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Construção: indústria de EPI “de olho” no mercado feminino


28 de fevereiro de 2013 às 13:44
Categoria: Gestão de Qualidade , Mercado
Publicado por: admin

Os fabricantes de Equipamentos de Proteção Individual (EPI”s) estão investindo na fabricação de equipamentos personalizados, especiais para o tamanho das mulheres, a anatomia, para serviços ligados diretamente a elas ou desenvolvendo linhas de EPI”s, exclusiva para elas.

O grande destaque da mudança vai para os calçados que ganharam designers exclusivos. Segundo a gerente de marca do Guia do EPI, Bianca Alves, é um investimento justo, já que as mulheres hoje estão em todas as áreas do setor. “Elas começaram atuando como engenheiras e técnicas de segurança. Agora o trabalho se estendeu para atividades de pedreiro, ajudantes, azulejistas, ceramistas, eletricistas e encanadores. Elas são mais dedicadas, muitas delas são qualificadas, pois fazem cursos e acabam superando os homens”, diz ela.

Há algum tempo engajada no setor de Segurança e Saúde no Trabalho, Bianca acredita que a explicação para essa aposta dos fabricantes esteja nas estatísticas que apontam saltos bastante relevantes no que diz respeito à participação das mulheres neste mercado. A aposta de Bianca vai ao encontro à estimativa da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego, que aponta crescimento de 65% no número de mulheres atuantes na construção civil. Outra base para o assunto são os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mostram que somente no primeiro bimestre de 2010, 5.258 delas conseguiram emprego na área, ocupando 5,9% das vagas geradas no setor nesse período. Já em 2011, elas ocuparam 1.629 vagas das mais de 14 mil geradas pelo setor, ou seja, 11,49%. “Além disso, elas já ocupam 35% das vagas nos cursos técnicos e superiores”, acrescenta a gerente de Marketing.

Fonte: Portal Monitor Mercantil/BR

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