”. O projeto arquitetônico é assinado pelos renomados Ivan Smarcevscki e Júlio Crosara. Já o projeto paisagístico, que reúne espelhos d´água e muito verde, tem a marca de Benedito Abbud. A arquiteta paulistana Fernanda Marques trouxe a contemporaneidade ao assinar as áreas comuns.
Com fachada imponente em pele de vidro e granito, o Visionaire levará ao SIA modernidade e requinte.

 

 por NATALIA RABELO
Fonte: Redação Jornal da Comunidade

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outubro 22

Empresários apostam no SIA como vetor de crescimento.


22 de outubro de 2012 às 9:08
Categoria: Institucional , Mercado
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Criado antes mesmo da inauguração de Brasília, o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) surgiu, em 1963, como uma área  para o Armazenamento de materiais de construção das empresas que chegavam para erguer a nova capital. Instaladas de forma improvisada,  muitas cresceram e criaram raízes.

Dominada pelo segmento industrial, a região se desenvolveu e, em 2005, pelo Decreto nº 3618, foi constituída como a Região Administrativa XXIX, ganhando novos limites territoriais.

sia vista SIAVista aérea do Setor de Indústria e Abastecimento do Distrito Federal  (Foto: Agência Brasília)

A revitalização do bairro, a criação da Cidade do Automóvel e as melhorias nas vias de acesso também têm ajudado a mudar a maneira como o local é visto pelos brasilienses. Segundo a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), o SIA é responsável por 56% da arrecadação de ICMS do DF e abriga mais de 100 mil trabalhadores e 5 mil indústrias. Com  o crescimento de Brasília, o Setor começa a ser visto pelo mercado  imobiliário como um promissor vetor de crescimento na área de empreendimentos comerciais.

Grandes empresas apostam no local como um centro de convergência, projetando salas comerciais, lajes corporativas, lojas e, ainda, opções de lazer e gastronomia em um só lugar.

Todos os dias, aproximadamente 300 mil pessoas circulam pelo SIA, e a preocupação em oferecer serviços de excelência também inclui a necessidade de estacionamentos amplos e bem equipados. Além disso,  com a promessa de novos investimentos no local, empresários do setor imobiliário preveem, para muito  breve, a prestação de serviços antes inexistentes na região, tais como academias e centros de lazer.

A localização também é uma das vantagens do SIA – próximo às regiões  do Guará e Parksul e no caminho de  Águas Claras e Taguatinga. Pelo Setor
de Indústria e Abastecimento, é possível também ter acesso às principais vias da cidade, como Epia e EPTG.

Assim, a expectativa é que o polo,  antes dominado apenas pelas indústrias, seja referência de potencial de valorização, com vários segmentos e empreendimentos corporativos inovadores e de qualidade.

Um alongamento de Brasília num ponto privilegiado do Distrito Federal.

Adalberto Valadão
Presidente da Associação de Empresas do
Mercado Imobiliário do DF – ADEMI-DF

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outubro 09

Unir salários do casal facilita financiamento.


9 de outubro de 2012 às 15:39
Categoria: Financiamento , Mercado
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Financiar imóveis para casais é a preferência da maioria das instituições financeiras. Para Cristiane Mascarenhas, diretora da Total, empresa que atua na formação de corretores imobiliários, essa predileção se deve ao fato de serem duas, e não apenas uma, pessoas comprometidas em cumprir o pagamento da dívida. Uma das vantagens de comprar imóvel em parceria com o companheiro é que ambos podem utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e assim reduzir o valor a ser financiado ou até mesmo pagar o imóvel integralmente.

De acordo com Adelson Prata, gerente regional da Caixa, os recursos da conta vinculada do FGTS podem ser usados na aquisição de imóvel residencial urbano concluído para pagamento parcial ou total do valor do imóvel. “Também podem ser usados para amortizar ou liquidar o contrato habitacional e, ainda, no pagamento de parte das prestações mensais ao longo do contrato de financiamento”, ele disse.

Existem diversas modalidades de financiamento para casais. “Só que os mais comuns entre os parceiros, atualmente, são o programa Minha Casa, Minha Vida, para os imóveis novos que podem ter valor de até R$ 170 mil, e financiamentos bancários, que são utilizados para os imóveis com valores mais altos”, explica Cristiane.

