março 11

Caixa divulga novas condições de crédito imobiliário com recursos do FGTS


11 de março de 2019 às 16:20
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Valor do imóvel em municípios com menos de 20 mil habitantes pode ser de até R$ 145 mil

 

11/03/2019 – 00:00:00.

Entraram em vigência, nesta sexta-feira (8), novas condições de financiamento habitacional com recursos do FGTS, nos programas Minha Casa Minha Vida e CCFGTS, destinados às pessoas físicas, tanto nas operações individuais como ligadas a empreendimentos. As novas regras estão amparadas pela Resolução CCFGTS 904/2018, Instrução Normativa Ministério das Cidades 42 e 43/2018 e Instrução Normativa Ministério do Desenvolvimento Regional 06/20019.

Dentre as principais novidades, estão a mudança nos limites de valor do imóvel para municípios com população inferior a 50 mil habitantes e do subsídio para imóveis em municípios com menos de 20 mil habitantes. Os limites de valor de imóvel para a faixa 1,5 permanecem inalterados.

Também foram alteradas as condições para subsídios nos dois últimos recortes territoriais dos programas. O valor máximo do subsídio para a faixa 1,5 do PMCMV, R$ 47,5 mil, será mantido para os mutuários com renda bruta até R$1,2 mil. Rendas superiores terão redução progressiva do subsídio. Para os beneficiários da faixa 2, o valor máximo de R$ 29 mil permanece para os mutuários com renda familiar bruta mensal de até R$ 1,8 mil, de acordo com a região em que estiver localizado o imóvel.

Com essas novas condições, a CAIXA está com capacidade plena para atender a demanda por moradia no mercado imobiliário e aplicar todo o orçamento disponível para 2019, promovendo o aquecimento da economia, gerando empregos e rendas, além de contribuir para a redução do déficit habitacional do país.

Fonte: Ascom Caixa

Comentários desativados em Caixa divulga novas condições de crédito imobiliário com recursos do FGTS
fevereiro 26

Mercado imobiliário: Brasília lidera valorização.


26 de fevereiro de 2019 às 12:54
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Preço médio de venda de imóveis comerciais subiu 1,43% na capital federal em janeiro, enquanto a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, variou 0,32% no mesmo período.

Imagem relacionada

Área comercial de Brasília: metro quadrado foi alugado em janeiro por R$ 30,06, valor inferior ao de São Paulo(foto: Fabyana Mota/ON/D.A Press 19/10/11)

São Paulo – Dados do Índice FipeZap de Venda e Locação Comercial, – elaborado em parceria da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), da Universidade de São Paulo, com o Grupo ZAP –, mostram que em janeiro o valor médio de locação comercial apresentou alta de 0,16%. O preço médio de venda de imóveis comerciais teve variação negativa de 0,15% no mesmo período.

Segundo o Índice FipeZap Comercial, Brasília foi a localidade que apresentou a maior elevação de preço de venda (1,43%) no primeiro mês do ano, enquanto Salvador liderou os avanços na locação (1,30%). Em janeiro, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) evoluiu 0,32%.

  •  índice de imóveis monitora o preço médio de salas e conjuntos comercias de até 200 metros quadrados  em 10 cidades do país, sendo oito capitais  – São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Salvador (BA), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC) – com base em anúncios publicados na internet.

Apesar da recuperação pontual, nos últimos 12 meses o preço médio de venda de imóveis comerciais acumula queda nominal de 3,30%. Essa variação ficou abaixo do preço médio de locação comercial, que recuou 2,25% nesse mesmo período. Já a inflação no mesmo intervalo teve alta de 3,72% (IPCA/IBGE) e subiu 6,57%, segundo o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas.

A cidade paulista de Campinas foi a única, no levantamento FipeZap, a apresentar aumento no preço nominal de venda de imóveis comerciais nos últimos 12 meses. No caso das locações desse tipo, a maior elevação nominal acumulada no período foi observada em Salvador (6,48%), seguida por Curitiba (5,32%), Brasília (2,02%) e Porto Alegre (0,36%).

