fevereiro 03

Por onde começar: veja 5 dicas para quem deseja comprar o primeiro imóvel


3 de fevereiro de 2014 às 14:38
Categoria: Financiamento , Lar , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Comprar o primeiro imóvel é um dos principais itens da lista de desejos dos brasileiros, o que tem levado a um aumento do número de financiamentos expressivos nos últimos anos. Ao contrário de outras linhas de crédito, o imobiliário mantém uma expectativa de crescimento considerável para os próximos anos.

Contudo, a tentativa de frear a inadimplência e a alta procura por esta linha de crédito tem levado o mercado a tomar medidas mais restritivas para conceder o crédito. Este fator e a grande quantidade de oferta de imóveis exigem a preparação do consumidor antes de sair em busca do imóvel.

O primeiro critérios, na avaliação do consultor de negócios de Finanças na TransUnion e especialista em finanças e crédito, Claudio Conceição, é que seja feito um levantamento detalhado do tipo de imóvel pretende adquirir, a faixa de preço e localização. Depois disso, pelo menos três agentes financiadores devem ser procurados para a definição daquela em que sentir mais confiança.

Para Conceição, o mercado não deve sofrer grandes alterações na forma de concessões de crédito no curto prazo e as normas estabelecidas pelo Banco Central, em setembro de 2013, é a principal novidade do setor a ser considerada para a busca do imóvel. As regras do BC alteraram os limites do SFH (Sistema Financeiro da Habitação).

Foram elevados, na ocasião, os valores máximos de avaliação na modalidade de financiamento em que podem ser utilizados recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e as taxas são reguladas. Em São Paulo, Rio de janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal o valor máximo dos imóveis que podem ser adquiridos com esse tipo de financiamento é de R$ 750 mil. Nos demais Estados, R$ 650 mil.

O tipo e condições de negócio são primeiros passos na busca pelo primeiro imóvel (Getty Images)

O tipo e condições de negócio são primeiros passos na busca pelo primeiro imóvel (Getty Images)

 

Confira a seguir cinco dicas do especialista ao iniciar sua busca pelo primeiro imóvel:

Procure um bom imóvel: Para quem tem interesse em financiar um imóvel, o primeiro passo, como em qualquer compra, é procurar um bom produto e uma boa condição de negócio.

No caso, o produto é o imóvel que será adquirido e que deverá ser visitado e avaliado quanto às suas condições e sua origem – busque informações sobre o proprietário ou a construtora. A condição do negócio, além do preço e da entrega do imóvel para o comprador, está relacionada também ao financiamento. Portanto, procurar mais de um agente financeiro, simular o financiamento e esclarecer dúvidas é muito importante.

Condições para se obter crédito e cuidados necessários: Cada instituição financeira fará a sua avaliação de crédito. Não podemos prever ou estabelecer de forma geral como cada uma dessas instituições faz sua avaliação e quando aprovará ou negará a concessão do financiamento, mas sempre é observado se o comprador tem capacidade de arcar com as prestações. Para o processo de financiamento, o interessado deverá apresentar todos os documentos solicitados pelo banco.

O cuidado que todas as pessoas devem ter nesse processo é de não comprometerem em realizar a aquisição do imóvel, fechar contrato ou até fazer pagamentos que, no caso de não conseguirem obter o financiamento, impliquem em discussão com vendedor do imóvel e eventual prejuízo.

Fatores que diferenciam os agentes financeiros: As diferenças no crédito imobiliário entre os bancos estão nas taxas de juros, nas tarifas cobradas, nos preços dos seguros, na agilidade de avaliar o crédito, nos aspectos jurídicos e no fechamento do contrato de financiamento. Para saber de fato como são essas diferenças, o aconselhável é visitar os bancos e realizar simulações nos seus sites, além de procurar atestar a idoneidade e solidez do agente financeiro.
Construtora versus banco: Como têm como objetivo vender o imóvel, as construtoras podem ser mais flexíveis, solicitar menos documentos e financiar valores mais altos. Já os bancos seguem normas e práticas que implicam em esmiuçar todos os riscos do negócio.

Embora possam pedir mais documentos ou ser mais restritivos, os bancos, com essa atuação, podem trazer segurança para quem está comprando o imóvel.

