abril 14

Trabalho e formação profissional.


14 de abril de 2014 às 8:54
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

As empresas estão cada vez mais exigentes na hora de contratar: querem não só um funcionário que domine os conhecimentos técnicos necessários para exercer a função, mas também que tenha a capacidade de empreender dentro da organização e de se adaptar às mudanças constantes pelas quais o mercado passa, principalmente as tecnológicas. No entanto, grande parte dos jovens saem da escola com dificuldade para se comunicar e falar em público, escrever, fazer cálculos e interpretar tabelas.

Os irmãos Lucas, 19 anos, e Danielle Gino, 21, sentiram essa dificuldade assim que terminaram o ciclo escolar básico, que cursaram em escolas públicas. “Sempre tive problema de aprendizado, mas isso não foi notado pelos professores. Precisei me esforçar para seguir o mesmo ritmo dos outros alunos. Passei por seis escolas públicas e reprovei quatro vezes só no Ensino Fundamental“, conta Lucas. Hoje, ele trabalha como assistente administrativo durante o dia e cursa gestão comercial à noite. Os custos da faculdade são pagos pela comunidade da igreja que frequenta. “Quando entrei para o mercado, eu tive uma dificuldade muito grande. No começo, senti muita falta de português: usar a pontuação, saber conversar e levar um diálogo, escrever uma redação. Ao entrar na faculdade, melhorou 80%”, relata.

Danielle, 21 anos, conseguiu passar sem dificuldades por todos os anos da educação básica, mas percebeu as lacunas na formação logo que saiu da escola. “O ensino médio na escola pública não te prepara para a faculdade nem para o mercado de trabalho. Quando eu saí e fiz a prova do ENEM, não tinha base nenhuma. Tive que estudar por conta própria”, diz. Em 2012, ela prestou o ENEM mais uma vez e conseguiu uma bolsa de estudos para o curso de publicidade por meio do Programa Universidade para Todos (PROUNI). Agora, trabalha como operadora de telemarketing e estuda à noite. Ela acredita que a principal falha na formação é o inglês e sabe que terá de aprimorar esses conhecimentos para conseguir uma oportunidade na área do curso que escolheu. “Eu ainda não procurei estágio, pois preciso trabalhar para me sustentar, mas já sei que não tenho todos os requisitos para preencher a vaga, por causa do inglês.”

Para o presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), José Fernandes de Lima, a formação profissional, hoje, requer muito mais os conhecimentos básicos do que no passado, para que o trabalhador tenha condições de acompanhar as mudanças rápidas da tecnologia.  “Quando o funcionário ficava só repetindo uma tarefa, você podia se dar ao luxo de simplesmente treiná-lo para executá-la, mas esse tipo de trabalho praticamente não existe mais.”

Eleonora Ricardo, presidente da Associação Nacional de Inovação, Trabalho e Educação Corporativa (Anitec), descreve esse profissional como um trabalhador do conhecimento, atento às mudanças que ocorrem de forma global e local. O que se vê no mercado, no entanto, está longe desse quadro ideal. “Muitas vezes, os trabalhadores chegam às empresas sem saber escrever, fazer a leitura crítica de um texto, uma conta, ou ter conhecimento aplicado sobre o que aprendem na escola na área de ciências”, observa.

Além do conteúdo

Recentemente, o Instituto Ayrton Senna e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes) firmaram parceira com o objetivo de reparar as lacunas no aprendizado de habilidades não cognitivas, ou socioemocionais. Será criado um programa de bolsas de estudo para que pesquisadores e professores se aprofundem no tema. “Vários estudos internacionais realizados por diversos pesquisadores de renome mostram que essas habilidades, quando incorporadas nos processos pedagógicos das escolas, podem causar impacto escolar e na vida futura do ponto de vista profissional”, explica o Diretor de Articulação e Inovação do instituto, Mozart Neves Ramos.