O levantamento mostra também que, em janeiro, o preço médio de venda comercial foi de R$ 8.875 por metro quadrado entre toda as cidades monitoradas pelo índice. Em primeiro lugar, ficou o Rio de Janeiro: R$ 10.186. No caso de Belo Horizonte, o valor chegou a R$ 7.425. Em Brasília, o preço é menor, de R$ 6.748.

Investimento

Para os imóveis comerciais destinados à locação, o valor médio apurado foi de R$ 37,47 por metro quadrado. No topo da lista do metro quadrado mais caro ainda está São Paulo, com valor de R$ 44,31/m², seguido do Rio de Janeiro (R$ 39,43/m²). Brasília registou valor de R$ 30,06/m² e em Belo Horizonte, ainda de acordo com o levantamento, o resultado foi R$ 29,15, à frente apenas de Curitiba (R$ 25,85/m²).

Segundo os técnicos do FipeZap, por meio da combinação entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis comerciais é possível obter medida da rentabilidade para o investidor, que decide investir em imóveis em busca de renda com aluguel. O indicador pode ser adotado para analisar se salas e conjuntos comerciais são atraentes em relação a outros tipos de investimento, inclusive imóveis residenciais.

Pequena alta em comparação ao nível observado em dezembro de 2017 revela que o retorno médio do aluguel comercial (na estimativa anualizada) foi de 5,24% em janeiro de 2019. Com esse desempenho, superou a rentabilidade do aluguel residencial para o mesmo período (4,47%), além do retorno médio real de aplicações financeiras de referência nesse intervalo de tempo.

 

Fonte: O Estado de Minas

Comentários desativados em Mercado imobiliário: Brasília lidera valorização.
fevereiro 14

Dicas para quem quer comprar um imóvel antes dos 30 anos.


14 de fevereiro de 2019 às 16:57
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Planejamento é a chave do negócio, mas escolher bem o tipo de imóvel é fundamenta

O imóvel próprio sempre parece um sonho distante. Afinal de contas, ele exige um investimento alto e, em geral, é pago ao longo de muitos anos por conta do financiamento.

Mas comprar um imóvel não é um sonho tão distante, principalmente para quem começa a se planejar desde cedo. Inclusive, é possível comprar um imóvel antes mesmo dos 30 anos. Porém, para isso, é preciso ter muita organização financeira. Confira algumas dicas para alcançar o objetivo.

Antes dos 30 anos, geralmente, é uma época que se mostra propícia para começar a se planejar para comprar um imóvel. É importante aproveitar o momento que se consegue um emprego e começa a receber um salário e ainda não se tem muitos gastos porque ainda vive na casa dos pais e não tem família ou filhos.

“Quanto mais novo puder comprar um imóvel, melhor. Até porque a pessoa tem o direito de financiar em até 35 anos. Então, se ele começa aos 30, lá pelos 65 anos vai ter o imóvel próprio. Ou seja, quanto antes começar, mais tranquilidade vai ter mais na frente”, ressalta Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

imovel
É importante aproveitar o primeiro emprego e aproveitar o salário ao máximo (Foto: Shutterstock)

Porém, por outro lado, uma pessoa muito jovem, antes dos 30 anos, provavelmente não vai ter uma reserva muito grande para dar de entrada e vai precisar financiar a maior parte do imóvel e por um período muito longo. Mesmo que só seja possível financiar 30% da renda, esse valor pode ser bastante alto quando a renda não é tão boa assim.

Desta forma, pode não sobrar praticamente nada. “É importante que o jovem tenha um emprego seguro e conseguir um bom financiamento. E ainda se organizar muito bem financeiramente para que as prestações caibam dentro do orçamento”, afirma Darlan Carlos de Souza, representante do Conselho do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

Para a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, é importante organizar bem as finanças para evitar aperto no bolso e conseguir pagar todas as prestações. “Por direito, pode comprometer até 30% da renda na prestação do financiamento, mas o melhor é calcular antes de entrar no financiamento para que haja sobra e não chegue a comprometer os 30% e todo o salário fique comprometido porque depois a pessoa não vive”, diz.

compra_imovel
É necessário um planejamento, é preciso levar em conta a renda e suas necessidades (Foto: Shutterstock)

Se decidir comprar um imóvel, alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro é ter a consciência que é melhor sonhar com algo possível e que realmente caiba no orçamento. O segundo é ter flexibilidade. Antes dos 30 anos, muitas possibilidades, principalmente profissionais, podem surgir, como um emprego em outra cidade.