O tamanho da entrada: Como em qualquer tipo de financiamento ou empréstimo, é muito bom ter cautela, observar o orçamento familiar e avaliar o impacto das prestações no orçamento. Ao se comprar um imóvel, a entrada tem que ser aquela que cabe no bolso. Se a pessoa tem bastante dinheiro disponível, e falta pouco para comprar o imóvel, é válido dar uma entrada maior, mas sem esgotar suas reservas financeiras.
Fonte: infomoney.com.br

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janeiro 29

Crédito imobiliário crescerá 15% em 2014, diz Abecip


29 de janeiro de 2014 às 8:21
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O crescimento deverá ser moderado em relação ao aumento de 32% registrado em 2012.

Os financiamentos para compra e aquisição de imóveis em 2014 deverão ter um crescimento mais moderado do que em 2013, de acordo com projeção divulgada pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), nesta terça-feira, 21.

 

Pessoas passam em frente a um banco de empréstimo pessoal

Pessoas passam em frente a um banco de empréstimo pessoal: os empréstimos neste ano devem totalizar R$ 126 bilhões.

 

A Associação estima alta de 15% nos empréstimos neste ano, totalizando R$ 126 bilhões. Em 2013, o crescimento foi de 32%, para R$ 109 bilhões.

Os resultados do ano passado foram impulsionados pelos financiamentos à pessoa física, que tiveram alta de 41%, totalizando R$ 76,9 bilhões. Já o crédito para empresas se recuperou e atingiu elevação de 15%, para R$ 32,2 bilhões. Em 2012, o crédito para consumidores havia subido 22%, enquanto para empresas teve queda de 20%.

Os dados divulgados hoje também apontam inadimplência de 1,8% na carteira de crédito imobiliário. O resultado é o menor do sistema bancário, seguido por crédito pessoal (4,0%), veículos (5,3%) e cheque especial (8,1%). Até novembro, o crédito imobiliário representava 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

 

Por: Circe Bonatelli

Fonte: Estadão.com.br

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novembro 13

Financiar imóvel na Caixa nem sempre é mais barato; compare.


13 de novembro de 2013 às 8:10
Categoria: Financiamento
Publicado por: Thiago Carvalho

Simulação mostra que tarifas e seguros da Caixa podem tornar financiamento 90 mil reais mais caro do que em bancos privados.

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Miniaturas de casas em meio a moedas

Miniaturas de casas em meio a moedas: financiamentos devem ser comparados pelo Custo Efetivo Total, e não pelos juros

*Texto atualizado às 18h10 do dia 11/11/2013 e as 19h do dia 12/11/20143 com mais informações sobre como foram obtidas as condições dos financiamentos apresentadas na tabela. 

São Paulo – São Paulo – Quando o assunto é financiamento de imóveis, a imagem daCaixa automaticamente vem à cabeça de muita gente. Mas, apesar de o banco realmente ter algumas das taxas de juros mais vantajosas do mercado, quando outros custos são incluídos, o valor final do financiamento pode ser mais de 90 mil reais mais barato nos bancos privados.

Essa é a conclusão de uma simulação realizada a pedido de EXAME.com pelo site de comparação de produtos financeiros Canal do Crédito, que comparou os custos de financiamentos realizados na Caixa e em bancos privados em um prazo de 30 anos.

Os financiamentos foram simulados para um imóvel de 500 mil reais, que entra no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e outro de 1 milhão de reais, que fica de fora do sistema. O SFH é um sistema de financiamento regulado pelo Banco Central por meio do qual os bancos utilizam recursos da poupança e do FGTS para quem contrai financiamentos de até 750 mil reais. Pela maior regulação, os financiamentos pelo SFH costumam ter taxas menores.

Veja nos quadros a seguir a comparação entre os custos dos financiamentos realizados na Caixa e dos financiamentos mais baratos encontrados pelo Canal do Crédito para os bancos privados BradescoHSBCItaú e Santander:

Imóvel de 500 mil reais

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**Para ambas as simulações foi usado o perfil de uma pessoa entre 36 a 40 anos, mas no primeiro caso a renda mensal considerada foi de 15 mil reais e no segundo de 30 mil reais. Na primeira simulação foi considerada uma entrada de 100 mil reais e na segunda de 200 mil reais.

