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Faenge realiza assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Chateau du Parc.


1 de fevereiro de 2017 às 12:24
Categoria: Andamento das Obras , Gestão de Qualidade , Institucional
Publicado por: Thiago Carvalho

Faenge inicia 2017 com o pé direito.

Na noite, 31 de Janeiro,  a construtora realizou a assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Chateau du Parc, Noroeste – Brasília, DF

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Para apresentar o Chateau du Parc , no Noroeste, a primeira  assembleia reuniu diretores da construtora, proprietários e representantes da administração do condomínio. O encontro foi conduzido pelo diretor presidente da Faenge, Leonardo Ávila. Ele explicou aos proprietários tudo que precisa ser providenciado para o pleno funcionamento do empreendimento e das unidades. Além disso, realizou a eleição para o corpo diretivo do condomínio.

Leonardo, agradeceu a confiança depositada na empresa e reforçou a excelente escolha que os proprietários fizeram. “O Chateau é o lugar ideal para quem quer  morar bem e investi. Estamos entregando um prédio moderno, com acabamento diferenciado, com fácil acesso, e no melhor bairro de Brasília.” destacou o Diretor.

Faenge Facilities:

Na assembleia, foi  explicado  aos proprietários como será a atuação  no empreendimento. Para manter o conceito da gestão  moderna de condomínios, a Faenge  Facilities ,  fará  a primeira a gestão do condomínio.

 

 

 

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abril 11

Como declarar no IR um imóvel comprado na planta?


11 de abril de 2016 às 8:38
Categoria: Financiamento , Gestão de Qualidade , Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

Casal em dúvida

gpointstudio/Thinkstock

Casal em frente a um laptop: especialista explica como declarar no IR um imóvel comprado na planta em conjunto com a namorada.

 

Dúvida do internauta: Comprei um imóvel na planta em fevereiro de 2015 em conjunto com a minha namorada. Ela é isenta da declaração do Imposto de Renda porque tem renda mensal de 2 mil reais e não possui bens. O valor do apartamento é de 339 mil reais e pagamos uma entrada de 60 mil reais, incluído o valor de corretagem. Do valor total, 40 mil reais foram pagos com recursos de uma conta poupança conjunta e 20 mil reais com recursos próprios da minha namorada. As parcelas ficaram em 2,5 mil reais e eu pago 1,5 mil reais por mês e minha namorada o restante. O apartamento, ainda na planta, está sendo pago direto à construtora e o financiamento sairá somente quando ficar pronto, em novembro de 2017. Por minha namorada não declarar o Imposto de Renda, os 20 mil reais guardados por ela podem ser um motivo para a Receita Federal colocar a minha declaração na malha fina? Seria melhor a minha namorada entregar a declaração e cada um declarar o valor pago individualmente? Devemos preencher a ficha “Dívidas e Ônus Reais” para apontar quantas parcelas do financiamento ainda falta pagar?

Resposta de Alan Martins*

Você e sua namorada adquiriram o apartamento juntos. Por isso, cada um deverá informar a sua parte nas respectivas declarações.

Porém, se a renda mensal de sua namorada é de 2 mil reais e o valor que ela já pagou do apartamento somado a outros eventuais bens e direitos que ela possua for inferior a 300 mil reais, ela permanece dispensada de apresentar declaração.

Estando ela dispensada, as informações relativas ao imóvel serão preenchidas na sua declaração, na ficha “Bens e Direitos” e com o código “11 – Apartamento”.

No campo “Discriminação”, informe os dados do imóvel e do negócio: localização, nome e CNPJ da construtora, data de pagamento, condições e forma de aquisição (entrada mais parcelas pagas). No mesmo campo, esclareça que o imóvel foi adquirido em conjunto com a sua namorada, informando o nome e CPF dela, a circunstância pela qual ela está dispensada de entregar a declaração de IR, bem como que ela foi responsável pelo pagamento de 1/3 da entrada e de 40% do valor de cada parcela.

