novembro 21

Investidores ainda apostam na valorização de imóveis para revenda.


21 de novembro de 2012 às 10:28
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Estudo de abrangência nacional mostra que somente 30% do consumidores que compram imóveis para investimento têm o objetivo de alugar.

expectativa de valorização dos imóveis ainda motiva 70% dos investidores do setor, que compram com o objetivo de revenda. O restante, 30%, quer alugar. Os dados são da Datastore, empresa de pesquisa de mercado com foco no setor imobiliário. O estudo, apresentado no Brasil GRI, é resultado da compilação das preferências de 75 mil consumidores em 400 localidades do País desde meados de 2010. São entrevistadas somente pessoas que declaram intenção de comprar um imóvel nos próximos 24 meses. Na média brasileira, 60% dos compradores de imóveis têm o perfil morador e 40% é investidor. Com o recorte de uma faixa de renda menor – de três a seis salários mínimos – o perfil morador sobe para 75%.

Segundo Marcus Araujo, presidente da Datastore, a média de valorização dos imóveis no Brasil nos últimos anos foi de 55%, mas esse ritmo deve diminuir.

Comprar um imóvel na planta não é problema para a maioria: 98% aceitam a condição, pois acreditam na economia de dinheiro e têm a possibilidade de escolher as melhores unidades. Além disso, apostam na valorização do imóvel para revenda posterior.

Quantos dormitórios?

Os apartamentos de três dormitórios são os preferidos em todas as faixas de renda.

Nas famílias que ganham entre três e seis salários mínimos, 52% preferem um imóvel com três quartos e 48% com dois.

Para os consumidores com renda acima de seis salários, três dormitórios são a escolha de 57%, enquanto dois dormitórios, 34%. Os apartamentos com quatro dormitórios são preferidos por 8%. Um quarto: 1%.

De acordo com a pesquisa, a tendência atual para os imóveis de médio e alto padrão, com o encolhimento do número de pessoas nas famílias, é de que espaço do quarto dormitório seja transformado em uma terceira sala, que abrigue espaço para eletrônicos, como videogames, TV e computador. De acordo com Araujo, oslançamentos imobiliários já estão incorporando essa tendência.

Vaga na garagem

Com renda acima de R$ 6 mil, os consumidores que preferem apartamentos de dois dormitórios também querem duas garagens.

Segundo a Datastore, no entanto, com o preço médio de R$ 25 mil por uma segunda garagem, muitos compradores desistem e optam por empreendimentos com uma vaga, mesmo que depois tenham custos para manter um seguro mais caro para o segundo automóvel ou gastem com o aluguel de uma garagem.

Já para os que preferem três dormitórios, as duas garagens são pedido obrigatório, além de que o prédio tenha vagas para visitantes. Três salas e varanda gourmet com ligação direta com a cozinha do apartamento também fazem sucesso. “O lazer está migrando para dentro da residência”, diz Araujo.

Localização

Na faixa de renda mais baixa – de três a seis salários mínimos – 90% aceitam morar longe do centro da cidade. Mas quando a renda aumenta (acima de seis salários), esse número cai para 50%, com a exigência de que as comunidades planejadas ofertem comércios e serviços, como escola, além de segurança e facilidade de vias de acesso.

Por: Mariana Congo, do Economia & Negócios

Fonte: Estadão

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novembro 06

Financiamento ficou mais atrativo.


6 de novembro de 2012 às 9:06
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Em outubro, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central diminuiu a taxa Selic (taxa básica de juros) para 7,25% ao ano. Foi a 10ª redução consecutiva da taxa, que caiu 42% nos últimos meses. Além de influenciar a queda, ainda que modesta, da taxa de juros do financiamento de imóveis, a medida tornou o financiamento mais interessante para quem planeja comprar a casa própria por conta da correção das mensalidades, hoje zero.

“A taxa Selic colaborou para que o custo do financiamento fosse menor, porque há um ano, a média da taxa de juros era 11,5% ao ano e hoje gira em torno de 10,5%”, explica o economista e vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil, José Dutra Vieira Sobrinho. “Mas há também o indexador, que corrige as prestações. Quando a Selic estava em torno de 8,5%, a taxa referencial estava em muito próxima de zero. Agora com a taxa básica de juros a 7,25% ao ano, o valor das mensalidades se mantém”, continua.