***Os financiamentos foram simulados pelo Sistema de Amortização Constante (SAC), no qual o valor amortizado mês a mês é constante, mas no início do financiamento são pagos mais juros do que no final, o que faz com que as parcelas diminuam com o tempo. 

****As melhores condições dos bancos privados apresentadas na simulação podem não refletir as taxas de balcão que esses bancos fornecem nos financiamentos, que seriam as taxas inicialmente divulgadas. Segundo o Canal do Crédito, as condições apresentadas podem ser obtidas em alguns casos apenas depois que o cliente tiver seu perfil de crédito devidamente analisado pelo banco.

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Priscila Yazbek, de 
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junho 26

Imóvel comercial atrai ‘órfãos’ da Bolsa e renda fixa.


26 de junho de 2013 às 15:54
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Com o baixo rendimento de outras aplicações -como Bolsa, com perda de cerca de 20% no ano, e renda fixa, que paga pouco no cenário atual de juros baixos-, imóveis comerciais são uma opção procurada por investidores.

A valorização dos imóveis fez com que o público se renovasse. Hoje, o investidor de pequenas salas comerciais (até 60 metros quadrados) tem, em média, 44 anos e renda média familiar de R$ 20 mil ao mês.

Há seis anos, a idade média para esses investidores ultrapassava os 50 anos e a renda familiar era de R$ 46 mil, segundo um estudo da imobiliária Lopes. Para João Henrique, diretor de atendimento da empresa, houve uma migração do investidor da Bolsa para o imóvel.

Em residencial, investidor prefere revenda.

Os compradores também estão cada vez mais qualificados: 43% possuem pós-graduação e 47%, ensino superior. “Há muitos médicos, advogados, empresários e profissionais liberais investindo”, afirma Henrique.

Antes, a maior parte dos investidores era de empresários bem-sucedidos.

Enquanto a maioria dos imóveis residenciais é adquirida para moradia (entre 80% e 90%, segundo o Secovi-SP, sindicato que representa as construtoras), 36% dos comerciais são comprados por investidores.

RENDA MENSAL

Na maioria dos casos, o investidor compra a sala e tem no aluguel uma garantia de retorno mensal.

Segundo Celso Petrucci, economista chefe do Secovi, a taxa de retorno média fica entre 0,5% e 0,6% ao mês em relação ao valor total do investimento. Se o investidor comprou um imóvel por R$ 500 mil, por exemplo, um aluguel de R$ 2.500 representa um retorno de 0,5%.

O empresário Anderson Willian Figueira, 35, espera ganhos mais altos. Figueira comprou uma sala comercial de cerca de 40 metros quadrados na Barra Funda, zona oeste de São Paulo.
Gastou cerca de R$ 500 mil na compra. Na região, as salas são alugadas por aproximadamente R$ 3.000. O investidor quer construir um mezanino e aumentar o aluguel para em torno de R$ 5.000, com retorno de 1%.

“Não tem outro investimento que dê rentabilidade desse nível, com risco baixo.”

Para Amir Makansi, diretor da consultoria imobiliária Anglo Americana, a localização do imóvel é essencial para o sucesso do investimento. “Você tem que estar em uma região que tenha demanda”, diz. Por isso, a maior parte das compras para investimento ocorre em regiões já consolidadas, como as avenidas Faria Lima e Paulista.

A expansão ocorre a partir desses polos já consolidados, segundo Henrique, da imobiliária Lopes.

LAJES X SALAS

Aquele que investe em salas comerciais tem um perfil diferente do investidor que aposta em lajes corporativas (grandes escritórios -leia mais na pág. 4).

O comprador da laje é considerado um investidor de grande porte porque consegue alugar andares inteiros para empresas grandes, com contratos longos e baixo risco de inadimplência.

 

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Fonte: Folha  de São Paulo

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maio 21

Feirão da Casa Própria movimenta R$ 1 bilhão em Brasília.


21 de maio de 2013 às 16:47
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Quase 7 mil contratos foram assinados na nona edição do evento.

 

Marcelo Camargo/ABr

 

 

Feirão Caixa da Casa Própria 2013: neste ano, o visitante teve como opção de compra mais de 7.200 imóveis novos ou na planta e mais de 3.200 usados

Brasília – O 9º Feirão Caixa da Casa Própria, realizado de sexta-feira (17) a domingo (19) em Brasília, movimentou R$ 1,131 bilhão, entre contratos (6.933) assinados e encaminhados. Mais de 34 mil pessoas passaram pelo feirão.

