julho 12

Financiamento imobiliário: Entenda a aplicação dos juros e taxas.


12 de julho de 2012 às 9:22
Categoria: Financiamento
Publicado por: admin

Conheça os sistemas de amortização utilizados para calcular as prestações e como eles afetam o gasto mensal.

 

Mulher fazendo conta sentada no chão

 

Se o seu grande sonho sempre foi ter uma casa ou apartamento próprio, mas poupar dinheiro é um desafio, o financiamento imobiliário pode ser uma boa alternativa para a compra de um imóvel. Porém, antes de fechar um negócio, é importante entender como o juro é calculado e também outros custos que compõe as parcelas, como a amortização, por exemplo.

Ao optar por um financiamento bancário e ter o crédito aprovado, você recebe o capital para a compra do imóvel escolhido – sobre o qual incidirão juros. Além dos juros, a prestação também é composta pela amortização.

Ambas as taxas fazem parte da parcela mensal que será paga à instituição financeira. A amortização é a parte do capital que está sendo devolvida ao banco. Já os juros correspondem ao empréstimo do dinheiro, que incide sobre o saldo total da dívida.

Segundo Antônio De Lucca Júnior, presidente da Rede Imobiliária Campinas, outro fator que deve ser avaliado é a renda familiar. “Antes de tomar a decisão, é preciso analisar se a renda da família é compatível com a parcela do financiamento e o valor total da dívida. Os bancos têm consultores, que orientam os interessados a financiar imóveis, e disponibilizam simulações de empréstimo”, explica.

Taxas variam de acordo com o Banco

Cada instituição bancária define o limite do empréstimo para a compra do imóvel, a taxa de juros e o prazo para o pagamento. Na prática, as taxas de juros cobradas pelas instituições variam de 8,5 a 12% ao ano, sendo que as taxas mais baixas são a de programas habitacionais subsidiados pelo governo, como o Minha Casa Minha Vida.

Dependendo do banco e do tipo de financiamento, pode-se escolher entre os seguintes sistemas de amortização: Price, SAC, SACRE. São esses sistemas que definem a maneira pela qual a prestação será calculada.

Price – Na Tabela Price, as prestações são fixas, os juros decrescentes e a amortização crescente. Nos primeiros meses, em virtude da parcela fixa, o valor a ser abatido do saldo devedor é muito pequeno, porque a maior parte vai para o pagamento de juros, por isso esse sistema é mais custoso para o comprador. Como os juros incidem sobre o saldo devedor, que foi pouco deduzido, o valor total pago no fim do financiamento tende a ser maior.

SAC – O Sistema de Amortização Constante tem prestações decrescentes, juros decrescentes e amortizações constantes. Com esse sistema, na composição das parcelas, o valor correspondente ao pagamento da dívida permanece constante, enquanto o valor que se refere ao pagamento de juros diminui progressivamente. Na prática, o valor das prestações e o saldo da dívida diminuem ao longo do tempo, no entanto, deverá arca-se com prestações mais altas no início dos pagamentos.

SACRE – O Sistema de Amortização Crescente é uma variação do SAC, que tem prestações decrescentes, juros decrescentes e amortizações crescentes. A diferença entre os dois sistemas é que esta corrige o saldo devedor antes de debitar a parcela do mês, de forma que a amortização do valor emprestado é maior e a ação dos juros é menor.

Sobre esses dois últimos sistemas (SACRE e SAC) incidem uma série de custos adicionais, como taxas administrativas, seguros, etc.

Para que você possa comparar e escolher o melhor sistema de amortização, o Conselho Monetário Nacional obriga os bancos a informar o Custo Efetivo Total (CET) em todas as transações financeiras, que detalha todos os custos e taxas inclusas no financiamento.

Veja algumas dicas da Rede Imobiliária Campinas para financiamento de imóvel

• Analise todas as taxas que compõe a parcela do financiamento, para analisar qual é a melhor delas na somatória final;

• Evite comprometer mais de 25% de sua renda com a prestação de um imóvel;

• Prefira os modelos de SACRE e SAC que reduzem a chance de inadimplência;

• Use parte do saldo do seu FGTS para reduzir a dívida;

• Seja conservador: nunca entre em dívidas que exijam o limite máximo de sua capacidade de pagamento.

Fonte: Anna Carolina Sampaio – Thema
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maio 24

Saiba como se organizar para o financiamento imobiliário.