Com tais índices, o financiamento também se mostra mais vantajoso que o consórcio, modalidade conhecida pela ausência da cobrança de juros, pois o valor final do imóvel adquirido via consórcio pode ser muito superior ao preço inicial do apartamento ou casa. “O consórcio era vantajoso quando a taxa de imóveis de financiamento girava em torno de 14%. Existem financiamentos com taxa de juros de 5%. O consumidor tem de ver qual é a taxa administrativa, que muitas vezes pode representar acréscimo significativo ao valor total do imóvel”, explica a pesquisadora em Planejamento e Gestão Territorial e professora da UFABC (Universidade Federal do ABC) Luciana Royer. “Sei de casos de consórcio que podem atingir até 20% do valor do imóvel”, alerta.

Na opinião de David Dantas, professor de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), outra desvantagem do consórcio é a demora na contemplação. “O problema do consórcio é que o consumidor não sabe se a carta de crédito será capaz de comprar o imóvel que ele pensava no início. Portanto, esta modalidade só é interessante se houver condição de garantir antecipação da compra por meio de lances”, conclui.

Para quem busca imóvel novo, na planta ou construí-lo pode ainda optar pelo programa Minha Casa Minha Vida, que financia até 100% do valor da residência no prazo de 30 anos, com taxas a partir de 5% ao ano. Nas regiões metropolitanas, como o ABC, quem tem renda entre R$ 1,6 mil e R$ 5 mil pode financiar imóveis de até R$ 190 mil.

Planejamento evita dor de cabeça

Além de avaliar as taxas de juros e administração, os especialistas ressaltam a importância de fazer uma profunda investigação sobre a sua situação financeira, visto que o erro mais frequente de quem quer comprar um imóvel é desconsiderar os custos que a aquisição agrega. “Quando se compra um imóvel financiado, o consumidor tem custos que variam entre 20% e 30% do valor do imóvel, gastos com a ocupação, compra de móveis e eventuais reparos”, pondera Dantas.

Por isso, Dantas aconselha destinar, no máximo, 30% da renda para o pagamento das mensalidades, um pouco abaixo da capacidade de pagamento, porque se ocorrer algum problema, o consumidor consegue se ajustar.

Outro erro frequente é não inspecionar o vendedor do bem. “Quando se compra um imóvel na planta, é necessário avaliar também a idoneidade da construtora. Mas se for usado, o comprador precisa saber se o vendedor tem débitos com IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) ou dívidas, pois estes custos podem dar dor de cabeça ao consumidor, que não terá a quem recorrer após a transação”, ensina.

Por Camila Bezerra 

Fonte: Repórter diário

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outubro 29

Caixa atinge em outubro mesmo valor de empréstimos imobiliários do ano de 2011.


29 de outubro de 2012 às 15:35
Categoria: Financiamento
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Até agora, R$ 80,2 bilhões foram contratados. Expectativa é chegar a R$ 100 bilhões até o fim do ano

A Caixa Econômica Federal anunciou que atingiu no dia 23 de outubro R$ 80,2 bilhões em contratações de crédito imobiliário, valor equivalente ao total registrado em todo o ano de 2011.

O valor é 36,2% maior do que o arrecadado no mesmo período do ano passado, quando haviam sido contratados R$ 58,8 bilhões. A expectativa do banco é que o crédito imobiliário atinha R$ 100 bilhões de empréstimos até o final de 2012, o que seria um recorde.

De acordo com a Caixa, este crescimento pode estar associado ao Programa Caixa Melhor Crédito lançado em abril. O banco afirma que a linha prevê a redução nas taxas de juros, o aumento do volume de recursos disponíveis no mercado e a orientação para o crédito consciente, além da valorização dos clientes.

Por Aline Rocha

Fonte:  Portal PINIWEB

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outubro 25

Imóvel, aposta segura.


25 de outubro de 2012 às 13:43
Categoria: Financiamento , Mercado
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Fonte: Correio Braziliense

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outubro 09

Unir salários do casal facilita financiamento.


