julho 17

Fazenda avalia que projetos de lei vão ajudar a inibir distratos.


17 de julho de 2018 às 16:59
Categoria: Institucional , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Imóvel; imóveis

De acordo com nota, projetos em discussão no Congresso serão capazes de garantir maior segurança jurídica para funcionamento do mercado imobiliário.

O Ministério da Fazenda divulgou um estudo realizado pela Secretaria de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência (Seprac) endossando os projetos de lei em tramitação no Congresso que estabelecem regras, incluindo multas aos consumidores, para os cancelamentos de vendas de imóveis negociados na planta – os chamados distratos.

De acordo com nota técnica da pasta, o PL 1.220/2015, já aprovado pela Câmara dos Deputados, e o PLS 288/2017, em discussão no Senado, serão capazes de inibir os distratos e garantir maior segurança jurídica para o funcionamento do mercado imobiliário.

“A regulamentação por lei do distrato trará segurança e ajudará a recuperação de um setor importante, assim como assentará bases sólidas para evitar novos desastres como vimos entre 2014 e 2016”, salienta o Ministério da Fazenda, referindo-se ao volume elevado de vendas rescindidas nesse período. “Ademais, ajudará a priorizar o interesse coletivo dos consumidores adimplentes vis-à-vis os interesses individuais dos compradores inadimplentes”, complementa.

A pasta reconhece que os distratos são, em muitos casos, um reflexo da perda das condições de compra pelos consumidores em função de desemprego ou da elevação dos juros do financiamento imobiliário.

Entretanto, salienta também que outra parte considerável das rescisões nasce de investidores que não obtiveram a valorização esperada com o imóvel e acabaram optando por não levar o negócio adiante.

Na avaliação da pasta, as multas aplicadas pela rescisão dos contratos, bem como o veto à devolução da taxa de corretagem, serão instrumentos eficazes para inibir os cancelamentos de vendas que tanto impactaram as empresas.

O PL 1.220/2015, por exemplo, prevê multa de 50% sobre os valores pagos pelos consumidores nas desistências de compras de imóveis que pertencem a empreendimentos com patrimônio de afetação – casos que são a maioria no setor.

A nota técnica apresenta ainda um compilado de dados que evidenciam os graves impactos dos distratos sobre as empresas. A nota traz números da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), segundo os quais os distratos chegaram a representar o equivalente a 51% das vendas brutas no acumulado de 12 meses até janeiro de 2017 (auge da crise do mercado imobiliário), considerando os imóveis de médio e alto padrão. Já o dado mais recente da associação, de abril de 2018, aponta para um recuo a 39,3%.

A pasta cita também um estudo realizado pelo banco BTG Pactual que mostra que a multa pelo distrato é de 100% do valor pago pelos consumidores em países como México, Argentina, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Itália, Espanha, Portugal e Austrália.

Segundo o BTG Pactual, o consumidor que desiste do negócios nesses países pode ser até processado e forçado a concluir a aquisição da unidade. Já no Brasil, a retenção dos valores pelas empresas gira em torno de 10% a 25%, conforme a maioria das decisões judiciais que foram tomadas nos últimos anos em meio à ausência de uma legislação específica.

Na visão do Ministério da Fazenda, ao determinar a restituição da maior parte dos valores pagos aos consumidores, as decisões judiciais afetaram o fluxo de caixa das empresas e comprometerem a conclusão dos empreendimentos imobiliários, colocando em risco os demais consumidores que mantiveram as compras realizadas na planta.

“Em outras palavras, a proteção judicial ao distrato levou a que se priorizasse o interesse individual dos compradores inadimplentes em detrimento do interesse coletivo dos consumidores adimplentes”, ressalta a Seprac. “A experiência internacional revela a importância de se manter a previsibilidade contratual em transações de compra e venda de imóveis”, afirma.

Por fim, a nota técnica sinaliza que a formalização de regras para os distratos e o aumento da transparência nos contratos de compra e venda ajudarão as empresas do mercado imobiliário a precificarem melhor o risco dos investimentos e planejarem seu fluxo de caixa, bem como auxiliarão os consumidores a evitar um endividamento inesperado no negócio, ajudando a reduzir o níveis de inadimplência da economia brasileira como um todo.

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abril 17

Entenda as novas condições da Caixa Econômica para financiar imóveis.