Guia IRPF 2016 de EXAME.com explica como declarar o Imposto de Renda

Informe o saldo “R$ 0,00″ no campo “Situação em 31.12.2014” e declare o custo de aquisição do imóvel, considerado o efetivamente pago durante o ano de 2015, ou seja, a soma do valor de entrada e das parcelas do financiamento quitadas ao longo do ano, no campo “Situação em 31.12.2015” (informe apenas a sua parte, ou seja, 40 mil reais de entrada mais 1,5 mil reais por parcela).

Todas essas informações corretas e detalhadas devem ser suficientes para que a Receita Federal não coloque a sua declaração na malha fina, mesmo que a sua namorada não apresente a dela por conta da dispensa.

Por outro lado, o fato de estar dispensada não impede sua namorada de declarar o Imposto de Renda. Se ela preferir fazer a declaração, valem para ela as mesmas orientações aplicáveis ao seu caso, mudando apenas os valores em razão da menor participação dela na aquisição do bem. Ela também deve informar no campo “Discriminação” que o imóvel foi adquirido em conjunto com você, informando seu nome e CPF, bem como que você foi responsável pelo pagamento de 2/3 da entrada e de 60% do valor de cada parcela.

Se o apartamento entrou como garantia de pagamento do financiamento para a construtora, o que acontece com frequência nessas transações, vocês não precisarão preencher a ficha “Dívida e Ônus Reais”. Essa ficha somente deve ser preenchida em situações nas quais os recursos para aquisição do imóvel tenham sido obtidos sem dar o imóvel em garantia, o que acontece com mais frequência em operações bancárias, tais como crédito pessoal ou consignado.

*Alan Martins é mestre em direito pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Especialista em direito tributário, professor e coordenador da área fiscal do CERS Cursos Online. Instrutor da Escola Fazendária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Fazesp). Docente em cursos de especialização e MBAs USP, INPG, ESD, UniFacef, Estácio/CERS e de outras instituições. Autor de livros para concursos e coordenador da área fiscal da Editora Juspodivm.

 

Fonte: EXAME.com.br

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dezembro 11

Palestras sobre uso correto de elevadores


11 de dezembro de 2015 às 7:18
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Síndicos, zeladores e administradores aprenderão sobre segurança, uso, conservação e manutenção do bem.

Um milhão de pessoas usam elevador diariamente
Um milhão de pessoas usam elevador diariamente.

Atualmente, cerca de 12 bilhões de elevadores estão em operação no mundo e transportam um bilhão de pessoas por dia. Para manter o bom funcionamento do equipamento e evitar a degradação por conta do uso, são necessárias atitudes seguras que nem sempre são adotadas, muitas vezes por falta de orientação e conhecimento.Para orientar os profissionais que trabalham em condomínios, como síndicos, zeladores e administradores, a Thyssenkrupp desenvolveu o Programa de Palestras de Uso Correto Seu Elevador. Ministrada por consultores, supervisores e gestores de todas as filias do Brasil, a palestra tem como objetivo incentivar a prática segura na conservação, manutenção e uso do equipamento.

O conteúdo teórico é bem completo e aborda desde dicas de segurança até informações referentes às responsabilidades sobre o equipamento, aspectos jurídicos, físicos e estruturais referentes à empresa de assistência técnica, bem como esclarece dúvidas sobre o funcionamento do elevador.

“Muitas vezes o condomínio não sabe, mas de acordo com a legislação vigente, a responsabilidade civil e até mesmo criminal por qualquer acidente envolvendo o elevador será compartilhada entre a empresa que presta serviço de manutenção, o condomínio e o síndico”, alerta Helder Alberto Oliveira Canelas, coordenador Corporativo de vendas de serviços da área de negócios Elevator Technology da Thyssenkrupp para o Brasil.

Entre as orientações para a contratação de uma empresa, dois documentos são fundamentais: registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de engenheiros técnicos responsáveis devidamente cadastrados e a anotação de Responsabilidade técnica (ART), que garantem ao condomínio que existe um engenheiro técnico responsável.

