fevereiro 01

Faenge realiza assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Chateau du Parc.


1 de fevereiro de 2017 às 12:24
Categoria: Andamento das Obras , Gestão de Qualidade , Institucional
Publicado por: Thiago Carvalho

Faenge inicia 2017 com o pé direito.

Na noite, 31 de Janeiro,  a construtora realizou a assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Chateau du Parc, Noroeste – Brasília, DF

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Para apresentar o Chateau du Parc , no Noroeste, a primeira  assembleia reuniu diretores da construtora, proprietários e representantes da administração do condomínio. O encontro foi conduzido pelo diretor presidente da Faenge, Leonardo Ávila. Ele explicou aos proprietários tudo que precisa ser providenciado para o pleno funcionamento do empreendimento e das unidades. Além disso, realizou a eleição para o corpo diretivo do condomínio.

Leonardo, agradeceu a confiança depositada na empresa e reforçou a excelente escolha que os proprietários fizeram. “O Chateau é o lugar ideal para quem quer  morar bem e investi. Estamos entregando um prédio moderno, com acabamento diferenciado, com fácil acesso, e no melhor bairro de Brasília.” destacou o Diretor.

Faenge Facilities:

Na assembleia, foi  explicado  aos proprietários como será a atuação  no empreendimento. Para manter o conceito da gestão  moderna de condomínios, a Faenge  Facilities ,  fará  a primeira a gestão do condomínio.

 

 

 

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dezembro 02

Valor de imóveis que podem ser financiados com o FGTS é ampliado.


2 de dezembro de 2016 às 7:10
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Com a mudança, o teto de financiamento subiu de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país.

Imóveis residenciais na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

Imóveis: No DF, MG, RJ e SP, o limite passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil (Dado Galdieri/Bloomberg)

Os mutuários que comprarem imóveis novos e usados financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ganharam um incentivo.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou hoje (24) o valor máximo dos empreendimentos que podem ser financiadas pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que cobra juros menores que os demais financiamentos de mercado.

Com a mudança, o teto de financiamento subiu de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país.

No Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o limite passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil. A última vez em que esses limites tinham sido alterados foi em setembro de 2013.

Os novos limites valem a partir de amanhã (25). Concedidos com recursos do FGTS, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano.

Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

Amortização

Além de ampliar os limites de financiamento, o Conselho Monetário determinou que todos os novos contratos do SFH tenham algum grau de amortização em todas as parcelas.

A mudança assegura que o saldo devedor caia o tempo todo e proíbe financiamentos com amortizações negativas, quando, no início dos financiamentos, o mutuário vê o saldo devedor subir e só começa a amortizar a dívida mais tarde.

“A medida vinha sendo estudada há algum tempo pelo Banco Central e tem um caráter de prudência para os dois lados, porque diminui o risco dos financiamentos para os bancos e para o cliente”, disse a chefe do Departamento de Regulação do Banco Central, Sílvia Marques.

A regra para a amortização valerá a partir de 2017. As operações aprovadas até 31 de janeiro do próximo ano poderão ser finalizadas até 31 de março do ano que vem ainda sem a obrigatoriedade de amortização nas parcelas.

A mudança não afeta o sistema de amortização constante, em que o mutuário abate parte do saldo devedor todos os meses, começando a pagar prestações mais caras, que diminuem de valor ao longo dos meses.

No sistema price, com prestações constantes, as modalidades com amortização negativa serão proibidas. “Todas as parcelas, desde a primeira, deverão ter alguma amortização que permita reduzir o saldo devedor desde o início do financiamento”, explicou Sílvia.

 

Fonte: Exame.com/topicos/imoveis

 

 

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setembro 19

Lançamentos imobiliários voltam a aumentar no DF


19 de setembro de 2016 às 8:58
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

Pesquisa inédita mostra que 30% dos lançamentos de 2016 aconteceram em julho.

 

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O último Índice de Velocidade de Vendas de imóveis (IVV) residenciais no Distrito Federal apontou 4,7% no mês de julho. Além de um índice positivo em termos de vendas, julho registrou o maior número de lançamentos imobiliários em um único mês em 2016. Foram três lançamentos, todos no setor Noroeste, o que representa 30% do total de 10 lançamentos no ano. Em termos de Valor Geral de Vendas (VGV), estes três novos empreendimentos representam movimentação de R$ 240 milhões ou 38% do VGV dos 10 lançamentos de 2016.

