março 15

Investimento em imóveis pode garantir sua aposentadoria.


15 de março de 2013 às 8:43
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

O investidor brasileiro é conservador. Inflação alta durante décadas, planos econômicos mal sucedidos, alteração das regras do jogo e perda do poder de compra são alguns dos fatores que justificam a preferência pelo investimento em imóveis. O sentimento de posse, a concretude do bem, a percepção de que não há plano econômico que possa tirar esse patrimônio, explicam a escolha.

COMO INVESTIR

A maneira mais tradicional de investir é comprar imóveis residenciais, comerciais, terrenos, galpões, e alugá-los assegurando uma renda mensal. Como isso exige muito capital para a aquisição e manutenção desses imóveis, impede que pequenos e médios investidores participem desse mercado.

A escolha requer envolvimento direto e intenso do investidor na gestão da carteira de imóveis, mesmo que haja uma empresa contratada para fazer a administração dos contratos de aluguel.

Editoria de Arte/Folhapress

O investidor dispõe de outra forma de acessar esse mercado com menos dinheiro e trabalho: comprando cotas de fundos imobiliários. Diversos tipos de fundos permitem ao investidor montar uma carteira diversificada e reduzir os riscos, já que existe uma gestão profissional que seleciona os imóveis e contratos de locação para compor o patrimônio do fundo.

O fundo imobiliário mais adequado para investidores que desejam um fluxo estável de rendimentos são os com perfil de renda. Os fundos que investem em shopping center, por exemplo, compram imóveis, alugam para lojistas e distribuem a renda líquida dos aluguéis aos cotistas.

Existem fundos que exploram o segmento de lajes e galpões: compram lajes corporativas com escritórios de alto padrão e galpões industriais, alugam para empresas de grande porte e distribuem a renda para os cotistas. Eles tendem a apresentar os melhores índices de liquidez.

RISCOS

Investimentos em imóveis não são livres de risco, independentemente da forma de investir. Você estará exposto ao risco de inadimplência ou vacância, quando o imóvel perde o inquilino e não consegue substituí-lo imediatamente ou em condições favoráveis. O empreendimento, ainda em construção, pode não ser bem-sucedido como se esperava. A diminuição da taxa de ocupação imobiliária e a queda do preço dos imóveis também são eventos desfavoráveis.

A baixa liquidez, típica no investimento em imóveis, é outro risco que deve ser considerado. Não é simples vender um imóvel, não pelo preço justo de mercado, com boas condições de pagamento. O mercado de fundos imobiliários não é diferente.

Alguns fundos apresentam baixo volume de negociações, dificultando a venda e impedindo a formação do valor das cotas de forma transparente e justa. O trabalho competente da gestão profissional dos fundos imobiliários pode reduzir, mas não afasta os riscos citados.

RENTABILIDADE

Investimento em imóveis deve ser considerado como sendo de renda variável. Não tão volátil quanto o mercado de ações, mas não tão previsível quanto o de renda fixa.

São duas as fontes de ganho do investidor: os rendimentos, provenientes da renda de aluguéis durante o período da posse do imóvel; e o ganho de capital, obtido na venda do imóvel ou das cotas do fundo imobiliário.

Fonte: Folha de São Paulo

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fevereiro 26

Imóvel comercial rendeu mais que renda fixa em 2012.


26 de fevereiro de 2013 às 13:36
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Simulação realizada a partir de pesquisa sobre da imobiliária Lello mostra que o aluguel de imóveis comerciais cumpriu a missão de render mais que a poupança e o Tesouro.

 

Mesa de escritório

 

Segundo a Lello, alguéis retornam 0,8% do valor do imóvel por mês aos donos; descontando IR e taxa de administração, retorno real pode ser de 0,53% ao mês

São Paulo – Uma pesquisa da imobiliária Lello mostrou que, em 2012, os imóveis comerciais renderam um aluguel bruto médio de 0,8% ao mês. Com o desconto da taxa de administração imobiliária (que na Lello é de 8% sobre o valor do aluguel) e de imposto de renda para a faixa mais alta de rendimentos com aluguéis (27,5%), o retorno médio líquido foi de algo como 0,53% ao mês, ou 6,55% no ano. O rendimento supera o rendimento das aplicações de renda fixa comparáveis.

A pesquisa foi feita com base na carteira de 9 mil imóveis comerciais sob administração da Lello. O retorno líquido de 0,53% foi calculado da seguinte forma: imagine um imóvel comprado por 625 mil reais. Se o retorno do aluguel foi de 0,8%, isso significa que seu proprietário recebeu 5 mil reais brutos por mês. Considerando o desconto de 8% da taxa de administração cobrada pela Lello, o retorno cai para 4.600 reais. Deste valor de aluguel, que se enquadra na faixa mais alta de imposto de renda, devem ser descontados 27,5% referentes ao IR, restando 3.335 reais, o correspondente a cerca de 0,53% de 625 mil reais.