Segundo a Caixa, no evento foram oferecidos mais de 10.400 imóveis, distribuídos no Distrito Federal e Entorno. Neste ano, o visitante teve como opção de compra mais de 7.200 imóveis novos ou na planta e mais de 3.200 usados.

O feirão vai passar por mais seis capitais até o dia 16 de junho. De 24 a 26 de maio, será realizado em Belo Horizonte, Porto Alegre e Florianópolis. De 14 a 16 de junho, será a vez de Belém, Campinas e do Recife.

Por Kelly Oliveira, da  Agência Brasil

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maio 20

Crédito Imobiliario – Simulação aponta vantagens na troca de banco.


20 de maio de 2013 às 11:55
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

 

Para saber quanto economizará por mês com a portabilidade, basta o cliente fazer uma simulação nos portais dos bancos, informando o saldo devedor atual e o total de meses que faltam para quitar o financiamento. Há alguns anos, as taxas de juros fixas dos contratos chegavam a 12% nominais ao ano (o que chega à taxa efetiva de 12,5% anuais), no caso de imóveis dentro do limite do Sistema Financeiro da Habitação, e de 13% ou mais para os demais, além da Taxa Referencial de Juros (TR), que atualiza o saldo devedor.

Hoje, é possível encontrar juros efetivos de até 8,3% anuais, fora a TR, que neste ano está igual a zero. Esses custos podem ser menores ainda, de 7,4% e 7,9%, se o cliente optar por receber o salário no novo banco. Para ter ideia, em janeiro, a Caixa baixou também os juros dos financiamentos de imóveis fora do SFH, acima de R$ 500 mil, para 8,3% e 8,6% ao ano.

O cliente economiza não só com a taxa de juros. Para quem financiou o imóvel até meados de 2009, o valor do seguro habitacional chega a ser o dobro do cobrado atualmente nos novos contratos. Naquele ano, o governo mandou os bancos baixarem o valor do encargo embutido nas prestações, que caiu 50%, na média. Mas a redução não foi repassada aos contratos anteriores, cerca de 1 milhão. O mutuário tem, no entanto, o direito de trocar a apólice por outra mais barata.Um mutuário de 45 anos que pagava R$ 145,38 de seguro para um saldo devedor de R$ 115 mil na Caixa passou a desembolsar R$ 63,38 no Banco do Brasil, ou R$ 82 a menos. A prestação total caiu de R$ 2.176 para R$ 2.002, diferença de R$ 174 (a taxa de juro mensal caiu de 0,75% para 0,67% ao mês (de 9,4% para 8,4% ao ano). Após seis meses, o custo da portabilidade foi coberto, faltando ainda 100 meses para o final do contrato.

A portabilidade é feita nas mesmas condições do contrato original, só mudam a taxa de juros e o seguro cobrado (por causa da alteração da seguradora), permanecendo o valor do imóvel à época da assinatura e o prazo remanescente. Se ele foi feito dentro do SFH, fica no mesmo regime, com direito à taxa de juros oferecida ao sistema, mesmo que o apartamento ou casa esteja valendo mais que R$ 500 mil atualmente. O valor do seguro também é estipulado sobre o valor do imóvel na data da aquisição e não da portabilidade.Sobre o motivo de fazer nova avaliação do bem, a Caixa explicou que fica a critério de cada instituição realizá-la ou não. Já o BB esclareceu que o objetivo “é verificar as condições do imóvel que será aceito como garantia da operação de financiamento” e a possibilidade de utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A Caixa garante que todo o processo de portabilidade leva apenas 10 dias. Já no BB, são 30 dias, desde que a documentação apresentada pelo cliente esteja correta. por Geórgea Choucair – Estado de Minas

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abril 16

BB lança duas novas linhas de financiamento imobiliário com recursos do FGTS


16 de abril de 2013 às 9:42
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

 

Os clientes escolhem o financiamento de acordo com a sua conta no FGTS

O Banco do Brasil lançou, na última quarta-feira (10), duas novas opções de financiamento imobiliário que utilizam recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Uma delas é o BB Crédito Imobiliário Aquisição PF FGTS, que possibilita a contratação de imóveis novos e usados, no valor de até R$ 190 mil, sem necessidade de ter a conta vinculada do fundo. O financiamento máximo é de 90% do valor do imóvel, em até 360 meses, com possibilidade de inclusão dos valores de despesas cartorárias e ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis). Em caso de mutuários com renda bruta familiar de até R$ 3.275,00, a taxa de administração do contrato será paga pelo FGTS.