Portanto, começar investindo em um imóvel pequeno, bem localizado e que possa ser alugado ou vendido sem maiores dificuldades pode ser uma boa solução.

Vale ressaltar que um imóvel é um bem que tem a tendência de valorizar. Ou seja, se o proprietário investe em um ainda jovem, logo terá um imóvel bem mais valorizado e com maior valor de mercado. Portanto, começar com um imóvel mais simples, inclusive, pode fazer com que ele sirva como entrada para um imóvel melhor no futuro.

imovel_compra

Se decidir comprar um imóvel, alguns cuidados devem ser tomados (Foto: Shutterstock)

“O ideal é começar com calma e devagar, com algo não tão caro e priorizar a boa localização. Hoje o mercado oferece muitas opções, o segredo é procurar com calma”, reforça Darlan. “Se for comprar na planta, é importante pesquisar sobre a construtora e se certificar da idoneidade dela para não cair em nenhum golpe”, complementa o representante do Creci-RJ.

Como o financiamento pode durar entre 20 a 35 anos, se começar a pagar mais tarde, o imóvel só se tornará próprio quando o proprietário já tiver mais de 50 anos. É preciso ficar atento para que as prestações mais altas não coincidam com os gastos mais altos com filhos.

“O bom é ir subindo com o tempo. Incluir as prestações no orçamento, ganhar estabilidade no emprego, estudar para crescer na empresa e almejar algo melhor, inclusive o imóvel”, concluiu Darlan.

Fonte: ZAP em Casa

Comentários desativados em Dicas para quem quer comprar um imóvel antes dos 30 anos.
julho 17

Fazenda avalia que projetos de lei vão ajudar a inibir distratos.


17 de julho de 2018 às 16:59
Categoria: Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Imóvel; imóveis

De acordo com nota, projetos em discussão no Congresso serão capazes de garantir maior segurança jurídica para funcionamento do mercado imobiliário.

O Ministério da Fazenda divulgou um estudo realizado pela Secretaria de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência (Seprac) endossando os projetos de lei em tramitação no Congresso que estabelecem regras, incluindo multas aos consumidores, para os cancelamentos de vendas de imóveis negociados na planta – os chamados distratos.

De acordo com nota técnica da pasta, o PL 1.220/2015, já aprovado pela Câmara dos Deputados, e o PLS 288/2017, em discussão no Senado, serão capazes de inibir os distratos e garantir maior segurança jurídica para o funcionamento do mercado imobiliário.

“A regulamentação por lei do distrato trará segurança e ajudará a recuperação de um setor importante, assim como assentará bases sólidas para evitar novos desastres como vimos entre 2014 e 2016”, salienta o Ministério da Fazenda, referindo-se ao volume elevado de vendas rescindidas nesse período. “Ademais, ajudará a priorizar o interesse coletivo dos consumidores adimplentes vis-à-vis os interesses individuais dos compradores inadimplentes”, complementa.

A pasta reconhece que os distratos são, em muitos casos, um reflexo da perda das condições de compra pelos consumidores em função de desemprego ou da elevação dos juros do financiamento imobiliário.

Entretanto, salienta também que outra parte considerável das rescisões nasce de investidores que não obtiveram a valorização esperada com o imóvel e acabaram optando por não levar o negócio adiante.

Na avaliação da pasta, as multas aplicadas pela rescisão dos contratos, bem como o veto à devolução da taxa de corretagem, serão instrumentos eficazes para inibir os cancelamentos de vendas que tanto impactaram as empresas.

O PL 1.220/2015, por exemplo, prevê multa de 50% sobre os valores pagos pelos consumidores nas desistências de compras de imóveis que pertencem a empreendimentos com patrimônio de afetação – casos que são a maioria no setor.

A nota técnica apresenta ainda um compilado de dados que evidenciam os graves impactos dos distratos sobre as empresas. A nota traz números da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), segundo os quais os distratos chegaram a representar o equivalente a 51% das vendas brutas no acumulado de 12 meses até janeiro de 2017 (auge da crise do mercado imobiliário), considerando os imóveis de médio e alto padrão. Já o dado mais recente da associação, de abril de 2018, aponta para um recuo a 39,3%.