Os 3.335 reais correspondem ao retorno real, ou seja, ao valor que chegou às mãos do proprietário depois de descontados os custos. Ou seja, a rentabilidade líquida do investimento nesse imóvel comercial foi de 0,53% ao mês, ou um retorno acumulado de 6,55% no ano, sem considerar a valorização do imóvel no período.

O imposto de renda sobre os aluguéis é cobrado sobre o que o proprietário efetivamente recebe, depois do desconto da taxa de administração imobiliária. As alíquotas de IR variam de 7,5% a 27,5% de acordo com o valor do aluguel, que também pode ser isento, se for de baixo valor. Ou seja, se no exemplo anterior a alíquota de IR fosse mais baixa, o rendimento teria sido ainda maior.

Em comparação com os títulos do Tesouro Direto atrelados à inflação, as NTN-B, o rendimento dos imóveis comerciais foi um pouco superior. No início do ano passado, os as NTN-B disponíveis no mercado pagavam entre 4,30% e 5,52% ao ano acima da inflação pelo IPCA, isso sem o desconto do imposto de renda, da taxa de custódia obrigatória e de uma eventual taxa de administração da corretora. A NTN-B é considerado o título mais adequado para a comparação de rentabilidade com imóveis, uma vez que são investimentos de prazo mais longo e corrigidos pela inflação, assim como os aluguéis.

Mas também é possível comparar o rendimento com a poupança, que não é corrigida pela inflação, mas já é isenta de IR. O rendimento da antiga poupança era de 0,5% ao mês (ou 6,17% ao ano) mais Taxa Referencial (TR), que ao longo de quase todo o ano passado foi zero. Já a nova poupança vem rendendo 0,41% ao mês desde que a Selic passou para o patamar de 7,25%. Embora a nova poupança ainda não tenha completado 12 meses de idade, se esse mesmo rendimento fosse considerado em 12 meses, a rentabilidade teria sido de 5,02%.

Dados sobre os contratos de aluguéis

Segundo a Lello, na comparação com 2011, o número de novos contratos de aluguel de imóveis comerciais cresceu 11% em 2012.

Dentre todos os novos contratos de aluguéis da Lello, 32% foram de imóveis comerciais. E 38% desses novos contratos comerciais foram de conjuntos e salas, como clínicas médicas e odontológicas, além de escritórios de contabilidade, advocacia e representação comercial.

As casas, usadas para escritórios e clínicas de estética corresponderam a 27% dos novos contratos comerciais de 2012. Lojas de comércio de produtos como bolsas, sapatos e eletrônicos responderam por 17% das novas locações; salões comerciais, que costumam ser destinados a escolas, oficinas, lanchonetes e restaurantes, representaram 10% do total; e os galpões, utilizados principalmente por empresas de logística e armazenamento, somaram 8% dos novos contratos.

Fonte: Exame

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fevereiro 15

Avalie qual é a melhor forma de financiar imóveis.


15 de fevereiro de 2013 às 14:39
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Entenda a diferença entre os planos disponíveis no Sistema Financeiro da Habitação: TP e SAC

O mercado de crédito imobiliário oferece dois tipos básicos de plano para quem vai financiar a compra de um imóvel pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), oferecido por instituições financeiras públicas ou privadas, desde que sejam autorizadas pela Caixa Econômica Federal (CEF). Os bancos que atuam no sistema emprestam recursos para aquisição de imóvel no valor de até R$ 500 mil, com linha de crédito abastecida com o dinheiro captado pela poupança.

 

 O tomador de empréstimo habitacional pode escolher o plano que segue a Tabela Price (TP) ou o regido pelo Sistema de Amortização Constante (SAC).

Em linhas gerais, a diferença entre os dois tipos de modalidades está no comportamento do valor da prestação ao longo do contrato de financiamento.

A prestação do contrato ancorado na Tabela Price tende a permanecer estável do início ao fim do prazo de empréstimo, a menos que passe por correção de valor – o indexador de reajuste é a Taxa Referencial (TR), que, com a taxa básica de juro, a Selic, abaixo de 8% ao ano, deve permanecer com variação zero. Portanto, enquanto permanecer nesse nível, não deve provocar nenhum reajuste à prestação.

O valor da prestação de financiamento atrelado ao SAC passará por uma redução à medida que os anos avançam. Nele, o mutuário paga uma prestação mais elevada no início do contrato e chega ao final dele com um valor bastante próximo da metade de quando contraiu o financiamento.

Simulações

Em um empréstimo de R$ 100 mil com juro de 10% ao ano pelo prazo de 15 anos (180) meses, a prestação mensal de contrato vinculado à Tabela Price será de R$ 1.049,00, valor que terá, mantidas as condições macroeconômicas atuais, nenhuma ou pouca variação até o fim do prazo.

Em outro contrato com as mesmas características (valor, juro e duração), mas vinculado ao SAC, o mutuário pagará mais nas prestações iniciais, R$ 1.353,00, do que pela TP.