Entre as competências que podem ser incentivadas durante o período escolar, estão organização, responsabilidade, disciplina e esforço, todas muito valorizadas pelo mercado de trabalho. “Hoje, não basta ser um brilhante estudioso em uma área, mas que não compartilha, não sabe trabalhar em equipe e não tem estabilidade emocional. Esses são valores muito caros e asseguram não só o acesso, mas também a permanência no mercado”, finaliza Ramos.

A busca por essas características tem incentivado as companhias a contratarem trabalhadores com perfil empreendedor, e para atuarem em todos os níveis hierárquicos. “As empresas estão buscando profissionais que tenham uma postura empreendedora, que estejam a todo tempo procurando oportunidade de negócio e pensando em inovações, que podem ser ligadas tanto a produtos quanto a processos”, destaca Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP).

Braços fortes

A construção civil foi um dos setores da economia que mais sofreu com a falta de mão de obra qualificada desde que esse problema começou a ser mais discutido entre empresários, por volta de 2010 e até mesmo antes disso. A formação escolar básica deixa a desejar principalmente no nível da produção, em que trabalham serventes, pedreiros e carpinteiros, por exemplo. “A educação básica que o trabalhador tiver na escola, mesmo que não seja a educação para obras, já diminui os acidentes”, exemplifica Dionyzio Antonio Martins Klavdianos, diretor setorial de Materiais, Tecnologia e Produtividade do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF).

Há mais de 20 anos, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) iniciou um projeto de alfabetização dos operários nos canteiros de obra, onde são instaladas salas de aula. As empresas bancam os custos da formação. Cícero Barbosa da Silva, 37 anos, aproveitou a oportunidade para retomar os estudos. Ele trabalha como bombeiro hidráulico em uma das obras da Construtora Faenge, que participa do programa desde 2010, e conta que, em algumas ocasiões, precisou recomeçar o corte de canos por falta de domínio da matemática. “Muitas vezes os cálculos davam errado, hoje, eu acerto”, diz. Cícero começou a atuar no ramo aos 15 anos de idade. Agora, com a volta à escola, não pensa mais em parar. “Quando sair daqui, quero terminar o ensino médio e pretendo fazer faculdade também”, relata.

2014-04-09 13.35.51Projeto de alfabetização dos operários  no canteiro de obras da Construtora Faenge, em Águas Claras.

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Um projeto para o país

Melhorar a qualidade da educação no país significa não apenas definir que conteúdo as crianças e jovens devem aprender na escola, mas também escolher o projeto de nação para o futuro. Para isso, a diretora executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, acredita que o primeiro passo é determinar de forma clara o que deve ser ensinado nas escolas. “Precisamos definir o que queremos que nossos jovens saibam e conheçam e quais as habilidades queremos que eles desenvolvam”, diz.

Segundo ela, é necessário que se defina um currículo nacional para a educação, de maneira a determinar inclusive as competências que o mundo do trabalho exige e que devem ser garantidas por meio de aprendizado na escola. Essas diretrizes também ajudarão a guiar a formação e o trabalho dos professores em sala de aula.

Dados do último Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês) mostram que a maioria dos jovens brasileiros de 15 anos estão nos níveis mais baixos (abaixo de 1, 1 e 2) de proficiência em matemática, leitura e ciências. Na classificação geral, o Brasil ficou na 58ª posição entre 65 países e economias. No início do mês, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou mais um resultado do Pisa. Desta vez, foi avaliada a habilidade de estudantes em resolver problemas de raciocínio lógico relacionados a situações práticas do cotidiano, e o Brasil ficou em 38° lugar entre os 44 países (veja o quadro).

“O grande problema da nossa educação tem a ver com o atraso com que o país começou a investir na área. Enquanto outras nações já tinham eliminado o analfabetismo no século 19, nós chegamos ao século 21 ainda convivendo com analfabetos, pessoas fora da escola e lugares em que nem há oferta de ensino ainda”, avalia o José Fernandes, presidente do CNE. O desafio, portanto, é dobrado, pois, além de aumentar a oferta, o Brasil precisa melhorar a qualidade do ensino. “A melhoria da qualidade da educação no nosso país não será alcançada com uma receita milagrosa. Na realidade, é um conjunto de ações. Precisamos ampliar recursos, aprimorar a gestão, o relacionamento com os alunos, o currículo e a formação de professores. Temos ainda que definir responsabilidades e cobrar resultados”, finaliza.

