novembro 07

Confiança e queda de juros elevam venda de imóveis.


7 de novembro de 2017 às 10:18
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

im IMMM

 

Fonte: Estadão.com.br

outubro 16

Indicadores apontam bom momento para investir em imóveis no DF.


16 de outubro de 2017 às 8:41
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Indicadores apontam aumento de vendas no setor imobiliário, e a construção civil programa retomada de novos projetos. Movimento reduz desemprego e setor registra 2 mil contratações em um mês.

Luis Nova/Esp. CB/D.A Press

Ivone e Lázaro pesquisaram o mercado durante um ano: imóveis novos já prontos estão mais baratos

O mercado imobiliário começa a apresentar sinais de reaquecimento. O índice de vendas voltou a subir e o setor já aposta em novas obras. Para conter o excedente e equilibrar a oferta com a procura, nos dois últimos anos, as construtoras haviam optado por diminuir os lançamentos. Agora, essa realidade se inverte. Os consumidores  voltaram a procurar os imóveis para investir, atraídos pelos melhores preços e condições, e os estoques se reduzem.

De acordo com os indicadores da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o segundo trimestre deste ano registrou uma leve melhora em relação às novas unidades. No primeiro semestre de 2017, foram  228 lançamentos de casas e apartamentos novos. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-DF) também mostrou 2 mil novas contratações entre julho e agosto de 2016.

O mais recente levantamento do Índice de Velocidade de Vendas (IVV) de imóveis demonstra que a procura de imóveis no DF está mesmo aquecida. Os dados divulgados pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), revelam que, em agosto, o IVV médio foi de 7,1%, o terceiro melhor de 2017.

Isso representa uma melhora, uma vez que o setor imobiliário leva em conta que o índice na casa dos 5% representa uma velocidade adequada para a venda de um empreendimento imobiliário. Os dados também mostram que, na comparação entre 2015 e  2016, houve um salto, já que o índice havia sido de 4,6%, em agosto de 2015, e de 4,4%, no mesmo mês, em 2016. O maior IVV este ano foi atingido em junho: 7,8%.

O presidente da Ademi, Paulo Muniz, explica que a queda da taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) levou investidores e compradores a mudar o comportamento em relação à economia brasileira. “Tendo em vista que os preços dos imóveis estavam parados num patamar abaixo do praticado, alguns aproveitaram a oportunidade para comprar. Com a redução dos estoques é possível que os valores das unidades aumentem novamente”, acredita Muniz.

De acordo com o boletim da CBIC, no segundo trimestre, no DF, as vendas totalizaram 721 unidades, um aumento de 11,1% em relação ao trimestre anterior, com 562 vendas. Comparado a 2016, houve acréscimo de 48% nas vendas de imóveis novos: na planta, em construção ou  prontos.

Para o presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci, o cenário do DF é parecido com o do restante do país. “Estão cada vez mais reduzindo os estoques de unidades disponíveis. Isso é bom para o setor, uma vez que, vendendo os imóveis prontos, as incorporadoras reduzem as dívidas e passam a ter confiança para investir em novos lançamentos.” Se a tendência continuar, é possível que a cada mês ocorram lançamentos imobiliários, adianta.

Desconfianças

O vice-presidente do Sinduscon-DF, João Accioly, lembra que o estoque de imóveis vem caindo desde o fim do ano passado. “O setor passou por um período difícil no fim de 2014, que se estendeu até 2016. O mercado em Brasília teve uma ascensão com o lançamento do Noroeste, mas depois a crise fez com que os investidores recuassem”, explica.

No fim do ano passado, segundo Accioly, surgiram sinais de recuperação. “As vendas melhoraram e a expectativa é de novos lançamentos.” Ele observa que as dificuldades burocráticas para licenciamentos em Brasília traziam desconfianças ao investidor. “A legislação era desatualizada. Agora, estamos fazendo um trabalho com o governo para solucionar todos os entraves.”

O casal Ivone de Freitas, 57, e Lázaro de Freitas, 66, pesquisou as ofertas de imóvel durante um ano. Com o tempo de pesquisa, eles conseguiram perceber que as condições e os preços foram melhorando, na comparação entre 2016 e 2017. Optaram, no fim, por um apartamento no Noroeste, ainda na planta. Parte do investimento foi garantido com a venda de um imóvel que eles tiveram dificuldade de negociar pelo preço mais alto. “Demoramos um ano pra conseguir vender a nossa casa no Park Way. Quando abaixamos o preço, a venda foi rápida”, conta Ivone.