Após cinco anos ou 60 meses, no entanto, o valor da prestação terá recuado para R$ 1.092,00 e, passados 120 meses ou dois terços do prazo total, para R$ 826,00. O valor da última prestação, depois de 15 anos, seria de R$ 560,00, menos da metade do que foi estabelecido no início.

Público-alvo

O diretor-presidente da Nova Securitização (Novasec), José Pereira, que calculou os dados que ilustram essa reportagem, dá algumas dicas sobre a escolha do plano de crédito imobiliário mais indicado.

Um casal recém-casado, ainda sem filho, por exemplo, teria vantagem ao embarcar em um contrato regulado pelo SAC, o da prestação decrescente. “É o momento que o casal tem mais folga de recursos, que podem ser usados para bancar uma prestação do imóvel mais alta, e ficar desonerado no futuro, quando o orçamento estará comprometido com outros gastos.”

O contrato ancorado na TP atende às necessidades de quem tem condição financeira menos favorável para assumir um financiamento. Quem estiver nessa situação pode escolher esse tipo de plano em que o valor da prestação inicial é menor, comparado com a do SAC, e por esse motivo os bancos aceitam também menor comprometimento de renda.

Alternativa
Pereira diz que outra forma de driblar a dificuldade de embarcar em um crédito imobiliário por escassez de reserva financeira é firmar um contrato de empréstimo por período maior, com prestação mais baixa, e fazer amortizações da dívida ou reduzir o tempo de empréstimo pelo caminho.

Consórcio requer disciplina
O consórcio, no Brasil, reunia 5,13 milhões de participantes ativos em novembro de 2012, de acordo com o último balanço divulgado pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac). Para o professor William Eid Junior, coordenador do Centro de Estudos de Finanças da FGV, o motivo do sucesso do sistema é cultural. “O brasileiro não tem disciplina financeira e vê no consórcio uma opção simplificada de aquisição de bens.” Eid Junior considera que, financeiramente, o consórcio não é a melhor opção para a aquisição de um bem ou serviço.

Embora o consumidor não pague juros, o professor explica que há custos como a taxa de administração e correção regular do valor da parcela por indexador definido em contrato, em geral atrelado à inflação. Feitas as contas, o participante de um consórcio poderia pagar tanto quanto em um financiamento ou em um empréstimo pessoal, sem ter o bem que deseja de imediato. “Mesmo que o participante faça os lances que podem dar a ele a chance de ter o bem antecipadamente, ele está em desvantagem, pois está desembolsando um volume maior de uma só vez, o que não ocorre num financiamento”, assinala. O professor orienta que a melhor opção para quem não puder fazer um financiamento é poupar e tentar comprar o bem à vista ou pelo menos juntar uma boa quantia para a entrada. “O brasileiro não está habituado a poupar e ao recorrer ao consórcio acaba pagando mais e demorando mais para ter o bem em mãos.” O consumidor sem disciplina teria no consórcio uma opção de poupança compulsória, ao assumir compromisso contratual com terceiros que o obriga ao pagamento de um valor mensal.

Para quem é indicado

O sistema seria opção ainda para quem, além da dificuldade de poupar, não consegue obter um financiamento ou uma taxa de juro interessante. Jovens que ainda vivem com os pais e não têm pressa para ter um carro ou imóvel são outro público indicado.

Dentre os cuidados necessários, está o do cálculo do valor total que será desembolsado pelo bem, além do período relativamente longo de duração do grupo e, portanto, das contribuições. É importante conferir se a administradora do consórcio em vista tem autorização do Banco Central para atuar no ramo e seguro que garanta o ressarcimento do participante em caso de quebra ou dificuldade financeira da empresa.

Fonte: Diario Do Nordeste

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janeiro 25

Como juntar dinheiro para comprar um imóvel.


25 de janeiro de 2013 às 9:22
Categoria: Financiamento , Lar , Mercado
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Com um esforço de poupança e bons hábitos financeiros é possível chegar lá.

O primeiro grande desafio na vida financeira de uma pessoa costuma ser a compra do primeiro imóvel. São anos de sacrifício, cortes de gastos e investimentos. Muita gente pensa que a única forma de poupar é entrando num financiamento.Quando o contrato com o banco é assinado, as pessoas se comprometem a pagar a dívida e fazer tudo que for possível para quitá-la.

Afinal, os juros são elevados e não se pode brincar com essas coisas. Na verdade, se ao invés de contrair uma dívida, as pessoas investissem esse dinheiro no mercado financeiro, os retornos seriam muito maiores.

É preciso lembrar que dívida não é investimento. Numa dívida você é obrigado a pagar juros e num investimento quem recebe os juros é você. Uma situação completamente diferente.