Nesse sentido, a aprovação do Plano Nacional da Educação (PNE) é de extrema importância, pois permitirá, por exemplo, que a população cobre a aplicação dos recursos. “Se o PNE for 80% cumprido, já mudaremos muito a educação”, diz Priscila Cruz.

10 anos

O texto do Plano Nacional de Educação tramita no Congresso Nacional há três anos. O Senado já votou a proposta, que retornou à Câmara dos Deputados. Depois de ser adiada várias vezes, a votação está marcada para 22 de abril. O projeto traça metas para educação a serem cumpridas nos próximos 10 anos. Um dos pontos mais polêmicos é a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em educação, percentual defendido por entidades da área.

Por : Mariana Niedeharuer

Fonte: Correio Braziliense

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novembro 06

Cada vez mais independente, Águas Claras vê chegada de rede hoteleiras.


6 de novembro de 2013 às 10:20
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

hotel

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outubro 24

Como vistoriar um imóvel para evitar problemas.


24 de outubro de 2013 às 16:40
Categoria: Gestão de Qualidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Saiba por que você deve ser “chato” ao vistoriar o imóvel que deseja comprar, evitando assim, posteriores dores de cabeça

Comprar um imóvel é uma decisão grande e cara. E por mais que à primeira vista o comprador possa se apaixonar por um apartamento e querer fechar negócio imediatamente, o mais inteligente é uma vistoria minuciosa, tanto no imóvel quanto na documentação, para não acabar levando gato por lebre. Você sabe o que você realmente estará comprando? A metragem do imóvel é aquela mesmo? O vendedor pode de fato vendê-lo a você?

Saiba para onde olhar para evitar problemas depois da compra:

Casal interessado em comprar apartamento

1. Verifique se a área informada é aquela mesmo

O que interessa saber é a área útil do imóvel, isto é, a área do imóvel da porta para dentro, que de fato será usada pelos moradores. Muitas vezes os proprietários informam apenas a área total, tanto nos anúncios ou quanto para os corretores. Só que a área total inclui, além da área útil, as frações das áreas comuns pertencentes àquele imóvel.

Dessa forma, um imóvel anunciado por 150 m2 pode, na verdade, ter apenas 100 metros quadrados na sua área interna (área útil). Só que é a área útil o fator mais importante para se calcular o preço do metro quadrado e fazer a comparação com o preço do metro quadrado de outros imóveis na mesma região.

Você deve verificar a área útil na documentação do imóvel. Mesmo assim, às vezes a área útil que consta na documentação é um pouco diferente da área útil real. “Para ter certeza absoluta da área útil que se está comprando, o jeito mais fácil é levar um arquiteto ou engenheiro para medir o imóvel, mas tem que ver se isso cabe no orçamento”, diz Daniele Akamine, advogada e sócia-proprietária da consultoria imobiliária Akamines.

2. Descubra se o imóvel vem com vaga e conheça o espaço

Ao visitar o imóvel, visite também as vagas de garagem e procure saber como elas são divididas. A vaga é demarcada? Ou é de quem chegar primeiro? Sorteada de tempos em tempos? Há vagas presas? Quão ruins são as piores vagas que podem acabar caindo para você?

Verifique ainda na documentação se o imóvel de fato vem com aquelas vagas. O consultor imobiliário Alex Strotbek, consultor imobiliário do escritório Areal Pires Advogados, lembra que imóveis mais antigos podem ter uma documentação separada para a vaga de garagem, que tem escritura, matrícula e IPTU próprios. Nesses casos, é preciso saber se essa vaga também será vendida para você e, em caso positivo, pedir também a documentação referente a ela. “Quando a vaga é separada, o dono do imóvel precisa pagar dois IPTUs, um para o imóvel e outro para a vaga”, diz Strotbek.