“Bastou o governo agilizar um pouco mais a aprovação de projetos que o mercado imobiliário do DF respondeu na hora com lançamentos, afinal estamos afirmando há meses que a oferta está baixando e há demanda por novos imóveis. O DF tem uma situação bem melhor do que outras capitais em relação ao mercado imobiliário. Aos poucos, nosso setor volta a movimentar com mais vigor a economia do DF e isso repercute em toda a cadeia produtiva, gerando mais empregos e renda”, disse o vice-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Aroeira.

Sobre a aprovação de projetos, no período de abril de 2015 a abril de 2016, apenas 15 projetos tinham sido liberados pelo governo; outros 15 projetos foram aprovados nos meses de maio e junho de 2016, um bom indicativo de melhoria; em julho de 2016 foram 63 projetos aprovados. “Há fortes indicadores de que o IVV de agosto será mais expressivo do que o de julho pelos dados iniciais coletados junto às empresas do setor. Isso é importante porque a oferta de imóveis – apuradas junto a 29 empresas – é de apenas 4.054 imóveis novos. Apesar dos 10 lançamentos deste ano, a oferta caiu”, diz Aroeira. Os dados da pesquisa estão disponíveis no site do Sinduscon-DF e da Ademi-DF.

Setor Noroeste

Outro fato importante da pesquisa de julho é a retomada de lançamentos no setor Noroeste, considerado uma referência do comportamento do setor imobiliário no DF. O IVV do Noroeste em julho foi alto: 7,3% com 59 vendas naquele mês. “No Noroeste já são cerca de 8 mil moradores e as vendas são financiadas com recursos privados. Não há, portanto, consumo de recursos públicos como nos projetos de moradia popular, o que indica que o poder de compra dos brasilienses está reagindo à crise”, disse Aroeira.

A Pesquisa IVV acompanha mensalmente o ritmo de vendas de imóveis novos nas várias regiões administrativas do DF, considerando lançamentos e os em oferta. A amostra é bem expressiva, abrangendo aproximadamente 50% do mercado local (formado por cerca de 60 incorporadoras). As vendas dos imóveis são informadas pelas incorporadoras participantes da pesquisa, conduzida pela Ademi-DF e pelo Sinduscon-DF, com apoio do Sebrae-DF. A empresa Opinião Informação Estratégica é responsável pela coleta, tabulação e análise das informações, obtidas junto às empresas que aderiram voluntariamente ao projeto.

Dados da pesquisa

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. Há, portanto, um IVV para imóveis residenciais e um IVV para imóveis comerciais. O IVV dos imóveis residenciais em junho foi de 4,7% e o IVV dos comerciais foi de 2%.

Em julho foram ofertadas 4.054 unidades residenciais e vendidas 191; também foram ofertadas 1.088 unidades comerciais e 22 imóveis vendidos. As quantidades de imóveis informadas nos gráficos a seguir se referem aos negociados pelas empresas participantes da pesquisa e não representam o total de imóveis em oferta ou negociados em todo o DF (isso em razão de a pesquisa ainda não abranger 100% das incorporadoras). Os percentuais informados podem ser projetados para representação de todo o mercado imobiliário do DF.

Valor do m² imóveis residenciais

Entre várias informações do mercado imobiliário do DF, a pesquisa aponta a variação do preço ofertado por m² dos imóveis residenciais em cada região, em julho. Na Asa Norte foi registrado o maior valor: R$ 15.122,26 (preço de oferta dos imóveis); o mais baixo foi ofertado em Santa Maria – R$ 3.039,30.

Fonte: Sinduscon-DF.

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setembro 02

Caixa deve investir R$ 93 bilhões em crédito imobiliário ainda em 2016


2 de setembro de 2016 às 9:18
Categoria: Financiamento
Publicado por: Thiago Carvalho

Banco projeta aplicar R$ 54 bilhões no segundo semestre e alcançar mesmo patamar de investimento do ano passado

A Caixa Econômica Federal pretende investir R$ 54 bilhões no segundo semestre e fechar este ano com investimento total de R$ 93 bilhões, sendo R$ 16 bilhões para habitação de mercado e R$ 38 bilhões para habitação social.