A taxa de juros parte de 5% ao ano e pode variar de acordo com a renda. Além disso, caso o cliente possua conta vinculada no FGTS, a taxa da operação poderá ter redução de 0,5 ponto percentual. Nesta linha, também serão oferecidos descontos nas taxas de financiamento e no valor financiado por meio de subsídios, conforme a renda familiar do cliente, localização do imóvel e condição do imóvel.

Taxas de juros podem sofre reduções ao longo do financiamento
Taxas de juros podem sofre reduções ao longo do financiamento

Pró-Cotista
Já a outra linha é a Pró-Cotista, voltada para clientes que possuem conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições. Nela, é permitido financiamento de até R$ 450 mil, em até 360 meses, com possibilidade de inclusão dos valores de despesas cartorárias e ITBI.

A taxa de juros é de 8,9% a.a. mais a TR (Taxa Referencial) e pode cair para 7,9% mais a TR, dentro do Programa BOMPRATODOS. Os clientes que pagarem suas prestações em dia terão 0,5 p.p. a menos na taxa de juros e outro 0,5 p.p. de redução na taxa será obtido com a manutenção da conta salário no banco. O cálculo da bonificação é automático e será realizado mensalmente, não sendo necessária nenhuma ação por parte do cliente.

Por Juliana Américo Lourenço da Silva

Fonte: Infomoney

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abril 05

Quatro opções para quem quer comprar o segundo imóvel.


5 de abril de 2013 às 11:23
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

Escolha da modalidade deve levar em conta, principalmente, compatibilidade entre o tempo para liberação dos recursos e a necessidade do imóvel.

O preço dos imóveis subiu mais que o dobro da inflação em 12 meses. É o que mostra o índice FipeZap Composto, que mede o reajuste do metro quadrado em sete capitais do País – São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Fortaleza e Recife. No período, até março, a variação do índice foi de 12,2%, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 6,43%. Para o comprador, preço elevado é sinônimo de dificuldade para a aquisição do bem à vista, principalmente para quem já usou os recursos do Fundo Garantidor de Tempo de Serviço (FGTS) na negociação do primeiro imóvel. Veja abaixo quatro opções selecionadas pelo Economia & Negócios para esse perfil de comprador:

Consórcios

Se o horizonte de compra de imóvel é o médio ou longo prazo, especialistas recomendam o consórcio imobiliário. Entre as principais vantagens, está o custo, em geral mais baixo que em outras modalidades. “Se a pessoa não tem a necessidade de ter o imóvel no curto prazo, o consórcio é a opção mais vantajosa. O único custo, neste caso, é a taxa de administração, que fica em 1% ao ano”, conta o professor da Fipecafi, Silvio Paixão.

Nessa modalidade, a pessoa vai fazendo uma espécie de “poupança” que será convertida em uma carta de crédito no futuro, para que ela utilize na compra de um imóvel. Com o dinheiro na mão para a compra à vista, o comprador pode conseguir melhores negócios do que em um financiamento. Todos os meses, há uma carta de crédito para o sorteado entre os membros do consórcio e outra é entregue para o lance mais alto.

“No Bradesco, os lances são livres e são limitados a pelo menos 20% do valor da carta”, explica o diretor da Bradesco Consórcios, Helio Dias. A taxa cobrada no banco é de 1,5% ao ano, por 144 meses, ou seja, 18% em 12 anos. Há uma análise da renda na hora de vender o consórcio e cada cota pode ser de no máximo R$ 300 mil no Bradesco.

Dias comenta que a modalidade oferece também a vantagem de transferência da carta de crédito para outra pessoa, sem tributação. “Um pai pode fazer um consórcio e quando for contemplado repassar para o filho que vai casar, por exemplo”, afirma.