3. Faça um inventário de tudo que você vai levar na compra

No caso de um imóvel usado, verifique junto ao proprietário o que de fato ele está vendendo. Você vai comprar tudo que está no imóvel, ou ele vai retirar alguma coisa? Alex Strotbek diz que isso é importante porque às vezes o imóvel tem itens que o comprador acha que vão ficar, mas que o vendedor pretende tirar, como um ar condicionado, um armário de cozinha, lustres ou um varal na área de serviço.

“Pode parecer besteira, mas eu já vi brigas acontecerem por causa de uma duchinha de banheiro, que o vendedor tirou, deixando dois buracos na parede do novo morador”, observa Strotbek. Justamente esse exemplo deixa clara a gravidade da situação: a retirada de certos itens do imóvel pode mudar completamente seu planejamento financeiro para reformas e compra de móveis.

Por isso, o consultor aconselha que se faça um inventário de tudo o que vem incluído na compra do imóvel, informando-se também o que será retirado. Esse laudo será anexado à promessa de compra e venda.

No caso de imóveis de lazer, como casas de sítio, de fazenda ou de praia, isso pode ser ainda mais importante, pois muitos móveis são planejados e precisarão ficar. “As partes podem adotar o conceito de porteira fechada, que prevê que tudo que está dentro do imóvel será vendido junto, com exceção de objetos de uso pessoal”, observa Strotbek.

4. Verifique se o imóvel e os proprietários não têm dívidas e outras pendências

A matrícula do imóvel traz todas as situações pelas quais aquele bem já passou. Por meio dela é possível saber se há alguma penhora sobre o imóvel, se ele está em inventário, se é alvo da partilha de um divórcio etc. Esse documento também informa quem são os proprietários, e isso não é trivial: só o proprietário pode vender o imóvel a você, e todos os proprietários precisam autorizar a venda.

Convém verificar se a pessoa com quem você está tratando é de fato o dono do imóvel, ou se é um esperto tentando vender um imóvel para um parente, por exemplo; ou ainda, se essa pessoa não tem um cônjuge que desaprova a venda.

Para fazer essas verificações, é preciso pedir a matrícula atualizada do imóvel em cartório. Peça também as certidões negativas dos proprietários, para checar se eles não têm pendências que possam afetar aquele patrimônio posto à venda.

“Ao comprar um imóvel, é bom ter a ajuda de um advogado especializado na área de direito imobiliário, que conheça bem essa parte de documentação e olhe o contrato”, orienta Daniele Akamine.

5. Não visite o imóvel em apenas um período do dia

Esteja o imóvel pronto ou em construção, visite a região onde ele se localiza no meio da manhã, no meio da tarde e à noite, aconselha Alex Strotbek. Assim, você pode descobrir como é o movimento da região em cada horário, o que é especialmente importante à noite. Pode ser que uma região que parece tranquila seja bagunçada e barulhenta à noite, ou ainda que uma região aparentemente movimentada seja escura e deserta.

O consultor aconselha ainda a fazer o trajeto do local onde fica o imóvel até o trabalho pela manhã, em um dia de semana, para saber quanto tempo você levaria com aquele trânsito – e também qual o nível de estresse para a sua locomoção. Escolha um dia no fim do expediente para fazer o mesmo com o trajeto de retorno.

Se o imóvel estiver pronto, visite-o também nos três períodos do dia para ver a posição do sol e checar se ele é muito quente ou muito frio.

6. Se for apartamento, converse com o porteiro e o zelador

Para Strotbek, esse é o melhor jeito de saber se a rua alaga, se falta luz com facilidade quando chove (por um problema da região ou do próprio prédio), se há problemas de infiltração no prédio, entre outros problemas que os moradores só costumam descobrir depois que moram no local há algum tempo.