 

Para atingir esse objetivo o banco promoveu ajustes na política de crédito imobiliário nos últimos meses e relançou o Plano Empresário (PEC) que proporciona condições especiais para o setor da construção civil.

Nelson Souza , vice-presidente da Caixa Econômica Federal (Foto: Ana Nascimento)
Nelson Souza , vice-presidente da Caixa Econômica Federal (Foto: Ana Nascimento)

As mudanças para reaquecer o setor também estão voltadas para os clientes pessoa física. Entre elas, estão o aumento da cota de financiamento, de 70% para 80%, nos imóveis novos, e de 60% para 70% em caso de imóveis usados no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

“As medidas que estamos adotando agora vão aumentar a velocidade das contratações. Isso é bom para a CAIXA, para o cliente, que tem juros menores e para economia, porque gera emprego e renda”, avalia o Vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza.

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julho 01

Quando posso usar o FGTS para abater a dívida do imóvel?


1 de julho de 2016 às 10:08
Categoria: Financiamento
Publicado por: Thiago Carvalho

Afinal, quando posso e quando não posso usar o FGTS para amortizar o financiamento de um imóvel?

Resposta de Marcelo Prata*:

Imóvel em pilha de dinheiro

Casa em cima de dinheiro: nem sempre é possível usar o FGTS para abater financiamento.

Realmente o funcionário da Caixa está correto. A utilização do FGTS para a compra do imóvel, amortização ou quitação do financiamento imobiliário ou carta de consórcio deve seguir as regras abaixo:

– Não pode ser proprietária(o), possuidora(o), promitente comprador(a), usufrutuária (o) ou cessionária(o) de outro imóvel residencial, concluído ou em construção, localizado:

> o no mesmo município onde trabalha, incluindo as cidades que fazem divisa ou na mesma região metropolitana;
> o no mesmo município onde reside, incluindo as cidades que fazem divisa ou na mesma região metropolitana;

Agora, caso o segundo imóvel que você possua esteja localizado em outra localidade, fora do municipio, da divisa ou da região metropolitana onde você trabalha ou reside, então, sim, poderá utilizar o FGTS para amortizar o financiamento imobiliário.

Para isso, será preciso que você apresente a matricula atualizada desse segundo imóvel e anexe juntamente uma declaração onde informe que tem ciência das regras do FGTS e que esse imóvel está fora das condições restritivas para sua utilização.

Apesar de não ser uma exigência formal, tenho visto na prática que esse tipo de declaração ajuda os analistas do banco na análise da sua solicitação.

*Marcelo Prata é especialista em crédito imobiliário e fundador dos sites Canal do Crédito e Resale.com.br

 

 

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maio 23

É possível utilizar o FGTS para comprar um imóvel para outra pessoa. Veja como:


23 de maio de 2016 às 9:21
Categoria: Financiamento
Publicado por: Thiago Carvalho

Existem várias regras a serem seguidas para usar o benefício para este fim. Confira as possibilidades.

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ser sacado para alguns fins e o mais comum é para a compra de um imóvel. Porém, é preciso ter bastante atenção na hora de utilizar o dinheiro com esta finalidade, já que existem muitas regras a serem seguidas. Uma das dúvidas frequentes é se é possível utilizar o benefício para comprar um imóvel para outra pessoa. Aqui, esclarecemos o assunto.

O primeiro ponto em questão é que o FGTS só pode ser utilizado para a compra de um imóvel para moradia. Ou seja, se a ideia é adquirir o apartamento ou casa para investimento ou um imóvel comercial, não é possível usar o fundo. A segunda questão atrelada a esta é que, para usar o FGTS, é preciso ser proprietário do imóvel.

Logo, isto implica que não se pode sacar o fundo para comprar um apartamento ou casa para uma terceira pessoa. Porém, em contrapartida, é possível mais de uma pessoa utilizar o dinheiro para adquirir um imóvel. “Isso pode acontecer desde que todas as pessoas estejam dentro da propriedade do bem, ou seja, todos devem ter os nomes constando como proprietários”, explica Rodrigo Karpat, advogado imobiliário e consultor em condomínios.