17 de abril de 2018 às 17:57
Categoria: Financiamento
Publicado por: Thiago Carvalho
Caixa reduz taxas, permitindo que mutuários deixem de gastar mais de R$ 100 mil, dependendo da faixa de preço.
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O limite de empréstimo para a compra de imóveis usados voltou a ser de 70% do valor.
Condições facilitadas para financiar imóveis. A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros do crédito imobiliário e aumentou o percentual de financiamento do valor dos imóveis. Com as novas condições, o banco garante economia superior a R$ 100 mil, conforme a faixa de preço do bem adquirido. A medida, em vigor desde ontem, pretende aquecer a cadeia produtiva da construção civil, com a injeção de R$ 82,1 bilhões em recursos para financial habitacional. No entanto, isso não deve eliminar uma boa pesquisa dos encargos oferecidos pelos bancos concorrentes.
Segundo a projeção do banco, uma pessoa que contrair financiamento da casa própria no valor de R$ 300 mil, no prazo de 30 anos, vai economizar cerca de R$ 50 mil com as novas taxas. Proprietários de imóveis residenciais na faixa dos R$ 450 mil, financiados no mesmo prazo, podem deixar de gastar R$ 75 mil. Já os financiamentos de bens com valor superior a R$ 800 mil vão poupar cerca de R$ 135 mil.
As taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), aqueles residenciais avaliados em até R$ 950 mil em Minas Gerais. Para essa categoria, as taxas máximas caíram de 11% para 10,25%. Já no caso dos imóveis com valor até R$ 3 milhões, enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), as taxas mínimas passaram de 11,25% ao ano para 10% ao ano e as máximas, de 12,25% para 11,25% anuais. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.
A Caixa também mudou o limite de cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para, novamente, 70%. O limite para imóvel novo continua em 80% do valor da unidade. “A Caixa espera gerar emprego e renda e alavancar o setor da construção civil, que mais gera emprego no país”, afirma o superintendente da Caixa em Minas Gerais, Marcelo Bonfim. As novas condições não valem para quem já contraiu empréstimo.
Desde o início da crise, a Caixa vem mudando as regras para financiamento imobiliário, perdendo a competitividade na comparação com outras instituições financeiras. A última redução ocorreu em novembro de 2016, quando as taxas mínimas passaram de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis financiados pelo SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do SFI.
Reação
O mercado imobiliário reagiu positivamente às mudanças. De acordo com a presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi), Cássia Ximenes, elas chegam num momento muito propício para o mercado. “As pessoas estavam com medo de contrair a dívida, de assumir um financiamento diante da possibilidade de desemprego iminente”, afirma.
Com tantas mudanças pelo banco nos últimos anos, Cássia recomenda que clientes aproveitem as taxas, mas pesquisem. “O consumidor deve comparar com outros bancos e, se tiver condição, aproveitar essa janela de oportunidade, pois não sabemos a durabilidade dela”, reforça. Segundo o superintendente da Caixa, a intenção é manter por um bom tempo essas taxas.
O economista e coordenador sindical do Sindicato da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Daniel Furletti, destaca que as medidas impactam positivamente o setor. A indústria enfrentou retração de 5% no ano passado e, para 2018, espera crescimento na casa dos 2%, abaixo do Produto Interno Bruto (PIB, o conjunto da produção de bens e serviços do país), de 2,7%. “Daqui a uns dois meses conseguiremos sentir como isso vai interferir no estoque de imóveis e nos números”, diz. Furletti avalia que a medida vai favorecer lançamentos imobiliários em 2018, considerando também o estoque em baixa.
FGTS liberado
O presidente Michel Temer assinou ontem decreto que permite o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por trabalhadores com deficiência para a compra de órteses e próteses. O decreto será publicado no Diário Oficial da União (DOU) de hoje. Pela medida, é considerado trabalhador com deficiência “aquele que tem impedimento de longo prazo de natureza física ou sensorial” ou que tenha impedimento “que produza efeitos pelo prazo mínimo de dois anos.”
Como fica:
Quanto o consumidor pode economizar com as novas taxas da Caixa para a casa própria*
Valor do imóvel    Economia
Imóveis de R$ 300 mil    R$ 50 mil
Imóveis de R$ 450 mil    R$ 75 mil
Imóveis de R$ 800 mil    R$ 135 mil
*considerando financiamentos de imóveis residenciais no prazo de 30 anos.
Fonte: Caixa Econômica.
POR: Flávia Ayer/Estado de Minas
postado em 17/04/2018 09:22
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fevereiro 07

Venda de imóveis residenciais sobe no Distrito Federal


7 de fevereiro de 2018 às 9:40
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Venda de imóveis residenciais sobe no Distrito Federal

O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) no Distrito Federal aumentou 57% em 2017 , se comparado com 2015. O dado é da pesquisa divulgada nesta terça-feira (6/2) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no DF (Sinduscon-DF), em parceria com a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF).