Refinanciamento

O refinanciamento imobiliário é outro produto facilmente encontrado. Nele, o proprietário do imóvel financia seu bem, recebe o dinheiro para comprar a nova propriedade e paga as parcelas do financiamento à instituição. “Pode ser um imóvel urbano, residencial. Galpões industriais, por exemplo, não podem ser refinanciados”, explica o diretor da BM Sua Casa, Elyseu Mardegan. “É um produto que se adapta a quem recebeu herança e não quer se desfazer desse patrimônio para comprar outro imóvel, por exemplo”, diz.

Na Brazilian Mortgages, o refinanciamento pode chegar a 50% do valor do imóvel. Em geral, o crédito é liberado entre 20 e 30 dias. Entre os custos, há a avaliação do imóvel e da documentação, que juntos somam cerca de R$ 800. A taxa de juros cobrada é de 1% ao mês mais IGP-M. Mardegan conta que entre os interessados no produtos há micro e pequenos empresários em busca de um segundo imóvel próprio ou de capital de giro até pessoas físicas que querem investir em um segundo bem.

O risco da modalidade é a perda do imóvel refinanciado, caso o devedor não pague a dívida, já que o bem passa a ser alienado à empresa que liberou o crédito. Assim, sempre é preciso checar a capacidade de pagamento para não assumir uma dívida maior do que é possível pagar. “Sempre tentamos renegociar nesses casos, alongando o prazo, por exemplo”, conta o diretor da BM.

Financiamento

A modalidade mais comum do mercado também pode ser usada na compra do segundo imóvel. “Não fazemos distinção se é o primeiro ou o segundo imóvel, apesar do primeiro caso ser mais comum”, comenta o diretor da área de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges. A vantagem é poder utilizar o crédito mais rapidamente, em um mês por exemplo. O custo, porém, costuma ser um pouco maior. No Bradesco, o juro do crédito imobiliário varia entre 9,5% e 9,8% ao ano mais Taxa Referencial. O prazo máximo é de 30 anos.

O financiamento pode ser de até 80% do valor do imóvel, mas o professor Silvio Paixão alerta que o mais adequado é não ultrapassar 50% – o que, segundo ele, vale para financiamento, refinanciamento ou consórcio. Caso o segundo imóvel seja para investimento, a dica é utilizar o valor recebido no aluguel para pagamento da parcela do financiamento.

Planta

Imóveis comprados na planta são conhecidos por oferecerem descontos. Segundo o professor da Fipecafi, há três momentos para o investimento: na construção do projeto, no lançamento ou quando está sendo construído. Em geral, a pessoa física comum entra nos dois últimos, já com descontos menores em relação ao investidor que já acompanha a construtora e é chamado para alocar recursos no projeto. Mesmo assim, o valor costuma ser mais barato do que um imóvel pronto.

A desvantagem é o tempo de espera. “A compra na planta é indicada quando a pessoa não tem urgência na mudança ou no investimento, pois ela pode receber a chave depois de dois ou três anos”, afirma a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.

Outras dicas

Qualquer que seja a modalidade escolhida, há duas dicas para quem vai comprar o segundo imóvel. A primeira é contar com uma boa assessoria jurídica ou consultoria para analisar os documentos envolvidos na transação. Se o vendedor tiver problemas jurídicos, como um processo trabalhista, o imóvel pode ser usado para quitar a dívida dele.

Além disso, se o proprietário tiver o dinheiro do imóvel para comprá-lo à vista, vale à pena avaliar quanto o dinheiro renderia se fosse investido. “Às vezes, o comprador investe bem o dinheiro e está conseguindo uma taxa maior do que o juro de um financiamento”, diz Paixão.

Por: Yolanda Fordelone, do Economia & Negócios

Fonte: Estadão.com.br

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março 27

Decisão de tomar um financiamento imobiliário costuma ser individual.


27 de março de 2013 às 9:24
Categoria: Financiamento
Publicado por: admin

São Paulo é a cidade com maior número de decisões individuais sobre o financiamento imobiliário.

A maioria dos compradores de imóveis (51%) decide contrair um financiamento imobiliário de forma individual, somente 49% compartilham com seus familiares a decisão. De acordo com um levantamento da CrediPronto, dividir com parentes a escolha sobre o financiamento é mais comum entre os clientes com menor poder aquisitivo.

Na parcela com renda familiar acima de R$ 8.100, a escolha final é feita individualmente pelo líder da família em cerca 60% dos pesquisados. Já para famílias com renda de até R$ 4.599, a individualidade na decisão cai para 35%.