Depois do tempo que levou calculando orçamentos e despesas para a compra do apartamento, o casal garante que os imóveis novos já prontos estão mais baratos. “A gente preferiu comprar na planta porque queremos o imóvel do nosso jeito. Porém, há, sim, mais baratos e novos. Quem começar a procurar neste período, com certeza acha”, comenta Lázaro, aposentado do Banco do Brasil.

É o que está fazendo o servidor público aposentado Anirton Ribeiro, 69 anos. Ele aproveita a melhora nos preços e nas condições para investir em um imóvel para os dois filhos, na quadra 102 do Noroeste. “Aqui, eles vão ficar mais perto de tudo. Penso também na infraestrutura. Além disso, não houve ajuste. Vou aproveitar que o investimento em apartamentos está melhor”, justifica.

“As vendas melhoraram e a expectativa é de lançamentos de novas unidades”

João Accioly, vice-presidente do Sinduscon-DF

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br

Comentários desativados em Indicadores apontam bom momento para investir em imóveis no DF.
maio 09

Mercado de imoveis começa a se recuperar após dois anos difíceis


9 de maio de 2017 às 9:19
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

ab

Nos três primeiros meses deste ano, o Governo de Brasília arrecadou quase R$76 milhões com o ITBI, imposto que o comprador paga para transferir um imóvel para seu nome. O DFTV 2ª edição do último sábado (6) trouxe uma entrevista com o presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho Ferreira, sobre o tema.

Na matéria, o presidente da entidade explica que o aumento na arrecadação é sinal de que a confiança está sendo retomada e as condições de atendimento à demanda estão em caminho de fortalecimento.

Clique aqui e assista a matéria na íntegra.

https://globoplay.globo.com/v/5851555/

Comentários desativados em Mercado de imoveis começa a se recuperar após dois anos difíceis
dezembro 02

Valor de imóveis que podem ser financiados com o FGTS é ampliado.


2 de dezembro de 2016 às 7:10
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Com a mudança, o teto de financiamento subiu de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país.

Imóveis residenciais na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

Imóveis: No DF, MG, RJ e SP, o limite passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil (Dado Galdieri/Bloomberg)

Os mutuários que comprarem imóveis novos e usados financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ganharam um incentivo.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou hoje (24) o valor máximo dos empreendimentos que podem ser financiadas pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que cobra juros menores que os demais financiamentos de mercado.

Com a mudança, o teto de financiamento subiu de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país.

No Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o limite passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil. A última vez em que esses limites tinham sido alterados foi em setembro de 2013.

Os novos limites valem a partir de amanhã (25). Concedidos com recursos do FGTS, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano.

Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

Amortização

Além de ampliar os limites de financiamento, o Conselho Monetário determinou que todos os novos contratos do SFH tenham algum grau de amortização em todas as parcelas.

A mudança assegura que o saldo devedor caia o tempo todo e proíbe financiamentos com amortizações negativas, quando, no início dos financiamentos, o mutuário vê o saldo devedor subir e só começa a amortizar a dívida mais tarde.

“A medida vinha sendo estudada há algum tempo pelo Banco Central e tem um caráter de prudência para os dois lados, porque diminui o risco dos financiamentos para os bancos e para o cliente”, disse a chefe do Departamento de Regulação do Banco Central, Sílvia Marques.

A regra para a amortização valerá a partir de 2017. As operações aprovadas até 31 de janeiro do próximo ano poderão ser finalizadas até 31 de março do ano que vem ainda sem a obrigatoriedade de amortização nas parcelas.

A mudança não afeta o sistema de amortização constante, em que o mutuário abate parte do saldo devedor todos os meses, começando a pagar prestações mais caras, que diminuem de valor ao longo dos meses.

No sistema price, com prestações constantes, as modalidades com amortização negativa serão proibidas. “Todas as parcelas, desde a primeira, deverão ter alguma amortização que permita reduzir o saldo devedor desde o início do financiamento”, explicou Sílvia.

 

Fonte: Exame.com/topicos/imoveis

 

 

Comentários desativados em Valor de imóveis que podem ser financiados com o FGTS é ampliado.
abril 27

BB libera R$ 2,5 bi para casa própria; linha financia até 90% do imóvel.