A pasta cita também um estudo realizado pelo banco BTG Pactual que mostra que a multa pelo distrato é de 100% do valor pago pelos consumidores em países como México, Argentina, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Itália, Espanha, Portugal e Austrália.

Segundo o BTG Pactual, o consumidor que desiste do negócios nesses países pode ser até processado e forçado a concluir a aquisição da unidade. Já no Brasil, a retenção dos valores pelas empresas gira em torno de 10% a 25%, conforme a maioria das decisões judiciais que foram tomadas nos últimos anos em meio à ausência de uma legislação específica.

Na visão do Ministério da Fazenda, ao determinar a restituição da maior parte dos valores pagos aos consumidores, as decisões judiciais afetaram o fluxo de caixa das empresas e comprometerem a conclusão dos empreendimentos imobiliários, colocando em risco os demais consumidores que mantiveram as compras realizadas na planta.

“Em outras palavras, a proteção judicial ao distrato levou a que se priorizasse o interesse individual dos compradores inadimplentes em detrimento do interesse coletivo dos consumidores adimplentes”, ressalta a Seprac. “A experiência internacional revela a importância de se manter a previsibilidade contratual em transações de compra e venda de imóveis”, afirma.

Por fim, a nota técnica sinaliza que a formalização de regras para os distratos e o aumento da transparência nos contratos de compra e venda ajudarão as empresas do mercado imobiliário a precificarem melhor o risco dos investimentos e planejarem seu fluxo de caixa, bem como auxiliarão os consumidores a evitar um endividamento inesperado no negócio, ajudando a reduzir o níveis de inadimplência da economia brasileira como um todo.

Comentários desativados em Fazenda avalia que projetos de lei vão ajudar a inibir distratos.
abril 17

Entenda as novas condições da Caixa Econômica para financiar imóveis.


17 de abril de 2018 às 17:57
Categoria: Financiamento
Publicado por: Thiago Carvalho
Caixa reduz taxas, permitindo que mutuários deixem de gastar mais de R$ 100 mil, dependendo da faixa de preço.
146495820335
O limite de empréstimo para a compra de imóveis usados voltou a ser de 70% do valor.
Condições facilitadas para financiar imóveis. A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros do crédito imobiliário e aumentou o percentual de financiamento do valor dos imóveis. Com as novas condições, o banco garante economia superior a R$ 100 mil, conforme a faixa de preço do bem adquirido. A medida, em vigor desde ontem, pretende aquecer a cadeia produtiva da construção civil, com a injeção de R$ 82,1 bilhões em recursos para financial habitacional. No entanto, isso não deve eliminar uma boa pesquisa dos encargos oferecidos pelos bancos concorrentes.
Segundo a projeção do banco, uma pessoa que contrair financiamento da casa própria no valor de R$ 300 mil, no prazo de 30 anos, vai economizar cerca de R$ 50 mil com as novas taxas. Proprietários de imóveis residenciais na faixa dos R$ 450 mil, financiados no mesmo prazo, podem deixar de gastar R$ 75 mil. Já os financiamentos de bens com valor superior a R$ 800 mil vão poupar cerca de R$ 135 mil.
As taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), aqueles residenciais avaliados em até R$ 950 mil em Minas Gerais. Para essa categoria, as taxas máximas caíram de 11% para 10,25%. Já no caso dos imóveis com valor até R$ 3 milhões, enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), as taxas mínimas passaram de 11,25% ao ano para 10% ao ano e as máximas, de 12,25% para 11,25% anuais. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.
A Caixa também mudou o limite de cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para, novamente, 70%. O limite para imóvel novo continua em 80% do valor da unidade. “A Caixa espera gerar emprego e renda e alavancar o setor da construção civil, que mais gera emprego no país”, afirma o superintendente da Caixa em Minas Gerais, Marcelo Bonfim. As novas condições não valem para quem já contraiu empréstimo.
Desde o início da crise, a Caixa vem mudando as regras para financiamento imobiliário, perdendo a competitividade na comparação com outras instituições financeiras. A última redução ocorreu em novembro de 2016, quando as taxas mínimas passaram de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis financiados pelo SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do SFI.
Reação
O mercado imobiliário reagiu positivamente às mudanças. De acordo com a presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi), Cássia Ximenes, elas chegam num momento muito propício para o mercado. “As pessoas estavam com medo de contrair a dívida, de assumir um financiamento diante da possibilidade de desemprego iminente”, afirma.
Com tantas mudanças pelo banco nos últimos anos, Cássia recomenda que clientes aproveitem as taxas, mas pesquisem. “O consumidor deve comparar com outros bancos e, se tiver condição, aproveitar essa janela de oportunidade, pois não sabemos a durabilidade dela”, reforça. Segundo o superintendente da Caixa, a intenção é manter por um bom tempo essas taxas.
O economista e coordenador sindical do Sindicato da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Daniel Furletti, destaca que as medidas impactam positivamente o setor. A indústria enfrentou retração de 5% no ano passado e, para 2018, espera crescimento na casa dos 2%, abaixo do Produto Interno Bruto (PIB, o conjunto da produção de bens e serviços do país), de 2,7%. “Daqui a uns dois meses conseguiremos sentir como isso vai interferir no estoque de imóveis e nos números”, diz. Furletti avalia que a medida vai favorecer lançamentos imobiliários em 2018, considerando também o estoque em baixa.
FGTS liberado
O presidente Michel Temer assinou ontem decreto que permite o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por trabalhadores com deficiência para a compra de órteses e próteses. O decreto será publicado no Diário Oficial da União (DOU) de hoje. Pela medida, é considerado trabalhador com deficiência “aquele que tem impedimento de longo prazo de natureza física ou sensorial” ou que tenha impedimento “que produza efeitos pelo prazo mínimo de dois anos.”
Como fica:
Quanto o consumidor pode economizar com as novas taxas da Caixa para a casa própria*
Valor do imóvel    Economia
Imóveis de R$ 300 mil    R$ 50 mil
Imóveis de R$ 450 mil    R$ 75 mil
Imóveis de R$ 800 mil    R$ 135 mil
*considerando financiamentos de imóveis residenciais no prazo de 30 anos.
Fonte: Caixa Econômica.
POR: Flávia Ayer/Estado de Minas
postado em 17/04/2018 09:22
Comentários desativados em Entenda as novas condições da Caixa Econômica para financiar imóveis.
fevereiro 07