O IVV residencial foi de 4% para 6,3%. Em 2017, foram vendidos no DF 2.924 imóveis, totalizando um crescimento de 819 residências em relação a dois anos antes. Empresários do setor atribuem a melhora à recuperação da economia. A queda da taxa geral de juros (Selic), que atraiu investidores, também é um dos motivos apontados .

Daniel Ferreira/Metrópoles

A média mensal de casas ou apartamentos comercializados pulou de 175 para 244 entre 2015 e 2017

 

O mês de junho liderou o ranking de vendas, com 325 unidades residenciais entregues, seguido de dezembro, com 285, e agosto, com 276. A média mensal de vendas no ano passado foi de 244 imóveis – em 2015, esse número foi de 175.

Preço do metro quadrado
A melhora do mercado já afetou os valores do metro quadrado no Distrito Federal. Diante do crescimento das vendas, a disponibilidade de casas ou apartamentos em oferta diminuiu. Em 2017, só foram lançadas 12 unidades de empreendimentos, totalizando 3.858 imóveis à venda. Em 2015, o número era de 4.418.

“Há bons negócios e os preços estão convidativos. É preciso aproveitar o momento porque a tendência é a valorização do m²”, afirma o presidente da Ademi-DF Paulo Muniz.

A Asa Norte é a região com as unidades mais caras: o metro quadrado custa R$ 14.950,00. Já Santa Maria tem os imóveis mais acessíveis: R$ 2.923,38 por m².

Na contramão da melhora do mercado residencial, as vendas de imóveis comerciais não têm crescido. O Índice de Velocidade de Vendas caiu de 2,6% em 2015 para 1,4% em 2017.

Por : Sara Alves 06/02/2018 12:37 , atualizado em 06/02/2018 21:27

fonte: https://www.metropoles.com/

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novembro 07

Confiança e queda de juros elevam venda de imóveis.


7 de novembro de 2017 às 10:18
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

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Fonte: Estadão.com.br

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outubro 16

Indicadores apontam bom momento para investir em imóveis no DF.


16 de outubro de 2017 às 8:41
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Indicadores apontam aumento de vendas no setor imobiliário, e a construção civil programa retomada de novos projetos. Movimento reduz desemprego e setor registra 2 mil contratações em um mês.

Luis Nova/Esp. CB/D.A Press

Ivone e Lázaro pesquisaram o mercado durante um ano: imóveis novos já prontos estão mais baratos

O mercado imobiliário começa a apresentar sinais de reaquecimento. O índice de vendas voltou a subir e o setor já aposta em novas obras. Para conter o excedente e equilibrar a oferta com a procura, nos dois últimos anos, as construtoras haviam optado por diminuir os lançamentos. Agora, essa realidade se inverte. Os consumidores  voltaram a procurar os imóveis para investir, atraídos pelos melhores preços e condições, e os estoques se reduzem.

De acordo com os indicadores da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o segundo trimestre deste ano registrou uma leve melhora em relação às novas unidades. No primeiro semestre de 2017, foram  228 lançamentos de casas e apartamentos novos. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-DF) também mostrou 2 mil novas contratações entre julho e agosto de 2016.

O mais recente levantamento do Índice de Velocidade de Vendas (IVV) de imóveis demonstra que a procura de imóveis no DF está mesmo aquecida. Os dados divulgados pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), revelam que, em agosto, o IVV médio foi de 7,1%, o terceiro melhor de 2017.

Isso representa uma melhora, uma vez que o setor imobiliário leva em conta que o índice na casa dos 5% representa uma velocidade adequada para a venda de um empreendimento imobiliário. Os dados também mostram que, na comparação entre 2015 e  2016, houve um salto, já que o índice havia sido de 4,6%, em agosto de 2015, e de 4,4%, no mesmo mês, em 2016. O maior IVV este ano foi atingido em junho: 7,8%.

O presidente da Ademi, Paulo Muniz, explica que a queda da taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) levou investidores e compradores a mudar o comportamento em relação à economia brasileira. “Tendo em vista que os preços dos imóveis estavam parados num patamar abaixo do praticado, alguns aproveitaram a oportunidade para comprar. Com a redução dos estoques é possível que os valores das unidades aumentem novamente”, acredita Muniz.