27 de abril de 2016 às 8:31
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O Banco do Brasil informou, nesta terça-feira (26), que foram liberados mais R$ 2,5 bilhões para uma linha de financiamento da casa própria chamada de Pró-cotista.

Essa linha de financiamento é voltada para famílias com renda acima dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida e oferece um dos juros mais baixos do mercado.

Veja as condições:

  • valor máximo dos imóveis é de até R$ 750 mil (em MG, SP, RJ e DF) ou até R$ 650 mil (demais Estados).
  • É possível financiar até 90% do valor do imóvel, que pode ser novo ou usado.
  • prazo máximo de financiamento é de 30 anos.
  • As taxas de juros são de até 9% ao ano.

Para contratar, é preciso:

  • ter conta ativa no FGTS e mínimo de 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não;
  • se não tiver conta ativa no FGTS, é preciso que seu saldo total no fundo seja igual ou maior que 10% do valor do imóvel ou da escritura, o que for maior.

A linha de crédito FGTS Pró-Cotista usa recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Ela costumava ter um volume pequeno de operações, mas ganhou relevância a partir do ano passado, quando o Conselho Curador do FGTS liberou R$ 5,7 bilhões para financiar a compra de imóveis.

Pressão do governo

O governo federal decidiu novamente recorrer à oferta de crédito e aos bancos públicos para tentar impulsionar a economia. No fim de janeiro, o governo anunciou um pacote de crédito de R$ 83 bilhões por meio dos bancos estatais, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES.

Na época, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que em momento de restrição de caixa, como o atual, é preciso usar linhas de crédito para fazer ajustes.

“Se existem recursos no sistema financeiro que podem auxiliar esse ajustes, a taxas de mercado, sem criar subsídios adicionais, é um dever do governo utilizar esses recursos mais eficientemente.”

O aumento da oferta crédito para novos empréstimos usará recursos adicionais do Fundo de Garantia.

Poupança afeta crédito para a casa própria

O financiamento da casa própria passa por um momento difícil, na medida em que a poupança está perdendo recursos. A caderneta de poupança é a principal fonte de financiamento imobiliário do país, por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

No ano passado, os saques da poupança superaram os depósitos em R$ 53,568 bilhões, no pior resultado desde 1995, o que diminui a oferta de recursos para empréstimo imobiliário.

Com isso, a Caixa, principal banco de financiamento imobiliário do país, e outros bancos enfrentam um cenário difícil, com menos recursos para emprestar nesta modalidade de crédito.

 

Fonte: uol.com.br/economia

 

Comentários desativados em BB libera R$ 2,5 bi para casa própria; linha financia até 90% do imóvel.
março 21

Nova lei distrital promete agilizar o habite-se.


21 de março de 2016 às 16:26
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho, concedeu entrevista, para a TV Globo, acerca da lei que dispõe sobre o Polo Gerador de Viagens (PGV). A matéria destaca que, segundo o sindicato, cerca de 10 mil imóveis aguardam a liberação do Habite-se. Desses, 3,5 mil são por conta da ausência do Relatório de Impacto de Trânsito (RIT), que passa a se chamar PGV.

 

A reportagem foi ao ar no DFTV 2ª edição da última sexta-feira (18). Clique aqui e assista.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

 

Comentários desativados em Nova lei distrital promete agilizar o habite-se.
março 04

Caixa volta a oferecer financiamento de imóveis mais barato.


4 de março de 2016 às 8:06
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Agência da Caixa

Agência da Caixa: linha Pró-Cotista FGTS voltou a ser oferecida pelo banco esta semana

São Paulo – A Caixa Econômica Federal voltou a oferecer a partir desta semana a opção de financiamento de imóveis de até 400 mil reais pela linha Pró-Cotista FGTS, crédito que só não é mais barato do que o oferecido pelo banco para quem estiver enquadrado no programa Minha Casa Minha Vida.

A Pró-Cotista voltou a ser operada pelo banco logo após o anúncio de que o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) faria um aporte de 9,5 bilhões de reais para a linha de financiamento imobiliário este ano. A medida foi anunciada no dia 26 de fevereiro.

Segundo a Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), a Caixa havia suspendido os financiamentos da linha desde o final de janeiro por falta de recursos.