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Para comprar um imóvel em conjunto usando o FGTS, apesar de ser comum entre pais e filhos, não é necessário grau de parentesco. Isso pode ser feito por marido e esposa ou até mesmo por um casal que tem uma união estável. “A única questão é que precisa seguir as regras da Caixa Econômica Federal e que o imóvel esteja no nome de todos com o percentual que cada um se propôs a pagar”, afirma José Roberto de Araújo Neves, contador e professor de Contábeis da faculdade Esuda.

Em outro caso, se o proprietário comprou o imóvel quando ainda era solteiro e agora deseja usar o FGTS do cônjuge para amortizar as prestações do financiamento, isso é possível, porém somente se o dono declarar que parte do imóvel pertence ao parceiro. Vale ressaltar ainda que isso só é possível se, pelas regras do uso do fundo, o cônjuge não possuir outro imóvel em seu nome.

É importante ter consciência que as regras devem ser seguidas à risca, já que, quem não cumpri-las e for descoberto, pode ser processado por estelionato e terá que devolver o dinheiro do FGTS.

REGRAS PARA USAR O FGTS:

– Não ter financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação em nenhum lugar do Brasil;
– Não ser proprietário de imóvel residencial no município onde pretende comprar o novo;
– Trabalhar ou morar no município em que fica o imóvel a ser comprado;
– O imóvel deve ser urbano, residencial e destinado à moradia do trabalhador;
– O imóvel não pode custar mais que R$ 750 mil (Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e R$ 650 mil nos demais estados.

 

Fonte: portal  zapimoveis.com.br

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abril 27

BB libera R$ 2,5 bi para casa própria; linha financia até 90% do imóvel.


27 de abril de 2016 às 8:31
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O Banco do Brasil informou, nesta terça-feira (26), que foram liberados mais R$ 2,5 bilhões para uma linha de financiamento da casa própria chamada de Pró-cotista.

Essa linha de financiamento é voltada para famílias com renda acima dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida e oferece um dos juros mais baixos do mercado.

Veja as condições:

  • valor máximo dos imóveis é de até R$ 750 mil (em MG, SP, RJ e DF) ou até R$ 650 mil (demais Estados).
  • É possível financiar até 90% do valor do imóvel, que pode ser novo ou usado.
  • prazo máximo de financiamento é de 30 anos.
  • As taxas de juros são de até 9% ao ano.

Para contratar, é preciso:

  • ter conta ativa no FGTS e mínimo de 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não;
  • se não tiver conta ativa no FGTS, é preciso que seu saldo total no fundo seja igual ou maior que 10% do valor do imóvel ou da escritura, o que for maior.

A linha de crédito FGTS Pró-Cotista usa recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Ela costumava ter um volume pequeno de operações, mas ganhou relevância a partir do ano passado, quando o Conselho Curador do FGTS liberou R$ 5,7 bilhões para financiar a compra de imóveis.

Pressão do governo

O governo federal decidiu novamente recorrer à oferta de crédito e aos bancos públicos para tentar impulsionar a economia. No fim de janeiro, o governo anunciou um pacote de crédito de R$ 83 bilhões por meio dos bancos estatais, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES.

Na época, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que em momento de restrição de caixa, como o atual, é preciso usar linhas de crédito para fazer ajustes.

“Se existem recursos no sistema financeiro que podem auxiliar esse ajustes, a taxas de mercado, sem criar subsídios adicionais, é um dever do governo utilizar esses recursos mais eficientemente.”

O aumento da oferta crédito para novos empréstimos usará recursos adicionais do Fundo de Garantia.

Poupança afeta crédito para a casa própria

O financiamento da casa própria passa por um momento difícil, na medida em que a poupança está perdendo recursos. A caderneta de poupança é a principal fonte de financiamento imobiliário do país, por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

No ano passado, os saques da poupança superaram os depósitos em R$ 53,568 bilhões, no pior resultado desde 1995, o que diminui a oferta de recursos para empréstimo imobiliário.