Venda de imóveis residenciais sobe no Distrito Federal


7 de fevereiro de 2018 às 9:40
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Venda de imóveis residenciais sobe no Distrito Federal

O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) no Distrito Federal aumentou 57% em 2017 , se comparado com 2015. O dado é da pesquisa divulgada nesta terça-feira (6/2) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no DF (Sinduscon-DF), em parceria com a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF).

O IVV residencial foi de 4% para 6,3%. Em 2017, foram vendidos no DF 2.924 imóveis, totalizando um crescimento de 819 residências em relação a dois anos antes. Empresários do setor atribuem a melhora à recuperação da economia. A queda da taxa geral de juros (Selic), que atraiu investidores, também é um dos motivos apontados .

Daniel Ferreira/Metrópoles

A média mensal de casas ou apartamentos comercializados pulou de 175 para 244 entre 2015 e 2017

 

O mês de junho liderou o ranking de vendas, com 325 unidades residenciais entregues, seguido de dezembro, com 285, e agosto, com 276. A média mensal de vendas no ano passado foi de 244 imóveis – em 2015, esse número foi de 175.

Preço do metro quadrado
A melhora do mercado já afetou os valores do metro quadrado no Distrito Federal. Diante do crescimento das vendas, a disponibilidade de casas ou apartamentos em oferta diminuiu. Em 2017, só foram lançadas 12 unidades de empreendimentos, totalizando 3.858 imóveis à venda. Em 2015, o número era de 4.418.

“Há bons negócios e os preços estão convidativos. É preciso aproveitar o momento porque a tendência é a valorização do m²”, afirma o presidente da Ademi-DF Paulo Muniz.

A Asa Norte é a região com as unidades mais caras: o metro quadrado custa R$ 14.950,00. Já Santa Maria tem os imóveis mais acessíveis: R$ 2.923,38 por m².

Na contramão da melhora do mercado residencial, as vendas de imóveis comerciais não têm crescido. O Índice de Velocidade de Vendas caiu de 2,6% em 2015 para 1,4% em 2017.