De acordo com o boletim da CBIC, no segundo trimestre, no DF, as vendas totalizaram 721 unidades, um aumento de 11,1% em relação ao trimestre anterior, com 562 vendas. Comparado a 2016, houve acréscimo de 48% nas vendas de imóveis novos: na planta, em construção ou  prontos.

Para o presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci, o cenário do DF é parecido com o do restante do país. “Estão cada vez mais reduzindo os estoques de unidades disponíveis. Isso é bom para o setor, uma vez que, vendendo os imóveis prontos, as incorporadoras reduzem as dívidas e passam a ter confiança para investir em novos lançamentos.” Se a tendência continuar, é possível que a cada mês ocorram lançamentos imobiliários, adianta.

Desconfianças

O vice-presidente do Sinduscon-DF, João Accioly, lembra que o estoque de imóveis vem caindo desde o fim do ano passado. “O setor passou por um período difícil no fim de 2014, que se estendeu até 2016. O mercado em Brasília teve uma ascensão com o lançamento do Noroeste, mas depois a crise fez com que os investidores recuassem”, explica.

No fim do ano passado, segundo Accioly, surgiram sinais de recuperação. “As vendas melhoraram e a expectativa é de novos lançamentos.” Ele observa que as dificuldades burocráticas para licenciamentos em Brasília traziam desconfianças ao investidor. “A legislação era desatualizada. Agora, estamos fazendo um trabalho com o governo para solucionar todos os entraves.”

O casal Ivone de Freitas, 57, e Lázaro de Freitas, 66, pesquisou as ofertas de imóvel durante um ano. Com o tempo de pesquisa, eles conseguiram perceber que as condições e os preços foram melhorando, na comparação entre 2016 e 2017. Optaram, no fim, por um apartamento no Noroeste, ainda na planta. Parte do investimento foi garantido com a venda de um imóvel que eles tiveram dificuldade de negociar pelo preço mais alto. “Demoramos um ano pra conseguir vender a nossa casa no Park Way. Quando abaixamos o preço, a venda foi rápida”, conta Ivone.

Depois do tempo que levou calculando orçamentos e despesas para a compra do apartamento, o casal garante que os imóveis novos já prontos estão mais baratos. “A gente preferiu comprar na planta porque queremos o imóvel do nosso jeito. Porém, há, sim, mais baratos e novos. Quem começar a procurar neste período, com certeza acha”, comenta Lázaro, aposentado do Banco do Brasil.

É o que está fazendo o servidor público aposentado Anirton Ribeiro, 69 anos. Ele aproveita a melhora nos preços e nas condições para investir em um imóvel para os dois filhos, na quadra 102 do Noroeste. “Aqui, eles vão ficar mais perto de tudo. Penso também na infraestrutura. Além disso, não houve ajuste. Vou aproveitar que o investimento em apartamentos está melhor”, justifica.

“As vendas melhoraram e a expectativa é de lançamentos de novas unidades”

João Accioly, vice-presidente do Sinduscon-DF

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br

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maio 09

Mercado de imoveis começa a se recuperar após dois anos difíceis


9 de maio de 2017 às 9:19
Categoria: Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

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Nos três primeiros meses deste ano, o Governo de Brasília arrecadou quase R$76 milhões com o ITBI, imposto que o comprador paga para transferir um imóvel para seu nome. O DFTV 2ª edição do último sábado (6) trouxe uma entrevista com o presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho Ferreira, sobre o tema.

Na matéria, o presidente da entidade explica que o aumento na arrecadação é sinal de que a confiança está sendo retomada e as condições de atendimento à demanda estão em caminho de fortalecimento.

Clique aqui e assista a matéria na íntegra.

https://globoplay.globo.com/v/5851555/

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fevereiro 01

Faenge realiza assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Chateau du Parc.


1 de fevereiro de 2017 às 12:24
Categoria: Andamento das Obras , Gestão de Qualidade , Institucional
Publicado por: Thiago Carvalho

Faenge inicia 2017 com o pé direito.

Na noite, 31 de Janeiro,  a construtora realizou a assembleia de instituição de mais um empreendimento de sucesso: Chateau du Parc, Noroeste – Brasília, DF

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Para apresentar o Chateau du Parc , no Noroeste, a primeira  assembleia reuniu diretores da construtora, proprietários e representantes da administração do condomínio. O encontro foi conduzido pelo diretor presidente da Faenge, Leonardo Ávila. Ele explicou aos proprietários tudo que precisa ser providenciado para o pleno funcionamento do empreendimento e das unidades. Além disso, realizou a eleição para o corpo diretivo do condomínio.