Mas como começar a economizar dinheiro para comprar a casa própria? Aqui estão algumas dicas para auxiliá-lo nesse processo. Saiba que é possível fazer uma poupança para a casa própria e ainda continuar tendo uma vida boa.Seguindo algumas regrinhas você pode conseguir em pouco anos realizar o sonho da sua vida, e, o melhor de tudo, sem ter que comprometer grande parte da sua renda numa dívida que pode ser evitada.

Acabe com as dívidas

Financiar a compra de roupas, eletrodomésticos, presentes tornou-se um hábito muito forte entre os brasileiros. Comprar a prazo ficou mais fácil e é preciso muita força de vontade para sair de uma loja sem parcelar as compras no cartão ou entrar no crediário.O que muitos esquecem é que financiar as compras implica no pagamento de juros. Por mês, muitas famílias gastam mais de ¼ de sua renda com o pagamento dos juros embutidos nas compras a prazo, sem de fato ter consciência disso.

Num país onde a inflação oscila em torno de 5% ao ano, os consumidores chegam a pagar mais de 10% ao mês para adquirir bens que não conseguem pagar à vista. Portanto, fuja do cartão de crédito e do cheque especial, e compre apenas se tiver o suficiente para pagar à vista.Crediários também podem não valer a pena, uma vez que com o dinheiro à vista, é possível conseguir um bom desconto e economizar nos juros pagos na compra a prazo.

Se você já está endividado, tente arcar com seus compromissos e acabar com as dívidas.Compromissos financeiros não pagos significam acúmulo de juros, que num determinado momento chegam a um patamar praticamente impagável.

Tente negociar as taxas, prazos e lembre-se que o credor tem interesse em que você pague sua dívida e não o contrário.

Reservas de emergência

Num mundo de incertezas, imprevistos podem acontecer a qualquer momento. É por isso que você precisa ter economias guardadas. De uma hora para outra, empresas vão à falência, perdemos o emprego ou na pior das hipóteses, graves problemas podem acontecer na família.Para situações como estas, ter uma reserva de dinheiro aplicada acaba evitando a aquisição de novas dívidas. Com dinheiro guardado é possível ficar longe do cheque especial e do cartão de crédito, e não contrair mais dívidas.

Procure ter o suficiente para cobrir os gastos mensais de sua família por pelo menos 6 meses.Se sua família gasta todo mês o equivalente a R$ 2.500, um reserva de pelo menos R$ 15.000 é o ideal para conseguir encarar imprevistos que podem acontecer a qualquer momento.

Aplique bem seu dinheiro

Pagar aluguel pode não ser o pior negócio do mundo como muitos insistem em afirmar. Lembre-se de que os juros no Brasil ainda estão num patamar extremamente elevado e que quanto menor for o montante de um financiamento, melhor.

Portanto, se você paga aluguel, não tenha tanta pressa para sair. Se for o caso, procure um imóvel mais simples e tente economizar mais dinheiro para dar uma entrada maior no financiamento. Financiar mais de 50% de seu imóvel torna-se caro e arriscado, já que uma parte considerável de sua renda está sendo gasta com o pagamento das prestações.

Pense que quanto menor for sua dívida, menor será o valor gasto com os juros. Espere um pouco mais e economize para aumentar o valor da entrada. Além disso, procure ajuda para investir seu dinheiro e maximizar o retorno de suas economias. Só desse jeito você conseguirá realizar seu sonho, sem ter que passar por grandes dificuldades financeiras.

Fonte: InfoMoney

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janeiro 24

Crédito imobiliário tende a superar empréstimo pessoal em 2013.


24 de janeiro de 2013 às 7:09
Categoria: Financiamento , Mercado
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O crédito imobiliário caminha em 2013 para virar a maior operação de financiamento à pessoa física do mercado bancário brasileiro. Com um ritmo de crescimento anual próximo de 35%, os portfólios têm chances de ultrapassar o crédito pessoal e, ao mesmo tempo, vencer a barreira dos R$ 100 bilhões desembolsados com recursos da poupança. Em um período em que as modalidades de consumo lutam para superar a inadimplência elevada, é um cenário de fazer inveja. Até novembro do ano passado, o crédito habitacional para pessoa física somava R$ 269,6 bilhões, enquanto o crédito pessoal totalizava R$ 314,6 bilhões

A expansão não veio isenta de dores. O ano passado trouxe um tropeço significativo nos desembolsos de crédito habitacional pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), que inclui recursos livres e da poupança e representa 89% do estoque. A liberação de recursos aumentou perto de 6% no ano, longe da previsão de 20% feita pela Associação Brasileira de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O desempenho desapontador veio na esteira de uma economia mais fraca e da menor demanda por parte das incorporadoras imobiliárias, que puxaram a média para baixo.

A competição também esquentou no ano passado e deve seguir na ordem do dia. Não só os bancos públicos, mas também os privados, elegeram a modalidade como prioritária.