9 de outubro de 2012 às 15:39
Categoria: Financiamento , Mercado
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Financiar imóveis para casais é a preferência da maioria das instituições financeiras. Para Cristiane Mascarenhas, diretora da Total, empresa que atua na formação de corretores imobiliários, essa predileção se deve ao fato de serem duas, e não apenas uma, pessoas comprometidas em cumprir o pagamento da dívida. Uma das vantagens de comprar imóvel em parceria com o companheiro é que ambos podem utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e assim reduzir o valor a ser financiado ou até mesmo pagar o imóvel integralmente.

De acordo com Adelson Prata, gerente regional da Caixa, os recursos da conta vinculada do FGTS podem ser usados na aquisição de imóvel residencial urbano concluído para pagamento parcial ou total do valor do imóvel. “Também podem ser usados para amortizar ou liquidar o contrato habitacional e, ainda, no pagamento de parte das prestações mensais ao longo do contrato de financiamento”, ele disse.

Existem diversas modalidades de financiamento para casais. “Só que os mais comuns entre os parceiros, atualmente, são o programa Minha Casa, Minha Vida, para os imóveis novos que podem ter valor de até R$ 170 mil, e financiamentos bancários, que são utilizados para os imóveis com valores mais altos”, explica Cristiane.

Fonte: www.imbui.com.br

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setembro 26

Crédito imobiliário poderá ser levado para outro banco.


26 de setembro de 2012 às 10:02
Categoria: Financiamento , Mercado
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A partir de agora, a chamada portabilidade do crédito imobiliário ficará mais fácil para o mutuário que desejar fazer um financiamento mais barato a partir da queda das taxas de juros. O Conselho Monetário Nacional (CMN), que regulamentará a lei sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no mês passado, quer simplificar o processo de troca de dívida e diminuir o custo de alienação do imóvel, quando há a mudança de uma instituição financeira para outra.

O consumidor que compra imóvel financiado por instituição bancária pode fazer a transferência do crédito de um banco para outro desde 2006, quando foi criada a portabilidade de crédito. O saldo devedor é quitado na transferência entre as instituições.

Mas nem sempre essa transação é vantajosa para os consumidores por conta dos custos, que incluem a necessidade de fazer um novo registro de imóvel devido à transferência de credor, além dos gastos cartoriais e os impostos relativos à transferência da propriedade.

Pela nova proposta em estudo pelo CMN, o mutuário não será mais obrigado a pedir novo registro do imóvel quando fizer a portabilidade para novo credor. Uma das propostas prevê que a nova alienação seja feita apenas com uma averbação ou um termo aditivo no contrato já existente. Hoje, na Cidade do Rio, o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) custa 2% do valor venal do imóvel residencial.

 Pelas regras atuais, trocar de um banco para outro fica mais caro

Diretor-executivo de Estudos Financeiros da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira diz que, em tempos de redução de juros, vale a pena a trocar dívida imobiliária.

“Quem fez um financiamento nos últimos 12 ou 24 meses certamente deve ter financiado com juros médios de 12% ao ano. Hoje, as instituições financiam com taxas de 8%. Portanto, a portabilidade é vantajosa”, diz Oliveira.

O economista lembra, no entanto, que fazer a transferência do crédito imobiliário não é tão simples com as regras atuais. “A nova instituição terá que fazer a avaliação do imóvel, há o registro do imóvel e despesas cartoriais. Tudo isso tem um custo”, alerta.

Em um imóvel de R$ 300 mil, o ITBI sairia a Rmil, mais R$ 250 de taxa de engenharia, averbação de R$ 210,49 e R$ 765,17 no novo registro. O mutuário teria que desembolsar, de uma só vez, R$ 7.225,66 para fazer a portabilidade.

Fonte:  Jornal O Dia

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setembro 19

Crédito imobiliário, saiba como escolher o melhor.


19 de setembro de 2012 às 8:39
Categoria: Financiamento
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Ter uma casa própria é o sonho de qualquer brasileiro. Sair das dívidas que envolvem a organização de um lar, como aquisição de móveis e objetos, é fundamental para quem pretende ter uma vida a dois ou, quem sabe, morar sozinho.