Por : Sara Alves 06/02/2018 12:37 , atualizado em 06/02/2018 21:27

fonte: https://www.metropoles.com/

Comentários desativados em Venda de imóveis residenciais sobe no Distrito Federal
novembro 07

Confiança e queda de juros elevam venda de imóveis.


7 de novembro de 2017 às 10:18
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

im IMMM

 

Fonte: Estadão.com.br

Comentários desativados em Confiança e queda de juros elevam venda de imóveis.
outubro 16

Indicadores apontam bom momento para investir em imóveis no DF.


16 de outubro de 2017 às 8:41
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Indicadores apontam aumento de vendas no setor imobiliário, e a construção civil programa retomada de novos projetos. Movimento reduz desemprego e setor registra 2 mil contratações em um mês.

Luis Nova/Esp. CB/D.A Press

Ivone e Lázaro pesquisaram o mercado durante um ano: imóveis novos já prontos estão mais baratos

O mercado imobiliário começa a apresentar sinais de reaquecimento. O índice de vendas voltou a subir e o setor já aposta em novas obras. Para conter o excedente e equilibrar a oferta com a procura, nos dois últimos anos, as construtoras haviam optado por diminuir os lançamentos. Agora, essa realidade se inverte. Os consumidores  voltaram a procurar os imóveis para investir, atraídos pelos melhores preços e condições, e os estoques se reduzem.

De acordo com os indicadores da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o segundo trimestre deste ano registrou uma leve melhora em relação às novas unidades. No primeiro semestre de 2017, foram  228 lançamentos de casas e apartamentos novos. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-DF) também mostrou 2 mil novas contratações entre julho e agosto de 2016.

O mais recente levantamento do Índice de Velocidade de Vendas (IVV) de imóveis demonstra que a procura de imóveis no DF está mesmo aquecida. Os dados divulgados pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), revelam que, em agosto, o IVV médio foi de 7,1%, o terceiro melhor de 2017.

Isso representa uma melhora, uma vez que o setor imobiliário leva em conta que o índice na casa dos 5% representa uma velocidade adequada para a venda de um empreendimento imobiliário. Os dados também mostram que, na comparação entre 2015 e  2016, houve um salto, já que o índice havia sido de 4,6%, em agosto de 2015, e de 4,4%, no mesmo mês, em 2016. O maior IVV este ano foi atingido em junho: 7,8%.

O presidente da Ademi, Paulo Muniz, explica que a queda da taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) levou investidores e compradores a mudar o comportamento em relação à economia brasileira. “Tendo em vista que os preços dos imóveis estavam parados num patamar abaixo do praticado, alguns aproveitaram a oportunidade para comprar. Com a redução dos estoques é possível que os valores das unidades aumentem novamente”, acredita Muniz.

De acordo com o boletim da CBIC, no segundo trimestre, no DF, as vendas totalizaram 721 unidades, um aumento de 11,1% em relação ao trimestre anterior, com 562 vendas. Comparado a 2016, houve acréscimo de 48% nas vendas de imóveis novos: na planta, em construção ou  prontos.

Para o presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci, o cenário do DF é parecido com o do restante do país. “Estão cada vez mais reduzindo os estoques de unidades disponíveis. Isso é bom para o setor, uma vez que, vendendo os imóveis prontos, as incorporadoras reduzem as dívidas e passam a ter confiança para investir em novos lançamentos.” Se a tendência continuar, é possível que a cada mês ocorram lançamentos imobiliários, adianta.

Desconfianças

O vice-presidente do Sinduscon-DF, João Accioly, lembra que o estoque de imóveis vem caindo desde o fim do ano passado. “O setor passou por um período difícil no fim de 2014, que se estendeu até 2016. O mercado em Brasília teve uma ascensão com o lançamento do Noroeste, mas depois a crise fez com que os investidores recuassem”, explica.

No fim do ano passado, segundo Accioly, surgiram sinais de recuperação. “As vendas melhoraram e a expectativa é de novos lançamentos.” Ele observa que as dificuldades burocráticas para licenciamentos em Brasília traziam desconfianças ao investidor. “A legislação era desatualizada. Agora, estamos fazendo um trabalho com o governo para solucionar todos os entraves.”