Ao se contabilizar todos os tipos de recursos (livres e direcionados, para pessoas físicas e jurídicas), o saldo de operações de crédito imobiliário somava R$ 342,9 bilhões em outubro, dado mais recente do Banco Central (BC). Desse total, 76,8% referiam-se a operações destinadas a pessoas físicas e o restante para incorporadoras e construtoras, em que o tempo de duração dos financiamentos é menor. As operações passam a fazer parte da carteira irmã normalmente quando o mutuário pega as chaves.

No acumulado 12 meses, a carteira cresceu impressionantes 35,6%. Ainda assim, a modalidade representa apenas 6,2% do Produto Interno Bruto (PIB), bem abaixo dos Estados Unidos, por exemplo, onde supera 70%. No fim de 2011, essa proporção no Brasil era de 5,1%.

Foi o crédito imobiliário com recursos livres e da poupança que mais sentiu o “freio de arrumação” no ano que passou. Octávio de Lazari Junior, presidente da Associação Brasileira de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), diz que foram desembolsados em 2012 R$ 84 bilhões (dados preliminares) em empréstimos com recursos do SBPE, alta de 6%. “Quando pensamos na meta de 20% em 2012, trabalhávamos com um PIB de 4% e não consideramos os problemas das construtoras”, diz. Para 2013, a estimativa é que a expansão se situe entre 15% e 20%, rompendo a marca dos R$ 100 bilhões desembolsados com recursos do SBPE.

O crescimento de um dígito no desembolso teve relação com o momento ruim vivido pelas incorporadoras no ano passado. As companhias frearam os lançamentos de imóveis, graças a pressões por ajustes de caixa e controles de gastos. De janeiro a novembro, os desembolsos para pessoa jurídica caíram 21,9% na comparação com igual período do ano anterior. Já o crédito habitacional para pessoa física cresceu 22,8% no mesmo intervalo de tempo.

Esse “soluço”, porém, parece ter passado longe dos bancos públicos. A Caixa Econômica Federal desembolsou cerca de R$ 101 bilhões em 2012, 33,9% acima do que o mesmo período de 2011. Os empréstimos com recursos do SBPE representaram 47% desse total.

Para José Urbano Duarte, vice-presidente de Habitação e Governo do banco estatal, a principal explicação do desempenho do banco está nos cortes feitos na taxa de juros. “Entre janeiro de 2011 e abril de 2012, o mercado fez mais operações no SBPE que a Caixa. Depois de abril, quando anunciamos as novas taxas, passamos a fazer mais do que o mercado”, diz. Líder absoluto no crédito imobiliário, o banco fechou o ano com uma carteira próxima de R$ 200 bilhões, dois terços do mercado.

O Banco do Brasil, novato no segmento, também promete um desempenho de encher os olhos em 2013. A instituição, que só em 2012 começou a atuar com mais ênfase, planeja atingir cerca de R$ 25 bilhões contratados em crédito imobiliário até o fim de 2013, mais que o dobro da cifra de 2012, estima o diretor de crédito imobiliário do BB, Gueitiro Matsuo Genso. O BB encerrou o ano passado com R$ 11,35 bilhões contratados, crescimento de 75% ante 2011.

Boa parte do crescimento do BB se dará na arena dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que servem de funding para os empréstimos do programa habitacional do governo, o Minha Casa Minha Vida, em que a Caixa atua quase que com exclusividade. Em 2012, cerca de 11% dos recursos contratados vieram do FGTS. Para 2013, Genso projeta que essa fatia suba para 40%. “O relacionamento do banco com municípios será um diferencial importante”, diz.

Para o executivo, 2013 começa aquecido para novos projetos imobiliários. “Sentimos em dezembro efeitos das medidas de estímulo ao setor da construção. Muitos projetos saíram da gaveta”, diz Genso. No começo de dezembro, o governo anunciou desoneração da folha do setor.

Entre os privados, quem conseguiu perder menos foi o Santander. Até setembro, o banco teve redução de 4% nas concessões para pessoa jurídica, inferior à queda média do mercado. José Roberto Machado, diretor de negócios imobiliários do banco, diz que a atuação com construtoras de médio porte atenuou a baixa nessa linha. “As construtoras estão em um novo patamar de mercado que veio para ficar. Por um tempo, a demanda vai seguir parecida com o que vimos em 2012.”

Outro aspecto que ajudou a arrefecer a demanda de algumas incorporadoras por crédito foi o atraso com que caíram as taxas do financiamento bancário, levando algumas para o mercado de capitais. “Preferimos captações corporativas” afirma José Florêncio, vice-presidente financeiro da Cyrela. “Mas já vimos baixar as taxas do crédito bancário”. Ele afirma que o juro do crédito à construção caiu de Taxa Referencial (TR) mais 10% para TR mais 8% ou 9%.

“No segundo trimestre de 2013 o balanço das incorporadoras estará melhor. Os empreendimentos com melhor margem que estão sendo lançados agora terão reflexo na segunda metade do ano e em 2014″, diz Antonio Barbosa, diretor de crédito imobiliário do HSBC. Ele projeta avanço de 10% a 15% nos desembolsos para pessoa jurídica no SBPE.