A palestra também orienta sobre os cuidados que devem ser tomados quando o elevador apresenta algum problema. A primeira orientação é não tentar resolver o problema sem a presença do técnico, pois qualquer atitude errada pode colocar as pessoas em uma situação de risco.

Por isso, a Thyssenkrupp alerta sobre os riscos e responsabilidades quando é feito o resgate de passageiro preso no elevador sem a ajuda de profissionais treinados. Também reforça lembretes de segurança, como a proibição de acesso à casa de máquinas por pessoas não autorizadas.

Além da parte teórica, a palestra inclui também vídeos sobre uso correto de elevadores e escadas rolantes criados pela empresa para orientar o público em geral, especialmente as crianças.

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setembro 29

Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares.


29 de setembro de 2015 às 8:44
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Opção é voltada para os consumidores que não querem prejudicar a estética dos telhados de suas casas.

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Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.

Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.

Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.

Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.

Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

Fonte www.pensamentoverde.com.br

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setembro 18

Noroeste ganha trilhas de caminhadas no Parque Burle Max


18 de setembro de 2015 às 9:39
Categoria: Gestão de Qualidade , Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

 

Obra realizada e custeada por onze empresas do setor imobiliário, as trilhas de caminhadas do Parque Burle Marx, situado no Setor Noroeste, foram inauguradas pelo Governador Rodrigo Rollemberg, no último dia 15/08. “É mais uma providência importante para a qualidade de vida dos moradores do Noroeste, que está em fase de implantação de sua infraestrutura”, diz Paulo Muniz, presidente da ADEMI-DF (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF), entidade que coordenou e unificou as empresas em torno da concretização do projeto das trilhas.

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Ao todo são seis trilhas com acesso pelo Parque Burle Marx e que seguem em direção à Asa Norte, onde três delas se juntam. As trilhas têm 1,20m de largura e 4,5km no total (somadas). Estão sendo entregues semi-pavimentadas, com piso em brita e meio-fio, com o menor impacto ambiental possível de acordo com a Autorização Ambiental nº 18/2014, fornecida pela SUGAP/IBRAM-DF.

Além das trilhas, a ADEMI-DF e suas empresas associadas já fizeram outras contribuições importantes ao Noroeste, como a doação ao Governo do Distrito Federal do projeto do próprio setor habitacional e do ParqueBurle Marx.

“As associadas à ADEMI-DF são empresas que atuam na legalidade em seus negócios e também cumprem seu papel de responsabilidade social, ao fazerem gestos como esses em prol da qualidade de vida dos cidadãos do Distrito Federal”, afirma Muniz.

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As empresas que participaram do projeto das trilhas do Burle Marx são: Área Realty, Brasal, FAENGE, JC Gontijo, Odebrecht, Real Engenharia, Silco, Soltec, Via, Villela e Carvalho e Emplavi.

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Assessoria de Imprensa – ADEMI-DF

Fonte : http://www.ademidf.com.br/

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setembro 10

Mutirão agiliza liberação de Habite-se no DF.


10 de setembro de 2015 às 17:48
Categoria: Andamento das Obras , Gestão de Qualidade , Institucional
Publicado por: Thiago Carvalho

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O setor imobiliário foi um dos que mais cresceu nas últimas décadas, no DF. No entanto, a liberação do Habite-se, autorização para início de utilização de local, tem demorado demais. E aí, os imóveis ficam parados.

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Fonte : R7.com.br

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setembro 08

Nunca é tarde para aprender.


8 de setembro de 2015 às 9:11
Categoria: Gestão de Qualidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Cerimônia de formatura aconteceu no auditório do Sinduscon-DF.

Yasmin Almeida
Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

28ª Formatura de Alfabetização certifica 61 trabalhadores da construção civil

Um pouco de português, um pouco de matemática, um pouco de esperança. É isso que significa o programa de alfabetização dos trabalhadores da construção civil do Distrito Federal. Mostrando o polegar, Francisco Soares, 45, emociona-se ao dizer que esse dedo não serve mais para assinar seu nome. “Eu agradeço o esforço de cada um que faz parte desse projeto e tenho orgulho em dizer que meu dedo, hoje, é usado apenas para segurar uma caneta ou cumprimentar um amigo e não para assinar, como fazia antigamente”, celebrou o orador da turma.