Se houver algo que você detesta na sua moradia atual, não se esqueça de perguntar ao porteiro ou ao zelador se aquele prédio tem o mesmo problema. “O comprador não pode ter preguiça ou vergonha de perguntar, porque ele pagará por isso depois”, diz o consultor.

7. Descubra se as paredes são de alvenaria

Se você está comprando um imóvel mais novo, é possível que alguns detalhes do acabamento deixem a desejar. Mas o que atormenta mesmo os moradores de empreendimentos novos é a questão da privacidade. Ouve-se tudo o que acontece em volta, principalmente do seu vizinho de cima.

Quanto a isso, não há muito que se fazer, embora em certos casos você possa reforçar o teto. Mas Alex Strotbek orienta o comprador a sempre checar se as paredes internas são de alvenaria ou de drywall, que permitem que o som vaze com mais facilidade.

8. Cuidado com o apartamento decorado

No caso da compra de um imóvel na planta, é bom não se empolgar com o apartamento decorado. Os arquitetos usam diversos recursos de decoração para fazer os ambientes parecerem mais amplos, mas não necessariamente os seus móveis vão caber ali daquela maneira. Tenha em mente que o apartamento decorado serve para você ter uma ideia de como será o ambiente habitado, mas nunca se esqueça da área útil que você está comprando.

Fonte: Exame

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agosto 01

Unidades decoradas do SMART Residence Service são inauguradas.


1 de agosto de 2013 às 7:45
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Lar
Publicado por: admin

Já estão abertas à visitação as duas unidades decoradas do Smart Residence Service, inauguradas na última semana, em Águas Claras, Distrito Federal.

Os dois apartamentos levam a assinatura das jovens arquitetas brasilienses Flávia Amorim e Renata Melendez, do Studio AZ Arquitetura, e têm decoração moderna e arrojada, inspirada no pop art, realçando o estilo descolado e dinâmico do empreendimento.

Os decorados foram lançados durante um café da manhã, que reuniu os clientes do empreendimento e corretores das construtoras Faenge e OAS. Na ocasião, eles tiveram a oportunidade de conhecer os ambientes do Smart Residence e ficaram encantados com tanta exclusividade.
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Visita ao Smart
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decorado Smart1

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junho 24

Condomínio: bom relacionamento entre síndico, moradores e funcionários.


24 de junho de 2013 às 13:53
Categoria: Gestão de Qualidade , Lar
Publicado por: admin

Uma mão lava a outra.

Em um condomínio, para que se tenha um bom convívio, é indispensável que se tenha um bom relacionamento entre síndico, moradores e funcionários. É necessário ter um elo para cumprir os objetivos em comum.

 Diversos síndicos e moradores reclamam da difícil convivência, pois um não ajuda o outro como deveria acontecer

Foto: Lula Lopes/Cedoc

Diversos síndicos e moradores reclamam da difícil convivência, pois um não ajuda o outro como deveria acontecer

“A relação entre moradores e síndicos deve ser caracterizada como um elo que jamais deveria se romper, pois as partes envolvidas estão diretamente em busca de um mesmo objetivo, que é o de cuidar do patrimônio de todos”, afirma José Geraldo Pimentel, presidente do Sindicondomínio/DF. Em um ambiente em que moram mais de uma família é necessário ter jogo de cintura, responsabilidade e bom senso. Tudo para que convivam bem e de uma forma que atinja o foco de todos. Por isso, morar em um condomínio não é algo tão fácil e necessita da interação entre todos os envolvidos: moradores, síndico e funcionários.

Para o presidente do Sindicondomínio, os desafios são intensos. Segundo ele, existem diversos problemas entre os moradores e o representante, mas tudo é questão de comunicação. “Falta de urbanidade e respeito entre as pessoas, em especial, pela diferença de nível cultural e social. Até mesmo a carência de postura e educação de alguns condôminos que sequer sabem cuidar da sua própria casa e família.