Leonardo, agradeceu a confiança depositada na empresa e reforçou a excelente escolha que os proprietários fizeram. “O Chateau é o lugar ideal para quem quer  morar bem e investi. Estamos entregando um prédio moderno, com acabamento diferenciado, com fácil acesso, e no melhor bairro de Brasília.” destacou o Diretor.

Faenge Facilities:

Na assembleia, foi  explicado  aos proprietários como será a atuação  no empreendimento. Para manter o conceito da gestão  moderna de condomínios, a Faenge  Facilities ,  fará  a primeira a gestão do condomínio.

 

 

 

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dezembro 02

Valor de imóveis que podem ser financiados com o FGTS é ampliado.


2 de dezembro de 2016 às 7:10
Categoria: Financiamento , Mercado
Publicado por: Thiago Carvalho

Com a mudança, o teto de financiamento subiu de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país.

Imóveis residenciais na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

Imóveis: No DF, MG, RJ e SP, o limite passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil (Dado Galdieri/Bloomberg)

Os mutuários que comprarem imóveis novos e usados financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ganharam um incentivo.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou hoje (24) o valor máximo dos empreendimentos que podem ser financiadas pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que cobra juros menores que os demais financiamentos de mercado.

Com a mudança, o teto de financiamento subiu de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país.

No Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o limite passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil. A última vez em que esses limites tinham sido alterados foi em setembro de 2013.

Os novos limites valem a partir de amanhã (25). Concedidos com recursos do FGTS, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano.

Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

Amortização

Além de ampliar os limites de financiamento, o Conselho Monetário determinou que todos os novos contratos do SFH tenham algum grau de amortização em todas as parcelas.

A mudança assegura que o saldo devedor caia o tempo todo e proíbe financiamentos com amortizações negativas, quando, no início dos financiamentos, o mutuário vê o saldo devedor subir e só começa a amortizar a dívida mais tarde.

“A medida vinha sendo estudada há algum tempo pelo Banco Central e tem um caráter de prudência para os dois lados, porque diminui o risco dos financiamentos para os bancos e para o cliente”, disse a chefe do Departamento de Regulação do Banco Central, Sílvia Marques.

A regra para a amortização valerá a partir de 2017. As operações aprovadas até 31 de janeiro do próximo ano poderão ser finalizadas até 31 de março do ano que vem ainda sem a obrigatoriedade de amortização nas parcelas.

A mudança não afeta o sistema de amortização constante, em que o mutuário abate parte do saldo devedor todos os meses, começando a pagar prestações mais caras, que diminuem de valor ao longo dos meses.

No sistema price, com prestações constantes, as modalidades com amortização negativa serão proibidas. “Todas as parcelas, desde a primeira, deverão ter alguma amortização que permita reduzir o saldo devedor desde o início do financiamento”, explicou Sílvia.

 

Fonte: Exame.com/topicos/imoveis

 

 

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setembro 19

Lançamentos imobiliários voltam a aumentar no DF


19 de setembro de 2016 às 8:58
Categoria: Sem categoria
Publicado por: Thiago Carvalho

Pesquisa inédita mostra que 30% dos lançamentos de 2016 aconteceram em julho.

 

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O último Índice de Velocidade de Vendas de imóveis (IVV) residenciais no Distrito Federal apontou 4,7% no mês de julho. Além de um índice positivo em termos de vendas, julho registrou o maior número de lançamentos imobiliários em um único mês em 2016. Foram três lançamentos, todos no setor Noroeste, o que representa 30% do total de 10 lançamentos no ano. Em termos de Valor Geral de Vendas (VGV), estes três novos empreendimentos representam movimentação de R$ 240 milhões ou 38% do VGV dos 10 lançamentos de 2016.

“Bastou o governo agilizar um pouco mais a aprovação de projetos que o mercado imobiliário do DF respondeu na hora com lançamentos, afinal estamos afirmando há meses que a oferta está baixando e há demanda por novos imóveis. O DF tem uma situação bem melhor do que outras capitais em relação ao mercado imobiliário. Aos poucos, nosso setor volta a movimentar com mais vigor a economia do DF e isso repercute em toda a cadeia produtiva, gerando mais empregos e renda”, disse o vice-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Aroeira.