Fonte: www.imbui.com.br

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outubro 01

SIA mostra sua força para se tornar o novo eixo de crescimento do Plano Piloto.


1 de outubro de 2012 às 17:24
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
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setembro 26

Crédito imobiliário poderá ser levado para outro banco.


26 de setembro de 2012 às 10:02
Categoria: Financiamento , Mercado
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A partir de agora, a chamada portabilidade do crédito imobiliário ficará mais fácil para o mutuário que desejar fazer um financiamento mais barato a partir da queda das taxas de juros. O Conselho Monetário Nacional (CMN), que regulamentará a lei sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no mês passado, quer simplificar o processo de troca de dívida e diminuir o custo de alienação do imóvel, quando há a mudança de uma instituição financeira para outra.

O consumidor que compra imóvel financiado por instituição bancária pode fazer a transferência do crédito de um banco para outro desde 2006, quando foi criada a portabilidade de crédito. O saldo devedor é quitado na transferência entre as instituições.

Mas nem sempre essa transação é vantajosa para os consumidores por conta dos custos, que incluem a necessidade de fazer um novo registro de imóvel devido à transferência de credor, além dos gastos cartoriais e os impostos relativos à transferência da propriedade.

Pela nova proposta em estudo pelo CMN, o mutuário não será mais obrigado a pedir novo registro do imóvel quando fizer a portabilidade para novo credor. Uma das propostas prevê que a nova alienação seja feita apenas com uma averbação ou um termo aditivo no contrato já existente. Hoje, na Cidade do Rio, o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) custa 2% do valor venal do imóvel residencial.

 Pelas regras atuais, trocar de um banco para outro fica mais caro

Diretor-executivo de Estudos Financeiros da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira diz que, em tempos de redução de juros, vale a pena a trocar dívida imobiliária.

“Quem fez um financiamento nos últimos 12 ou 24 meses certamente deve ter financiado com juros médios de 12% ao ano. Hoje, as instituições financiam com taxas de 8%. Portanto, a portabilidade é vantajosa”, diz Oliveira.

O economista lembra, no entanto, que fazer a transferência do crédito imobiliário não é tão simples com as regras atuais. “A nova instituição terá que fazer a avaliação do imóvel, há o registro do imóvel e despesas cartoriais. Tudo isso tem um custo”, alerta.

Em um imóvel de R$ 300 mil, o ITBI sairia a Rmil, mais R$ 250 de taxa de engenharia, averbação de R$ 210,49 e R$ 765,17 no novo registro. O mutuário teria que desembolsar, de uma só vez, R$ 7.225,66 para fazer a portabilidade.

Fonte:  Jornal O Dia

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setembro 24

Primeiro prédio do Noroeste será inaugurado em 15 dias.


24 de setembro de 2012 às 9:48
Categoria: Mercado , Sustentabilidade
Publicado por: admin

Primeiro prédio do Noroeste será inaugurado em 15 dias. Outros nove serão entregues até o fim do ano. Obras de infraestrutura ainda estão em andamento, mas o bairro já mudou a cara da região norte do Plano Piloto.

Vista geral do Setor Noroeste, que tem hoje 40 prédios em construção: 25% da primeira etapa do bairro estarão prontos até dezembro e o restante das áreas ainda serão licitadas pela Terracap (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Vista geral do Setor Noroeste, que tem hoje 40 prédios em construção: 25% da primeira etapa do bairro estarão prontos até dezembro e o restante das áreas ainda serão licitadas pela Terracap.

Em duas semanas será inaugurado o primeiro prédio do Setor Noroeste, o mais novo bairro do Distrito Federal. A expectativa da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) é que os apartamentos comecem a ser ocupados no início de novembro. De acordo com a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), 10 empreendimentos, de um total de 40 em construção, estarão prontos para a moradia até o fim o ano. Os apartamentos já possuem água encanada e iluminação, mas o que não falta no Noroeste são obras a serem concluídas.
Às vésperas de os compradores de imóveis começarem a ocupar o setor, a movimentação no local ainda é de retroescavadeiras, caminhões de terra e operários da construção civil. “Queremos terminar as obras básicas de infraestrutura antes do período de chuvas. Em dezembro, só o sistema de drenagem não estará concluído”, afirma Albatênio Granja, gerente de projetos do Noroeste da Terracap. Os novos apartamentos já possuem luz elétrica e água encanada, e a iluminação pública começou a ser instalada esta semana pela Companhia Energética de Brasília (CEB). A via de acesso ao novo bairro está pronta, mas faltam pistas de ligação entre os blocos.