Por isso, existem tantas discórdias”, observa.José Geraldo adverte e diz que diante dessas situações, o síndico tem que agir como mediador de conflitos. “O síndico é aquela pessoa que se predispõe a contribuir com os demais condôminos no trato das coisas comuns. Atua diretamente como gestor e intermediador de conflitos, busca fazer com que os interesses coletivos sejam contemplados conforme consta do documento oficial chamado, convenção de condomínio”, explica.

O porteiro Joaquim da Silva diz que onde trabalha todos os moradores se ajudam

Foto: Toninho Tavares

O porteiro Joaquim da Silva diz que onde trabalha todos os moradores se ajudam.

Otimista, o presidente do sindicato acredita que os moradores, de modo geral, prontificam-se na administração do prédio e agem de forma sensata. “É uma questão de conscientização, pois todos precisam cuidar do próprio patrimônio”, afirma.A síndica Tânia Márcia Guedes é um desses profissionais que busca sempre estar em harmonia com os moradores do prédio. Ela diz que a missão é desafiadora, mas que trabalha com satisfação. “Trabalho em três prédios. O grande obstaculo é a colaboração dos moradores.

Na maioria dos casos eles preferem não se envolver”, observa.Tânia lembra que começou no ramo como subsíndica e que decidiu continuar por que gostou muito da experiência. “ Eu era subsindica e tomei posse no cargo de sindica após a desistência do titular. Gostei da experiencia e resolvi me capacitar”, afirma. Ela trabalha há 10 anos na mesma profissão e dá dicas para uma boa gestão. “Não é apenas impor ordens ao condôminos e funcionários. É saber ouvir”, argumenta.Relação entre moradores

O morador da Asa Sul e servidor público Carlos Goulart diz que as pessoas não querem assumir responsabilidades referentes ao edifício e reconhece que o trabalho de um bom síndico é muito difícil. “O serviço de um síndico é trabalhoso. Muita cobrança e pouco reconhecimento”, defende. Ele diz que no prédio em que mora, o síndico não é morador e não acha isso muito certo. “Eles preferem trazer um cidadão de fora para resolver problemas de dentro. Ou seja, pagam para fazer o seu serviço que nós poderíamos estar fazendo”, adverte.Segundo o porteiro Joaquim da Silva, trabalhador de um bloco da Asa Norte, o aspecto mais importante de um condomínio é a conversa. “Comunicação é fundamental. Ir a assembleia para saber com estão os andamentos de todos os procedimentos como água, contabilidade, entre outros é dever de todos os moradores”, opina.

Ele lembra que no edifício no qual trabalha, as coisas fluem bem. “Os moradores preocupam-se com os interesses do bloco. Existe uma boa participação”, comemora. ProfissionalizaçãoO setor imobiliário no Brasil apresentou grande crescimento nos últimos anos, principalmente no Distrito Federal. O acelerado progresso desse mercado culminou no aumento do número de condomínios.

Visando profissionalizar o trabalho dos gestores de condomínios, o Centro Universitário do DF (UDF), em parceria com o Sindicondomínio/DF, criaram o curso superior de Tecnologia em gestão de condomínio.“É necessário a presença de empreendedores e gestores qualificados que possam estar à frente dos condomínios residenciais e comerciais. Eles devem ser  devidamente preparados para a valorização do ser humano; a atenção voltada para a gestão de pessoas; a humanização da vida condominial; e a sustentabilidade do planeta”, explica Landejaine Maccori, professora mestre da UDF.

Landejaine diz que os síndicos devem se especializar

Landejaine diz que os síndicos devem se especializar.

Com o objetivo de preparar profissionais para estarem à frente de condomínios, o curso tem duração de 1.600 horas, podendo durar de dois a três anos. “A meta é que os alunos saiam do curso preparados para apresentar habilidades e competências necessárias ao exercício profissional na área de gestão condominial, assim como um comportamento ético, crítico e ciente da responsabilidade e do compromisso”, explica a professora.