A ABMH recebeu reclamações de mutuários que tiveram o financiamento pela Pró-Cotista aprovado pela Caixa, mas não foram chamados para assinar o contrato. Segundo a Caixa, mutuários que já tiveram o crédito aprovado na linha terão prioridade na contratação do crédito agora.

A Pró-Cotista é uma oportunidade para famílias de classe média que não se enquadram nos limites de financiamento da habitação popular adquirirem imóveis novos e usados em um momento no qual o crédito está mais caro e escasso.

No ano passado, o orçamento da Pró-Cotista atingiu 6 bilhões de reais. Este ano, os recursos para a linha devem chegar a 9,5 bilhões de reais. O aumento dos valores se deve à análise de que a procura poderia ser maior do que o valor do orçamento, de acordo com o secretário-executivo do Conselho Curador do FGTS, Quênio Cerqueira, durante o anúncio do novo aporte.

Enquanto a Caixa afirma que continua a financiar unidades de até 400 mil reais (o limite foi anunciado no ano passado), o Banco do Brasil aponta que, desde o dia 5 de janeiro deste ano, recebeu sinal verde do Conselho Curador do FGTS para que voltasse a financiar imóveis de até 750 mil reais em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e 650 mil reais para os demais Estados, limites vigentes antes da modificação anunciada no ano passado.

Condições

A linha Pró-Cotista FGTS cobra taxas de juros menores por conta de um subsídio oferecido aos trabalhadores que têm recursos aplicados no FGTS, que geralmente são empregados formais, com carteira assinada e que realizam obrigatoriamente contribuições mensais ao fundo, equivalentes a 8% do valor do salário.

Também realizam contribuições ao FGTS os trabalhadores rurais, temporários e atletas profissionais. Para empregados domésticos, a contribuição ao FGTS é opcional.

A linha que utiliza recursos do FGTS é oferecida apenas pelo Banco do Brasil e pela Caixa. A taxa de juros aplicada a tomadores que não têm relacionamento com o banco, a chamada taxa balcão, é de 8,85% ao ano na Caixa e de 9% ao ano no Banco do Brasil. Caso o comprador tenha relacionamento com a Caixa, os juros cobrados na Pró-Cotista podem ser ainda menores e chegar a 7,85% ao ano.

Em outros tipos de financiamentos, a taxa cobrada para quem não tem relacionamento com o banco sobe para 9,90% ao ano na Caixa e 11,29% ao ano no BB. Ambos os bancos reajustaram as taxas de juros de financiamentos ao longo do ano passado, enquanto os juros cobrados na Pró-Cotista permaneceram inalterados.

Além de cobrar taxas de juros mais acessíveis do que as praticadas em outros financiamentos, a linha permite financiar até 90% do valor do imóvel no Banco do Brasil e até 80% na Caixa, seja ele novo ou usado.

No ano passado, a Caixa passou a emprestar no máximo 50% do valor da unidade para aquisição de imóveis usados que estejam enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Ou seja, além do programa Minha Casa Minha Vida, a linha Pró-Cotista é a única alternativa para quem pretende comprar imóveis usados na Caixa, mas não tem capacidade de pagar o equivalente a 50% do valor do imóvel como entrada.

O prazo máximo de financiamento oferecido na Pró-Cotista em ambos os bancos públicos é de até 360 meses.

Requisitos

Para ter acesso à Pró-Cotista FGTS, é necessário ter contribuído ao FGTS por mais de três anos, consecutivos ou não, na mesma empresa ou em empresas diferentes.

Caso o tomador se enquadre nessa exigência, a conta vinculada ao fundo deve estar ativa, ou seja, o trabalhador deve estar empregado e realizar atualmente contribuições mensais ao FGTS.

A linha só é concedida para tomadores com contas inativas – que estejam desempregados ou que não estão contribuindo ao FGTS por estar trabalhando sob outro regime de trabalho, por exemplo – caso o saldo do FGTS seja equivalente a pelo menos 10% do valor do imóvel.

Não há restrição com relação à renda familiar dos compradores, desde que o imóvel financiado não tenha valor maior do que 400 mil reais.

Contudo, o comprador não pode ter outro financiamento imobiliário e nem a posse de outro imóvel residencial urbano, concluído ou em construção, na mesma cidade, em municípios limítrofes ou na região metropolitana da cidade onde vive. Preenchidos os requisitos, o uso do saldo do FGTS no financiamento é opcional.