24 de maio de 2012 às 11:03
Categoria: Financiamento
Publicado por: admin

O mercado imobiliário brasileiro ainda está aquecido, os preços estão altos e os metros quadrados, dependendo da região, caríssimos. Mesmo assim, conquistar a casa própria é um sonho que muitas pessoas não estão dispostas a adiar. Mas antes de fechar um financiamento, é preciso se organizar, dizem especialistas.

Verificar o orçamento familiar, pesquisar muito bem os imóveis, estudar os melhores bancos e as taxas embutidas em um crédito, além de pensar nos possíveis gastos para reforma e decoração são tarefas essenciais para o comprador da casa própria.

Especialistas consultados pelo iG ajudam na organização financeira para o processo do financiamento. Veja abaixo os principais pontos levantados por eles.

1 – Defina onde quer morar

O primeiro passo, na visão de Reinaldo Domingos, educador financeiro do Dsop, é definir onde se quer morar. “Existe uma enorme variedade de imóveis e padrões hoje em dia. É preciso se perguntar: qual é o meu padrão?”, diz.

Os imóveis podem ser divididos entre casas ou apartamentos, tamanho, número de dormitórios, de vagas na garagem, localização, enfim, diversos quesitos que interferem no preço final de cada um.

2 – Faça uma avaliação da renda familiar

E é por isso mesmo que o segundo passo está diretamente ligado ao primeiro. Sabendo qual é o seu foco e o custo, é hora de analisar a renda da família e a capacidade de comprometimento de parte dessa renda com o financiamento, afirma Domingos.

É imprescindível saber o que cabe no bolso de cada um, esclarece o especialista, e , apesar da ansiedade de ter a sua casa própria, considerar se não é melhor economizar um pouco mais e dar uma entrada melhor, ou até comprar à vista em alguns anos. As instituições financeiras podem oferecer melhores condições de empréstimo dependendo do valor pago como entrada do seu imóvel.

Se não quiser esperar, tudo bem. Mas é preciso fazer as contas. César Caselani, professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas, explica que não há um número mágico que diga exatamente quanto da sua renda pode ser comprometido com as prestações de um financiamento, “mas o teto é 30%,” diz.

“As pessoas têm aluguel, escola, luz, internet, entre outras contas fixas a pagar. Se o gasto chegar muito próximo à metade da sua renda, provavelmente você vai ter problemas para pagar as outras contas”, alerta.

“Não é à toa que a Caixa [Caixa Econômica Federal] está fazendo mais um feirão com milhares de imóveis. São propriedades que os mutuários não conseguiram terminar de pagar e foram tomadas”, complementa Domingos.

3 – Unir a família é fundamental

É importante envolver toda a família na decisão de comprar um imóvel, lembra Caselani. Deve-se convencer a todos que se não houver uma redução nos gastos, o pagamento do imóvel pode ser prejudicado. “Alguém tem que lembrar que possivelmente não haverá mais aquela viagem que estava sendo planejada, e isso pode gerar um conflito. A conversa é sempre complicada, mas a família precisa falar sobre dinheiro”, observa o professor.

Todos devem estar dispostos a colaborar. Em geral, de 20% a 30% de tudo que gastamos dentro de casa é em excesso, aponta Domingos. Portanto, é possível tentar reduzir os gastos.

4 – Tenha paciência para pesquisar

Desde abril, os bancos estão anunciando quedas nas suas taxas de juros. No entanto, é preciso avaliar tudo isso com calma, avisa Caselani. Isso não necessariamente significa que o custo será menor, pois o que algumas instituições financeiras estão fazendo é aumentar outras tarifas para compensar, completa.

Sempre é preciso pesquisar quais seriam as melhores taxas para o seu perfil. Quando você é cliente de um banco já há algum tempo, a probabilidade de conseguir benefícios no pagamento é maior, explica o professor.

5 – Prepare-se para mais gastos

Os gastos relativos à compra de uma casa ou apartamento não se resumem apenas ao imóvel em si, diz Osmar Roncolato, vice-presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

“As pessoas querem condições habitáveis. Deve-se pensar desde o primeiro momento até as despesas que só aparecem depois, como armários, por exemplo”.

Se for um imóvel usado, pode ser que ele precise de reforma, móveis e outros acessórios novos. Se ele for novo, o comprador pode gastar até 30% do valor do imóvel a mais para poder se instalar, calcula o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Isto quer dizer que se o imóvel novo custa R$ 200 mil, os gastos com piso, lustres, móveis, pintura, entre outros itens, podem ser de até R$ 60 mil. Este valor também deve ser contabilizado no momento da compra da casa própria, alertam os especialistas.