Para pessoa física, Barbosa vê um cenário de desaceleração para os próximos anos. A culpa seria do crescente endividamento da população. A tese é que os bancos passarão a receber propostas de pessoas com uma carga maior de dívidas e que isso deve moderar a expansão da modalidade.

“Um crescimento de 15% a 25% das originações está de bom tamanho. Minha expectativa é que, em cinco anos, o crédito imobiliário ultrapasse com segurança 10% do PIB”, afirma Claudio Borges, superintendente-executivo de crédito imobiliário do Bradesco.

Fonte: Valor Econômico, por Felipe Marques.

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janeiro 16

Caixa reduz juros de financiamento para imóveis de até R$ 500 mil.


16 de janeiro de 2013 às 7:47
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Valores valem para novos contratos a partir desta terça-feira (15).

Preço médio dos imóveis novos em São Paulo já está em R$ 550 mil.

A Caixa Econômica Federal reduziu a taxa de juros nos financiamentos de imóveis acima de R$ 500 mil fora do Sistema Financeiro de Habitação.

As taxas de juros efetivas para clientes que não têm relacionamento com o banco caem de 9,9% para 9,4% ao ano. Para quem já tem conta na instituição, a taxa sai de 8,9% para 8,4% ao ano. Os valores valem para novos contratos a partir desta terça-feira (15).

A explicação para taxas de juros mais baixas é o alto número de interessados em financiar imóveis acima de R$ 500 mil.

Taxas de juros mais baixas, prazos mais longos, maior segurança para os bancos e renda mais alta de quem compra: um cenário que ajudou a impulsionar o mercado imobiliário, que está disputando cada vez mais o cliente.

Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, lembra que a redução de juros de um banco pode provocar um efeito cascata. “A cada movimento que a Caixa faz, como maior agente financeiro do mercado, os outros bancos procuram acompanhar e deixar essa concorrência mais acirrada”, diz.

Essa disputa pelo financiamento dos imóveis acima de R$ 500 mil está ficando mais intensa. Desde 2010, dobrou a participação dessas unidades no total de financiamentos. Isso está ligado ao fato de o preço dos imóveis ter aumentado muito. Desde 2008, a alta em São Paulo foi de 159%. No Rio de Janeiro, o valor subiu 194% no mesmo período.

“Cada vez mais, o cliente busca uma localização um pouco melhor, um imóvel um pouco maior. Normalmente, nessas características, você encontra em apartamentos acima de R$ 500 mil”, explica Henrique Lopes, superintendente de atendimento da Lopes.

O preço médio dos imóveis novos em São Paulo já está em R$ 550 mil. Um apartamento de 100 metros quadrados, por exemplo, é bem mais caro, custa quase R$ 1 milhão. A entrega da obra está prevista para meados de 2014, mas 50% das unidades já foram vendidas.

“O que a gente vem percebendo nos últimos dois anos é que o mercado teve um foco muito grande em apartamentos de até 89 metros quadrados, de primeira moradia, e, com isso, criou-se uma demanda muito grande de apartamentos de três e quatro dormitórios”, diz Lopes.

Petrucci diz que as vendas de apartamentos de quatro dormitórios quase dobrou no final do ano passado, e explica por quê. “Nós temos uma série de pessoas que compraram o primeiro imóvel a partir de 2004/2005, e que estão partindo agora para um imóvel maior, um imóvel melhor para ser colocado no seu patrimônio”, afirma.

Por: Carla Modena São Paulo, SP

Fonte: G1.com

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dezembro 29

Caixa estima R$120 bi em crédito imobiliário em 2013.


29 de dezembro de 2012 às 12:22
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Em 2012, o banco atingiu a marca recorde de 101 bilhões de reais em contratos de crédito imobiliário.

 Agência da caixa Econômica Federal

Segundo o banco, o valor alcançado em 2012 representa aumento de 33,8% em relação a 2011

Brasília – A Caixa Econômica Federal atingiu na sexta-feira passada (21) a cifra de 101 bilhões de reais em contratos de crédito imobiliário em 2012, recorde para um único ano, e espera a contratação de 120 bilhões de reais nessa modalidade de financiamento em 2013.

Segundo nota do banco, o valor supera as expectativas iniciais para 2012 e representa um aumento de 33,8 por cento em relação às contratações do ano passado, que ficaram em 75,4 bilhões de reais.

Do total contratado em 2012, 44,95 bilhões são oriundos de aplicações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), outros 38,7 bilhões de reais correspondem a linhas que usam recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Outros 17,36 bilhões referem-se a recursos do Fundo de Arrendamento Residencial e outras fontes, segundo a Caixa.

Fonte: Exame.com

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dezembro 27

Posso usar o FGTS para imóvel comprado na planta?


27 de dezembro de 2012 às 6:12
Categoria: Financiamento
Publicado por: admin

Internauta teve financiamento de seu imóvel liberado, mas não consegue dar entrada antes de pagar parcela da construtora.