Foram 61 trabalhadores que, na última sexta, 28, compartilharam essa vitória ao participar da 28ª Formatura de Alfabetização e Primeiro Segmento do Ensino Fundamental do Serviço Social da Indústria da Construção Civil (Seconci-DF). “É muita alegria. Essa oportunidade mudou a minha vida, deu-me sabedoria. Agora eu consigo escrever o meu nome completo e isso não tem preço”, emocionou-se Divino Gomes, 53, trabalhador na empresa JC Gontijo.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), Luiz Carlos Botelho, ressaltou que a função da empresa é desenvolver recursos humanos e que a formatura é a glorificação para que os trabalhadores possam ir além. “O nosso maior presente é essa autoestima, Nosso desejo, como empresários, é que os alunos prossigam na busca pelo conhecimento”, destacou. O diretor do Sinduscon-DF, Leonardo Ávila, conta que sua empresa, Faenge, já participa há alguns anos do projeto. “A nossa política social é que em cada canteiro de obras tenha uma sala de aula. A cada trabalho, formamos algumas turmas. Participar disso é muito gratificante”, ressaltou.

Assim como o Sinduscon-DF, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília (STICMB), também parceiro no programa de alfabetização, esteve representado no evento por seu presidente, Edgard Viana. “Um dos maiores orgulhos que eu tenho é poder participar dessa formatura e ver esses trabalhadores capacitados para a vida”, ressaltou.

A construção civil é, tradicionalmente, um dos segmentos com menos escolarizados. Por isso, o setor tem o dever de mudar essa realidade. É o que explica o presidente do Seconci-DF, Deyr Corrêa. “O programa de alfabetização oferece a oportunidade para os trabalhadores melhorarem sua qualidade de vida, por meio do ensino. Estamos dando dignidade com o acesso à cidadania”, reforçou. Representando o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, compareceu ao evento o chefe de gabinete, Rômulo Neves, que conquistou aplausos com seu discurso: “a construção civil é o espírito de Brasília. Vocês são parte importante do crescimento que a cidade ainda vai ter. Não é todo mundo que sabe o que é esse esforço de trabalhar e estudar todos os dias, isso é uma grande vitória”.

No total, foram dez turmas de formandos. O diretor da JC Gontijo, Carlos Gorgulino, veio representando José Celso Gontijo, paraninfo da turma de alfabetização. Para ele, os alunos estão saindo do estado de limitação. “Vocês receberam uma chave que abre a porta fundamental para que a pessoa seja um cidadão pleno: a porta do conhecimento”, ressaltou. Há quase três anos no programa, um dos professores, Antônio Luiz dos Santos, explica que a maior parte dos alunos sempre teve muita vontade de estudar, mas, por precisarem trabalhar desde cedo, acabaram desistindo. “Foi com o projeto que eles puderam ter essa oportunidade única. É extremamente gratificante, pois todos querem aprender”, comemorou.

Compareceram à formatura, representando o governador de Brasília, o chefe de gabinete, Rômulo Neves; o deputado federal Izalci Lucas; o presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho; o presidente do Seconci-DF, Deyr Corrêa; o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz; o presidente do STICMB, Edgard Viana; o presidente da Fibra, Jamal Bittar; o diretor da JC Gontijo Engenharia, Carlos Gorgulino; o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Julio Perez; além de diretores dos sindicatos e entidades ligadas à construção civil do DF. Representando ainda o Sinduscon-DF, estiveram presentes os diretores Leonardo Ávila; Dionyzio Klavdianos; Jorge Salomão; Marcelo Guimarães; Mirelle Antunes; João Carlos Pimenta e Égades Oliveira.

Fonte : http://www.sinduscondf.org.br/portal/home

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agosto 25

Formatura de alfabetização na construção civil.


25 de agosto de 2015 às 11:12
Categoria: Gestão de Qualidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF.