Outro fator que se deve observar, conclui Domingos, é o custo de vida na região escolhida para morar. “Quais são os valores dos produtos da região? Quanto custa o pão, o mercado, o combustível? Quanto vai custar meu transporte até o trabalho?” Tudo isso pode mudar o orçamento mensal da família.oupança).  “As pessoas querem condições habitáveis. Deve-se pensar desde o primeiro momento até as despesas que só aparecem depois, como armários, por exemplo”.

Se for um imóvel usado, pode ser que ele precise de reforma, móveis e outros acessórios novos. Se ele for novo, o comprador pode gastar até 30% do valor do imóvel a mais para poder se instalar, calcula o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Isto quer dizer que se o imóvel novo custa R$ 200 mil, os gastos com piso, lustres, móveis, pintura, entre outros itens, podem ser de até R$ 60 mil. Este valor também deve ser contabilizado no momento da compra da casa própria, alertam os especialistas.

Outro fator que se deve observar, conclui Domingos, é o custo de vida na região escolhida para morar. “Quais são os valores dos produtos da região? Quanto custa o pão, o mercado, o combustível? Quanto vai custar meu transporte até o trabalho?” Tudo isso pode mudar o orçamento mensal da família.

Postado :   24/05/2012 09:43:14 

Fonte:  portal iG
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maio 04

8° Feirão da Caixa oferece mais de 15 mil imóveis em Brasília.


4 de maio de 2012 às 15:56
Categoria: Financiamento
Publicado por: admin

A Caixa Econômica Federal inicia nesta sexta-feira (04), a 8ª edição do Feirão CAIXA da Casa Própria. Em Brasília, do dia 04 (sexta) até 06 (domingo) serão oferecidos cerca de 15 mil imóveis novos, usados e na planta, com crédito fácil e rápido. O evento acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

As taxas reduzidas para o crédito imobiliário passam a valer no mesmo dia e serão mantidas mesmo após o Feirão, nas agências do banco em todo país.

A oitava edição do evento vai contar, na cidade, com mais de 74 construtoras, quase 35 imobiliárias e 57 correspondentes da CAIXA.

“O Feirão é a grande possibilidade de realizar o sonho da casa própria. Uma das principais vantagens do cliente que for ao feirão é poder encontrar num só lugar a Caixa, como agente financeiro, várias corretoras e construtoras com diversas oportunidades de negócios, podendo inclusive sair de lá com a chave de sua casa. Além disso, com o lançamento do programa Caixa Melhor Crédito as taxas de financiamento habitacional foram reduzidas em até 21%”, explica o superintendente regional da CAIXA, em Brasília, Elício Lima.

Em 2011, mais de 41 mil pessoas visitaram o Feirão em Brasília, onde foram assinados e encaminhados 3.696 negócios, o equivalente a mais de R$824  milhões.

Condições

As linhas de financiamento para a casa própria da CAIXA atendem a todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 30 anos. Os juros podem variar, dentro do SFH, de 4,6% a.a. até 9% a.a., para todas as modalidades de financiamento. Os interessados na compra de uma moradia vão encontrar oportunidades de negócios com financiamento de até 100% do valor do imóvel.

Para quem quer sair do Feirão com imóvel próprio, basta levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda.

Além dos Feirões, os interessados podem obter informações em todas as agências da CAIXA, pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco (0800-726-0101), disponível 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.

Outra opção é o simulador habitacional na internet, que pode ser acessado no portal da instituição (www.caixa.gov.br). Na ferramenta, é possível calcular e visualizar vários cenários e valores, e ainda escolher a opção que mais se encaixa no rendimento familiar. Desde a sua criação, em 2008, o sítio já realizou mais de 500 milhões de simulações.

Até o dia 20 de abril de 2012, a Caixa assinou 313 mil contratos habitacionais, no valor total de R$ 26,3 bilhões em financiamentos. O valor médio diário em financiamentos atingiu R$ 380 milhões e o número de contratos assinados, por dia, chegou a 4.300.

Cerca de 52% das famílias beneficiadas têm renda de até dez salários mínimos. Para imóveis novos, foram destinados 70% de todo o montante contratado no período, o que corresponde a R$ 18,4 bilhões.

Somente pelo Programa Minha Casa Minha Vida 2 já foram realizados, desde o seu lançamento até o dia 18 de abril de 2012, mais de R$ 46 bilhões em financiamentos, viabilizando a contratação de  641.284 mil novas unidades habitacionais, sendo 582.519 imóveis somente na faixa de renda de até R$ 3.100.

O Feirão acontece de sexta-feira (04) a domingo (06), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Fonte: Caixa Econômica Federal

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abril 25

Crédito mais barato para a casa própria.