Dúvida do internauta: É possível usar o FGTS para pagar a parcela única do imóvel, anterior ao financiamento? Minha parcela única vence em dezembro, e o financiamento já foi liberado pelo banco, mas eu ainda não pude dar entrada nele porque preciso pagar a parcela única primeiro.

Resposta de Alex Strotbek*:

As questões de uso do FGTS para amortização (pagamento parcial de imóvel) são objetos de condições e legislação próprias. A princípio, pode-se utilizar o FGTS para o pagamento de qualquer valor da compra do imóvel, independentemente de se tratar da parcela única (parcela de chaves) ou mesmo de parte do financiamento, contanto que o comprador não tenha nenhum outro imóvel em seu nome, entre outras condições. Outra condição é que o comprador tenha optado pelo FGTS há mais de 3 anos em uma ou mais empresas, o que ele deverá comprovar mediante apresentação da carteira de trabalho e extrato do FGTS fornecido pela Caixa Econômica Federal.

O mais correto seria primeiramente acordar com a construtora que parte do pagamento da unidade que se está comprando será paga com FGTS. Em seguida, aditar o contrato de compra e venda efetuado na época da compra, e deixar com que esta parcela seja paga junto com o financiamento bancário, ou seja, o próprio banco se incumbirá de solicitar a baixa do valor da conta vinculada do FGTS para efetuar o repasse à construtora. Esta é a forma mais correta e mais simples de se proceder.

Vale lembrar que o FGTS é um programa de cunho social, com regras bastante restritas. Portanto, o imóvel que se está adquirindo por intermédio de financiamento bancário deverá estar dentro das regras do SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Portanto não é para qualquer imóvel que podem ser usados recursos do FGTS.

Ainda no sentido mais amplo do destino do FGTS, deve-se lembrar que a conta vinculada tem como objetivo fazer com que o trabalhador ao longo de seu vínculo tenha um recurso futuro, que possa ser usado no final de sua carreira, ou mesmo que poderá ser sacado se o trabalhador estiver há mais de 3 anos desempregado, trazendo a este uma reserva financeira em momentos difíceis ou de aposentadoria. Portanto o comprador de um imóvel deve refletir se é ou não interessante optar pelo uso do FGTS na aquisição do imóvel, abrindo mão daquela reserva financeira futura.

Vejamos, se estamos falando de um comprador que atualmente paga aluguel e com o uso de FGTS viabilizará a compra de seu imóvel próprio, deixando uma despesa de lado, e pagando uma parcela de financiamento ao invés de um aluguel, neste sentido concluímos ser sim muito interessante, pois mesmo em fases difíceis financeiramente, este comprador (trabalhador) não terá que pagar um aluguel, mas sim estará sempre investindo em seu próprio patrimônio.

A utilização do FGTS não se restringe somente na compra do imóvel, mas pode-se também utilizar recursos vinculados ao longo do tempo para amortizar parte do financiamento já em curso, ou mesmo para se quitar o saldo devedor do financiamento. Lembrando sempre que há regras claras, condições próprias para a sua utilização.

*Alex Strotbek é consultor imobiliário especializado na gestão executiva de novos negócios no mercado imobiliário nacional e internacional. Graduado em Administração de Empresas, Comércio e Contabilidade pela escola de comércio Schweizerische Alpine Schule Davos, na Suíça, possui expertise em contratos imobiliários de compra e venda, permutas física e financeira, incorporações e lançamentos imobiliários e já gerenciou e acompanhou diversas negociações na área – desde o desenvolvimento e planejamento, até a execução das vendas.

Fonte: Julia Wiltgen – Exame.com
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dezembro 14

Caixa financiará gastos com cartório e imposto na compra de imóvel.


14 de dezembro de 2012 às 12:49
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Crédito ‘extra’ pode chegar a 4% do valor do financiamento. Financiamento de imóveis da CEF deve chegar a R$ 100 bilhões em 2012.

A Caixa Econômica Federal (CEF) passou a financiar, no início de dezembro, as despesas com cartório e com o imposto de transferência (ITBI) para os clientes que comprarem imóveis com crédito do banco.

Segundo a Caixa, podem ser incluídos no valor do financiamento do imóvel s gastos com cartório e Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), até o limite de 4% do valor do crédito.

O banco informa que os valores das taxas cartorárias e do ITBI variam de acordo com a localidade onde o cartório estiver situado.

Em 2012, até a primeira semana de dezembro, o financiamento de imóveis da Caixa atingiu R$ 93,7 bilhões, 31% acima do valor contratado no mesmo período de 2011. Até o final do ano, o banco espera atingir R$ 100 bilhões em cntratos imobiliários.

Fonte: G1.com

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dezembro 03

Confira dez dicas para a compra do 1º imóvel.