Por isto, para ter sucesso na compra de um imóvel, o ideal é que a pessoa tenha um conhecimento prévio das opções de crédito disponíveis, para fazer uma boa escolha.

Mas, escolher o melhor crédito imobiliário não é uma tarefa simples. Atualmente, no mercado há uma infinidade de empresas que financiam imóveis, com as mais diversificadas formas de pagamentos. No entanto, o que muitos não sabem é que na maioria destas oportunidades, as “facilidades” são aparentes. Entretanto, na prática, as dores de cabeça são enormes.

O financiamento de um imóvel é um investimento a longo prazo. Por isto, o ideal é que ele seja planejado com bastante antecedência. Verifique as taxas de juros, o tempo necessário para ser pago, observe se o banco ou a instituição financeira oferece algum plano de redução das parcelas, dentre outros fatores. Tudo isso faz com que o processo ocorra de forma mais tranquila e dentro do padrão de cada família ou investidor. Aproveite e acompanhe as principais dicas, que os especialistas em crédito imobiliário indicam:

– Jamais seja apressado ao escolher um plano de financiamento. Reflita com calma, pois ele poderá se constituir um dos principais fatores para que você erre na escolha e atraia para si vários prejuízos. Para contrair este tipo de débito, é necessário conhecer várias ofertas, vários bancos e todas as formas possíveis de pagamento.

– Não ultrapasse a 25% de sua renda líquida. Existem alguns limites nos valores das prestações oferecidas pelos bancos; algumas, chegam a 30% ou 35% dos ganhos líquidos de uma pessoa, mas, o ideal é não comprometer mais de um quarto dos rendimentos da família.

– Escolha sempre o prazo mais curto para pagar o empréstimo imobiliário. Mesmo que passe alguns anos, este é o melhor investimento, mas, desde que se enquadre no requisito citado acima. O propósito é se livrar da dívida o quanto antes.

– Caso, em algum momento, receba uma quantia extra, não hesite em quitar a dívida ou algumas parcelas. Lembre-se que você investiu em algo de longo prazo, essencial para qualquer família. Mesmo que seja cobrada alguma taxa por adiantamento de valores, o valor que irá economizar de juros, compensa o sacrifício.

– Procure dar uma boa entrada em dinheiro, para diminuir o valor do financiamento.

– No SAC, as parcelas são maiores no início e decrescem com o tempo. Isto acontece porque neste sistema, a dívida é amortizada desde o início do financiamento e paga-se menos juros ao longo do contrato.

Um dos planos mais procurados pelas pessoas é exatamente o SAC, um tipo de financiamento em que os valores das parcelas diminuem com o passar do tempo. Por isto, ele é o financiamento ideal para quem possui renda familiar razoável, pois não irá comprometê-la por um longo período.

Fonte: www.forumdaconstrucao.com.br
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agosto 30

Bancos reduzem taxas e elevam prazos para financiamento imobiliário.


30 de agosto de 2012 às 16:28
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Os bancos cortaram os juros do financiamento imobiliário e ampliaram o prazo de pagamento, em um movimento para alavancar o segmento que apresenta as maiores taxas de crescimento no crédito brasileiro.

Os juros da modalidade nas principais instituições do país variam de 7,7% a 11% ao ano mais Taxa Referencial para a compra de imóveis de até R$ 500 mil (veja quadro).

Com isso, a maioria dos novos contratos é fechada com taxa de 9% ao ano, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário). Há um ano, essas operações eram contratadas, em grande parte dos casos, por 10,5% ao ano.

Para os próximos meses, no entanto, não há previsão de cortes significativos. “Os bancos chegaram no limite do que se pode trabalhar”, diz Octavio de Lazari Junior, presidente da entidade. As reduções agora deverão ocorrer de acordo com o relacionamento do cliente com o banco.