São Paulo
A capital paulista registra maior número de decisões individuais, chegando a 53% dos financiamentos, enquanto nas demais cidades, tanto do interior como capitais de outros Estados, a média é de 48%.“O mercado imobiliário tem percebido fortemente o movimento de solteiros em São Paulo, o que contou nesse resultado, mas o fator que mais influencia é o poder aquisitivo do comprador”, explica o diretor geral da CrediPronto, Bruno Gama.

80% das pessoas toma a decisão do financiamento junto com o cônjuge (Shutterstock)

80% das pessoas toma a decisão do financiamento junto com o cônjuge (Shutterstock)

 

Para ele, quanto maior o comprometimento da renda familiar com a aquisição, mais importante envolver todos os membros economicamente ativos na hora de assinar o contrato. Por isso, entre os que compartilham o momento do financiamento, 80% o fazem junto a seu cônjuge, seguido por amigos (7%), filhos (5%), sócio (1%) e gerente do banco (1%).

 

Por Juliana Américo Lourenço da Silva 
Fonte: Infomoney.com.br
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março 15

Investimento em imóveis pode garantir sua aposentadoria.


15 de março de 2013 às 8:43
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: admin

O investidor brasileiro é conservador. Inflação alta durante décadas, planos econômicos mal sucedidos, alteração das regras do jogo e perda do poder de compra são alguns dos fatores que justificam a preferência pelo investimento em imóveis. O sentimento de posse, a concretude do bem, a percepção de que não há plano econômico que possa tirar esse patrimônio, explicam a escolha.

COMO INVESTIR

A maneira mais tradicional de investir é comprar imóveis residenciais, comerciais, terrenos, galpões, e alugá-los assegurando uma renda mensal. Como isso exige muito capital para a aquisição e manutenção desses imóveis, impede que pequenos e médios investidores participem desse mercado.

A escolha requer envolvimento direto e intenso do investidor na gestão da carteira de imóveis, mesmo que haja uma empresa contratada para fazer a administração dos contratos de aluguel.

Editoria de Arte/Folhapress

O investidor dispõe de outra forma de acessar esse mercado com menos dinheiro e trabalho: comprando cotas de fundos imobiliários. Diversos tipos de fundos permitem ao investidor montar uma carteira diversificada e reduzir os riscos, já que existe uma gestão profissional que seleciona os imóveis e contratos de locação para compor o patrimônio do fundo.

O fundo imobiliário mais adequado para investidores que desejam um fluxo estável de rendimentos são os com perfil de renda. Os fundos que investem em shopping center, por exemplo, compram imóveis, alugam para lojistas e distribuem a renda líquida dos aluguéis aos cotistas.

Existem fundos que exploram o segmento de lajes e galpões: compram lajes corporativas com escritórios de alto padrão e galpões industriais, alugam para empresas de grande porte e distribuem a renda para os cotistas. Eles tendem a apresentar os melhores índices de liquidez.

RISCOS

Investimentos em imóveis não são livres de risco, independentemente da forma de investir. Você estará exposto ao risco de inadimplência ou vacância, quando o imóvel perde o inquilino e não consegue substituí-lo imediatamente ou em condições favoráveis. O empreendimento, ainda em construção, pode não ser bem-sucedido como se esperava. A diminuição da taxa de ocupação imobiliária e a queda do preço dos imóveis também são eventos desfavoráveis.

A baixa liquidez, típica no investimento em imóveis, é outro risco que deve ser considerado. Não é simples vender um imóvel, não pelo preço justo de mercado, com boas condições de pagamento. O mercado de fundos imobiliários não é diferente.

Alguns fundos apresentam baixo volume de negociações, dificultando a venda e impedindo a formação do valor das cotas de forma transparente e justa. O trabalho competente da gestão profissional dos fundos imobiliários pode reduzir, mas não afasta os riscos citados.

RENTABILIDADE

Investimento em imóveis deve ser considerado como sendo de renda variável. Não tão volátil quanto o mercado de ações, mas não tão previsível quanto o de renda fixa.

São duas as fontes de ganho do investidor: os rendimentos, provenientes da renda de aluguéis durante o período da posse do imóvel; e o ganho de capital, obtido na venda do imóvel ou das cotas do fundo imobiliário.

Fonte: Folha de São Paulo

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