3 de dezembro de 2012 às 14:29
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Cartilha elaborada pelo Secovi  diz que consumidores devem ir atrás de conhecimentos mais amplos sobre o mercado de imóveis

Sindicato da Habitação de São Paulo lançou, na última terça-feira, um manual para quem vai comprar o primeiro imóvel.

A Cartilha da Compra Consciente relata conceitos básicos, como a diferença entre construtora, incorporadora e imobiliária, até assuntos mais complicados relacionados aos financiamentos, como sistema de amortização e direitos do consumidor.

O Secovi orienta que é importante ir além das pesquisas de bairro, taxas de financiamentos e do tipo do imóvel sonhado pelas pessoas.

 

Guia aborda desde os conceitos comuns até os mais avançados que as famílias devem conhecer antes de dar início ao sonho do imóvel próprio.

 

“O comprador precisa ter conhecimento do mercado imobiliário. Adquirir um imóvel, seja na planta, pronto ou usado, requer do interessado bom senso, pesquisa e muito diálogo”, fala o sindicato.

“Não se deve comprar uma unidade por impulso”, ressalta o vice-presidente de Habitação Econômica do Sindicato, Flávio Prando. “Antes de tudo, é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, enfatiza ele.

Confira as principais dicas fornecidas pela Cartilha da Compra Consciente:

• Valor da parcela não pode exceder 30% da renda da família

A cartilha orienta o comprador a não usar mais que 30% da renda da família – considerando no máximo três participantes, por exemplo: marido, esposa e um filho. O guia ainda lembra que outras dívidas, como a do pagamento de automóveis, impactam diretamente na capacidade de pagamento dos membros participantes.

• Se tiver restrições de crédito regularize suas pendências

Quem tem restrições de crédito pode sim contratar um financiamento, contanto que regularize todas suas pendências cadastrais e, somente após isso, o comprador deve buscar um banco para negociar as formas de financiar o imóvel.

• Analise bem as diferenças entre o imóvel na planta e um pronto

Enquanto o imóvel na planta oferece condições diferenciadas de pagamentos e financiamentos, quitando parcelas durante a evolução da obra, o imóvel pronto, por sua vez, propicia a ocupação imediata, apesar de geralmente ser financiado em um tempo mais curto. Vale a pena analisar bem cada opção e ver o que é melhor para a situação da família, no caso, esperar a obra ser finalizada e aumentar as parcelas ou se mudar logo, levando um financiamento com prazo menor.

• Visite estandes de vendas

Outra dica interessante é fazer visitas constantes aos estandes de vendas, comparando vários empreendimentos e consultando as formas de pagamento, sem pressa. “Não se deve comprar uma unidade habitacional por impulso. Antes de tudo, é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, orienta o vice-presidente de Habitação Econômica do sindicato, Flávio Prando.

• Sim, é possível desistir do imóvel

É viável desde que haja todas as regularizações das pendências cadastrais para então pleitear o respectivo financiamento bancário contratado pelo comprador.

• Índices que alteram os preços

No caso do imóvel ser negociado ainda na planta o índice que atualiza seus preços é o INCC (Índice Nacional de Construção Civil), que subiu 0,21% em outubro. Já o IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), no mesmo mês subiu 0,02% e costuma ser utilizado para atualizações de financiamentos feitos diretamente com os proprietários de imóveis prontos.

• Visite regularmente as obras

Uma das fases importantes é quando as obras começam a ser feitas e neste momento é essencial o olhar dos compradores no andamento do empreendimento. É possível sim fazer visitas ao local, dependendo claro, da política interna de cada empresa. O Secovi lembra que as normas buscam preservar a segurança dos visitantes.

• Use o FGTS para o pagamento do financiamento

O trabalhador pode usar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para pagar todas as parcelas ou parte delas. No entanto, há algumas regras como não possuir imóvel próprio na mesma cidade em que vive ou trabalha. Outras regras estão disponíveis em www.fgts.gov.br

• Seja pontual nos pagamentos

Se não receber o boleto antes do vencimento, entre em contato com a construtora/incorporadora solicitando a 2ª via. Segundo o Secovi, tal atitude evita que o comprador se torne inadimplente e que haja incidência de multa e juros nas parcelas seguintes.

• Linha do Tempo

Para que você se programe melhor, outra dica interessante do guia é uma Linha do Tempo elaborada pela órgão, com a seguinte sequência de feitos para a compra de um imóvel:

– Reunião da família, avaliando se é momento para comprar a casa própria;

– Contas, a fim de escolher a melhor forma de financiamento;

– Reunir a documentação necessária, inclusive do FGTS;

– Escolher o imóvel, se for pelo Minha Casa, Minha Vida, ver as regras para cada município;

– Acompanhar o andamento da obra, conforme as regras definidas pela construtora/incorporadora;

– Entrega das chaves: aproveite a nova vida!

A cartilha pode ser consultada na página do sindicato – www.secovi.com.br

Por Heraldo Marqueti Soares

Fonte: Portal infomoney

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