Com isso, a Caixa, principal banco de financiamento imobiliário do país, e outros bancos enfrentam um cenário difícil, com menos recursos para emprestar nesta modalidade de crédito.

 

Fonte: uol.com.br/economia

 

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abril 11

Como declarar no IR um imóvel comprado na planta?


11 de abril de 2016 às 8:38
Categoria: Financiamento , Gestão de Qualidade , Responsabilidade Social
Publicado por: Thiago Carvalho

Casal em dúvida

gpointstudio/Thinkstock

Casal em frente a um laptop: especialista explica como declarar no IR um imóvel comprado na planta em conjunto com a namorada.

 

Dúvida do internauta: Comprei um imóvel na planta em fevereiro de 2015 em conjunto com a minha namorada. Ela é isenta da declaração do Imposto de Renda porque tem renda mensal de 2 mil reais e não possui bens. O valor do apartamento é de 339 mil reais e pagamos uma entrada de 60 mil reais, incluído o valor de corretagem. Do valor total, 40 mil reais foram pagos com recursos de uma conta poupança conjunta e 20 mil reais com recursos próprios da minha namorada. As parcelas ficaram em 2,5 mil reais e eu pago 1,5 mil reais por mês e minha namorada o restante. O apartamento, ainda na planta, está sendo pago direto à construtora e o financiamento sairá somente quando ficar pronto, em novembro de 2017. Por minha namorada não declarar o Imposto de Renda, os 20 mil reais guardados por ela podem ser um motivo para a Receita Federal colocar a minha declaração na malha fina? Seria melhor a minha namorada entregar a declaração e cada um declarar o valor pago individualmente? Devemos preencher a ficha “Dívidas e Ônus Reais” para apontar quantas parcelas do financiamento ainda falta pagar?

Resposta de Alan Martins*

Você e sua namorada adquiriram o apartamento juntos. Por isso, cada um deverá informar a sua parte nas respectivas declarações.

Porém, se a renda mensal de sua namorada é de 2 mil reais e o valor que ela já pagou do apartamento somado a outros eventuais bens e direitos que ela possua for inferior a 300 mil reais, ela permanece dispensada de apresentar declaração.

Estando ela dispensada, as informações relativas ao imóvel serão preenchidas na sua declaração, na ficha “Bens e Direitos” e com o código “11 – Apartamento”.

No campo “Discriminação”, informe os dados do imóvel e do negócio: localização, nome e CNPJ da construtora, data de pagamento, condições e forma de aquisição (entrada mais parcelas pagas). No mesmo campo, esclareça que o imóvel foi adquirido em conjunto com a sua namorada, informando o nome e CPF dela, a circunstância pela qual ela está dispensada de entregar a declaração de IR, bem como que ela foi responsável pelo pagamento de 1/3 da entrada e de 40% do valor de cada parcela.

Guia IRPF 2016 de EXAME.com explica como declarar o Imposto de Renda

Informe o saldo “R$ 0,00″ no campo “Situação em 31.12.2014” e declare o custo de aquisição do imóvel, considerado o efetivamente pago durante o ano de 2015, ou seja, a soma do valor de entrada e das parcelas do financiamento quitadas ao longo do ano, no campo “Situação em 31.12.2015” (informe apenas a sua parte, ou seja, 40 mil reais de entrada mais 1,5 mil reais por parcela).

Todas essas informações corretas e detalhadas devem ser suficientes para que a Receita Federal não coloque a sua declaração na malha fina, mesmo que a sua namorada não apresente a dela por conta da dispensa.

Por outro lado, o fato de estar dispensada não impede sua namorada de declarar o Imposto de Renda. Se ela preferir fazer a declaração, valem para ela as mesmas orientações aplicáveis ao seu caso, mudando apenas os valores em razão da menor participação dela na aquisição do bem. Ela também deve informar no campo “Discriminação” que o imóvel foi adquirido em conjunto com você, informando seu nome e CPF, bem como que você foi responsável pelo pagamento de 2/3 da entrada e de 60% do valor de cada parcela.