Diogo Shiraiwa e Affonso/Editoria de arte/Folhapress

A última modificação de juros foi anunciada pelo Santander neste mês. Em maio e junho, Banco do Brasil e Caixa também melhoraram as condições. As demais instituições ainda não anunciaram oficialmente alterações.O economista José Pereira Gonçalves, especialista em mercado imobiliário, concorda que não há mais espaço para grandes mudanças. “Existe um custo de captação dos recursos pelo banco, não há como diminuir ainda mais essa margem”, diz.A maioria das operações vem de recursos da poupança. Desde maio, os novos depósitos tiveram a rentabilidade reduzida, atrelada a um percentual da taxa básica de juros, a Selic.

Com a queda, os bancos tiveram esse custo de captação reduzido.”Por mais que tenha caído, essa redução é momentânea, atrelada à Selic. Como as operações de financiamento são de longo prazo [até 35 anos], os bancos precisam estabelecer um parâmetro; assim, não têm como cortar mais.”Em relação ao prazo, Caixa e Santander ampliaram o teto de 30 para 35 anos. No anúncio, em junho, a Caixa disse que a vantagem é o aumento da capacidade de compra do mutuário, que pode financiar um imóvel mais caro.

A prestação deve ser de até 30% da renda.FATORESAs instituições consideram a modalidade uma das mais importantes do sistema financeiro atualmente.O professor de finanças da FIA (Fundação Instituto de Administração) Ricardo Rocha diz que o interesse vem da possibilidade de a instituição manter relação de longo prazo com os mutuários.

Diogo Shiraiwa e Affonso/Editoria de Arte/Folhapress
Além disso, a análise de crédito para a concessão é rigorosa e a retomada do bem ocorre rapidamente no caso de inadimplência. “São as operações de crédito mais seguras”, afirma Gonçalves.O crédito imobiliário tem a menor inadimplência do mercado. Em maio, o percentual estava em 2%, enquanto o índice do crédito pessoal, por exemplo, era de 5,7%.
BUROCRACIA
Os bancos têm feito esforços para reduzir a burocracia nessas operações, que ainda estão entre as mais complicadas do sistema financeiro.
As instituições discutem, por exemplo, o registro eletrônico e a padronização dos contratos. A ideia é transmitir, por um sistema, o contrato para o cartório, que o devolve da mesma forma.
Fonte:  Folha.com
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julho 12

Financiamento imobiliário: Entenda a aplicação dos juros e taxas.


12 de julho de 2012 às 9:22
Categoria: Financiamento
Publicado por: admin

Conheça os sistemas de amortização utilizados para calcular as prestações e como eles afetam o gasto mensal.

 

Mulher fazendo conta sentada no chão

 

Se o seu grande sonho sempre foi ter uma casa ou apartamento próprio, mas poupar dinheiro é um desafio, o financiamento imobiliário pode ser uma boa alternativa para a compra de um imóvel. Porém, antes de fechar um negócio, é importante entender como o juro é calculado e também outros custos que compõe as parcelas, como a amortização, por exemplo.

Ao optar por um financiamento bancário e ter o crédito aprovado, você recebe o capital para a compra do imóvel escolhido – sobre o qual incidirão juros. Além dos juros, a prestação também é composta pela amortização.

Ambas as taxas fazem parte da parcela mensal que será paga à instituição financeira. A amortização é a parte do capital que está sendo devolvida ao banco. Já os juros correspondem ao empréstimo do dinheiro, que incide sobre o saldo total da dívida.

Segundo Antônio De Lucca Júnior, presidente da Rede Imobiliária Campinas, outro fator que deve ser avaliado é a renda familiar. “Antes de tomar a decisão, é preciso analisar se a renda da família é compatível com a parcela do financiamento e o valor total da dívida. Os bancos têm consultores, que orientam os interessados a financiar imóveis, e disponibilizam simulações de empréstimo”, explica.

Taxas variam de acordo com o Banco

Cada instituição bancária define o limite do empréstimo para a compra do imóvel, a taxa de juros e o prazo para o pagamento. Na prática, as taxas de juros cobradas pelas instituições variam de 8,5 a 12% ao ano, sendo que as taxas mais baixas são a de programas habitacionais subsidiados pelo governo, como o Minha Casa Minha Vida.

Dependendo do banco e do tipo de financiamento, pode-se escolher entre os seguintes sistemas de amortização: Price, SAC, SACRE. São esses sistemas que definem a maneira pela qual a prestação será calculada.