O casal Ivone de Freitas, 57, e Lázaro de Freitas, 66, pesquisou as ofertas de imóvel durante um ano. Com o tempo de pesquisa, eles conseguiram perceber que as condições e os preços foram melhorando, na comparação entre 2016 e 2017. Optaram, no fim, por um apartamento no Noroeste, ainda na planta. Parte do investimento foi garantido com a venda de um imóvel que eles tiveram dificuldade de negociar pelo preço mais alto. “Demoramos um ano pra conseguir vender a nossa casa no Park Way. Quando abaixamos o preço, a venda foi rápida”, conta Ivone.

Depois do tempo que levou calculando orçamentos e despesas para a compra do apartamento, o casal garante que os imóveis novos já prontos estão mais baratos. “A gente preferiu comprar na planta porque queremos o imóvel do nosso jeito. Porém, há, sim, mais baratos e novos. Quem começar a procurar neste período, com certeza acha”, comenta Lázaro, aposentado do Banco do Brasil.

É o que está fazendo o servidor público aposentado Anirton Ribeiro, 69 anos. Ele aproveita a melhora nos preços e nas condições para investir em um imóvel para os dois filhos, na quadra 102 do Noroeste. “Aqui, eles vão ficar mais perto de tudo. Penso também na infraestrutura. Além disso, não houve ajuste. Vou aproveitar que o investimento em apartamentos está melhor”, justifica.

“As vendas melhoraram e a expectativa é de lançamentos de novas unidades”

João Accioly, vice-presidente do Sinduscon-DF

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br

Comentários desativados em Indicadores apontam bom momento para investir em imóveis no DF.
maio 09

Mercado de imoveis começa a se recuperar após dois anos difíceis


9 de maio de 2017 às 9:19
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

ab

Nos três primeiros meses deste ano, o Governo de Brasília arrecadou quase R$76 milhões com o ITBI, imposto que o comprador paga para transferir um imóvel para seu nome. O DFTV 2ª edição do último sábado (6) trouxe uma entrevista com o presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho Ferreira, sobre o tema.

Na matéria, o presidente da entidade explica que o aumento na arrecadação é sinal de que a confiança está sendo retomada e as condições de atendimento à demanda estão em caminho de fortalecimento.

Clique aqui e assista a matéria na íntegra.

https://globoplay.globo.com/v/5851555/

Comentários desativados em Mercado de imoveis começa a se recuperar após dois anos difíceis
fevereiro 01

Faenge realiza assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Chateau du Parc.


1 de fevereiro de 2017 às 12:24
Categoria: Andamento das Obras , Gestão de Qualidade , Institucional
Publicado por: Thiago Carvalho

Faenge inicia 2017 com o pé direito.

Na noite, 31 de Janeiro,  a construtora realizou a assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Chateau du Parc, Noroeste – Brasília, DF

146495820335 147213278103

 

Para apresentar o Chateau du Parc , no Noroeste, a primeira  assembleia reuniu diretores da construtora, proprietários e representantes da administração do condomínio. O encontro foi conduzido pelo diretor presidente da Faenge, Leonardo Ávila. Ele explicou aos proprietários tudo que precisa ser providenciado para o pleno funcionamento do empreendimento e das unidades. Além disso, realizou a eleição para o corpo diretivo do condomínio.

Leonardo, agradeceu a confiança depositada na empresa e reforçou a excelente escolha que os proprietários fizeram. “O Chateau é o lugar ideal para quem quer  morar bem e investi. Estamos entregando um prédio moderno, com acabamento diferenciado, com fácil acesso, e no melhor bairro de Brasília.” destacou o Diretor.

Faenge Facilities:

Na assembleia, foi  explicado  aos proprietários como será a atuação  no empreendimento. Para manter o conceito da gestão  moderna de condomínios, a Faenge  Facilities ,  fará  a primeira a gestão do condomínio.

 

 

 

20170131_204513

 

20170131_204354

 

 

20170131_204557

 

20170131_204408

 

 

 

Comentários desativados em Faenge realiza assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Chateau du Parc.
Página 1 de 3012345102030»»

Facebook

Twitter

FAENGETV

Todos os Videos