Se o apartamento entrou como garantia de pagamento do financiamento para a construtora, o que acontece com frequência nessas transações, vocês não precisarão preencher a ficha “Dívida e Ônus Reais”. Essa ficha somente deve ser preenchida em situações nas quais os recursos para aquisição do imóvel tenham sido obtidos sem dar o imóvel em garantia, o que acontece com mais frequência em operações bancárias, tais como crédito pessoal ou consignado.

*Alan Martins é mestre em direito pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Especialista em direito tributário, professor e coordenador da área fiscal do CERS Cursos Online. Instrutor da Escola Fazendária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Fazesp). Docente em cursos de especialização e MBAs USP, INPG, ESD, UniFacef, Estácio/CERS e de outras instituições. Autor de livros para concursos e coordenador da área fiscal da Editora Juspodivm.

 

Fonte: EXAME.com.br

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março 21

Nova lei distrital promete agilizar o habite-se.


21 de março de 2016 às 16:26
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

O presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho, concedeu entrevista, para a TV Globo, acerca da lei que dispõe sobre o Polo Gerador de Viagens (PGV). A matéria destaca que, segundo o sindicato, cerca de 10 mil imóveis aguardam a liberação do Habite-se. Desses, 3,5 mil são por conta da ausência do Relatório de Impacto de Trânsito (RIT), que passa a se chamar PGV.

 

A reportagem foi ao ar no DFTV 2ª edição da última sexta-feira (18). Clique aqui e assista.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

 

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março 17

Peças para reaproveitar o que você já tem em casa.


17 de março de 2016 às 8:28
Categoria: Lar , Responsabilidade Social , Sustentabilidade
Publicado por: Thiago Carvalho

Garrafa com plantas

Ideias

São Paulo – O mundo anda muito complicado, já dizia Renato Russo (1960-1996). E arrisco acrescentar: por vezes até meio chato.

A boa notícia é que o humor e a criatividade são receitas milagrosas que levantam qualquer astral e desanuviam as ideias. Mas como ser criativo e bem humorado numa época tão conturbada e de crises?

Nossa sugestão é fazer como os donos das criações, abaixo. Depois, convide os amigos para uma visita e aguarde os elogios. Pronto. Quem não fica mais feliz e inventivo quando é elogiado?

Tambor

Um tambor velho

Aqui, o antigo tambor encontrado na rua virou um mini bar que abriga bebidas e copos. Adendo: vale chamar um serralheiro pra ajudar na empreitada.

Chaves fixas

Chaves fixas sem uso

Depois de entortadas e parafusadas na parede, as chaves fixas antes sem uso, viraram ótimos ganchos para bolsas e casacos.

Para criar o efeito, use um martelo ou peça ajuda para um marceneiro: eles têm máquinas que fazem isso rapidinho.

Garrafa

Garrafa de uísque

Nesta proposta, é melhor chamar um vidraceiro para fazer o furo na base da garrafa. Em seguida, adicione a lâmpada que preferir: pode ser pisca pisca, modelos de led ou o que mais a criatividade permitir.

Bike no banheiro

Bike antiga

Sabe aquela bicicleta parada na garagem? Com os retoques e acessórios certos, ela pode ser transformada em prateleira ou até em apoio para a pia do banheiro, como neste exemplo.

 

Caixotes

Caixotes com móvel antigo

Não sabe o que fazer com o móvel antigo de família? Fácil, é só dar um bom banho de tinta e depois introduzir caixotes coloridinhos. Voilà, o astral do ambiente já muda de cara na hora.

 

Garrafas lustres

 

Garrafas de diferentes formatos

Outro jeito de aproveitar garrafas vazias é fazendo luminárias descoladas.

Para isso, também é importante procurar um vidraceiro e, em alguns casos, consultar um eletricista.

A criação cai bem como pendente para a mesa de jantar ou da cozinha, mas não é uma regra.

Porta

Porta sem uso

É comum sobrarem portas e janelas quando se faz uma reforma, mas jogar no lixo, como bem mostra essa foto, é um desperdício.

Em vez disso, dê uma boa lixada (pode até pintar, mas o estilo envelhecido está em alta e fica um charme), e aí é só escolher o ambiente pra colocar.

 

Fonte:  Portal casa.com.br

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