A gestão de condomínios é uma atividade em constante renovação. Aos gestores é dada a exigência do domínio de diversas áreas, além da renovação permanente de seus conhecimentos. “Este mercado ainda é carente de profissionais. A formação possibilita atuar em vários mercados como gestor de condomínios residenciais de apartamentos, residenciais de casas, comerciais, consultórios e clínicas, centros de compras”, conclui Landejaine.

Por:   BERNARDO CLARKSON Redação Jornal da Comunidade

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maio 27

Mudanças no Google Maps beneficiam mercado imobiliário.


27 de maio de 2013 às 12:50
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: admin

Aplicativo é grande fonte de pesquisa para visualizar terrenos.


A internet e o mercado imobiliário trabalham em parceria, principalmente para disseminar informações sobre o setor e preparar o profissional corretor de imóveis para o mercado. Agora a novidade são novas funcionalidades do Google Maps, aplicativo da Google que permite recomendar caminhos, estabelecimentos e lugares.

O diretor de Negócios Imobiliários Flávio dos Reis, acredita que “muito mais do que um sistema para traçar rotas e destinos, ferramentas como essas são grandes fontes de pesquisa para encontrar lugares, visualizar terrenos, para que o cliente tenha acesso diferenciado a tudo precisar. Assim, os profissionais do mercado imobiliário podem potencializar a prospecção de novos negócios, reduzir custos e maximizar as vendas”, pontua.

Mais facilidades

Com as mudanças o programa também está mais leve e rodando com mais facilidade, já que dispensa plug-ins. O layout também foi alterado. Reis explica que “a antiga barra lateral que só servia para exibir resultados de pesquisas, ganha uma visualização 3D mais apurada, incluindo imagens cartográficas, ou seja a visualização por terreno está mais leve e fácil de usar”.

 

Fonte: Redação Redimob

 

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março 07

Ao declarar o IR, é preciso estar atento aos detalhes de transações imobiliárias.


7 de março de 2013 às 16:58
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: admin

Mesmo aqueles que estão na faixa de isenção devem declarar, caso a soma dos bens tributáveis ultrapasse os R$ 300 mil e se a venda tiver sido feita com ganho de capital não isento

Brasília – Quem realizou o sonho de comprar a casa própria no ano passado deve ficar atento às regras do Imposto de Renda (IR). Todos os contribuintes que prestam contas ao leão têm de incluir as informações sobre a transação. Mesmo aqueles que estão na faixa de isenção devem declarar, caso a soma dos bens tributáveis ultrapasse os R$ 300 mil e se a venda tiver sido feita com ganho de capital não isento. O ganho de capital é a diferença entre o preço pago pelo imóvel e o valor de venda.

A prestação de contas de transações imobiliárias é um dos assuntos que mais geram questionamentos junto ao Fisco. É que a declaração desse tipo de negociação confunde pelo excesso de detalhes e regras. O coordenador editorial de Imposto de Renda da IOB Folhamatic, Edino Garcia, alerta para os erros mais comuns. “Todos os imóveis devem ser informados pelo preço de aquisição. A única alteração ocorre quando há dinheiro gasto com reformas e benfeitorias”, explica.

Nesse caso, o contribuinte deve ter em mãos todos os recibos e notas. “Por isso, é importante guardar todos os comprovantes, que podem ser requisitados pela Receita Federal até cinco anos depois da declaração”, assinala Garcia. As regras também se aplicam a lotes vazios, nos quais ainda não há nenhum tipo de construção (terra nua).

Quem tem imóveis antigos também deve ficar de olho nas regras. Os bens adquiridos antes de 1969 têm isenção total do IR. Aqueles comprados entre esse ano e 1988 têm descontos graduais, 5% menos a cada ano. Uma casa adquirida em 1970, por exemplo, terá abatimento de 95% do Imposto de Renda. Já um imóvel comprado em 1988, ganha desconto de 5%.

Samir Choaib, advogado tributarista da Choaib, Paiva e Justo Advogados, lembra que o contribuinte tem direito a abater o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) do patrimônio declarado. “Mas o tributo só pode ser descontado no ano em que o declarante pagá-lo. Para imóveis financiados, isso costuma ocorrer no último ano”, diz. Ele alerta ainda para um erro comum na declaração de financiamentos. “A pessoa não deve colocar nada na coluna de dívidas e ônus”, enfatiza.