Oportunidade

Para quem se enquadra nas condições da linha Pró-Cotista, Marcelo Prata, diretor do Canal do Crédito, recomenda aproveitar a oportunidade. “É o dinheiro mais barato que esse comprador consegue atualmente.”

Como as restrições de crédito em outras linhas reduzem a demanda por casas e apartamentos, o momento pode ser favorável para a compra do imóvel, pois amplia a possibilidade de negociação de descontos nos preços das unidades, diz Prata.

Por outro lado, financiar o imóvel agora não é indicado caso o comprador esteja inseguro em relação à manutenção do seu emprego nos próximos meses.

Nesse caso, quem não tem reservas financeiras para suportar o pagamento das prestações da dívida diante de um eventual desemprego, pode ser melhor adiar a compra e juntar um valor maior para dar como entrada e reduzir o débito.

Fonte: www.exame.com.br

Comentários desativados em Caixa volta a oferecer financiamento de imóveis mais barato.
dezembro 11

Palestras sobre uso correto de elevadores


11 de dezembro de 2015 às 7:18
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Síndicos, zeladores e administradores aprenderão sobre segurança, uso, conservação e manutenção do bem.

Um milhão de pessoas usam elevador diariamente
Um milhão de pessoas usam elevador diariamente.

Atualmente, cerca de 12 bilhões de elevadores estão em operação no mundo e transportam um bilhão de pessoas por dia. Para manter o bom funcionamento do equipamento e evitar a degradação por conta do uso, são necessárias atitudes seguras que nem sempre são adotadas, muitas vezes por falta de orientação e conhecimento.Para orientar os profissionais que trabalham em condomínios, como síndicos, zeladores e administradores, a Thyssenkrupp desenvolveu o Programa de Palestras de Uso Correto Seu Elevador. Ministrada por consultores, supervisores e gestores de todas as filias do Brasil, a palestra tem como objetivo incentivar a prática segura na conservação, manutenção e uso do equipamento.

O conteúdo teórico é bem completo e aborda desde dicas de segurança até informações referentes às responsabilidades sobre o equipamento, aspectos jurídicos, físicos e estruturais referentes à empresa de assistência técnica, bem como esclarece dúvidas sobre o funcionamento do elevador.

“Muitas vezes o condomínio não sabe, mas de acordo com a legislação vigente, a responsabilidade civil e até mesmo criminal por qualquer acidente envolvendo o elevador será compartilhada entre a empresa que presta serviço de manutenção, o condomínio e o síndico”, alerta Helder Alberto Oliveira Canelas, coordenador Corporativo de vendas de serviços da área de negócios Elevator Technology da Thyssenkrupp para o Brasil.

Entre as orientações para a contratação de uma empresa, dois documentos são fundamentais: registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de engenheiros técnicos responsáveis devidamente cadastrados e a anotação de Responsabilidade técnica (ART), que garantem ao condomínio que existe um engenheiro técnico responsável.

A palestra também orienta sobre os cuidados que devem ser tomados quando o elevador apresenta algum problema. A primeira orientação é não tentar resolver o problema sem a presença do técnico, pois qualquer atitude errada pode colocar as pessoas em uma situação de risco.

Por isso, a Thyssenkrupp alerta sobre os riscos e responsabilidades quando é feito o resgate de passageiro preso no elevador sem a ajuda de profissionais treinados. Também reforça lembretes de segurança, como a proibição de acesso à casa de máquinas por pessoas não autorizadas.

Além da parte teórica, a palestra inclui também vídeos sobre uso correto de elevadores e escadas rolantes criados pela empresa para orientar o público em geral, especialmente as crianças.

Comentários desativados em Palestras sobre uso correto de elevadores
novembro 16

Buriti pretende riscar RIT da lista de exigências para regularização de obras .