25 de abril de 2012 às 10:54
Categoria: Financiamento
Publicado por: admin

Após cortar os juros cobrados nos empréstimos pessoais, cartão de crédito, cheque especial e nos financiamentos de bens em geral, a Caixa Econômica Federal anunciou que também vai baixar as taxas dos financiamentos habitacionais. A queda deverá ser de pelo menos 0,5 ponto percentual, o que, nessa linha de crédito, significa economia expressiva, pois os valores financiados são muito mais altos. Hoje, a Caixa cobra juros de 5% a 8,16% ao ano nas linhas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, para famílias com renda até R$ 5,4 mil, e entre 8,56% e 10,5% ao ano para imóveis para a classe média, com recursos da caderneta de poupança. O índice de atualização do saldo devedor é a Taxa Referencial de Juros (TR).

O presidente do banco, Jorge Hereda, anunciará as novas taxas hoje, que passarão a valer a partir de 4 de maio, quando começa o Feirão de Imóveis promovido pela instituição. A Caixa não adiantou se as novas taxas serão válidas somente para os novos contratos ou se beneficiarão também os financiamentos que estão em andamento. Como são créditos de longo prazo, de 20 e 30 anos, o mutuário que já paga as prestações poderá pleitear, na Justiça, a nova condição oferecida. Uma redução de 0,5 ponto percentual ao ano representa economia de R$ 20 por mês ou R$ 240 por ano no caso de um saldo devedor de R$ 50 mil. Se o débito for de R$ 150 mil, a prestação fica R$ 60 mais baixa, cerca de R$ 720 a menos em um ano.

Simulação
Na página da Caixa na internet, o simulador de financiamento faz os cálculos das prestações para quem ganha até R$ 5,4 mil estabelecendo juros nominais entre 4,5% e 7,66% ao ano para a Carta de Crédito FGTS. Em outra parte do site, ao dar as condições gerais do financiamento, o banco informa que os juros nominais são entre 5% e 8,16%. Questionada sobre essas taxas que constam no simulador do site, a assessoria de imprensa do banco garantiu que ainda não houve a redução e que o sistema não está atualizado. Não soube explicar, contudo, a divergência entre os percentuais.

Já no caso do crédito pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), para renda acima de R$ 5,4 mil e imóvel de até R$ 500 mil, tanto o simulador como as condições gerais do financiamento informam que a taxa nominal é atualmente de 8,56% ao ano para quem opta em manter na Caixa conta com cheque especial, cartão de crédito e débito automático da prestação. Para os demais, os juros são de 9,6% anuais. No caso de imóveis acima de R$ 500 mil, esses juros são de 10,02% a 10,5% ao ano.

Como está hoje (Em % ao ano)

Veja os encargos cobrados
nos financiamentos habitacionais

Classe média – SBPE
(Imóvel até R$ 500 mil)

» Opção básica
(pagamento por carnê)
9,57% ao ano mais TR

» Para quem tem débito
automático e produtos Caixa,
como cartão de crédito
8,56% ao ano mais TR

Carta de Crédito FGTS
» 7,66% ao ano mais TR

Minha Casa, Minha Vida
» Entre 4,5% e 7,66% ao ano mais TR

Fonte: Site da Caixa/ simulação feita ontem

Correio Braziliense – 25/04/2012

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dezembro 12

Brasileiros terão crédito de R$ 160 bilhões para casa própria em 2012


12 de dezembro de 2011 às 11:22
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Nem a crise econômica mundial, que cada vez mais se aproxima do Brasil, nem a forte valorização dos imóveis nos últimos três anos vão segurar o mercado imobiliário em 2012. Os brasileiros que pretendem adquirir sua casa própria ou mesmo trocar de imóvel para um maior e mais confortável não terão problemas por falta de crédito. As projeções são de que, somadas todas as linhas disponíveis no mercado, serão disponibilizados cerca de R$ 160 bilhões para aquisição de imóveis prontos, construção e reforma — um recorde. O valor é 23% maior que o aplicado até o fim deste ano, de quase R$ 130 bilhões.

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dezembro 07

Construção civil puxa crescimento do país


7 de dezembro de 2011 às 11:26
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Apesar de sentir o freio na economia, a construção civil brasileira deve seguir à frente do PIB em 2011 e 2012. Depois de dois anos de forte crescimento, o setor se desacelerou, mas ainda tem fôlego para crescer.

A previsão da indústria da construção é de crescimento de 4,8% neste ano. O SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo) havia estimado 6% no ano passado. Continue lendo

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