Fonte: Estado de Minas
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fevereiro 28

Construção: indústria de EPI “de olho” no mercado feminino


28 de fevereiro de 2013 às 13:44
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: admin

Os fabricantes de Equipamentos de Proteção Individual (EPI”s) estão investindo na fabricação de equipamentos personalizados, especiais para o tamanho das mulheres, a anatomia, para serviços ligados diretamente a elas ou desenvolvendo linhas de EPI”s, exclusiva para elas.

O grande destaque da mudança vai para os calçados que ganharam designers exclusivos. Segundo a gerente de marca do Guia do EPI, Bianca Alves, é um investimento justo, já que as mulheres hoje estão em todas as áreas do setor. “Elas começaram atuando como engenheiras e técnicas de segurança. Agora o trabalho se estendeu para atividades de pedreiro, ajudantes, azulejistas, ceramistas, eletricistas e encanadores. Elas são mais dedicadas, muitas delas são qualificadas, pois fazem cursos e acabam superando os homens”, diz ela.

Há algum tempo engajada no setor de Segurança e Saúde no Trabalho, Bianca acredita que a explicação para essa aposta dos fabricantes esteja nas estatísticas que apontam saltos bastante relevantes no que diz respeito à participação das mulheres neste mercado. A aposta de Bianca vai ao encontro à estimativa da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego, que aponta crescimento de 65% no número de mulheres atuantes na construção civil. Outra base para o assunto são os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mostram que somente no primeiro bimestre de 2010, 5.258 delas conseguiram emprego na área, ocupando 5,9% das vagas geradas no setor nesse período. Já em 2011, elas ocuparam 1.629 vagas das mais de 14 mil geradas pelo setor, ou seja, 11,49%. “Além disso, elas já ocupam 35% das vagas nos cursos técnicos e superiores”, acrescenta a gerente de Marketing.

Fonte: Portal Monitor Mercantil/BR

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dezembro 19

Mulheres desafiam preconceitos e estudam para atuar na construção civil.


19 de dezembro de 2012 às 7:30
Categoria: Gestão de Qualidade , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: admin

Em outubro deste ano, elas ingressaram em sala de aula com propósitos distintos, mas com uma característica em comum: são mulheres guerreiras. Após o processo seletivo, cerca de 200 mulheres iniciaram as aulas do programa Mulheres na Construção, uma iniciativa da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), em parceria com a Secretaria da Mulher, com o Instituto Federal de Brasília (IFB) e com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF).

Na quinta-feira (13), ela assistiram à última aula ministrada pela coordenadora de pesquisa de gênero da Secretaria da Mulher, Cláudia Afonso, – neste ano – que, entre outros temas, tratou da Lei Maria da Penha, história de condição e posição da mulher perante a sociedade, conquistas do universo feminino ao longo das décadas, noções de cidadania e direitos da mulher, direitos do trabalho, economia solidária e empreendedorismo.

A coordenadora da SEM-DF parabenizou as alunas pela perseverança, determinação e ousadia que tiveram e destacou que os conhecimentos compartilhados entre elas devem servir para que todas possam ser multiplicadoras de um dos ideais que a pasta busca: a construção de uma sociedade baseada na equidade de gênero. “Somente com a união de todas é que teremos condições de vencer o machismo, o patriarcalismo e o sexismo”, destacou Cláudia Afonso.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) feita em 2011 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mapeiam os setores da economia nos quais a presença feminina é raridade. Do total de trabalhadores na construção civil, 96,5% são homens. Na indústria, 64,6% da força de trabalho é masculina. No caso dos serviços industriais de unidade pública, eles representam 82,8% da mão de obra. Apenas as atividades do setor de serviços são ocupadas predominantemente por mulheres (52%).

Fonte:  Alô Brasília

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