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Na próxima sexta-feira, 28 de agosto, O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF), realiza a Formatura de Alfabetização e 1º Segmento do Ensino Fundamental. O evento coroa o esforço dos trabalhadores do setor que frequentam as aulas no próprio canteiro de obras. “A alfabetização é o primeiro passo da cidadania do homem. A partir daí os efeitos se multiplicam geometricamente. Ter uma escola dentro do local de trabalho estimula a aprendizagem” explica o presidente do Seconci-DF, Deyr Corrêa.

As aulas acontecem de segunda à quinta-feira e, geralmente, a estrutura é montada no refeitório das obras. Os horários podem ser após o almoço ou depois do expediente, a critério da empresa, como explica a Gerente de Capacitação e Educação da entidade, Luciana Borges. “Tentamos adaptar o ensino à realidade do canteiro para que, mesmo diante das dificuldades, os trabalhadores possam aproveitar a oportunidade de aprender”, conta Luciana.

A empolgação dos alunos é visível pelo reconhecimento e as mudanças que acontecem no dia a dia. “O que mudou foi que, antes eu não sabia nem escrever meu nome, e agora consigo. O próximo passo é aprender a fazer contas”, comemora Francisco Lopes Soares, 45 anos, aluno e servente. Ele será o orador da turma que, este ano, terá 61 alunos certificados.

Números: em 24 anos de programa, foram cerca de 12 mil atendimentos prestados

 CONVITE 28a _ FORMATURA -PROJETO DE ALFABETIZAÇÃO OPERARIOS

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agosto 13

Projeto de Alfabetização na Construção Civil é destaque na imprensa.


13 de agosto de 2015 às 10:15
Categoria: Gestão de Qualidade , Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

A Iniciativa busca disseminar novos conceitos na Construção Civil

Os trabalhadores  da  construtora Faenge que atuam nos canteiros de obras da empresa, têm dentro do local de trabalho a oportunidade de melhorar o ensino. Graças ao projeto em parceria com  Seconci-DF, que possui salas de aula espalhadas por todo DF , oferecendo uma nova chance  para quem quer voltar à sala de aula ou frequentá-la pela primeira vez. O principal objetivo do projeto de alfabetização no canteiros  é contribuir com o desenvolvimento do setor da Construção Civil.

Para os colaboradores do canteiro da obra da Faenge, Chateau du Parc, a importância do projeto é refletida nos avanços conquistados e na melhoria da qualidade de vida. Além de possibilitar o crescimento profissional, a participação dos trabalhadores tem feito a diferença em coisas simples no ambiente de trabalho e  também em seus lares. O sucesso do projeto está  sendo noticiado pela mídia local nas emissoras de TV e  nos Jornais da cidade, que reportam a importância  de incentivar a retomada dos estudos.

A gestora de qualidade da Faenge, Helena Cirqueira reforça a importância da educação na vida do trabalhador. “A parceria com o Seconci-DF e a construtora  faz  um elo entre o ensino e o trabalhador que não teve oportunidade. Graças a esse projeto, muitos estão melhorando a qualidade de vida e voltando a sonhar com coisas simples como tirar uma carteira de habilitação, por exemplo”, conta.

 

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Sobre o projeto – O projeto de Alfabetização do Seconci-DF é realizado em parceria com o Centro de Estudos Supletivos da Asa Sul (Cesas) e com os empresas associadas à entidade. Para ter uma sala de aula em seu canteiro, as empresas precisam disponibilizar um local apropriado, que pode ser o refeitório, e contribuir para o cadastro dos interessados. Ao aluno, não há nenhum custo e todo o material didático é fornecido pelo Seconci-DF. As aulas podem ser realizadas após o almoço ou depois do expediente, a critério da empresa. Caso não haja trabalhadores em quantidade suficiente para formação de turma, os interessados podem frequentar sala disponível no Setor Comercial Sul, onde há turma disponível para a construção civil e pessoas de comunidade.

 

Apoio: Assessoria de Comunicação Social Seconci-DF

Fotos: Sidney Rocha

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