“Tivemos que fazer a pavimentação da garagem externa. Se esperássemos a Terracap, não conseguiríamos terminar no prazo”, conta o engenheiro Antônio Chagas, responsável por um empreendimento com previsão de inauguração daqui a 15 dias. Atualmente, os operários travam uma batalha para manterem limpas as vidraças e azulejos do prédio que é bombardeado por nuvens de poeira levantadas pelos caminhões que cortam as vias sem pavimentação. “Já terminamos o acabamento, estamos apenas ajustando os detalhes”, explica o engenheiro do futuro Bloco E da Quadra 110 do Noroeste. Faltam ainda alguns serviços básicos, como poda do mato.

Apesar dos atrasos, o presidente da Ademi-DF, Adalberto Cleber Valadão, acredita que o andamento das obras de infra estrutura não vão atrapalhar a conclusão do bairro. “Demorou, mas está andando agora e acredito que a Terracap concluirá as obras no prazo estabelecido (dezembro deste ano)”, afirma Valadão. A Terracap estima que os gastos com a infraestrutura do Noroeste passarão dos R$ 400 milhões. “O primeiro orçamento era de R$ 150 milhões, mas de lá para cá muita coisa mudou e os gastos aumentaram”, afirma Albatênio.

Ainda serão realizadas obras para manter o Noroeste após a inauguração.“ Estamos construindo um bairro novo, quase uma cidade, não é só um prédio”, explicão gerente de projetos. A estação da CEB do Sudoeste será reforça da para atender o novo bairro. Além disso, dois reservatórios de água estão sendo construídos pela Caesb e a estação elevatória de esgoto da 416 Norte está sendo ampliada para comportar o aumento do volume de resíduos. Só a Caesb prevê o gasto de R$ 20,8 milhões no novo setor habitacional. Quando estiver totalmente concluído, o Noroeste terá 220 prédios residenciais, com seis andares, e 150 comerciais com três pavimentos.

Por Gabriella Furquim

Fonte: Correio Braziliense

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setembro 21

Último quadrimestre será positivo para o setor imobiliário, diz especialista.


21 de setembro de 2012 às 11:40
Categoria: Mercado
Publicado por: admin

Equilíbrio e crescimento sustentado resumem os rumos do mercado nos próximos meses.

Segundo o especialista em Gestão Empresarial,Guilherme Machado, a expectativa é de que as construtoras e incorporadoras voltem a lançar novos empreendimentos que tendem a estar  cada vez mais personalizados de acordo com o perfil do futuro comprador e da região.

Outro fator que ficará ainda mais evidente, não só neste final de ano, mas para próximos meses é o equilíbrio e um crescimento cada vez mais sustentado do setor. “Não será difícil perceber uma estabilização dos preços dos imóveis. Em um cenário dinâmico como o nosso, nenhum preço se mantém alto demais ou baixo ao extremo durante um longo período, pois o próprio comportamento do mercado trata de harmonizar estas variações,” explica Machado, em seu blog.

Mercado amadurecido

Já é perceptível no mercado uma desaceleração nas vendas, que se perpetuará nos próximos meses. “Continuamos com um aquecimento nas vendas, mas em um ritmo diferente do que há seis anos, quando o que se lançava era vendido em um prazo muito  curto. No entanto, o planejamento das ações nesta época era quase inexistente.Hoje, vivemos um mercado mais maduro e consciente e por isso, o planejamento e a execução do mesmo ganham cada vez mais relevância”.

Integra-se ainda a esse caminho de equilíbrio uma gestão imobiliária mais criteriosa. “A política de crédito no Brasil é mais rigorosa, se comparada a outros países. A crise gerada pela bolha imobiliária nos Estados Unidos ligou o botão de alerta no mundo todo e o Brasil, que já praticava uma política diferente da dos americanos, ficou ainda mais atento a esta ameaça” ressalta o especialista.

Estamos diante de um mercado altamente promissor, que cada vez mais dá sinais de sua força e revela seus importantes avanços. Temos que direcionar a nossa percepção para potencializarmos este momento favorável de forma planejada e estratégica.

Fonte:  Redimob
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