16 de novembro de 2015 às 14:08
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho


Projeto já na Câmara Legislativa acaba com estudo sobre trânsito que constitui condição para começar obra no DF

Pelas contas do governo, hoje quase 200 empreendimentos estão travados por complicações burocráticas com o Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) no Distrito Federal. Para desatar esse nó, o  Buriti pretende riscar o relatório da lista de exigências para regularização de obras, mas quer cobrar por isso. No caso de uma construção classificada como Polo Gerador de Viagens (PGV), o empresário pagará uma pecúnia, cujo valor irá variar de 0,5% a 2% do custo unitário básico (CUB) do empreendimento.  Em contrapartida, o Executivo promete usar estes recursos para melhorar o trânsito e planejar o desenvolvimento urbano com foco no transporte coletivo, bicicleta e nos pedestres. Não há, porém, garantias de que isso ocorra.

 

Regime de urgência

 

O sepultamento do RIT depende da aprovação de um projeto de lei pela Câmara Legislativa, que já tramita em regime de urgência. “O RIT se tornou uma característica sui generis do DF. Do ponto de vista do planejamento urbanístico é um verdadeiro desastre e vem gerando várias anomalias”, comentou o secretário de Gestão Territorial e Habitação, Thiago de Andrade.

 

Pelo modelo atual, cada empresário precisa produzir um RIT para cada empreendimento e, quando for o caso, arcar com medidas mitigadoras para o trânsito da região.  “Acontece que esses estudos são contraditórios. Muitos são feitos com metodologias sérias. Mas por serem muitos, têm perspectivas distintas e conflitantes. E priorizam o carro”, explicou.

 

Caso a proposta seja aprovada pela Câmara, o governo passará a responsável pelos estudos e medidas de aperfeiçoamento do trânsito. Em vez de analisar os projetos isoladamente, o estado trabalhará em áreas urbanas para evitar  conflitos entre construções. Vice-presidente  do Sinduscon, João Accioly considera a proposta do governo acertada, especialmente pelo viés da desburocratização. Mas não esconde que o setor gostaria que governo fosse menos severo na cobrança do PGV.

 

Secretário promete focar a receita

 

O secretário Thiago de Andrade assegura que o dinheiro arrecadado com a pecúnia será destinado para uma rubrica única do DF para ser aplicado em estudos e obras para melhorias no tráfego. “Vamos focar estes recursos para valorizar o transporte coletivo, as ciclovias e os pedestres”, afiançou. O secretário tem conhecimento da polêmica em relação ao enquadramento da cobrança e declarou que o governo está aberto ao debate. Andrade frisou que obras com irregularidades não serão liberadas pelo novo modelo.

 

Distritais farão audiência para avaliar projeto

 

Dentro das próximas semanas o projeto dos PGVs será tema de uma audiência pública na Câmara Legislativa. A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputada distrital Sandra Faraj (SD) considera o projeto correto no mérito, mas guarda ressalvas quanto às regras, a exemplo da cobrança da pecúnia. Por isso, ela espera colher os pontos de vista do governo e do setor produtivo.

 

“Ao mesmo tempo que oferece uma facilidade, vai pesar no bolso das pessoas. A sociedade está muito achacada com impostos e cobranças. É um assunto muito complexo e sério”, resumiu a parlamentar. A título de comparação, um RIT pode custar de R$ 60 mil até R$ 1 milhão, fora os custos de medidas mitigadoras. O PGV de um projeto cujo CUB seja de R$ 11 milhões custaria de R$ 55 mil, caso a pecúnia fosse de 0,5%, podendo chegar a R$ 220 mil se cobrança fosse 2%.

 

Reduzir a cobrança

 

O deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN) apresentou duas emendas para o projeto, alterando, respectivamente, o enquadramento dos PGVs e a taxa da pecúnia. O parlamentar sugere aumentar os limites de definição para 500 vagas de estacionamento no caso de habitações, 300 para edificações de uso misto e 200 para empreendimentos com outras finalidades. Em relação a pecúnia, a emenda sugere a redução da taxa máxima de 2% para 1,5%. “Precisamos fazer um esforço para ajudar o DF a sair da crise e fazer a economia girar”, contou.

 

Por: Francisco Dutra
Jornal de Brasília

Comentários desativados em Buriti pretende riscar RIT da lista de exigências para regularização de obras .
novembro 11

Projeto que tramita na câmara legislativa do df pode acelerar a emissão da carta de habite-se.


11 de novembro de 2015 às 8:11
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho
Comentários desativados em Projeto que tramita na câmara legislativa do df pode acelerar a emissão da carta de habite-se.
Página 1 de 161234510»»

Facebook

Twitter

FAENGETV

Todos os Videos