Price – Na Tabela Price, as prestações são fixas, os juros decrescentes e a amortização crescente. Nos primeiros meses, em virtude da parcela fixa, o valor a ser abatido do saldo devedor é muito pequeno, porque a maior parte vai para o pagamento de juros, por isso esse sistema é mais custoso para o comprador. Como os juros incidem sobre o saldo devedor, que foi pouco deduzido, o valor total pago no fim do financiamento tende a ser maior.

SAC – O Sistema de Amortização Constante tem prestações decrescentes, juros decrescentes e amortizações constantes. Com esse sistema, na composição das parcelas, o valor correspondente ao pagamento da dívida permanece constante, enquanto o valor que se refere ao pagamento de juros diminui progressivamente. Na prática, o valor das prestações e o saldo da dívida diminuem ao longo do tempo, no entanto, deverá arca-se com prestações mais altas no início dos pagamentos.

SACRE – O Sistema de Amortização Crescente é uma variação do SAC, que tem prestações decrescentes, juros decrescentes e amortizações crescentes. A diferença entre os dois sistemas é que esta corrige o saldo devedor antes de debitar a parcela do mês, de forma que a amortização do valor emprestado é maior e a ação dos juros é menor.

Sobre esses dois últimos sistemas (SACRE e SAC) incidem uma série de custos adicionais, como taxas administrativas, seguros, etc.

Para que você possa comparar e escolher o melhor sistema de amortização, o Conselho Monetário Nacional obriga os bancos a informar o Custo Efetivo Total (CET) em todas as transações financeiras, que detalha todos os custos e taxas inclusas no financiamento.

Veja algumas dicas da Rede Imobiliária Campinas para financiamento de imóvel

• Analise todas as taxas que compõe a parcela do financiamento, para analisar qual é a melhor delas na somatória final;

• Evite comprometer mais de 25% de sua renda com a prestação de um imóvel;

• Prefira os modelos de SACRE e SAC que reduzem a chance de inadimplência;

• Use parte do saldo do seu FGTS para reduzir a dívida;

• Seja conservador: nunca entre em dívidas que exijam o limite máximo de sua capacidade de pagamento.

Fonte: Anna Carolina Sampaio – Thema
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maio 24

Saiba como se organizar para o financiamento imobiliário.


24 de maio de 2012 às 11:03
Categoria: Financiamento
Publicado por: admin

O mercado imobiliário brasileiro ainda está aquecido, os preços estão altos e os metros quadrados, dependendo da região, caríssimos. Mesmo assim, conquistar a casa própria é um sonho que muitas pessoas não estão dispostas a adiar. Mas antes de fechar um financiamento, é preciso se organizar, dizem especialistas.

Verificar o orçamento familiar, pesquisar muito bem os imóveis, estudar os melhores bancos e as taxas embutidas em um crédito, além de pensar nos possíveis gastos para reforma e decoração são tarefas essenciais para o comprador da casa própria.

Especialistas consultados pelo iG ajudam na organização financeira para o processo do financiamento. Veja abaixo os principais pontos levantados por eles.

1 – Defina onde quer morar

O primeiro passo, na visão de Reinaldo Domingos, educador financeiro do Dsop, é definir onde se quer morar. “Existe uma enorme variedade de imóveis e padrões hoje em dia. É preciso se perguntar: qual é o meu padrão?”, diz.

Os imóveis podem ser divididos entre casas ou apartamentos, tamanho, número de dormitórios, de vagas na garagem, localização, enfim, diversos quesitos que interferem no preço final de cada um.

2 – Faça uma avaliação da renda familiar

E é por isso mesmo que o segundo passo está diretamente ligado ao primeiro. Sabendo qual é o seu foco e o custo, é hora de analisar a renda da família e a capacidade de comprometimento de parte dessa renda com o financiamento, afirma Domingos.

É imprescindível saber o que cabe no bolso de cada um, esclarece o especialista, e , apesar da ansiedade de ter a sua casa própria, considerar se não é melhor economizar um pouco mais e dar uma entrada melhor, ou até comprar à vista em alguns anos. As instituições financeiras podem oferecer melhores condições de empréstimo dependendo do valor pago como entrada do seu imóvel.