Sobre a aprovação de projetos, no período de abril de 2015 a abril de 2016, apenas 15 projetos tinham sido liberados pelo governo; outros 15 projetos foram aprovados nos meses de maio e junho de 2016, um bom indicativo de melhoria; em julho de 2016 foram 63 projetos aprovados. “Há fortes indicadores de que o IVV de agosto será mais expressivo do que o de julho pelos dados iniciais coletados junto às empresas do setor. Isso é importante porque a oferta de imóveis – apuradas junto a 29 empresas – é de apenas 4.054 imóveis novos. Apesar dos 10 lançamentos deste ano, a oferta caiu”, diz Aroeira. Os dados da pesquisa estão disponíveis no site do Sinduscon-DF e da Ademi-DF.

Setor Noroeste

Outro fato importante da pesquisa de julho é a retomada de lançamentos no setor Noroeste, considerado uma referência do comportamento do setor imobiliário no DF. O IVV do Noroeste em julho foi alto: 7,3% com 59 vendas naquele mês. “No Noroeste já são cerca de 8 mil moradores e as vendas são financiadas com recursos privados. Não há, portanto, consumo de recursos públicos como nos projetos de moradia popular, o que indica que o poder de compra dos brasilienses está reagindo à crise”, disse Aroeira.

A Pesquisa IVV acompanha mensalmente o ritmo de vendas de imóveis novos nas várias regiões administrativas do DF, considerando lançamentos e os em oferta. A amostra é bem expressiva, abrangendo aproximadamente 50% do mercado local (formado por cerca de 60 incorporadoras). As vendas dos imóveis são informadas pelas incorporadoras participantes da pesquisa, conduzida pela Ademi-DF e pelo Sinduscon-DF, com apoio do Sebrae-DF. A empresa Opinião Informação Estratégica é responsável pela coleta, tabulação e análise das informações, obtidas junto às empresas que aderiram voluntariamente ao projeto.

Dados da pesquisa

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. Há, portanto, um IVV para imóveis residenciais e um IVV para imóveis comerciais. O IVV dos imóveis residenciais em junho foi de 4,7% e o IVV dos comerciais foi de 2%.

Em julho foram ofertadas 4.054 unidades residenciais e vendidas 191; também foram ofertadas 1.088 unidades comerciais e 22 imóveis vendidos. As quantidades de imóveis informadas nos gráficos a seguir se referem aos negociados pelas empresas participantes da pesquisa e não representam o total de imóveis em oferta ou negociados em todo o DF (isso em razão de a pesquisa ainda não abranger 100% das incorporadoras). Os percentuais informados podem ser projetados para representação de todo o mercado imobiliário do DF.

Valor do m² imóveis residenciais

Entre várias informações do mercado imobiliário do DF, a pesquisa aponta a variação do preço ofertado por m² dos imóveis residenciais em cada região, em julho. Na Asa Norte foi registrado o maior valor: R$ 15.122,26 (preço de oferta dos imóveis); o mais baixo foi ofertado em Santa Maria – R$ 3.039,30.

Fonte: Sinduscon-DF.

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setembro 02

Caixa deve investir R$ 93 bilhões em crédito imobiliário ainda em 2016


2 de setembro de 2016 às 9:18
Categoria: Financiamento
Publicado por: Thiago Carvalho

Banco projeta aplicar R$ 54 bilhões no segundo semestre e alcançar mesmo patamar de investimento do ano passado

A Caixa Econômica Federal pretende investir R$ 54 bilhões no segundo semestre e fechar este ano com investimento total de R$ 93 bilhões, sendo R$ 16 bilhões para habitação de mercado e R$ 38 bilhões para habitação social.

 

Para atingir esse objetivo o banco promoveu ajustes na política de crédito imobiliário nos últimos meses e relançou o Plano Empresário (PEC) que proporciona condições especiais para o setor da construção civil.

Nelson Souza , vice-presidente da Caixa Econômica Federal (Foto: Ana Nascimento)
Nelson Souza , vice-presidente da Caixa Econômica Federal (Foto: Ana Nascimento)

As mudanças para reaquecer o setor também estão voltadas para os clientes pessoa física. Entre elas, estão o aumento da cota de financiamento, de 70% para 80%, nos imóveis novos, e de 60% para 70% em caso de imóveis usados no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

“As medidas que estamos adotando agora vão aumentar a velocidade das contratações. Isso é bom para a CAIXA, para o cliente, que tem juros menores e para economia, porque gera emprego e renda”, avalia o Vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza.

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