Se não quiser esperar, tudo bem. Mas é preciso fazer as contas. César Caselani, professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas, explica que não há um número mágico que diga exatamente quanto da sua renda pode ser comprometido com as prestações de um financiamento, “mas o teto é 30%,” diz.

“As pessoas têm aluguel, escola, luz, internet, entre outras contas fixas a pagar. Se o gasto chegar muito próximo à metade da sua renda, provavelmente você vai ter problemas para pagar as outras contas”, alerta.

“Não é à toa que a Caixa [Caixa Econômica Federal] está fazendo mais um feirão com milhares de imóveis. São propriedades que os mutuários não conseguiram terminar de pagar e foram tomadas”, complementa Domingos.

3 – Unir a família é fundamental

É importante envolver toda a família na decisão de comprar um imóvel, lembra Caselani. Deve-se convencer a todos que se não houver uma redução nos gastos, o pagamento do imóvel pode ser prejudicado. “Alguém tem que lembrar que possivelmente não haverá mais aquela viagem que estava sendo planejada, e isso pode gerar um conflito. A conversa é sempre complicada, mas a família precisa falar sobre dinheiro”, observa o professor.

Todos devem estar dispostos a colaborar. Em geral, de 20% a 30% de tudo que gastamos dentro de casa é em excesso, aponta Domingos. Portanto, é possível tentar reduzir os gastos.

4 – Tenha paciência para pesquisar

Desde abril, os bancos estão anunciando quedas nas suas taxas de juros. No entanto, é preciso avaliar tudo isso com calma, avisa Caselani. Isso não necessariamente significa que o custo será menor, pois o que algumas instituições financeiras estão fazendo é aumentar outras tarifas para compensar, completa.

Sempre é preciso pesquisar quais seriam as melhores taxas para o seu perfil. Quando você é cliente de um banco já há algum tempo, a probabilidade de conseguir benefícios no pagamento é maior, explica o professor.

5 – Prepare-se para mais gastos

Os gastos relativos à compra de uma casa ou apartamento não se resumem apenas ao imóvel em si, diz Osmar Roncolato, vice-presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

“As pessoas querem condições habitáveis. Deve-se pensar desde o primeiro momento até as despesas que só aparecem depois, como armários, por exemplo”.

Se for um imóvel usado, pode ser que ele precise de reforma, móveis e outros acessórios novos. Se ele for novo, o comprador pode gastar até 30% do valor do imóvel a mais para poder se instalar, calcula o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Isto quer dizer que se o imóvel novo custa R$ 200 mil, os gastos com piso, lustres, móveis, pintura, entre outros itens, podem ser de até R$ 60 mil. Este valor também deve ser contabilizado no momento da compra da casa própria, alertam os especialistas.

Outro fator que se deve observar, conclui Domingos, é o custo de vida na região escolhida para morar. “Quais são os valores dos produtos da região? Quanto custa o pão, o mercado, o combustível? Quanto vai custar meu transporte até o trabalho?” Tudo isso pode mudar o orçamento mensal da família.oupança).  “As pessoas querem condições habitáveis. Deve-se pensar desde o primeiro momento até as despesas que só aparecem depois, como armários, por exemplo”.

Se for um imóvel usado, pode ser que ele precise de reforma, móveis e outros acessórios novos. Se ele for novo, o comprador pode gastar até 30% do valor do imóvel a mais para poder se instalar, calcula o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Isto quer dizer que se o imóvel novo custa R$ 200 mil, os gastos com piso, lustres, móveis, pintura, entre outros itens, podem ser de até R$ 60 mil. Este valor também deve ser contabilizado no momento da compra da casa própria, alertam os especialistas.

Outro fator que se deve observar, conclui Domingos, é o custo de vida na região escolhida para morar. “Quais são os valores dos produtos da região? Quanto custa o pão, o mercado, o combustível? Quanto vai custar meu transporte até o trabalho?” Tudo isso pode mudar o orçamento mensal da família.

Postado :   24/05/2012 09:43:14 

Fonte:  portal iG
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